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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

A presidente da República, Dilma Rousseff, vetou o uso do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS) em obras para a Copa do Mundo Fifa 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. No mesmo despacho, publicado na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial da União, ela também vetou o artigo que permitia aos fabricantes de cigarro efetuar publicidade institucional. Ambas as propostas constavam do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 29/11, oriundo da MP 540/11, aprovado no último dia 22 pelo Senado Federal e encaminhado à sanção da presidenta, que o transformou na Lei 12.546, de 2011.
O PLV modificava o artigo 1º da Lei 11.491, de 2007, autorizando excepcionalmente, até 30 de junho de 2014, a aplicação de recursos do FI-FGTS em projetos associados aos dois eventos em suas cidades-sedes. O texto exigia que os recursos fossem “direta ou indiretamente” necessários para garantir a realização dos eventos “em consonância com os requisitos de conforto e segurança estabelecidos pelas autoridades competentes”. Exigia também que fossem relativos à infraestrutura aeroportuária; a operações urbanas consorciadas, de transporte e mobilidade urbanos; ou a empreendimentos hoteleiros ou comerciais.
O veto foi proposto pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão, sob o argumento de que os empreendimentos relacionados às duas competições esportivas já têm “linhas de crédito disponíveis para o seu desenvolvimento além dos investimentos definidos como essenciais à realização dos eventos, especificados na Matriz de Responsabilidades celebrada pela União, pelos Estados e pelos Municípios”. A justificação acrescenta que “a proposta desvirtua a prioridade de aplicação do FI-FGTS, que deve continuar focada nos setores previstos na Lei, que demandam elevado volume de recursos e são fundamentais para o desenvolvimento do país.” 
Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

A presidente da República, Dilma Rousseff, vetou o uso do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS) em obras para a Copa do Mundo Fifa 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. No mesmo despacho, publicado na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial da União, ela também vetou o artigo que permitia aos fabricantes de cigarro efetuar publicidade institucional. Ambas as propostas constavam do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 29/11, oriundo da MP 540/11, aprovado no último dia 22 pelo Senado Federal e encaminhado à sanção da presidenta, que o transformou na Lei 12.546, de 2011.
O PLV modificava o artigo 1º da Lei 11.491, de 2007, autorizando excepcionalmente, até 30 de junho de 2014, a aplicação de recursos do FI-FGTS em projetos associados aos dois eventos em suas cidades-sedes. O texto exigia que os recursos fossem “direta ou indiretamente” necessários para garantir a realização dos eventos “em consonância com os requisitos de conforto e segurança estabelecidos pelas autoridades competentes”. Exigia também que fossem relativos à infraestrutura aeroportuária; a operações urbanas consorciadas, de transporte e mobilidade urbanos; ou a empreendimentos hoteleiros ou comerciais.
O veto foi proposto pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão, sob o argumento de que os empreendimentos relacionados às duas competições esportivas já têm “linhas de crédito disponíveis para o seu desenvolvimento além dos investimentos definidos como essenciais à realização dos eventos, especificados na Matriz de Responsabilidades celebrada pela União, pelos Estados e pelos Municípios”. A justificação acrescenta que “a proposta desvirtua a prioridade de aplicação do FI-FGTS, que deve continuar focada nos setores previstos na Lei, que demandam elevado volume de recursos e são fundamentais para o desenvolvimento do país.” 
Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

PR: Contra Rossoni, deputados ensaiam acabar com reeleição da Mesa

Descontentes com a decisão tomada isoladamente pelo presidente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB), nesta semana, de extinguir o 14º e o 15º salários dos parlamentares sem comunicar os pares, um grupo de deputados pretende desengavetar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no ano passado por Tadeu Veneri (PT) que proíbe a reeleição dos membros da Mesa Executiva da Casa. A Mesa Executiva da AL tem mandato por dois anos. 
O deputado Douglas Fabrício (PPS) também defende o fim da reeleição. ”Com a máquina na mão, é muito difícil de tirar. Quando se pede o fim da reeleição, não é nada contra alguma pessoa, é dar a oportunidade de novas pessoas, novos projetos, novas ideias”, disse. A PEC de Veneri foi apresentada em maio do ano passado, depois dos escândalos que atingiram a AL em 2010 (na época comandada pelo deputado Nelson Justus), de contratação de funcionários fantasmas e de desvio de dinheiro público. 
Depois de tramitar em comissão especial, foi aprovado o relatório do deputado Ademar Traiano (PSDB) sobre a PEC que permitia a alternância de cargos na Mesa Executiva. Alegando que o relatório desvirtuava o projeto original, Veneri retirou a proposta.
Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

