por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 2011 terminou com déficit de 64 milhões de empregos globalmente. Esse é o numero de empregos necessários para restaurar o nível de antes da crise e absorver as pessoas que entram no mercado de trabalho.
A ONU lançará neste mês o seu relatório anual sobre a economia global, insistindo que o alto desemprego, a crise da dívida da zona do euro e austeridade fiscal prematura estão jogando a economia mundial em nova recessão.
Nota que EUA e União Europeia, as duas maiores economias do mundo, estão profundamente interligados e seus problemas podem alimentar as dificuldades em geral.
Já pesquisas sobre produção industrial de dezembro, divulgadas ontem, sugerem que a economia americana continuou a resistir à desaceleração na Europa. Algumas consultorias apontam crescimento econômico de 2,5% para a economia americana em base anualizada no quarto trimestre de 2011, enquanto o PIB da zona do euro teria já contraído em taxa similar.
Embora a expansão dos EUA possa diminuir neste ano, analistas acham que a divergência entre as duas grandes economias persistirá em 2012 e 2013. Por exemplo, a taxa de desemprego nos EUA caiu de 9,2% no verão para 8,6% em novembro, enquanto na zona do euro aumentou para 10,3%.
Por sua vez, a ONU avalia que, entre os países em desenvolvimento, o crescimento de China e Índia continuará “robusto”. Mas Brasil e México podem sofrer maior “visível desaceleração”.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 2011 terminou com déficit de 64 milhões de empregos globalmente. Esse é o numero de empregos necessários para restaurar o nível de antes da crise e absorver as pessoas que entram no mercado de trabalho.
A ONU lançará neste mês o seu relatório anual sobre a economia global, insistindo que o alto desemprego, a crise da dívida da zona do euro e austeridade fiscal prematura estão jogando a economia mundial em nova recessão.
Nota que EUA e União Europeia, as duas maiores economias do mundo, estão profundamente interligados e seus problemas podem alimentar as dificuldades em geral.
Já pesquisas sobre produção industrial de dezembro, divulgadas ontem, sugerem que a economia americana continuou a resistir à desaceleração na Europa. Algumas consultorias apontam crescimento econômico de 2,5% para a economia americana em base anualizada no quarto trimestre de 2011, enquanto o PIB da zona do euro teria já contraído em taxa similar.
Embora a expansão dos EUA possa diminuir neste ano, analistas acham que a divergência entre as duas grandes economias persistirá em 2012 e 2013. Por exemplo, a taxa de desemprego nos EUA caiu de 9,2% no verão para 8,6% em novembro, enquanto na zona do euro aumentou para 10,3%.
Por sua vez, a ONU avalia que, entre os países em desenvolvimento, o crescimento de China e Índia continuará “robusto”. Mas Brasil e México podem sofrer maior “visível desaceleração”.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A partir desta quarta-feira (4), 17 mil empresas do Distrito Federal que têm dívidas trabalhistas, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TSE), estão impedidas de fechar contratos com governos. Elas se enquadram na lei federal 12.440/2011 que proíbe o poder público de contratar empresas com dívidas trabalhistas pendentes.
Para fazer contratos com o governo ou buscar incentivos fiscais, as empresas terão que apresentar uma certidão negativa de débitos trabalhistas. Aquelas que já estão inscritas em cadastros de inadimplenstes, têm 30 dias para quitar suas dívidas.
O documento é emitido gratuitamente pelo Tribunal Regional do Trabalho. De acordo com o TSE, o DF tem 23 mil processos de dívidas e 17 mil empresas inadimplentes. A maior parte deles se concentra na construção civil, segundo o Tribunal.
Para trabalhadores, a lei representa a possibilidade de colocar fim a longas pendências judiciais, como a do frentista William Ferreira. “Transitou em julgado antes do meio do ano passado e até hoje nao foi resolvido, não foi pago o dinheiro”, conta.
