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DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Londrina: Obra consome recorde de concreto

Londrina: Obra consome recorde de concreto

A construção civil estabeleceu ontem marca histórica em Londrina: em um único dia, para executar serviço de fundação, um empreendimento imobiliário consumiu 720 toneladas de concreto, o suficiente para se construir quatro quadras poliesportivas como a do ginásio Moringão. 
A obra – uma torre comercial com 18 pavimentos – fica na Avenida Ayrton Senna, na Gleba Palhano. O serviço em questão é um bloco estrutural de 10 metros de comprimento por oito de largura e quatro de altura, preenchido com 300 metros cúbicos de concreto pela Leão Engenharia para a Construtora Montosa à Leão Engenharia. O trabalho durou dez horas e movimentou 48 caminhões betoneiras. ”O grande desafio foi cumprir à risca o plano de logística para produção e entrega do material, em intervalos precisos”, disse o gerente da regional norte da Leão, Fábio Leonel Felipe. 
O serviço teve outras duas inovações: o uso de 15 toneladas de gelo lascado e um plastificante retardador, necessários para controlar a temperatura interna do material e evitar rachaduras. O serviço será repetido em fevereiro, no bloco estrutural da segunda torre do Palhano Business Center, formado por duas torres comerciais e investimento total de R$ 23,5 milhões.
Londrina: Obra consome recorde de concreto

Londrina: Obra consome recorde de concreto

A construção civil estabeleceu ontem marca histórica em Londrina: em um único dia, para executar serviço de fundação, um empreendimento imobiliário consumiu 720 toneladas de concreto, o suficiente para se construir quatro quadras poliesportivas como a do ginásio Moringão. 
A obra – uma torre comercial com 18 pavimentos – fica na Avenida Ayrton Senna, na Gleba Palhano. O serviço em questão é um bloco estrutural de 10 metros de comprimento por oito de largura e quatro de altura, preenchido com 300 metros cúbicos de concreto pela Leão Engenharia para a Construtora Montosa à Leão Engenharia. O trabalho durou dez horas e movimentou 48 caminhões betoneiras. ”O grande desafio foi cumprir à risca o plano de logística para produção e entrega do material, em intervalos precisos”, disse o gerente da regional norte da Leão, Fábio Leonel Felipe. 
O serviço teve outras duas inovações: o uso de 15 toneladas de gelo lascado e um plastificante retardador, necessários para controlar a temperatura interna do material e evitar rachaduras. O serviço será repetido em fevereiro, no bloco estrutural da segunda torre do Palhano Business Center, formado por duas torres comerciais e investimento total de R$ 23,5 milhões.
Londrina: Obra consome recorde de concreto

Brasil supera China e Índia em criação de empresas, diz pesquisa

O número de empresas recém-criadas, conhecidas como startups, cresceu mais rapidamente no Brasil do que na China e na Índia no período que vai de 2006 a 2010, segundo afirma estudo realizado por uma empresa de consultoria. 
De acordo com a pesquisa da UHY, rede de consultorias com sede em Londres, o número de startups no Brasil aumentou em média 7,2% por ano entre 2006 e 2010. 
Em um ranking dos 19 países onde a consultoria atua, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás de Rússia (aumento anual de 25,6%), França (21,5%) e Estônia (9,1%). 
Mais de 617 mil empresas iniciantes foram registradas no Brasil em 2010, contra 467 mil quatro anos antes. Os setores onde o crescimento foi maior, de acordo com o estudo, foram os de serviços e de agricultura familiar. 
Os piores resultados neste período ficam com Espanha (queda de 14,6%), Irlanda (-7,6%), Estados Unidos (-6,7%) e Japão (-6,2%). 
Na Espanha, por exemplo, foram criadas 76.622 empresas em 2010, contra 143.859 em 2006. 
Entre os países pesquisados estão os integrantes do G8 e quatro membros dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). 
Apesar do resultado positivo a partir de 2006, o estudo indica que o Brasil é um dos três países que apresentaram queda no número de startups entre 2009 e 2010. Neste período, o resultado brasileiro foi de -0,7%, contra -7,8% dos EUA e -33,8% da Estônia. 
As economias com maior aumento no número de empresas iniciantes entre 2009 e 2010 foram Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (53,1%), Rússia (22%) e China (20,8%). 
O estudo aponta ainda que, somadas, as economias dos quatro integrantes do grupo Bric que entraram na pesquisa criaram 18% mais novos negócios por ano entre 2006 e 2010, contra 0,4% dos demais países. 
Já entre 2009 e 2010, a criação de startups entre Brasil, Rússia, Índia e China cresceu 18%, contra 3,3% dos outros países. 
Entraves 

