NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

A FACA E O QUEIJO

Por Sérgio Rodas

Caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) se reeleja no dia 30, nos próximos quatro anos ele terá poder para criar muitos problemas para o Supremo Tribunal Federal, um dos alvos preferenciais de seus ataques, inclusive pedindo impeachment de ministros. As eleições deste domingo (2/10) deram grande impulso ao bolsonarismo no Congresso Nacional, sobretudo no Senado.

 

Partido de Bolsonaro, PL terá a
maior bancada do Senado em 2023
Alan Santos/PR

 

Levar adiante o projeto de destituição de um ministro do Supremo, porém, é algo bastante complicado mesmo para um Bolsonaro forte no Congresso. Entre outras coisas, porque é fundamental para isso conseguir a eleição de um aliado como presidente do Senado, que é quem tem o poder de dar andamento ou “engavetar” um pedido de impeachment de ministro do STF.

 

Dos 27 senadores eleitos neste domingo (2/10), 20 apoiam Bolsonaro ou têm alguma ligação com ele. Cinco ex-chefes de ministérios do atual governo conquistaram uma cadeira no Senado: a ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves (Republicanos-DF); o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Marcos Pontes (PL-SP); a ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina (PP-MS); o ex-ministro do Desenvolvimento Social Rogério Marinho (PL-RN); e o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (União Brasil-PR) — que rompeu com o presidente, mas voltou a afagá-lo na campanha eleitoral. Também foram eleitos senadores o vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), e o ex-secretário da Pesca Jorge Seif Jr. (PL-SC).

 

Além dos ex-integrantes do governo, terão assento na casa os aliados Cleitinho (PSC-MG), Romário (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Wilder Morais (PL-GO), Wellington Fagundes (PL-MT), Jaime Bagattoli (PL-RO), Dr. Hiran (PP-RR) e Dorinha (União Brasil-TO).

 

Outros aliados do presidente que continuarão no Senado são seu filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Portinho (PL-RJ), Eduardo Girão (Podemos-CE), Luiz Carlos Heinze (PP-RS), Jayme Campos (União Brasil-MT), Eliane Nogueira (PP-PI), Lasier Martins (Podemos-RS) e Marcos Rogério (PL-RO) — este caso não se eleja governador.

 

Com oito dos 27 senadores eleitos, o PL, partido de Bolsonaro, terá 14 parlamentares na casa em 2023 — a maior bancada. O União Brasil elegeu cinco representantes e terá dez membros no Senado. Outras legendas aliadas ao governo terão representação expressiva na casa, como PP (seis senadores) e Republicanos (três). Contando o PSD (11) e o Podemos (seis) — que têm apoiadores de Bolsonaro —, o presidente deve ter maioria no Senado se for reeleito.

 

Segundo o colunista do portal UOL José Roberto de Toledo, se Bolsonaro tiver mais um mandato, vai dispor de apoio para promover o impeachment de ministros do STF.

 

“O que me preocupa é o cenário do que emerge da eleição para o Senado e para a Câmara dos Deputados. Esse Congresso que foi eleito, no Senado, por exemplo, dá maioria suficiente para impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.”

 

Jair Bolsonaro fez dos ataques ao STF uma estratégia para galvanizar seus apoiadores. As investidas têm duas origens. A primeira está nas decisões que declararam que estados e municípios têm competência para impor medidas sanitárias contra a Covid-19, como as de isolamento social. A segunda está nos inquéritos que apuram a propagação de fake news e atos antidemocráticos, bem como o financiamento dessas atividades por bolsonaristas. Há ainda um terceiro foco de ataques contra o Judiciário, mais especificamente, em face do Tribunal Superior Eleitoral e seus magistrados, relativo ao descrédito das urnas eletrônicas.

 

Em 2021, Bolsonaro pediu ao Senado o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A medida foi repudiada pelo Supremo Tribunal Federal e pela OAB, e rejeitada pelo presidente da casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para quem não existem fundamentos para impeachment contra ministros do STF.

