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Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

O presidente Jair Bolsonaro (PL) caminha para o encerramento de seu mandato com aprovação de 39% dos brasileiros, segundo pesquisa Ipec divulgada nessa quinta-feira (8). O índice de reprovação a Bolsonaro ficou em 36%. O instituto, fundado por ex-executivos do Ibope, também aponta que metade dos eleitores aposta que o presidente eleito Lula (PT) fará um bom ou ótimo governo.

De acordo com a pesquisa, 45% acreditam que o terceiro mandato do petista será melhor que os dois anteriores. Para 22%, será igual, e para 26%, a nova gestão será pior que as anteriores (de 2003 a 2010). Na avaliação de 58%, a equipe de transição de Lula está no caminho certo. Outros 33% pensam o contrário, e 9% não souberam responder.

Mesmo derrotado, Bolsonaro conseguiu melhorar alguns indicadores de avaliação popular. O resultado coincide também com o recolhimento do presidente, que fez apenas um breve pronunciamento desde o fracasso nas urnas.

Pesquisa Ipec divulgada em 24 de outubro, seis dias antes da votação em segundo turno, indicava que 36% aprovavam sua gestão. Por outro lado, 40% achavam seu governo ruim ou péssimo. Em setembro o índice de aprovação a Bolsonaro era de 29%.

No novo levantamento, os que consideram o governo Bolsonaro representam 15% da população. Outros 24% avaliam que ele fez um bom governo. Para 23%, foi regular. No entendimento de 10% dos entrevistados, o presidente derrotado fez uma má administração. Mas, para 26%, sua gestão foi péssima. Não souberam responder à pergunta 2%.

Quanto ao próximo presidente, 18% acreditam que Lula fará um ótimo governo. Na expectativa de 32%, o novo mandato do petista será bom. Outros 20% esperam uma gestão regular. Para 7%, será ruim e para 18%, péssima; 5% não responderam.

O Ipec ouviu 2 mil pessoas em 126 cidades de todo país entre os dias 1 e 5 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

https://congressoemfoco.uol.com.br/area/governo/bolsonaro-deixa-o-governo-com-39-de-aprovacao-e-36-de-rejeicao-diz-ipec/

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

Traído por Bolsonaro, Sergio Moro pode perder mandato de senador

Partido do presidente foi à Justiça Eleitoral para pedir a cassação do mandato do ex-juiz por irregularidades contábeis

Antes mesmo de tomar posse, o ex-juiz Sérgio Moro pode perder o cargo de senador conquistado pelo União Brasil, no Paraná, nas eleições 2022. Tudo porque o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, foi à Justiça Eleitoral para pedir a cassação de seu mandato.

A ação cita irregularidades contábeis na candidatura de Moro ao Senado, como as falhas em sua prestação de contas apontadas pelo TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná). Ao longo da campanha, o ex-juiz também foi notificado por produzir materiais que não respeitavam as especificações impostas pela legislação eleitoral.

Moro venceu a eleição em 2 de outubro com 33,50% dos votos válidos. Sua campanha focou no discurso antipetista e foi marcada por críticas constantes ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que viria a derrotar Bolsonaro na eleição presidencial. A parceria inesperada com Bolsonaro – que havia lhe humilhado no governo – foi decisiva para garantir uma vitória apertada. Paulo Martins (PL), em tese o candidato bolsonarista, teve 29,12% dos votos e terminou a disputa em segundo lugar.

Uma vez eleito, Moro se incorporou à campanha de Bolsonaro no segundo turno e teve papel de destaque na estratégia definida pela coligação – o ex-juiz chegou a acompanhar o presidente nos debates televisivos. Como Bolsonaro não foi reeleito, Moro se guardava para o papel de senador anti-Lula.

Porém, o União Brasil trabalha para compor a base do presidente eleito, o que inviabiliza a permanência de Moro no partido. O ex-juiz sondou o próprio Bolsonaro sobre a possibilidade de se filiar ao PL – mas, nesse caso, é o próprio partido que rejeita Moro por seu passado de abusos e ilegalidades à frente da Operação Lava Jato.

Agora, depois que o PL foi à guerra para anular a eleição e tomar sua vaga no Senado, Moro acusou o golpe. “Soube pela imprensa que Fernando Giacobo, Presidente do PL/PR, e @PauloMartins10, segundo colocado nas eleições paranaenses, ingressaram com ação buscando cassar meu mandato de Senador”, tuitou.

