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Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Feirão de imóveis do BB termina hoje oferecendo taxa de financiamento abaixo das alíquotas de mercado

Renata CabreraO primeiro dia de movimentação no Feirão Imobiliário do Banco do Brasil em Londrina agradou tanto consumidores quanto as 12 construtoras que participam do evento. Ontem, logo nas primeiras horas de vendas, diversos negócios já haviam sido fechados. A feira é exclusiva para as construtoras parceiras do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), que estão negociando imóveis de até R$ 500 mil a uma taxa final de financiamento de 8,4% ao ano, bem abaixo das alíquotas de mercado. 

Maurivan Carranza, analista da superintendência do BB, salientou que a taxa de 8,4% ao ano para financiamentos vale mesmo para os imóveis que vão ficar prontos nos próximos 120 dias. ”Vai valer a taxa gravada durante o feirão. É algo diferenciado, já que tal alíquota no mercado varia entre 9,5% e 11%.” ”Esperamos pelo menos fechar R$ 10 milhões em negócios. Já seria um número bastante expressivo”, completou Carranza. 

Élio Soares, coordernador de vendas da Vanguard, explicou que a construtora está apresentando apartamentos prontos para morar. A empresa oferece opções na região Sul e Oeste, com área média de 70 metros quadrados, e valores que variam de R$ 140 mil a R$ 190 mil. ”Nossa expectativa é de vender pelo menos 15 apartamentos na feira. O perfil de nossos clientes é de quem está buscando o primeiro imóvel”, relatou ele. 

Luiz Claudio Guarda, gerente comercial da Artenge, comemorou a venda de dois imóveis logo no começo do evento. Ele disse que a feira está correspondendo ao que a construtora esperava. ”A procura está muito boa. Muitos clientes já foram visitar nossos empreendimentos nesta manhã”, salientou. 

Os funcionários públicos Wagner e Ana Lúcia Bonini estavam visitando o feirão em busca de um novo apartamento. Eles comentaram que moram num bom imóvel no centro de Londrina, mas que não possui elevador. ”Viemos até aqui para avaliar as taxas de juros que o banco está oferecendo. Ainda não sabemos se vamos colocar nosso imóvel no negócio, vai depender do que encontrarmos por aqui.” De acordo com o casal, a preferência é por um apartamento amplo, de três quartos com suíte. ”Se surgir um negócio atrativo, temos a intenção de fechar”, relataram. O feirão segue até hoje ao meio-dia na agência central do Banco do Brasil.

 
 
Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Feirão de imóveis do BB termina hoje oferecendo taxa de financiamento abaixo das alíquotas de mercado

Renata CabreraO primeiro dia de movimentação no Feirão Imobiliário do Banco do Brasil em Londrina agradou tanto consumidores quanto as 12 construtoras que participam do evento. Ontem, logo nas primeiras horas de vendas, diversos negócios já haviam sido fechados. A feira é exclusiva para as construtoras parceiras do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), que estão negociando imóveis de até R$ 500 mil a uma taxa final de financiamento de 8,4% ao ano, bem abaixo das alíquotas de mercado. 

Maurivan Carranza, analista da superintendência do BB, salientou que a taxa de 8,4% ao ano para financiamentos vale mesmo para os imóveis que vão ficar prontos nos próximos 120 dias. ”Vai valer a taxa gravada durante o feirão. É algo diferenciado, já que tal alíquota no mercado varia entre 9,5% e 11%.” ”Esperamos pelo menos fechar R$ 10 milhões em negócios. Já seria um número bastante expressivo”, completou Carranza. 

Élio Soares, coordernador de vendas da Vanguard, explicou que a construtora está apresentando apartamentos prontos para morar. A empresa oferece opções na região Sul e Oeste, com área média de 70 metros quadrados, e valores que variam de R$ 140 mil a R$ 190 mil. ”Nossa expectativa é de vender pelo menos 15 apartamentos na feira. O perfil de nossos clientes é de quem está buscando o primeiro imóvel”, relatou ele. 

Luiz Claudio Guarda, gerente comercial da Artenge, comemorou a venda de dois imóveis logo no começo do evento. Ele disse que a feira está correspondendo ao que a construtora esperava. ”A procura está muito boa. Muitos clientes já foram visitar nossos empreendimentos nesta manhã”, salientou. 

