por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
O déficit da Previdência Social deve fechar o ano próximo dos R$ 36 bilhões, segundo estimativa do secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim. Se confirmado esse valor, será o melhor resultado apurado desde 2003. Para conseguir esse resultado, o secretário afirmou que o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) – que agrega os trabalhadores da iniciativa privada – terá um superávit de pelo menos R$ 5 bilhões em suas contas em dezembro.
No acumulado do ano até novembro, o déficit da Previdência soma R$ 41,216 bilhões, o que representa uma queda de 18,3% em relação ao mesmo período de 2010 (R$ 50,478 bilhões). Em 12 meses, o déficit totaliza R$ 37,549 bilhões. Todos esses valores, inclusive a projeção de Rolim para o ano, estão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
O forte superávit em dezembro deve acontecer, assim como nos anos anteriores, porque o INSS receberá de uma só vez a contribuição patronal, referente ao 13º salário dos aposentados e pensionistas. Por outro lado, conforme Rolim, as despesas não serão afetadas porque o INSS já efetuou o pagamento do 13º das aposentadorias e pensões – só está faltando a segunda parcela dos benefícios para quem ganha mais que um salário mínimo.
No mês passado, a Previdência Social gastou cerca de R$ 2 bilhões com o pagamento da última parcela do 13º salários dos benefícios até um saláriomínimo. Mesmo com essas despesas, o déficit de novembro foi inferior ao apurado no mesmo período do ano passado. O INSS registrou um rombo de R$ 4,216 bilhões no mês passado, o que representa uma queda de 10,2% (R$ 4,697 bilhões).
Segundo Rolim, a queda de 18,3% do déficit acumulado do ano (até novembro) ocorreu devido ao bom desempenho do mercado de trabalho. O secretário afirmou que a recente desaceleração do mercado de trabalho ainda não impacta nos resultados da Previdência. Isso porque, enquanto houver geração líquida de emprego, a arrecadação continuará crescendo.
por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
O déficit da Previdência Social deve fechar o ano próximo dos R$ 36 bilhões, segundo estimativa do secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim. Se confirmado esse valor, será o melhor resultado apurado desde 2003. Para conseguir esse resultado, o secretário afirmou que o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) – que agrega os trabalhadores da iniciativa privada – terá um superávit de pelo menos R$ 5 bilhões em suas contas em dezembro.
No acumulado do ano até novembro, o déficit da Previdência soma R$ 41,216 bilhões, o que representa uma queda de 18,3% em relação ao mesmo período de 2010 (R$ 50,478 bilhões). Em 12 meses, o déficit totaliza R$ 37,549 bilhões. Todos esses valores, inclusive a projeção de Rolim para o ano, estão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
O forte superávit em dezembro deve acontecer, assim como nos anos anteriores, porque o INSS receberá de uma só vez a contribuição patronal, referente ao 13º salário dos aposentados e pensionistas. Por outro lado, conforme Rolim, as despesas não serão afetadas porque o INSS já efetuou o pagamento do 13º das aposentadorias e pensões – só está faltando a segunda parcela dos benefícios para quem ganha mais que um salário mínimo.
No mês passado, a Previdência Social gastou cerca de R$ 2 bilhões com o pagamento da última parcela do 13º salários dos benefícios até um saláriomínimo. Mesmo com essas despesas, o déficit de novembro foi inferior ao apurado no mesmo período do ano passado. O INSS registrou um rombo de R$ 4,216 bilhões no mês passado, o que representa uma queda de 10,2% (R$ 4,697 bilhões).
Segundo Rolim, a queda de 18,3% do déficit acumulado do ano (até novembro) ocorreu devido ao bom desempenho do mercado de trabalho. O secretário afirmou que a recente desaceleração do mercado de trabalho ainda não impacta nos resultados da Previdência. Isso porque, enquanto houver geração líquida de emprego, a arrecadação continuará crescendo.
por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
O mercado de imóveis novos não obteve bons resultados em outubro. Durante o período, houve redução de 35,1% no volume de vendas na Região Metropolitana quando comparado com setembro – caindo de 4.440 unidades para 2.882. Em relação a outubro de 2010 a queda foi ainda maior: de 46,3%. É o que aponta o levantamento mensal realizado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo.
O Grande ABC acompanhou o cenário. Segundo o proprietário de imobiliária de São Bernardo Milton Casari, a redução no número de imóveis vendidos caiu entre 25% e 30%. “Foi um mês onde a economia mundial estava muito instável. As indústrias, principalmente, reduziram drasticamente a produção. E como a região é basicamente industrial, as pessoas optaram por não realizar investimentos altos.”