 

Rito do impeachment

Ministros do Supremo Tribunal Federal podem ser alvos de pedidos de impeachment pelos seguintes crimes de responsabilidade (artigo 39 da Lei 1.079/1950): alterar, por qualquer forma, exceto por via de recurso, a decisão ou voto já proferido em sessão do tribunal; proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa; exercer atividade político-partidária; ser patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo; e proceder de modo incompatível com a honra, a dignidade e o decoro de suas funções.

 

Além disso, o presidente do STF ou seu substituto no exercício do cargo podem responder por crimes de responsabilidade contra a lei orçamentária.

 

O pedido de impeachment de ministro do Supremo deve ser apresentado ao presidente do Senado. Caso ele seja aceito, será instalada uma comissão especial de 21 senadores para emitir um parecer em até dez dias. O Plenário da casa vai avaliar o parecer. Se a maioria dos integrantes da casa (41 senadores) o aprovar, o processo é aberto.

 

O ministro denunciado passa a ter acesso a todos os documentos e tem dez dias para apresentar defesa à acusação. Caso o magistrado não esteja no Brasil ou não seja localizado, o prazo pode ser estendido por mais 60 dias.

 

Ao fim do período, com ou sem manifestação do magistrado, a comissão terá mais dez dias para decidir se a acusação é procedente. Um novo parecer vai para votação no Plenário e, novamente, precisa de maioria simples dos senadores para ser aprovado. Caso isso ocorra, o magistrado será suspenso do cargo até decisão final e perderá um terço dos vencimentos.

 

O processo então é remetido ao STF. Se o presidente da corte for o acusado, um substituto presidirá a sessão de julgamento no Senado, que contará com o ministro acusado, o denunciante e testemunhas. Ao final, os senadores deverão responder à seguinte pergunta: “Cometeu o acusado o crime que lhe é imputado e deve ser condenado à perda do seu cargo?”. Se dois terços dos parlamentares (54) responderem “sim”, o ministro é destituído imediatamente do cargo.

 

Em seguida, os parlamentares ainda devem analisar se o magistrado deve ficar inabilitado para exercer função pública pelo tempo máximo de cinco anos. O quórum para importar tal medida é o mesmo — de dois terços dos senadores.

 

Obstáculos ao impeachment

Ainda que Jair Bolsonaro seja reeleito e tenha maioria no Senado, não será fácil aprovar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

 

Primeiro que diversos aliados de Bolsonaro não embarcam nos ataques ao STF porque temem uma postura mais dura dos ministros quando forem julgar processos relativos a seus interesses — que, muitas vezes, são ações penais contra tais políticos.

 

O presidente do Senado também teria de ser favorável à medida, pois depende dele o prosseguimento de pedido de impeachment contra ministro do Supremo. O atual presidente da casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pode tentar a reeleição no começo de 2023. Ele já deixou claro que não concorda com a destituição de integrantes do STF.

 

Além disso, o quórum para condenar um ministro a perder o cargo é alto. É preciso que 54 senadores, o equivalente a dois terços da casa, votem nesse sentido.

 

De qualquer forma, com Bolsonaro mais forte no Congresso — o PL também terá a maior bancada da Câmara dos Deputados —, o STF pode passar apuros. Por exemplo, nas hipóteses de restrições orçamentárias, comissões parlamentares de inquérito e propostas de emenda à Constituição.

 

O presidente e seus aliados têm o plano de apoiar, em um novo mandato, proposta de emenda à Constituição para aumentar o número de ministros da corte, conforme informam os jornalistas Elio Gaspari, dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo; Andréia Sadi, da GloboNews; Guilherme Amado, do portal Metrópoles; e Lauro Jardim, de O Globo.