Como de praxe, o texto partiu para ataques sem lógica nenhuma ao PT. “Anote esses nomes. Maus perdedores que resolveram trabalhar para o PT e para os corruptos”, esbravejou Moro. “Impressiona que há pessoas que podem ser tão baixas. O que não conseguem nas urnas, tentam no tapetão.”

Mas, após saber (também pela imprensa) que a ação teve o aval da direção nacional do PL – e, portanto, o conhecimento do próprio Bolsonaro –, Moro não deveria ter mais dúvidas da traição. O caso corre em segredo de Justiça e provavelmente não vai prosperar. Seus primeiros efeitos simbólicos, porém, estão à vista de quem quiser ver.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2022/12/08/traido-por-bolsonaro-sergio-moro-pode-perder-mandato-de-senador/

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

Produção industrial avança, em outubro, em apenas 6 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

Pará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os únicos estados com alta na produção. Indústria nacional fechou o mês com alta de 0,3% na comparação com setembro.

Por g1 — Rio de Janeiro

A produção industrial em outubro teve alta em apenas seis dentre os 15 locais pesquisados, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O baixo desempenho regional ajuda a explicar a alta de 0,3% da produção nacional na passagem de setembro para outubro, resultado próximo à estabilidade.

 

Já na comparação com outubro do ano passado, em que a indústria brasileira como um todo avançou 1,7%, houve crescimento da produção em sete dos 15 locais pesquisados.

 

O acumulado no ano foi negativo em oito dos 15 locais. Já o acumulado em 12 meses teve taxas negativas em nove dos 15 locais pesquisados.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/12/09/producao-industrial-avanca-em-outubro-em-apenas-6-dos-15-locais-pesquisados-pelo-ibge.ghtml

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

IPCA tem alta de 0,41% em novembro, influenciado pelos combustíveis

Indicador desacelerou em relação a outubro; inflação acumulada nos últimos 12 meses chega a 5,90%, abaixo dos 6,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Por Marta Cavallini, g1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, teve alta de 0,41% em novembro, divulgou nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

A inflação acumulada no ano chega a 5,13% e, nos últimos 12 meses, a 5,90%, abaixo dos 6,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

 

O indicador ficou 0,18 ponto percentual abaixo do que foi registrado em outubro (0,59%). Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,95%.

 

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro.

 

Os grupos Transportes e Alimentação e bebidas foram os que impactaram de forma mais expressiva o índice do mês. Juntos, os dois contribuíram com cerca de 71% do IPCA de novembro.

 

Já a maior variação veio de Vestuário, ficando acima de 1% pelo quarto mês consecutivo. O grupo Saúde e cuidados pessoais ficou próximo da estabilidade, mostrando uma desaceleração em relação a outubro (1,16%). Habitação, por sua vez, ficou acima do observado no mês anterior (0,34%).

 

Veja a variação por grupos pesquisados:

 

  • Alimentação e bebidas: 0,53%
  • Habitação: 0,51%
  • Artigos de residência: -0,68%
  • Vestuário: 1,10%
  • Transportes: 0,83%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,02%
  • Despesas pessoais: 0,21%
  • Educação: 0,02%
  • Comunicação: -0,14%

O que puxou a alta dos combustíveis

 

A alta do grupo Transportes foi provocada, principalmente, pelo aumento dos combustíveis (3,29%), que em outubro haviam recuado 1,27%. Os preços do etanol (7,57%), da gasolina (2,99%) e do óleo diesel (0,11%) subiram em novembro.

 

A exceção foi o gás veicular, com queda de 1,77%. A gasolina, em particular, exerceu o maior impacto individual no índice do mês, com 0,14 p.p.

 

Houve alta ainda em emplacamento e licença (1,72%), automóvel novo (0,50%) e seguro voluntário de veículo (0,97%), que contribuíram conjuntamente com 0,07 p.p.

 

No lado das quedas, os preços das passagens aéreas recuaram 9,80%, após as altas de 8,22% em setembro e 27,38% em outubro.