No entanto, segundo ele, nesses dois últimos meses, as vendas já voltaram a crescer. “Imóveis na faixa entre R$ 180 mil a R$ 350 mil têm tido alta demanda. Além disso, a infraestrutura da região melhorou muito, basta ver a expansão e inauguração dos shoppings instalados aqui. Isso atrai moradores.”
Empresário do setor imobiliário em São Caetano, Aparecido Viana, atribui à queda de comercializações de imóveis novos em outubro à redução de lançamentos por parte das incorporadoras. “Muitas foram investir em cidades do Interior, já que faltam terrenos por aqui. Mesmo assim, São Caetano e Santo André mantiveram o nível de vendas.”
Para ele, apesar de ser menor o índice de vendas no período, o Grande ABC obteve desempenho superior ao da Capital. “Os bens comercializados na região são mais baratos do que em São Paulo e possuem a mesma qualidade e infraestrutura. Estamos em vantagem.”
CAPITAL – O mercado de imóveis novos no município paulista contabilizou a venda de 2.017 unidades em outubro, com variação negativa de 37,7% em relação às 3.237 unidades comercializadas em setembro. Diante do volume negociado no mesmo mês de 2010, a queda foi de 33,5%, quando foram vendidas 3.034 unidades.
Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, os resultados refletem mudanças no mercado imobiliário. “Voltaram a ser produzidos imóveis para o segmento tradicional, que abrange a classe média alta e o exigente mercado emergente, o que reduz a oferta de unidades por empreendimento.”
DORMITÓRIOS – A pesquisa Secovi-SP do mercado imobiliário de outubro mostrou que 54,1% das vendas na Capital foram do segmento de três dormitórios. Imóveis de dois quartos ocuparam a segunda colocação, com 29,4% do total vendido ou 593 unidades. No terceiro trimestre, o segmento teve 56% de participação nas vendas.
De acordo com o levantamento, o mercado de dois quartos teve forte diversificação de produtos econômicos. Os imóveis de três dormitórios se caracterizaram por serem construídos em bairros tradicionais.
O índice de Vendas Sobre Oferta ficou em 11,9% em outubro, segundo cálculo do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. Em termos comparativos, vale lembrar que o VSO foi de 18,7% em setembro e de 23,5% em outubro de 2010.
LANÇAMENTOS – Dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio indicam 3.215 unidades disponibilizadas em outubro na Capital, contra 2.739 unidades no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2010, a queda foi de 39,4%.
por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
O mercado de imóveis novos não obteve bons resultados em outubro. Durante o período, houve redução de 35,1% no volume de vendas na Região Metropolitana quando comparado com setembro – caindo de 4.440 unidades para 2.882. Em relação a outubro de 2010 a queda foi ainda maior: de 46,3%. É o que aponta o levantamento mensal realizado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo.
O Grande ABC acompanhou o cenário. Segundo o proprietário de imobiliária de São Bernardo Milton Casari, a redução no número de imóveis vendidos caiu entre 25% e 30%. “Foi um mês onde a economia mundial estava muito instável. As indústrias, principalmente, reduziram drasticamente a produção. E como a região é basicamente industrial, as pessoas optaram por não realizar investimentos altos.”
No entanto, segundo ele, nesses dois últimos meses, as vendas já voltaram a crescer. “Imóveis na faixa entre R$ 180 mil a R$ 350 mil têm tido alta demanda. Além disso, a infraestrutura da região melhorou muito, basta ver a expansão e inauguração dos shoppings instalados aqui. Isso atrai moradores.”
Empresário do setor imobiliário em São Caetano, Aparecido Viana, atribui à queda de comercializações de imóveis novos em outubro à redução de lançamentos por parte das incorporadoras. “Muitas foram investir em cidades do Interior, já que faltam terrenos por aqui. Mesmo assim, São Caetano e Santo André mantiveram o nível de vendas.”
Para ele, apesar de ser menor o índice de vendas no período, o Grande ABC obteve desempenho superior ao da Capital. “Os bens comercializados na região são mais baratos do que em São Paulo e possuem a mesma qualidade e infraestrutura. Estamos em vantagem.”
CAPITAL – O mercado de imóveis novos no município paulista contabilizou a venda de 2.017 unidades em outubro, com variação negativa de 37,7% em relação às 3.237 unidades comercializadas em setembro. Diante do volume negociado no mesmo mês de 2010, a queda foi de 33,5%, quando foram vendidas 3.034 unidades.
Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, os resultados refletem mudanças no mercado imobiliário. “Voltaram a ser produzidos imóveis para o segmento tradicional, que abrange a classe média alta e o exigente mercado emergente, o que reduz a oferta de unidades por empreendimento.”