 

Apresentada pela deputada Luiza Erundina (Psol-SP), a PEC 275/2013 transforma o STF na Corte Constitucional. A competência do tribunal seria restrita a processos relativos à interpretação e aplicação da Constituição. As demais atribuições atuais do Supremo, como as de julgar ações penais de autoridades com foro privilegiado, Habeas Corpus, mandados de segurança e pedidos de extradição de estrangeiros, iriam para o Superior Tribunal de Justiça.

 

A Corte Constitucional manteria os 11 ministros do STF e adicionaria quatro integrantes, totalizando 15 julgadores. O processo de escolha seria diferente do atual. Hoje, o presidente da República indica um nome e ele é submetido a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, composta por 27 parlamentares. Se for aprovado por maioria simples, o parecer da CCJ é encaminhado ao Plenário da casa legislativa. O candidato preciso do aval de 41 dos 81 senadores para se tornar ministro do Supremo.

 

De acordo com a PEC 275/2013, os postulantes a uma vaga na Corte Constitucional seriam selecionados a partir de listas tríplices elaboradas pela magistratura (feita pelo Conselho Nacional de Justiça), pelo Ministério Público (feita pelo Conselho Nacional do Ministério Público) e pela advocacia (feita pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil). Os candidatos precisariam da aprovação pela maioria absoluta dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado para ser nomeados para o tribunal pelo presidente do Congresso.

 

Em 2017, a PEC 275/2013 recebeu parecer favorável da relatora, a então deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Roberto Jefferson, mas não chegou a ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara.

 

Embora fosse perder o poder de indicar diretamente os ministros da corte, Bolsonaro, com a manutenção da maioria governista no Parlamento que detém hoje, conseguiria emplacar nomes de seu agrado. Caso a proposta fosse aprovada, o presidente controlaria seis nomeações em um segundo mandato — duas decorrentes das aposentadorias dos ministros Ricardo Lewandowski (em maio de 2023) e Rosa Weber (em outubro de 2023) e quatro geradas pela ampliação de integrantes do tribunal.

 

Dessa maneira, Bolsonaro poderia indicar oito dos 15 magistrados da Corte Constitucional, incluindo os ministros Nunes Marques e André Mendonça, que indicou para o STF em seu primeiro mandato.

 é correspondente da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico

https://www.conjur.com.br/2022-out-03/reeleicao-bolsonaro-teria-forca-destituir-ministros-stf

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

Ciro Gomes pede “algumas horas” para se posicionar sobre segundo turno

José Cruz/Agência Brasil

O candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, discursou após o resultado das eleições gerais deste domingo (2), em Fortaleza. Ciro ficou em quarto lugar na disputa pela presidência com 3,05% dos votos (3.596.784 votos), porcentual com 99,86% das urnas apuradas. Ele afirmou que vai conversar com o PDT antes de fazer maiores pronunciamentos. “Por isso, eu peço a vocês que me deem mais algumas horas para conversar com os meus amigos, com o meu partido para que a gente possa achar o melhor caminho para bem servir à nação brasileira”, disse Ciro.

“Quero dizer a vocês que estou profundamente preocupado com o que eu estou assistindo acontecer no Brasil. Eu nunca vi uma situação tão complexa, tão desafiadora, tão potencialmente ameaçadora sobre a nossa sorte como nação”, declarou o candidato. Ele também agradeceu aos eleitores que votaram nele.

BEM PARANÁ

https://www.bemparana.com.br/noticias/politica/ciro-gomes-pede-algumas-horas-para-de-posicionar-sobre-segundo-turno/

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

Simone Tebet dá 48 horas para presidentes de partidos da aliança se pronunciarem sobre apoio no segundo turno

Redação Bem Paraná

A candidata derrotada do MDB à Presidência, Simone Tebet, afirmou neste domingo (2) deum prazo de 48 horas para os presidentes dos partidos de sua aliança – MDB, PSDB, Cidadania e Podemos – se manifestem sobre o apoio no segundo turno. para anunciar posição no segundo turno das eleições.

