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DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2124/11, do deputado Valadares Filho (PSB-SE), que altera o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC – Lei 12.462/11) para determinar que 30% de todos os trabalhadores contratados segundo as novas regras do regime estejam na faixa etária de 18 a 29 anos. O RDC define regras específicas para licitações de obras e serviços relacionados às copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014) e das Olimpíadas e Paraolimpíadas (2016).

No caso das contratações, o RDC altera o processo de contratações para dotar a administração pública de mais celeridade na formação dos quadros necessários para lidar com a demanda que surgirá com a preparação para sediar os eventos esportivos.

Valadares Filho argumenta que a proposta se insere exatamente nesse contexto. “Propomos alterar o recentemente aprovado regime diferenciado de contratações para garantir a inserção de jovens no quadro de trabalhadores que irão contribuir para que nosso País desempenhe a contento a tarefa gigantesca de sediar essas competições”, afirmou ele. “Entre as medidas imprescindíveis para a sustentabilidade das ações está a maneira como serão tratados os trabalhadores brasileiros acrescentou o deputado.

Desemprego dobrado

Segundo o autor, a idéia de adoção de uma reserva para contratação de jovens já vem sendo estudada há tempo pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (IPEA). “Pesquisas domiciliares brasileiras apontam que as taxas de desemprego dos jovens têm se mantido em patamares equivalentes ao dobro das taxas encontradas entre a população adulta”, disse Valadares Filho.
 

Conforme o IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2003, enquanto a taxa de desemprego total ficou em 9%, o desemprego juvenil atingiu o índice de 18%,
 

Tramitação

O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Constituição e Justiça e de Cidadania; e Finanças e Tributação, inclusive no seu mérito.
 

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Mariana Monteiro

Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2124/11, do deputado Valadares Filho (PSB-SE), que altera o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC – Lei 12.462/11) para determinar que 30% de todos os trabalhadores contratados segundo as novas regras do regime estejam na faixa etária de 18 a 29 anos. O RDC define regras específicas para licitações de obras e serviços relacionados às copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014) e das Olimpíadas e Paraolimpíadas (2016).

No caso das contratações, o RDC altera o processo de contratações para dotar a administração pública de mais celeridade na formação dos quadros necessários para lidar com a demanda que surgirá com a preparação para sediar os eventos esportivos.

Valadares Filho argumenta que a proposta se insere exatamente nesse contexto. “Propomos alterar o recentemente aprovado regime diferenciado de contratações para garantir a inserção de jovens no quadro de trabalhadores que irão contribuir para que nosso País desempenhe a contento a tarefa gigantesca de sediar essas competições”, afirmou ele. “Entre as medidas imprescindíveis para a sustentabilidade das ações está a maneira como serão tratados os trabalhadores brasileiros acrescentou o deputado.

Desemprego dobrado

Segundo o autor, a idéia de adoção de uma reserva para contratação de jovens já vem sendo estudada há tempo pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (IPEA). “Pesquisas domiciliares brasileiras apontam que as taxas de desemprego dos jovens têm se mantido em patamares equivalentes ao dobro das taxas encontradas entre a população adulta”, disse Valadares Filho.
 

Conforme o IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2003, enquanto a taxa de desemprego total ficou em 9%, o desemprego juvenil atingiu o índice de 18%,
 

Tramitação

O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Constituição e Justiça e de Cidadania; e Finanças e Tributação, inclusive no seu mérito.
 

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Mariana Monteiro

Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Criação de emprego formal cai 69% e tem o pior novembro desde 2008

Dados do Caged foram divulgados nesta terça pelo Ministério do Trabalho.
No acumulado do ano, empregos formais somam 2,3 milhões, diz governo.
 
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho , revelam que foram abertas 42.735 vagas formais em novembro deste ano, uma queda de 69% em comparação ao mesmo mês do ano passado, quando foram criados 138.247 empregos formais.
 
O recuo acontece em meio à crise financeira internacional. Trata-se do pior resultado para novembro desde 2008, quando foram fechadas 41 mil vagas formais. Naquele momento, a economia brasileira também se ressentia dos efeitos da primeira etapa das turbulências externas – que eclodiram em setembro daquele ano com o anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers.
 
Em outubro deste ano, foram criadas 126.143 vagas formais. Deste modo, a criação de empregos formais recuou 66,1% em novembro, quando foram abertas 42.735 vagas.
 
Explicações para a queda
Segundo o governo, os dados do Caged demonstram, em novembro, uma redução no ritmo de crescimento do emprego, contra outubro, quando foram geradas 126 mil vagas, sinalizando os “impactos negativos em alguns setores de atividade econômica, como a Agricultura, a Indústria de Transformação, Construção Civil e o ramo de Ensino do Setor Serviços”.
 
“No aspecto conjuntural, os efeitos da crise internacional parecem estar repercutindo com maior intensidade no setor da indústria de transformação, que, nesses últimos meses, vem demonstrando sinais de perda de dinamismo”, acrescentou o Ministério do Trabalho.
 
Acumulado do ano

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, ainda segundo números oficiais do Ministério do Trabalho, o número de empregos com carteira assinada alcançou 2,32 milhões.
 