O Sindicato dos Trabalhadores de Construção Civil e Mobiliário Urbano do DF vê na exigência a oportunidade de inibir a atuação de empresas criadas apenas para disputar obras públicas. “‘Vai acabar com essa pouca vergonha de empresas virem aqui, deixar de pagar os trabalhadores e nao sofrer puniçao nenhuma”, diiz o presidente do sindicato, Edgar de Paula Viana.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A partir desta quarta-feira (4), 17 mil empresas do Distrito Federal que têm dívidas trabalhistas, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TSE), estão impedidas de fechar contratos com governos. Elas se enquadram na lei federal 12.440/2011 que proíbe o poder público de contratar empresas com dívidas trabalhistas pendentes.
Para fazer contratos com o governo ou buscar incentivos fiscais, as empresas terão que apresentar uma certidão negativa de débitos trabalhistas. Aquelas que já estão inscritas em cadastros de inadimplenstes, têm 30 dias para quitar suas dívidas.
O documento é emitido gratuitamente pelo Tribunal Regional do Trabalho. De acordo com o TSE, o DF tem 23 mil processos de dívidas e 17 mil empresas inadimplentes. A maior parte deles se concentra na construção civil, segundo o Tribunal.
Para trabalhadores, a lei representa a possibilidade de colocar fim a longas pendências judiciais, como a do frentista William Ferreira. “Transitou em julgado antes do meio do ano passado e até hoje nao foi resolvido, não foi pago o dinheiro”, conta.
O Sindicato dos Trabalhadores de Construção Civil e Mobiliário Urbano do DF vê na exigência a oportunidade de inibir a atuação de empresas criadas apenas para disputar obras públicas. “‘Vai acabar com essa pouca vergonha de empresas virem aqui, deixar de pagar os trabalhadores e nao sofrer puniçao nenhuma”, diiz o presidente do sindicato, Edgar de Paula Viana.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
Segundo o senador Pain, o modelo de pagamento do FGTS aos domésticos é extremamente burocrático.
Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 2388/11, do Senado, simplifica o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo empregador ao seu empregado doméstico. A proposta assegura ao patrão a realização de todos os procedimentos necessários em formulário único, disponível na internet.
Pelo texto, a inscrição do trabalhador doméstico será realizada na Caixa Econômica Federal. Para o procedimento, será exigido somente o número do empregado no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A guia de recolhimento também poderá ser emitida por meio da internet. Caberá à Caixa Econômica comunicar a inscrição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A inscrição será automática junto à Secretaria da Receita Federal.
Como atualmente o pagamento de FGTS para empregado doméstico é facultativo, o senador Paulo Paim (PT-RS), autor da proposta, argumenta que a previsão legal trouxe pouco benefício para os cerca de 1,4 milhão de representantes da categoria. “Além de ser facultativo, o procedimento é extremamente burocrático, o que desestimulou os empregadores a fazerem o seu recolhimento”, acrescenta.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem – Maria Neves
Edição – Marcelo Westphalem
Tramitando em regime de prioridade, o projeto foi encaminhado em caráter conclusivo às comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
Segundo o senador Pain, o modelo de pagamento do FGTS aos domésticos é extremamente burocrático.
Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 2388/11, do Senado, simplifica o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo empregador ao seu empregado doméstico. A proposta assegura ao patrão a realização de todos os procedimentos necessários em formulário único, disponível na internet.
Pelo texto, a inscrição do trabalhador doméstico será realizada na Caixa Econômica Federal. Para o procedimento, será exigido somente o número do empregado no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A guia de recolhimento também poderá ser emitida por meio da internet. Caberá à Caixa Econômica comunicar a inscrição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A inscrição será automática junto à Secretaria da Receita Federal.
Como atualmente o pagamento de FGTS para empregado doméstico é facultativo, o senador Paulo Paim (PT-RS), autor da proposta, argumenta que a previsão legal trouxe pouco benefício para os cerca de 1,4 milhão de representantes da categoria. “Além de ser facultativo, o procedimento é extremamente burocrático, o que desestimulou os empregadores a fazerem o seu recolhimento”, acrescenta.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem – Maria Neves
Edição – Marcelo Westphalem
Tramitando em regime de prioridade, o projeto foi encaminhado em caráter conclusivo às comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.