“Quero dizer, com todo o respeito, respeito o processo eleitoral, que não terminou agora porque agora é hora dos presidentes dos nossos partidos se posicionarem e pronunciarem. Eu espero que o façam e o façam rapidamente para que depois eu possa, como candidata à presidência que fui, nesse momento tão complexo, onde nós temos, sim, que analisar os resultados da urna para que eu possa me posicionar”, afirmou Simone. “A palavra agora está com os presidentes dos partidos porque, repito, sou uma política que respeita o processo decisório, o processo eleitoral. Mas que, no máximo, em 48 horas vocês decidam porque eu vou me pronunciar, porque tenho uma responsabilidade junto com Mara”, completou ela.

Simone obteve 4,17% dos votos, segundo apuração de 99,60% dos votos. Ela obteve 4.908.092 votos, ficando em terceiro lugar, na frente do experiente Ciro Gomes (PDT), que obteve 3,05% votos (3.590.831).

BEM PARANÁ

https://www.bemparana.com.br/noticias/politica/simone-tebet-da-48-horas-para-presidentes-de-partidos-da-alianca-se-pronunciarem-sobre-apoio-no-segundo-turno/

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

Assembleia Legislativa tem renovação de 46%. Veja a lista dos deputados estaduais eleitos no Paraná

Mudança foi menor que a registrada em 2018, quando índice foi de 59%

José Marcos Lopes, especial para o Bem Paraná

A Assembleia Legislativa terá uma renovação de 46% a partir do próximo ano. Das 54 vagas, 25 serão ocupadas por novos parlamentares e 29 por deputados que foram reeleitos ontem. A mudança foi menor que a registrada na eleição de 2018, quando 32 novos nomes foram eleitos (renovação de 59%).

Dos 25 parlamentares que assumirão em 2023, dois já estiveram na Alep: Ney Leprevost (União Brasil), que foi eleito deputado federal em 2018, e Hussein Bakri (PSD), que ficou na suplência nas últimas eleições e chegou a assumir o mandato.

Entre os novos deputados estarão a ex-secretária de Saúde Curitiba, Márcia Huçulak (PSD), o delegado Tito Barichello (União Brasil) e os vereadores Renato Freitas (PT), Flávia Francischini (União Brasil) e Denian Couto (Podemos). Ana Júlia (PT), que era suplente de Freitas na Câmara (ele teve o mandato cassado, mas a cassação foi suspensa pela Justiça) também foi eleita. Flávia Francischini é mulher do ex-deputado Fernando Francischini, que teve o mandato cassado por divulgar informações falsas sobre as urnas eletrônicas.

Os vereadores eleitos para outros cargos continuarão desempenhando seus mandatos na Câmara de Curitiba até serem empossados na Alep e na Câmara Federal. Para os seus lugares no Legislativo da capital do Paraná serão chamados os suplentes dos partidos pelos quais eles foram eleitos, seguindo a ordem divulgada pela Justiça Eleitoral.

Cinco deputados estaduais não tentaram a reeleição neste ano: Paulo Litro (PSD), Galo (PP), Rodrigo Estacho (PSD), Tião Medeiros (PP) e Tadeu Veneri (PT) concorreram para deputado federal. Outros 24 não conseguiram se reeleger. O deputado mais votado foi Alexandre Curi (PSD), com 236.926 votos.

