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Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

No País, o banco pretende alcançar R$ 60 bilhões em financiamentos até o final do ano 

Curitiba – A Caixa Econômica Federal pretende atingir a marca de R$ 60 bilhões em contratações de crédito para empresas até o final do ano. Só para os meses de novembro e dezembro, foi disponibilizado um total de R$ 10 bilhões, destinados tanto para o financiamento de capital de giro, quanto para a realização de investimentos. 

No Paraná, a expectativa do gerente regional do banco em Curitiba, Vilmar Smidarle, é a liberação de R$ 3,4 bilhões de crédito para empresas até o final de 2011. Este volume será 40% maior do que no ano passado. Segundo ele, este crescimento deve ocorrer porque o banco está trabalhando para crescer no mercado de pessoa jurídica e pretende alcançar 6,3% de market share nesta área até o final de 2011.


Além disso, ele destacou que ”o cenário é de bastante confiança no mercado nacional e no crescimento e desenvolvimento do Brasil”. Smidarle disse que, no final do ano, aumenta a procura por crédito por parte das empresas com o objetivo de se prepararem para as vendas de final de ano, montarem estoques e pagarem o 13º salário para os funcionários. ”A crise internacional ainda não chegou no Brasil e, se chegar, vamos superar como já aconteceu com a crise de 2008”, afirmou. Smidarle acredita que a procura maior por crédito mostra que as empresas estão crescendo e gerando mais empregos. ”É um ciclo virtuoso de crescimento”, afirmou. 

Segundo ele, em outubro e novembro, as empresas buscam linhas de financiamento principalmente para capital de giro com prazo de 12 a 24 meses. Para 2012, ainda não há uma expectativa do montante que deve ser emprestado de crédito. ”A ideia é crescer e aumentar o market share”, afirmou. A Caixa oferece crédito para micro, pequenas e grandes empresas. 

Brasil 

A expectativa do banco é que os destaques serão as linhas de financiamento de capital de giro e de crédito rotativo, cuja soma das contratações deve chegar a cerca de R$ 5,6 bilhões, nos últimos dois meses do ano. O objetivo é ajudar as empresas, neste período do ano, em que há aquecimento das vendas por causa do pagamento do 13º salário e da proximidade com as festas de final de ano. 

”A ampliação das linhas de financiamento, para a produção e para o investimento, é um importante instrumento para atenuar os efeitos da crise financeira sobre a renda e o emprego”, analisou o presidente da Caixa, Jorge Hereda. 

No País, de janeiro a outubro, o destaque fica por conta dos recursos aplicados em capital de giro. As linhas mais procuradas são o Crédito Especial Empresa, com contratações da ordem de R$ 18 bilhões; a Conta Garantida, com R$ 6,9 bilhões; e o Cheque Empresa Caixa (rotativo), com R$ 6,4 bilhões contratados. No Paraná, de janeiro a setembro foram R$ 2,6 bilhões de crédito para capital de giro e investimentos. 

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

No País, o banco pretende alcançar R$ 60 bilhões em financiamentos até o final do ano 

Curitiba – A Caixa Econômica Federal pretende atingir a marca de R$ 60 bilhões em contratações de crédito para empresas até o final do ano. Só para os meses de novembro e dezembro, foi disponibilizado um total de R$ 10 bilhões, destinados tanto para o financiamento de capital de giro, quanto para a realização de investimentos. 

No Paraná, a expectativa do gerente regional do banco em Curitiba, Vilmar Smidarle, é a liberação de R$ 3,4 bilhões de crédito para empresas até o final de 2011. Este volume será 40% maior do que no ano passado. Segundo ele, este crescimento deve ocorrer porque o banco está trabalhando para crescer no mercado de pessoa jurídica e pretende alcançar 6,3% de market share nesta área até o final de 2011.


Além disso, ele destacou que ”o cenário é de bastante confiança no mercado nacional e no crescimento e desenvolvimento do Brasil”. Smidarle disse que, no final do ano, aumenta a procura por crédito por parte das empresas com o objetivo de se prepararem para as vendas de final de ano, montarem estoques e pagarem o 13º salário para os funcionários. ”A crise internacional ainda não chegou no Brasil e, se chegar, vamos superar como já aconteceu com a crise de 2008”, afirmou. Smidarle acredita que a procura maior por crédito mostra que as empresas estão crescendo e gerando mais empregos. ”É um ciclo virtuoso de crescimento”, afirmou. 

