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Centrais elaboram proposta única sobre mudança na portaria do ponto eletrônico na segunda-feira

Centrais elaboram proposta única sobre mudança na portaria do ponto eletrônico na segunda-feira

As centrais sindicais vão se reunir na próxima segunda-feira (dia 23), na sede da Força Sindical para elaborar uma proposta de mudanças na portaria do ponto eletrônico que posteriormente será encaminhada ao Ministério do Trabalho, informou Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical.Ontem, Torres defendeu que a marcação do ponto eletrônico esteja incluída no acordo coletivo de cada empresa. Essa proposta foi debatida com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Na reunião foi debatida a  melhor forma de implementação do ponto eletrônico, além de sanar dúvidas sobre o assunto.
 “Uma das propostas é que o sindicato faça acordo com as empresas que têm dificuldade para cumprir a norma. Cada empresa tem o seu horário. A forma como será a marcação do ponto eletrônico poderia estar dentro do acordo coletivo, que seria o mais viável”, declarou.

 

Torres considera que a norma além de disciplinar a marcação das horas trabalhadas poderá evitar fraudes.

Segundo a Portaria 1.510, editada pelo Ministério do Trabalho, toda vez que o trabalhador fizer alguma marcação no relógio de ponto será impresso um comprovante de papel.

Além da Força Sindical, devem participar da reunião representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Central Geral dos Trabalhadores Brasileiros (CGTB) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), além dos deputados Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), Ademir Camilo (PDT-MG) e Roberto Santiago (PV-SP).

Centrais elaboram proposta única sobre mudança na portaria do ponto eletrônico na segunda-feira

Após confronto, agentes penitenciários invadem a Câmara dos Deputados

Manifestantes invadiram há pouco o prédio principal da Câmara dos Deputados após confronto com agentes da Polícia Legislativa.

Eles protestam pela aprovação do proposta de emenda à Constituição que cria a Polícia Penal, que seria responsável pela segurança nos presídios.

Os seguranças e os agentes penitenciários trocaram agressões por cerca de dez minutos. Os servidores da Casa tentaram impedir a chegada deles até o plenário da Câmara, mas não tiveram sucesso.

Os manifestantes ultrapassaram a barreira e entraram correndo pelo prédio principal, gritando palavras de ordem. Agora, eles tentam conversar com os deputados. Alegam que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu colocar o projeto na pauta desta semana de esforço concentrado.

A presença dos parlamentares, no entanto, já é baixa na Casa. Sem quórum e sem acordo, as sessões no plenário foram encerradas às 19h30.

Fonte: Folha de S. Paulo