PLENÁRIO

Veja abaixo a lista de eleitos:

Alexandre Curi (PSD) – 236.926
Marcio Nunes (PSD) – 126.006
Professor Lemos (PT) – 119.915
Traiano (PSD) – 116.810
Tiago Amaral (PSD) – 112.731
Romanelli (PSD) – 101.175
Hussein Bakri (PSD) – 97.681
Requião Filho (PT) – 85.674
Arilson Chiorato (PT) – 76.787
Ney Leprevost (UNIÃO) – 76.526
Márcia Huçulak (PSD) – 75.659
Marcel Micheletto (PL) – 73.655
Mabel Canto (PSDB) – 70.215
Ricardo Arruda (PL) – 68.731
Artagão Júnior (PSD) – 65.195
Cobra Repórter (PSD) – 60.729
Tito Barichello (UNIÃO) – 58.766
Luiz Fernando Guerra (UNIÃO) – 58.393
Renato Freitas (PT) – 57.880
Jacovos (PL) – 57.587
Paulo Gomes da TV (PP) – 55.301
Gilson de Souza (PL) – 54.974
Do Carmo (UNI O) – 53.229
Maria Victoria (PP) – 52.817
Alexandre Amaro (REPU) – 52.193
Ana Júlia (PT) – 51.845
Gilberto Ribeiro (PL) – 51.749
Thiago Bührer (UNIÃO) – 50.948
Anibelli Neto (MDB) – 49.545
Batatinha (MDB) – 47.310
Luciana Rafagnin (PT) – 46.823
Goura (PDT) – 46.227
Cantora Mara Lima (REPU) – 46.009
Cristina Silvestri (PSDB) – 45.202
Gugu Bueno (PSD) – 44.852
Mauro Moraes (UNIÃO) – 44.126
Douglas Fabricio (CIDA) – 43.428
Marcelo Rangel (PSD) – 42.002
Flavia Francischini (UNIÃO) – 41.757
Moacyr Fadel (PSD) – 41.588
Marli Paulino (SD) – 41.262
Alisson Wandscheer (PROS) – 41.052
Adao Fernandes Litro (PSD) – 38.020
Tercilio Turini (PSD) – 37.704
Marcio Pacheco (REPU) – 36.423
Dr. Antenor (PT) – 36.387
Soldado Adriano José (PP) – 36.209
Evandro Araujo (PSD) – 35.432
Fabio Oliveira (PODE) – 34.640
Denian Couto (PODE) – 30.071
Matheus Vermelho (PP) – 29.484
Samuel Dantas (PROS) – 29.322
César Mello (PP) – 28.481
Luis Corti (PSB) – 26.884

BEM PARANÁ

https://www.bemparana.com.br/noticias/politica/assembleia-tem-renovacao-de-46-veja-que-sao-os-deputados-eleitos/

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

Bancada do Paraná terá 12 novos deputados federais. Veja a lista de eleitos

José Marcos Lopes, especial para o Bem Paraná

A bancada paranaense na Câmara dos Deputados terá 12 novos parlamentares a partir de 2023. Dois deles, Dilceu Sperafico (PP) e Nelson Padovani (União), já foram deputados e voltarão à Casa. A renovação é de 40%. O mais votado foi o ex-procurador de Justiça Deltan Dallagnol (Podemos), eleito com 344.917 votos.

Entre os novatos estarão o delegado Matheus Laiola (União Brasil), a vereadora de Curitiba Carol Dartora (PT), o ex-secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto (PSD) e os deputados estaduais Tadeu Veneri (PT) e Paulo Litro (PSD).

Nomes como o do ex-prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT), Rubens Bueno (Cidadania) e Hermes Parcianello (MDB) não conseguiram se reeleger. Já o deputado eleito Jocelito Canto (PSDB), ex-deputado estadual e ex-prefeito de Ponta Grossa, está com a candidatura sub judice. Aline Sleutjes (PROS) e Paulo Martins (PL) disputaram uma vaga no Senado neste ano e deixam a Câmara no ano que vem. Ney Leprevost (União Brasil) foi eleito deputado estadual ontem e também não volta à Câmara. Valdir Rossoni (PSDB) e Osmar Serraglio (MDB) não concorreram neste ano.

Deputado mais votado, Deltan Dallagnol comemorou sua votação. “O primeiro e maior mérito da minha eleição é de Deus que me deu condições de chegar até aqui com uma votação maior do que eu poderia imaginar e o segundo é do povo paranaense”. Na eleição de 2018, a renovação foi de 50%: 15 novos deputados foram eleitos.