Segundo ele, em outubro e novembro, as empresas buscam linhas de financiamento principalmente para capital de giro com prazo de 12 a 24 meses. Para 2012, ainda não há uma expectativa do montante que deve ser emprestado de crédito. ”A ideia é crescer e aumentar o market share”, afirmou. A Caixa oferece crédito para micro, pequenas e grandes empresas. 

Brasil 

A expectativa do banco é que os destaques serão as linhas de financiamento de capital de giro e de crédito rotativo, cuja soma das contratações deve chegar a cerca de R$ 5,6 bilhões, nos últimos dois meses do ano. O objetivo é ajudar as empresas, neste período do ano, em que há aquecimento das vendas por causa do pagamento do 13º salário e da proximidade com as festas de final de ano. 

”A ampliação das linhas de financiamento, para a produção e para o investimento, é um importante instrumento para atenuar os efeitos da crise financeira sobre a renda e o emprego”, analisou o presidente da Caixa, Jorge Hereda. 

No País, de janeiro a outubro, o destaque fica por conta dos recursos aplicados em capital de giro. As linhas mais procuradas são o Crédito Especial Empresa, com contratações da ordem de R$ 18 bilhões; a Conta Garantida, com R$ 6,9 bilhões; e o Cheque Empresa Caixa (rotativo), com R$ 6,4 bilhões contratados. No Paraná, de janeiro a setembro foram R$ 2,6 bilhões de crédito para capital de giro e investimentos. 

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

Aviso prévio maior vale só para empregado, diz ministério

Para o Ministério do Trabalho, a nova lei que amplia o aviso prévio de 30 para até 90 dias, sancionada no mês passado pela presidente Dilma Rousseff, é válida somente no caso dos trabalhadores, e não dos empregadores. Ou seja, o funcionário que pede demissão não estaria obrigado a cumprir um aviso prévio superior a 30 dias, não importando o tempo que tenha trabalhado na empresa. É o que diz um memorando interno da Secretaria de Relações do Trabalho.

O Ministério do Trabalho confirma a existência do memorando, mas faz a ressalva de que não se trata da posição oficial da pasta. O texto seria apenas uma orientação preliminar para os servidores das superintendências regionais, e um decreto, portaria ou instrução normativa ainda pode ser publicado pelo governo para esclarecer oficialmente dúvidas sobre a nova lei.

Além da dúvida em relação à validade da nova legislação também para as empresas, não foi resolvida a lacuna do texto referente à retroatividade da lei para os trabalhadores demitidos nos últimos dois anos.

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

Aviso prévio maior vale só para empregado, diz ministério

Para o Ministério do Trabalho, a nova lei que amplia o aviso prévio de 30 para até 90 dias, sancionada no mês passado pela presidente Dilma Rousseff, é válida somente no caso dos trabalhadores, e não dos empregadores. Ou seja, o funcionário que pede demissão não estaria obrigado a cumprir um aviso prévio superior a 30 dias, não importando o tempo que tenha trabalhado na empresa. É o que diz um memorando interno da Secretaria de Relações do Trabalho.

O Ministério do Trabalho confirma a existência do memorando, mas faz a ressalva de que não se trata da posição oficial da pasta. O texto seria apenas uma orientação preliminar para os servidores das superintendências regionais, e um decreto, portaria ou instrução normativa ainda pode ser publicado pelo governo para esclarecer oficialmente dúvidas sobre a nova lei.

Além da dúvida em relação à validade da nova legislação também para as empresas, não foi resolvida a lacuna do texto referente à retroatividade da lei para os trabalhadores demitidos nos últimos dois anos.

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

TCU confirma sobrepreço em obra de ampliação e modernização da REPAR

Parecer aponta que foram cobrados R$ 1,4 bilhão a mais para a construção da unidade

O parecer que aponta o superfaturamento de R$ 1,4 bilhão das obras de ampliação e modernização da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), unidade paranaense da Petrobras, foi mantido pelo corpo técnico do Tribunal de Contas da União (TCU). Ontem, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara Federal, formada por quatro deputados federais e integrantes do TCU, esteve em visita a refinaria localizada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). “O corpo técnico do TCU fará agora um segundo relatório, após a análise das informações solicitadas hoje (ontem) a Petrobras, mas o superfaturamento das obras ficou constatado”, afirma o deputado Fernando Franchiscini (PSDB-PR), que foi quem propôs a visita técnica à Comissão, presidida pelo deputado Sérgio Brito (PSD-BA). A previsão é de que o relatório seja finalizado até o fim deste ano.