 

“A alta da gasolina está ligada ao aumento do preço do etanol. Isso ocorreu por conta de um período de entressafra da produção de cana de açúcar. A gasolina leva álcool anidro em sua composição”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Alimentação desacelerou

 

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou de outubro para novembro. A alta de 0,53% foi puxada pelos alimentos para consumo no domicílio (0,58%).

 

As maiores variações vieram da cebola (23,02%) e do tomate (15,71%), cujos preços já haviam subido em outubro (9,31% e 17,63%, respectivamente). Além disso, houve alta nos preços das frutas (2,91%) e do arroz (1,46%).

O destaque no lado das quedas foi o leite longa vida (-7,09%), assim como já havia acontecido nos meses anteriores. No ano, a variação acumulada do produto, que chegou a 77,84% em julho, está agora em 31,20%. Houve recuo também nos preços do frango em pedaços (-1,75%) e do queijo (-1,38%).

 

A variação da alimentação fora do domicílio (0,39%) ficou abaixo do mês anterior (0,49%). Enquanto a refeição desacelerou de 0,61% em outubro para 0,36% em novembro, o lanche seguiu caminho inverso, passando de 0,30% para 0,42%.

Brasília tem maior alta

 

Todas as áreas tiveram variação positiva em novembro. O maior índice foi o de Brasília (1,03%), por conta da alta da energia elétrica (19,85%). Já a menor variação foi em Vitória (0,09%), especialmente por conta da queda de 22,25% nos preços das passagens aéreas.

INPC tem alta de 0,38%

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,38% em novembro, 0,09 p.p. abaixo do resultado de outubro (0,47%). No ano, o indicador acumula alta de 5,21% e, nos últimos 12 meses, de 5,97%, abaixo dos 6,46% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,84%.

 

Os produtos alimentícios passaram de 0,60% em outubro para 0,55% em novembro. Os preços dos não alimentícios também subiram menos, indo de 0,43% em outubro para 0,32% em novembro.

Nos índices regionais, apenas Aracaju (-0,04%) teve variação negativa em novembro, principalmente devido à redução nos preços do leite longa vida (-13,03%). Já a maior variação ocorreu em Brasília (1,20%), puxada pela alta da energia elétrica (19,36%).

Expectativas

 

Os economistas do mercado financeiro voltaram a elevar a estimativa de inflação para este ano, que passou de 5,91% para 5,92%, sexta alta seguida no indicador.

 

Quanto maior é a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam sem que o salário necessariamente acompanhe esse crescimento.

 

A meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% e será considerada cumprida se oscilar entre 2% e 5%. O Banco Central vê chance grande de estouro da meta em 2022, assim como aconteceu no ano passado.

 

Em 2021, a inflação fechou em 10,06%, bem acima do teto da meta (5,25%), representando o maior aumento desde 2015.

 

Para atingir a meta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta ou diminui a taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, o maior percentual dos últimos seis anos.

Para o próximo ano, a meta central de inflação foi fixada em 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. De acordo com o boletim Focus, a previsão para 2023 subiu de 5,02% para 5,08%.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/12/09/ipca-tem-alta-de-041percent-em-novembro.ghtml

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

Consumidor brasileiro vai usar 13º para pagar dívidas, informa CNC

Apesar do crescimento de 0,4% nas vendas do varejo em outubro, volta da inflação e endividamento elevado devem contribuir para a desaceleração da atividade

Rosana Hessel

O crescimento das vendas do varejo desacelerou em outubro para 0,4%, e, pelas estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deve continuar desacelerando neste fim de ano. As informações são baseadas nos dados divulgados nesta quinta-feira (8/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com Fabio Bentes, economista sênior da CNC, a segunda parcela do 13º será utilizada para pagar dívidas e não para o consumo de bens e serviços. “Este será o quarto ano seguido que o brasileiro deverá priorizar o pagamento de dívidas devido ao comprometimento recorde no comprometimento de renda”, destacou.

Bentes ressaltou que o crescimento das vendas no varejo perdeu fôlego após a volta da inflação em outubro, interrompendo três meses de variação negativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — em grande parte, devido à redução dos impostos por combustíveis. “Em outubro, a redução dos impostos sobre os combustíveis, que têm um importante peso na inflação, perdeu o efeito e o IPCA voltou a subir acima das estimativas”, disse. Conforme os dados do IBGE, o indicador da inflação oficial registrou alta de 0,59% depois de três meses de deflação.