O presidente da UHY, John Wolfgang, considera “impressionante” a diferença entre os países desenvolvidos e as economias emergentes. 
Para ele, os governos podem fazer mais para encorajar o surgimento de startups. “Muitos dos entrevistados em nosso estudo destacaram altos impostos e complexa regulamentação trabalhista como barreiras ao crescimento para pequenas empresas”, afirma. 
Quanto ao Brasil, o superintendente da UHY Moreira Auditores (que integra a rede da UHY), Paulo Moreira, afirma que o principal dado é a queda na “mortalidade” das empresas recém-abertas. 
“O Brasil tem criado uma série de facilitadores para as microempresas, como o sistema de tributação Simples e a possibilidade de parcelar o pagamento de impostos. Isso faz com que as empresas consigam durar mais tempo”, disse Moreira à BBC Brasil. 
Ele diz, no entanto, que restam alguns entraves importantes para o setor no país, o principal deles sendo o excesso de agentes reguladores, que, segundo o consultor, impõem fiscalizações exageradas e criam uma burocracia desnecessária para os empreendedores.
Londrina: Obra consome recorde de concreto

Brasil supera China e Índia em criação de empresas, diz pesquisa

O número de empresas recém-criadas, conhecidas como startups, cresceu mais rapidamente no Brasil do que na China e na Índia no período que vai de 2006 a 2010, segundo afirma estudo realizado por uma empresa de consultoria. 
De acordo com a pesquisa da UHY, rede de consultorias com sede em Londres, o número de startups no Brasil aumentou em média 7,2% por ano entre 2006 e 2010. 
Em um ranking dos 19 países onde a consultoria atua, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás de Rússia (aumento anual de 25,6%), França (21,5%) e Estônia (9,1%). 
Mais de 617 mil empresas iniciantes foram registradas no Brasil em 2010, contra 467 mil quatro anos antes. Os setores onde o crescimento foi maior, de acordo com o estudo, foram os de serviços e de agricultura familiar. 
Os piores resultados neste período ficam com Espanha (queda de 14,6%), Irlanda (-7,6%), Estados Unidos (-6,7%) e Japão (-6,2%). 
Na Espanha, por exemplo, foram criadas 76.622 empresas em 2010, contra 143.859 em 2006. 
Entre os países pesquisados estão os integrantes do G8 e quatro membros dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). 
Apesar do resultado positivo a partir de 2006, o estudo indica que o Brasil é um dos três países que apresentaram queda no número de startups entre 2009 e 2010. Neste período, o resultado brasileiro foi de -0,7%, contra -7,8% dos EUA e -33,8% da Estônia. 
As economias com maior aumento no número de empresas iniciantes entre 2009 e 2010 foram Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (53,1%), Rússia (22%) e China (20,8%). 
O estudo aponta ainda que, somadas, as economias dos quatro integrantes do grupo Bric que entraram na pesquisa criaram 18% mais novos negócios por ano entre 2006 e 2010, contra 0,4% dos demais países. 
Já entre 2009 e 2010, a criação de startups entre Brasil, Rússia, Índia e China cresceu 18%, contra 3,3% dos outros países. 
Entraves 

O presidente da UHY, John Wolfgang, considera “impressionante” a diferença entre os países desenvolvidos e as economias emergentes. 
Para ele, os governos podem fazer mais para encorajar o surgimento de startups. “Muitos dos entrevistados em nosso estudo destacaram altos impostos e complexa regulamentação trabalhista como barreiras ao crescimento para pequenas empresas”, afirma. 
Quanto ao Brasil, o superintendente da UHY Moreira Auditores (que integra a rede da UHY), Paulo Moreira, afirma que o principal dado é a queda na “mortalidade” das empresas recém-abertas. 
“O Brasil tem criado uma série de facilitadores para as microempresas, como o sistema de tributação Simples e a possibilidade de parcelar o pagamento de impostos. Isso faz com que as empresas consigam durar mais tempo”, disse Moreira à BBC Brasil. 
Ele diz, no entanto, que restam alguns entraves importantes para o setor no país, o principal deles sendo o excesso de agentes reguladores, que, segundo o consultor, impõem fiscalizações exageradas e criam uma burocracia desnecessária para os empreendedores.
Londrina: Obra consome recorde de concreto