PR: Contra Rossoni, deputados ensaiam acabar com reeleição da Mesa

Descontentes com a decisão tomada isoladamente pelo presidente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB), nesta semana, de extinguir o 14º e o 15º salários dos parlamentares sem comunicar os pares, um grupo de deputados pretende desengavetar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no ano passado por Tadeu Veneri (PT) que proíbe a reeleição dos membros da Mesa Executiva da Casa. A Mesa Executiva da AL tem mandato por dois anos. 
O deputado Douglas Fabrício (PPS) também defende o fim da reeleição. ”Com a máquina na mão, é muito difícil de tirar. Quando se pede o fim da reeleição, não é nada contra alguma pessoa, é dar a oportunidade de novas pessoas, novos projetos, novas ideias”, disse. A PEC de Veneri foi apresentada em maio do ano passado, depois dos escândalos que atingiram a AL em 2010 (na época comandada pelo deputado Nelson Justus), de contratação de funcionários fantasmas e de desvio de dinheiro público. 
Depois de tramitar em comissão especial, foi aprovado o relatório do deputado Ademar Traiano (PSDB) sobre a PEC que permitia a alternância de cargos na Mesa Executiva. Alegando que o relatório desvirtuava o projeto original, Veneri retirou a proposta.
Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

Fracassada compra de avião pela Copel

Não apareceram empresas para participar do pregão presencial da Companhia Paranaense de Energia (Copel), destinado a comprar um avião de até R$ 15,9 milhões, novo de fábrica, modelo 2012, com capacidade para oito passageiros. Marcado para ontem à tarde, na sede da Copel, em Curitiba, não houve interessados. 

A data marcada para ontem foi questionada pela oposição na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná. Isso porque embora a informação sobre a data, local e horário do pregão estivesse disponível na internet, a publicação em jornais de grande circulação chamando para o processo licitatório ocorreu apenas ontem, mesmo dia marcado para o pregão, segundo o deputado Tadeu Veneri (PT). 

O avião que a Copel pretende adquirir pode ser utilizado pelo governador Beto Richa (PSDB), possibilidade confirmada pela liderança do governo. ”Se o governo quer comprar o avião para uso do governador, que compre diretamente. Mas ao invés disso o governo se vale de manobras que não precisaria usar”, criticou Veneri. O parlamentar entrou com uma ação popular na Justiça pedindo a anulação do pregão porque ele acredita que é direcionado para apenas uma fabricante do modelo e porque não houve publicidade do pregão. 

Durante visita ontem à AL, o governador defendeu a compra do avião para uso da Copel, a exemplo do que acontece com outras empresas do setor, de outros estados. Entretanto, quando perguntado se ele próprio utilizaria a aeronave, ele não respondeu. A Copel informou à Reportagem que não iria se pronunciar sobre o assunto.

Dilma Rousseff veta uso do FGTS em obras da copa

Fracassada compra de avião pela Copel

Não apareceram empresas para participar do pregão presencial da Companhia Paranaense de Energia (Copel), destinado a comprar um avião de até R$ 15,9 milhões, novo de fábrica, modelo 2012, com capacidade para oito passageiros. Marcado para ontem à tarde, na sede da Copel, em Curitiba, não houve interessados. 

A data marcada para ontem foi questionada pela oposição na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná. Isso porque embora a informação sobre a data, local e horário do pregão estivesse disponível na internet, a publicação em jornais de grande circulação chamando para o processo licitatório ocorreu apenas ontem, mesmo dia marcado para o pregão, segundo o deputado Tadeu Veneri (PT). 

O avião que a Copel pretende adquirir pode ser utilizado pelo governador Beto Richa (PSDB), possibilidade confirmada pela liderança do governo. ”Se o governo quer comprar o avião para uso do governador, que compre diretamente. Mas ao invés disso o governo se vale de manobras que não precisaria usar”, criticou Veneri. O parlamentar entrou com uma ação popular na Justiça pedindo a anulação do pregão porque ele acredita que é direcionado para apenas uma fabricante do modelo e porque não houve publicidade do pregão. 

Durante visita ontem à AL, o governador defendeu a compra do avião para uso da Copel, a exemplo do que acontece com outras empresas do setor, de outros estados. Entretanto, quando perguntado se ele próprio utilizaria a aeronave, ele não respondeu. A Copel informou à Reportagem que não iria se pronunciar sobre o assunto.