PLENÁRIO
Os deputados federais eleitos no Paraná:

Deltan Dallagnol (Podemos) – 344.917
Gleisi (PT) – 261.242
Filipe Barros (PL) – 249.507
Beto Preto (PSD) – 206.885
Sandro Alex (PSD) – 168.157
Filipe Francischini (União) – 164.334
Sargento Fahur (PSD) – 161.499
Giacobo (PL) – 152.342
Delegado Matheus Laiola (União) – 132.758
Carol Dartora (PT) – 130.654
Zeca Dirceu (PT) – 123.033
Tião Medeiros (PP) – 109.344
Pedro Lupion (PP) – 109.043
Ricardo Barros (PP) – 107.022
Sérgio Souza (MDB) – 105.661
Luciano Ducci (PSB) – 95.521
Ênio Verri (PT) – 95.171
Aliel Machado (PV) – 94.839
Tadeu Veneri (PT) – 84.758
Paulo Litro (PSD) – 82.706
Leandre (PSD) – 80.359
Luísa Canziani (PSD) – 74.643
Jocelito Canto* (PSDB) – 74.348
Toninho Wandscheer (Pros) – 74.262
Luiz Nishimori (PSD) – 73.202
Geraldo Mendes (União) – 71.980
Vermelho (PL) – 70.790
Diego Garcia (Republicanos) – 65.416
Dilceu Sperafico (PP) – 61.689
Padovani (União) – 57.185

*Jocelito Canto (PSDB) está sub júdice no TSE

BEM PARANÁ

https://www.bemparana.com.br/noticias/politica/bancada-federal-do-parana-tera-12-novos-deputados-veja-a-lista-de-eleitos/

Perigo: Com reeleição, Bolsonaro terá força para pedir impeachment de ministros do STF

PT tem mais governadores eleitos em 1º turno; MDB, PP e União Brasil vêm em seguida

O partido teve três governadores eleitos. Já nos estados em que a eleição para governo foi para segundo turno, além do PT, o PL, o União e o PSDB têm mais representantes nas disputas.

Por Anaísa Catucci, g1

Partidos e governadores eleitos no primeiro turno — Foto: Arte/g1

Entre os estados que definiram novos governadores já no primeiro turno neste domingo (2), o PT foi o que mais elegeu candidatos. No total, o partido venceu em três estados e ficou à frente de MDB, PP e União Brasil, com dois estados cada.

 

O PT elegeu os governadores do Ceará (Elmano De Freitas), Piauí (Rafael Fonteles) e Rio Grande do Norte (Fátima Bezerra).

 

O MDB, PP e União Brasil elegeram dois governadores cada. O MDB venceu no Distrito Federal (Ibaneis Rocha) e no Pará (Helder Barbalho). O PP teve governadores eleitos no Acre (Gladson Cameli) e em Roraima (Antonio Denarium). Já o União Brasil ganhou em Goiás (Ronaldo Caiado) e Mato Grosso (Mauro Mendes).

 

Os outros partidos com governadores eleitos foram: Novo (Romeu Zema, reeleito em Minas Gerais), PL (Cláudio Castro, reeleito no Rio de Janeiro), PSD (Ratinho Junior, reeleito no Paraná), Republicanos (Wanderlei Barbosa, reeleito no Tocantins), Solidariedade (Clécio, no Amapá) e PSB (Carlos Brandão, no Maranhão).

 

Segundo turno

 

 

Considerando os estados que levaram a disputa para o governo ao segundo turno, o PT (Bahia, Sergipe, Santa Catarina e São Paulo), o PL (Espírito Santo, Rondônia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), o União Brasil (Alagoas, Amazonas, Bahia e Rondônia) e o PSDB (Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul) foram os partidos com mais representantes nas disputas.