por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
“Quero trabalhar em qualquer lugar desde que eu possa estudar”. Essas foram as palavras de Ronald Alexi, um jovem haitiano de 25 anos, que trocou o país onde nasceu para trabalhar na construção civil em Mato Grosso. Ele e mais 28 homens fizeram uma longa viagem desde o Haiti para tentar uma vida melhor no Brasil. “Aqui tenho muito mais chances de ser alguém na vida”, disse o rapaz, ainda com dificuldades em falar português.
Vários estados brasileiros já receberam grupos de haitianos que tentam cada vez mais entrar no Brasil em busca de emprego. A viagem pode durar até três meses e a maioria entra no país pelas cidades de Brasileia e Assis Brasil, que ficam no estado do Acre. Aos poucos, os estrangeiros vão driblando a dificuldade na comunicação e já começam a se arriscar a falar português.
Os 29 haitianos que estão no estado já vieram todos empregados. Eles vão trabalhar na construção civil e estão alojados em Nossa Senhora da Guia, distrito a apenas 30 quilômetros de Cuiabá. Há oito dias em Mato Grosso e prestes a iniciar os trabalhos, a expectativa de todos eles é conseguir guardar dinheiro suficiente para ajudar as famílias que ficaram no Haiti.
“Eu vou trabalhar e me esforçar para conseguir juntar dinheiro suficiente para trazer minha família”, afirmou Isaac Rely, que deixou a esposa e dois filhos no país. Ele contou ainda que há dois meses não fala com a família. “A comunicação é muito difícil e muito cara no Haiti. Não é fácil encontrar um telefone como aqui”, descreveu.
Além do trabalho, o estudo é visto como uma grande oportunidade pelos imigrantes mais jovens. Ronald Alexi vai ocupar a função de mestre de obras, mas já se formou em gastronomia na época em que viveu na República Dominicana. Agora, ele pretende seguir uma nova carreira. “Eu quero ser engenheiro civil ou técnico em informática. Tenho o ideal de estudar, me formar e continuar aqui no Brasil porque o país me recebeu e me deu oportunidade que talvez eu não tivesse em outro lugar”, declarou.A entrada deles no país passou a ser monitorada desde o último dia 13 de janeiro, quando entrou em vigor a resolução que legaliza a situação dos haitianos que já estão no Brasil em busca de trabalho e prevê a liberação de 100 novos vistos por mês, em Porto Príncipe.
De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho em Mato Grosso, em caso de contratação de estrangeiros no país, a empresa deve observar se há visto de trabalho. Ainda conforme a Superintendência, por regra, alguns cargos como piloto de avião e químico não podem ser ocupados por estrangeiros. Já em outras profissões, como médico e professor, é necessário que uma comprovação da diplomação seja apresentada.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
“Quero trabalhar em qualquer lugar desde que eu possa estudar”. Essas foram as palavras de Ronald Alexi, um jovem haitiano de 25 anos, que trocou o país onde nasceu para trabalhar na construção civil em Mato Grosso. Ele e mais 28 homens fizeram uma longa viagem desde o Haiti para tentar uma vida melhor no Brasil. “Aqui tenho muito mais chances de ser alguém na vida”, disse o rapaz, ainda com dificuldades em falar português.
Vários estados brasileiros já receberam grupos de haitianos que tentam cada vez mais entrar no Brasil em busca de emprego. A viagem pode durar até três meses e a maioria entra no país pelas cidades de Brasileia e Assis Brasil, que ficam no estado do Acre. Aos poucos, os estrangeiros vão driblando a dificuldade na comunicação e já começam a se arriscar a falar português.
Os 29 haitianos que estão no estado já vieram todos empregados. Eles vão trabalhar na construção civil e estão alojados em Nossa Senhora da Guia, distrito a apenas 30 quilômetros de Cuiabá. Há oito dias em Mato Grosso e prestes a iniciar os trabalhos, a expectativa de todos eles é conseguir guardar dinheiro suficiente para ajudar as famílias que ficaram no Haiti.
“Eu vou trabalhar e me esforçar para conseguir juntar dinheiro suficiente para trazer minha família”, afirmou Isaac Rely, que deixou a esposa e dois filhos no país. Ele contou ainda que há dois meses não fala com a família. “A comunicação é muito difícil e muito cara no Haiti. Não é fácil encontrar um telefone como aqui”, descreveu.
Além do trabalho, o estudo é visto como uma grande oportunidade pelos imigrantes mais jovens. Ronald Alexi vai ocupar a função de mestre de obras, mas já se formou em gastronomia na época em que viveu na República Dominicana. Agora, ele pretende seguir uma nova carreira. “Eu quero ser engenheiro civil ou técnico em informática. Tenho o ideal de estudar, me formar e continuar aqui no Brasil porque o país me recebeu e me deu oportunidade que talvez eu não tivesse em outro lugar”, declarou.A entrada deles no país passou a ser monitorada desde o último dia 13 de janeiro, quando entrou em vigor a resolução que legaliza a situação dos haitianos que já estão no Brasil em busca de trabalho e prevê a liberação de 100 novos vistos por mês, em Porto Príncipe.
De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho em Mato Grosso, em caso de contratação de estrangeiros no país, a empresa deve observar se há visto de trabalho. Ainda conforme a Superintendência, por regra, alguns cargos como piloto de avião e químico não podem ser ocupados por estrangeiros. Já em outras profissões, como médico e professor, é necessário que uma comprovação da diplomação seja apresentada.