Dilma sanciona lei que muda INSS do setor industrial

A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem a lei 12.546, que altera a forma de cobrança de INSS para empresas dos segmentos de vestuário e acessórios, calçados, tecnologia da informação e tecnologia da informação e comunicação. 
A lei integra o Plano Brasil Maior, lançado em agosto pelo Governo Federal, com objetivo de tornar a indústria nacional mais competitiva. Em vez de continuarem pagando 20% da folha de pagamento a título de contribuição patronal, os setores listados acima passam a recolher alíquotas que variam de 1,5% a 2,5% sobre a receita bruta (ver quadro). A alteração vale até 2014. 
A proposta original do Executivo, que foi enviado ao Congresso por meio da Medida Provisória 540 incluía o setor moveleiro. Mas o deputado gaúcho Renato Molling (PP), relator da MP na Câmara, explica que foi procurado pelos fabricantes de móveis pedindo para ficarem de fora do projeto. Eles entenderam que a alíquota sobre a receita bruta seria prejudicial para a maior parte das empresas do setor. 
O presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Norte do Paraná (Sinfor), Gilmar Machado, considera a mudança uma ”notícia excelente”, mas diz que os empresários têm de ter cautela. ”Se tiverem um faturamenteo grande e pouca mão de obra, pode ser um tiro no pé”, afirma. 
Segundo ele, as empresas que funcionam no sistema de Lucro Real também devem avaliar se não é o caso de mudar para Simples, cujo faturamento máximo passa para R$ 3,6 milhões em 2012. Neste segundo formato, a carga tributária é sempre menor. 
Para a empresa dele, a Gelt Tecnologia e Sistemas, que hoje tem 53 funcionários, o novo sistema representa vantagem. Mesmo assim, Machado não descarta a possibilidade de mudar para o Simples. ”Estou analisando as renovações de contratos para o ano que vem. Dependendo da quantidade de funcionários que precisaremos, vamos tomar a decisão”, avalia. Ele aconselha os empresários a discutirem a melhor saída com seus contadores. 
O presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário do Paraná (Sivepar), Marcos Tadeu Koslowsky, diz que o setor está pleiteando que o recolhimento do INSS sobre a receita bruta seja opcional. Segundo ele, as empresas que trabalham com muita mão de obra e pouco valor agregado terão vantagem no novo formato. No entanto, as que empregam menos, mas têm mais valor agregado, serão prejudicadas. 
Também, de acordo com ele, o setor está reivindicando que a alíquota sobre a receita seja de 0,28% e não 1,5% como estabeleceu o governo. ”Fizemos pesquisas que revelaram que, para termos vantagem competitiva na relação com os importados, a alíquota precisa ser bem menor”, afirma. De acordo com Koslowsky, todas as entidades que representam a indústria têxtil no País estão mobilizadas para tentar convencer o governo a atender as duas reivindicações. 

 

 
 
Londrina: Obra consome recorde de concreto

Dilma sanciona lei que muda INSS do setor industrial

A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem a lei 12.546, que altera a forma de cobrança de INSS para empresas dos segmentos de vestuário e acessórios, calçados, tecnologia da informação e tecnologia da informação e comunicação. 
A lei integra o Plano Brasil Maior, lançado em agosto pelo Governo Federal, com objetivo de tornar a indústria nacional mais competitiva. Em vez de continuarem pagando 20% da folha de pagamento a título de contribuição patronal, os setores listados acima passam a recolher alíquotas que variam de 1,5% a 2,5% sobre a receita bruta (ver quadro). A alteração vale até 2014. 
A proposta original do Executivo, que foi enviado ao Congresso por meio da Medida Provisória 540 incluía o setor moveleiro. Mas o deputado gaúcho Renato Molling (PP), relator da MP na Câmara, explica que foi procurado pelos fabricantes de móveis pedindo para ficarem de fora do projeto. Eles entenderam que a alíquota sobre a receita bruta seria prejudicial para a maior parte das empresas do setor. 
O presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Norte do Paraná (Sinfor), Gilmar Machado, considera a mudança uma ”notícia excelente”, mas diz que os empresários têm de ter cautela. ”Se tiverem um faturamenteo grande e pouca mão de obra, pode ser um tiro no pé”, afirma. 
Segundo ele, as empresas que funcionam no sistema de Lucro Real também devem avaliar se não é o caso de mudar para Simples, cujo faturamento máximo passa para R$ 3,6 milhões em 2012. Neste segundo formato, a carga tributária é sempre menor. 
Para a empresa dele, a Gelt Tecnologia e Sistemas, que hoje tem 53 funcionários, o novo sistema representa vantagem. Mesmo assim, Machado não descarta a possibilidade de mudar para o Simples. ”Estou analisando as renovações de contratos para o ano que vem. Dependendo da quantidade de funcionários que precisaremos, vamos tomar a decisão”, avalia. Ele aconselha os empresários a discutirem a melhor saída com seus contadores. 
O presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário do Paraná (Sivepar), Marcos Tadeu Koslowsky, diz que o setor está pleiteando que o recolhimento do INSS sobre a receita bruta seja opcional. Segundo ele, as empresas que trabalham com muita mão de obra e pouco valor agregado terão vantagem no novo formato. No entanto, as que empregam menos, mas têm mais valor agregado, serão prejudicadas. 
Também, de acordo com ele, o setor está reivindicando que a alíquota sobre a receita seja de 0,28% e não 1,5% como estabeleceu o governo. ”Fizemos pesquisas que revelaram que, para termos vantagem competitiva na relação com os importados, a alíquota precisa ser bem menor”, afirma. De acordo com Koslowsky, todas as entidades que representam a indústria têxtil no País estão mobilizadas para tentar convencer o governo a atender as duas reivindicações.