DORMITÓRIOS – A pesquisa Secovi-SP do mercado imobiliário de outubro mostrou que 54,1% das vendas na Capital foram do segmento de três dormitórios. Imóveis de dois quartos ocuparam a segunda colocação, com 29,4% do total vendido ou 593 unidades. No terceiro trimestre, o segmento teve 56% de participação nas vendas.
De acordo com o levantamento, o mercado de dois quartos teve forte diversificação de produtos econômicos. Os imóveis de três dormitórios se caracterizaram por serem construídos em bairros tradicionais.
O índice de Vendas Sobre Oferta ficou em 11,9% em outubro, segundo cálculo do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. Em termos comparativos, vale lembrar que o VSO foi de 18,7% em setembro e de 23,5% em outubro de 2010.
LANÇAMENTOS – Dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio indicam 3.215 unidades disponibilizadas em outubro na Capital, contra 2.739 unidades no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2010, a queda foi de 39,4%.
por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
Projeto de lei do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) que assegura às trabalhadoras com filhos menores de seis anos, empregadas ou avulsas, o direito a receber o salário-família em dobro foi aprovado nesta quarta-feira (21), de forma terminativa , pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A matéria já havia sido aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e agora deve seguir para exame da Câmara dos Deputados se não houver recurso para exame pelo Plenário do Senado.
O parecer favorável à proposta (PLS 416/11) é do senador Roberto Requião (PMDB-PR), que incorporou duas emendas aprovadas pela CDH. Uma delas modificou a ementa do projeto para inserir as alterações sugeridas na lei que regula os benefícios concedidos pela Previdência Social (Lei nº 8.213/91), a exemplo do salário-família.
A outra emenda estabelece que o Executivo estimará a despesa decorrente dessa medida e a incluirá no projeto de lei orçamentária para o exercício seguinte ao de sua promulgação. Segundo ressaltou Requião, essa previsão responde a uma determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
– Cuida-se, com a proposição, de oferecer um apoio previdenciário adicional às mães trabalhadoras, que, em última instância, deverá resultar em benefícios para os filhos, preocupação central do salário-família. Combina-se a ampliação de um benefício para trabalhadores de baixa renda com a canalização desses recursos para aquelas que, segundo as pesquisas sociais e econômicas, vêm assumindo a maior parte das responsabilidades em relação ao maior número de crianças – comentou Requião.
Paulo Bauer ressaltou que o salário-família é pago pela Previdência Social aos trabalhadores com filhos até 14 anos, tanto à mãe como ao pai. Assim, destacou o senador, os filhos de mãe solteira, separada ou viúva ficam sem a parcela relativa ao pai. Na avaliação do senador, é injusta esta situação, uma vez que as trabalhadoras já recebem salários cerca de 18% menores do que os homens e cumprem jornada de trabalho extra em seus lares em torno de 28 horas semanais.
por master | 22/12/11 | Ultimas Notícias
Projeto de lei do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) que assegura às trabalhadoras com filhos menores de seis anos, empregadas ou avulsas, o direito a receber o salário-família em dobro foi aprovado nesta quarta-feira (21), de forma terminativa , pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A matéria já havia sido aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e agora deve seguir para exame da Câmara dos Deputados se não houver recurso para exame pelo Plenário do Senado.
O parecer favorável à proposta (PLS 416/11) é do senador Roberto Requião (PMDB-PR), que incorporou duas emendas aprovadas pela CDH. Uma delas modificou a ementa do projeto para inserir as alterações sugeridas na lei que regula os benefícios concedidos pela Previdência Social (Lei nº 8.213/91), a exemplo do salário-família.
A outra emenda estabelece que o Executivo estimará a despesa decorrente dessa medida e a incluirá no projeto de lei orçamentária para o exercício seguinte ao de sua promulgação. Segundo ressaltou Requião, essa previsão responde a uma determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
– Cuida-se, com a proposição, de oferecer um apoio previdenciário adicional às mães trabalhadoras, que, em última instância, deverá resultar em benefícios para os filhos, preocupação central do salário-família. Combina-se a ampliação de um benefício para trabalhadores de baixa renda com a canalização desses recursos para aquelas que, segundo as pesquisas sociais e econômicas, vêm assumindo a maior parte das responsabilidades em relação ao maior número de crianças – comentou Requião.
Paulo Bauer ressaltou que o salário-família é pago pela Previdência Social aos trabalhadores com filhos até 14 anos, tanto à mãe como ao pai. Assim, destacou o senador, os filhos de mãe solteira, separada ou viúva ficam sem a parcela relativa ao pai. Na avaliação do senador, é injusta esta situação, uma vez que as trabalhadoras já recebem salários cerca de 18% menores do que os homens e cumprem jornada de trabalho extra em seus lares em torno de 28 horas semanais.