Os funcionários públicos Wagner e Ana Lúcia Bonini estavam visitando o feirão em busca de um novo apartamento. Eles comentaram que moram num bom imóvel no centro de Londrina, mas que não possui elevador. ”Viemos até aqui para avaliar as taxas de juros que o banco está oferecendo. Ainda não sabemos se vamos colocar nosso imóvel no negócio, vai depender do que encontrarmos por aqui.” De acordo com o casal, a preferência é por um apartamento amplo, de três quartos com suíte. ”Se surgir um negócio atrativo, temos a intenção de fechar”, relataram. O feirão segue até hoje ao meio-dia na agência central do Banco do Brasil.

 
 
Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Interesses: EUA mudam regras para facilitar entrada de brasileiros

Prevendo um crescimento de 274% no total de brasileiros em visita aos Estados Unidos nos próximos quatro anos, o presidente Barack Obama determinou a eliminação da necessidade de novas entrevistas para brasileiros que apenas queiram renovar vistos expirados ou com datas próximas do vencimento.
O programa-piloto ainda facilita a concessão de vistos para algumas categorias, como idosos e crianças.
Segundo determinou a Casa Branca, ao menos 80% das pessoas devem ser entrevistadas no máximo até três semanas depois de enviar os documentos para o consulado.
Com isso, será ampliada em 40% a capacidade de concessão de vistos nos consulados americanos no Brasil ainda neste ano. O anúncio de Obama foi feito no dia 19 de janeiro, no Walt Disney World, na Flórida.
Além dos brasileiros, os chineses e os indianos são as prioridades do governo americano com essas mudanças. ‘Esperamos que dezenas de milhares de pessoas tentando o visto sejam beneficiadas no Brasil e na China’.
E continuou: ‘Com essas medidas, as pessoas que já passaram por entrevistas poderão economizar tempo e dinheiro, decidindo visitar os Estados Unidos mais uma vez. Além disso, poderemos nos concentrar nos que tentam o visto pela primeira vez’, afirmou comunicado conjunto do Departamento de Estado e do Departamento de Segurança Interna dos EUA.
Segundo Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, ‘o foco do presidente são as economias emergentes’. ‘O número de viajantes para os EUA de cidadãos de economias com crescente classe média, como China, Brasil e Índia, deve crescer 135%, 274% e 50% até 2016, com base nos números de 2010’.
‘Há uma enorme oportunidade (para o governo americano)’, disse. As medidas de Obama fazem parte de um amplo programa do governo para aumentar o turismo nos Estados Unidos, que representa 2,7% do PIB e 7,5 milhões de empregos.
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Interesses: EUA mudam regras para facilitar entrada de brasileiros

Prevendo um crescimento de 274% no total de brasileiros em visita aos Estados Unidos nos próximos quatro anos, o presidente Barack Obama determinou a eliminação da necessidade de novas entrevistas para brasileiros que apenas queiram renovar vistos expirados ou com datas próximas do vencimento.
O programa-piloto ainda facilita a concessão de vistos para algumas categorias, como idosos e crianças.
Segundo determinou a Casa Branca, ao menos 80% das pessoas devem ser entrevistadas no máximo até três semanas depois de enviar os documentos para o consulado.
Com isso, será ampliada em 40% a capacidade de concessão de vistos nos consulados americanos no Brasil ainda neste ano. O anúncio de Obama foi feito no dia 19 de janeiro, no Walt Disney World, na Flórida.
Além dos brasileiros, os chineses e os indianos são as prioridades do governo americano com essas mudanças. ‘Esperamos que dezenas de milhares de pessoas tentando o visto sejam beneficiadas no Brasil e na China’.
E continuou: ‘Com essas medidas, as pessoas que já passaram por entrevistas poderão economizar tempo e dinheiro, decidindo visitar os Estados Unidos mais uma vez. Além disso, poderemos nos concentrar nos que tentam o visto pela primeira vez’, afirmou comunicado conjunto do Departamento de Estado e do Departamento de Segurança Interna dos EUA.
Segundo Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, ‘o foco do presidente são as economias emergentes’. ‘O número de viajantes para os EUA de cidadãos de economias com crescente classe média, como China, Brasil e Índia, deve crescer 135%, 274% e 50% até 2016, com base nos números de 2010’.
‘Há uma enorme oportunidade (para o governo americano)’, disse. As medidas de Obama fazem parte de um amplo programa do governo para aumentar o turismo nos Estados Unidos, que representa 2,7% do PIB e 7,5 milhões de empregos.
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Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e suas facilidades permitem, inclusive, que a distância entre trabalho e casa diminua. Uma pesquisa revelou que um em cada cinco profissionais no mundo todo frequentemente trabalham de casa, ou seja, 17% dos trabalhadores do planeta.
Ainda, cerca de 7% dos entrevistados afirmaram que trabalham de forma remota todos os dias, e 10% disseram que fazem o mesmo constantemente, durante as noites e aos finais de semana. A pesquisa foi realizada pela Ipsos/Reuters, e contou com 11.383 entrevistados de 24 países.
Regiões