O resultado representa uma queda de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram abertas 2,91 milhões de vagas.
 
Os números de criação de empregos formais do acumulado deste ano, e de igual período de 2010, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo.
Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Criação de emprego formal cai 69% e tem o pior novembro desde 2008

Dados do Caged foram divulgados nesta terça pelo Ministério do Trabalho.
No acumulado do ano, empregos formais somam 2,3 milhões, diz governo.
 
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho , revelam que foram abertas 42.735 vagas formais em novembro deste ano, uma queda de 69% em comparação ao mesmo mês do ano passado, quando foram criados 138.247 empregos formais.
 
O recuo acontece em meio à crise financeira internacional. Trata-se do pior resultado para novembro desde 2008, quando foram fechadas 41 mil vagas formais. Naquele momento, a economia brasileira também se ressentia dos efeitos da primeira etapa das turbulências externas – que eclodiram em setembro daquele ano com o anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers.
 
Em outubro deste ano, foram criadas 126.143 vagas formais. Deste modo, a criação de empregos formais recuou 66,1% em novembro, quando foram abertas 42.735 vagas.
 
Explicações para a queda
Segundo o governo, os dados do Caged demonstram, em novembro, uma redução no ritmo de crescimento do emprego, contra outubro, quando foram geradas 126 mil vagas, sinalizando os “impactos negativos em alguns setores de atividade econômica, como a Agricultura, a Indústria de Transformação, Construção Civil e o ramo de Ensino do Setor Serviços”.
 
“No aspecto conjuntural, os efeitos da crise internacional parecem estar repercutindo com maior intensidade no setor da indústria de transformação, que, nesses últimos meses, vem demonstrando sinais de perda de dinamismo”, acrescentou o Ministério do Trabalho.
 
Acumulado do ano

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, ainda segundo números oficiais do Ministério do Trabalho, o número de empregos com carteira assinada alcançou 2,32 milhões.
 
O resultado representa uma queda de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram abertas 2,91 milhões de vagas.
 
Os números de criação de empregos formais do acumulado deste ano, e de igual período de 2010, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo.
Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Abertura de vagas formais em novembro foi menor do ano

A abertura de vagas formais no Brasil em novembro, de 42.735, foi a menor de todos os meses de 2011, segundo a série histórica do Caged, do Ministério do Trabalho. Em novembro do ano passado, a abertura líquida de vagas formais foi 138.247. Segundo o Ministério do Trabalho, o “modesto desempenho” no mês passado decorreu da conjugação de fatores sazonais e conjunturais.
“Os efeitos da crise internacional parecem estar repercutindo com maior intensidade no setor da Indústria de Transformação, que, nesses últimos meses, vem demonstrando sinais de perda de dinamismo”, afirma o documento.
 
Em novembro, a expansão do emprego foi positiva em quatro entre os oito setores de atividade econômica. Os setores que contrataram mais do que demitiram foram comércio (107.920 postos), serviços (53.999), administração pública (250 postos) e extrativa mineral (129).
 
As demissões líquidas ocorreram nos setores da Indústria de Transformação (-54.306 postos), Agricultura (-42.297), Construção Civil (-22.789) e serviços industriais de utilidade pública (-171).
 
Os dados mostram ainda a elevação do emprego em 21 unidades da Federação. Os destaques foram os estados do Rio de Janeiro (+24.867), Rio Grande do Sul (+12.875), Santa Catarina (+12.089), Minas Gerais (+5.825) e Paraná (+5.663). Em São Paulo, as demissões superaram em 29.145 as contratações realizadas em novembro de 2011.
Proposta reserva a jovens 30% das vagas em contratações para Copa

Abertura de vagas formais em novembro foi menor do ano

A abertura de vagas formais no Brasil em novembro, de 42.735, foi a menor de todos os meses de 2011, segundo a série histórica do Caged, do Ministério do Trabalho. Em novembro do ano passado, a abertura líquida de vagas formais foi 138.247. Segundo o Ministério do Trabalho, o “modesto desempenho” no mês passado decorreu da conjugação de fatores sazonais e conjunturais.
“Os efeitos da crise internacional parecem estar repercutindo com maior intensidade no setor da Indústria de Transformação, que, nesses últimos meses, vem demonstrando sinais de perda de dinamismo”, afirma o documento.
 
Em novembro, a expansão do emprego foi positiva em quatro entre os oito setores de atividade econômica. Os setores que contrataram mais do que demitiram foram comércio (107.920 postos), serviços (53.999), administração pública (250 postos) e extrativa mineral (129).
 
As demissões líquidas ocorreram nos setores da Indústria de Transformação (-54.306 postos), Agricultura (-42.297), Construção Civil (-22.789) e serviços industriais de utilidade pública (-171).
 
Os dados mostram ainda a elevação do emprego em 21 unidades da Federação. Os destaques foram os estados do Rio de Janeiro (+24.867), Rio Grande do Sul (+12.875), Santa Catarina (+12.089), Minas Gerais (+5.825) e Paraná (+5.663). Em São Paulo, as demissões superaram em 29.145 as contratações realizadas em novembro de 2011.