Franschini conta que o sobrepeço da obra ficou latente quando a estatal apresentou os valores de referência, utilizados para a contratação dos serviços. “Eles estão muito acima dos valores de mercado e a justificativa apresentada é de que resultam do grau de especialização que obra exige”, conta. “Mas até o TCU questiona a grande diferença de valores”, diz. 

Como a obra já está em sua fase final, com 95% pronta, o TCU avalia que a paralisação não seria uma medida benéfica. Franschini afirma que, no relatório da visita, pedirá a retenção de 10% dos valores pagos as construtoras envolvidas. “São grandes empresas, que prestam serviços para a Petrobras em outras obras e, portanto, a devolução do dinheiro cobrado a mais é passível de ser feita”, diz. 

O deputado cita que essa é uma das principais obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 1) e está orçada em R$ 7, 7 bilhões. “É uma briga de cachorro grande. São as grandes empreiteiras, que segundo as denúncias são as que mais contribuem com doações em campanhas, e o poder público em defesa dos direitos do cidadão, do que é certo”, resume.

O primeiro relatório da auditoria do TCU encontrou irregularidades em contratos bilionários nas obras de reforma e modernização da Repar. Os relatórios técnicos indicaram sobrepreços em pagamentos a algumas das maiores empreiteiras do país. A Polícia Federal investiga contratos da Petrobras com as empreiteiras, apontados como superfaturados pelo TCU. 

Os contratos para as obras e a compra de equipamentos começaram a ser fiscalizados pelo TCU em meados de maio de 2008. Desde então, as auditorias feitas pelo TCU apontam irregularidades graves nas licitações e nos preços dos contratos.”A Comissão vai fiscalizar preços, editais e a execução das obras, para que o dinheiro público seja preservado e os responsáveis pelas irregularidades, identificados”, conta Francischini.

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

TCU confirma sobrepreço em obra de ampliação e modernização da REPAR

Parecer aponta que foram cobrados R$ 1,4 bilhão a mais para a construção da unidade

O parecer que aponta o superfaturamento de R$ 1,4 bilhão das obras de ampliação e modernização da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), unidade paranaense da Petrobras, foi mantido pelo corpo técnico do Tribunal de Contas da União (TCU). Ontem, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara Federal, formada por quatro deputados federais e integrantes do TCU, esteve em visita a refinaria localizada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). “O corpo técnico do TCU fará agora um segundo relatório, após a análise das informações solicitadas hoje (ontem) a Petrobras, mas o superfaturamento das obras ficou constatado”, afirma o deputado Fernando Franchiscini (PSDB-PR), que foi quem propôs a visita técnica à Comissão, presidida pelo deputado Sérgio Brito (PSD-BA). A previsão é de que o relatório seja finalizado até o fim deste ano.

Franschini conta que o sobrepeço da obra ficou latente quando a estatal apresentou os valores de referência, utilizados para a contratação dos serviços. “Eles estão muito acima dos valores de mercado e a justificativa apresentada é de que resultam do grau de especialização que obra exige”, conta. “Mas até o TCU questiona a grande diferença de valores”, diz. 

Como a obra já está em sua fase final, com 95% pronta, o TCU avalia que a paralisação não seria uma medida benéfica. Franschini afirma que, no relatório da visita, pedirá a retenção de 10% dos valores pagos as construtoras envolvidas. “São grandes empresas, que prestam serviços para a Petrobras em outras obras e, portanto, a devolução do dinheiro cobrado a mais é passível de ser feita”, diz. 

O deputado cita que essa é uma das principais obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 1) e está orçada em R$ 7, 7 bilhões. “É uma briga de cachorro grande. São as grandes empreiteiras, que segundo as denúncias são as que mais contribuem com doações em campanhas, e o poder público em defesa dos direitos do cidadão, do que é certo”, resume.

O primeiro relatório da auditoria do TCU encontrou irregularidades em contratos bilionários nas obras de reforma e modernização da Repar. Os relatórios técnicos indicaram sobrepreços em pagamentos a algumas das maiores empreiteiras do país. A Polícia Federal investiga contratos da Petrobras com as empreiteiras, apontados como superfaturados pelo TCU. 

Os contratos para as obras e a compra de equipamentos começaram a ser fiscalizados pelo TCU em meados de maio de 2008. Desde então, as auditorias feitas pelo TCU apontam irregularidades graves nas licitações e nos preços dos contratos.”A Comissão vai fiscalizar preços, editais e a execução das obras, para que o dinheiro público seja preservado e os responsáveis pelas irregularidades, identificados”, conta Francischini.