Entre as regiões do mundo, os profissionais que mais costumam trabalhar de casa são aqueles residentes do Oriente Médio/África, onde 27% afirmaram que trabalham frequentemente de casa.

O volume de profissionais que fazem o mesmo também é alto na América Latina (25%) e na região da Ásia/Pacifico (24%). Já na América do Norte e mesmo na Europa, apenas 9%, em cada região, afirmou que trabalham de forma remota a partir de suas casas.
Em relação aos países, o estudo revelou que os empregados da Índia (56%), Indonésia (34%), México (30%), Argentina (29%), África do Sul (28%) e Turquia (27%) são os que trabalham de casa com mais frequência. Por outro lado, aqueles da Hungria (3%), Alemanha (5%), Suécia (6%), França (7%), Itália (7%) e Canadá (8%) são os que trabalham de casa com menor frequência.
A pesquisa também mostrou que aqueles com maior grau de educação são mais propensos a trabalhar de forma remota com maior frequência, assim como os que estão na faixa etária inferior aos 35 anos e os que possuem alta renda mensal. Por fim, homens (19%) tende a trabalhar mais de forma remota do que as mulheres.
A pesquisa levantou dados de 24 países, sendo eles: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Polônia, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia. Todas as entrevistas foram feitas on line, entre os dias 7 e 20 de outubro de 2011.
Construtoras podem fechar R$ 10 milhões em negócios

Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e suas facilidades permitem, inclusive, que a distância entre trabalho e casa diminua. Uma pesquisa revelou que um em cada cinco profissionais no mundo todo frequentemente trabalham de casa, ou seja, 17% dos trabalhadores do planeta.
Ainda, cerca de 7% dos entrevistados afirmaram que trabalham de forma remota todos os dias, e 10% disseram que fazem o mesmo constantemente, durante as noites e aos finais de semana. A pesquisa foi realizada pela Ipsos/Reuters, e contou com 11.383 entrevistados de 24 países.
Regiões

Entre as regiões do mundo, os profissionais que mais costumam trabalhar de casa são aqueles residentes do Oriente Médio/África, onde 27% afirmaram que trabalham frequentemente de casa.

O volume de profissionais que fazem o mesmo também é alto na América Latina (25%) e na região da Ásia/Pacifico (24%). Já na América do Norte e mesmo na Europa, apenas 9%, em cada região, afirmou que trabalham de forma remota a partir de suas casas.
Em relação aos países, o estudo revelou que os empregados da Índia (56%), Indonésia (34%), México (30%), Argentina (29%), África do Sul (28%) e Turquia (27%) são os que trabalham de casa com mais frequência. Por outro lado, aqueles da Hungria (3%), Alemanha (5%), Suécia (6%), França (7%), Itália (7%) e Canadá (8%) são os que trabalham de casa com menor frequência.
A pesquisa também mostrou que aqueles com maior grau de educação são mais propensos a trabalhar de forma remota com maior frequência, assim como os que estão na faixa etária inferior aos 35 anos e os que possuem alta renda mensal. Por fim, homens (19%) tende a trabalhar mais de forma remota do que as mulheres.
A pesquisa levantou dados de 24 países, sendo eles: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Polônia, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia. Todas as entrevistas foram feitas on line, entre os dias 7 e 20 de outubro de 2011.