Na avaliação do economista da CNC, apesar de o varejo ter registrado o terceiro crescimento mensal consecutivo no mês passado, após a queda de 0,2% em junho, o setor de varejo está perdendo fôlego diante do elevado endividamento das famílias e dos preços cada vez mais elevados atingindo quase 80% dos brasileiros.

Por isso, ele afirmou que, apesar da sequência mensal positiva, a segunda parcela do 13º deverá ter um impacto menor sobre o varejo neste ano. Segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao fim deste ano, pelo segundo ano seguido, o pagamento de dívidas deverá ser o principal destino desses recursos (38% do total ou R$ 42,7 bilhões), seguido pelos gastos no consumo de bens (33% do total), gastos com serviços (17%) e poupança (12%).

CORREIO BRAZILIENSE

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2022/12/5057658-consumidor-vai-usar-13-para-pagar-dividas-informa-cnc.html

Bolsonaro deixa o governo com 39% de aprovação e 36% de rejeição, diz Ipec

Custo da construção desacelera para 0,15% em novembro, diz IBGE

Dados do Sinapi

Esse foi o menor resultado desde julho de 2020; no acumulado de 12 meses, a taxa está em 11,38% e ,no ano, está em 10,81%

 

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), subiu 0,15% em novembro, uma desaceleração 0,23 ponto porcentual em relação à taxa de outubro (0,38%), informou nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi o menor resultado desde julho de 2020.

No acumulado em 12 meses, a taxa está em 11,38%, abaixo dos 12,41% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O acumulado no ano está em 10,81%. Em novembro de 2021, esse índice estava em 1,07%.

Segundo Augusto Oliveira, gerente da Sinapi, a pesquisa mostra variações mensais dos custos da construção civil em um patamar mais próximo ao do período pré-pandemia e uma desaceleração que pode ser observada nas quedas contínuas nos indicadores dos acumulados nos 12 meses.

“Os custos estão chegando a uma normalidade, sem a influência de um período de pandemia, com as variações dos preços mais comportados, acompanhando os movimentos do mercado da construção civil”, disse Oliveira em nota.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em outubro fechou em R$ 1.675,46, passou em novembro para R$ 1.677,96, sendo R$ 1.000,47 relativos aos materiais, e R$ 677,49 à mão de obra.

O gerente do Sinapi destaca que os materiais, que puxaram as altas nos anos em 2020 e 2021, são os que mais têm contribuído para a desaceleração em 2022. A parcela dos materiais foi de 0,01%, mantendo o patamar do mês anterior (0,04%) e o movimento de retração dos últimos meses.

A taxa de novembro no setor de materiais de construção foi a menor desde janeiro de 2020. Em relação a novembro de 2021 (1,66%), houve queda de 1,65 ponto percentual.

Já a parcela da mão de obra foi de 0,35%, com apenas um reajuste observado, caindo 0,53 ponto porcentual em relação ao mês anterior (0,88%). Houve um aumento de 0,17 ponto porcentual frente a novembro do ano anterior (0,18%).

Os acumulados no ano foram: 9,94% (materiais) e 12,09% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 10,78% (materiais) e 12,26% (mão de obra), respectivamente.

Destaques regionais

A Região Centro-Oeste apresentou a maior variação regional em novembro, de 0,54%, influenciada pelo reajuste previsto em convenção observado no Distrito Federal.

As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,50% (Norte), 0,05% (Nordeste), -0,01% (Sudeste) e 0,33% (Sul). Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.686,47 (Norte), R$ 1.561,13 (Nordeste), R$ 1.736,53 (Sudeste), R$ 1.756,20 (Sul) e R$ 1.719,10 (Centro-Oeste).

Entre as unidades da federação, o Distrito Federal teve maior alta, 1,97%, também influenciada por reajuste previsto em convenção coletiva no setor da mão de obra.

“Mesmo com a redução na parcela dos materiais, o Distrito Federal foi o destaque devido ao acordo coletivo. Em todos os estados, o custo da mão de obra tem se mantido estável com alteração apenas quando ocorre dissídios, alguns com impactos imediatos e outros mais tardios”, diz o gerente da pesquisa.

INFOMONEY

https://www.infomoney.com.br/economia/custo-da-construcao-desacelera-para-015-em-novembro-diz-ibge/