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Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Usuários das redes sociais contam que estão sofrendo golpes com o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), modalidade oferecida pela Caixa.

AE
Agência Estado

Usuários das redes sociais contam que estão sofrendo golpes com o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), modalidade oferecida pela Caixa. Incidentes similares já haviam acontecido com o saque extraordinário. Este tipo de golpe segue uma mesma receita: o criminoso, com um nome e número de CPF, realiza o cadastro na Caixa com outro número de telefone e e-mail, cria uma nova conta e consegue realizar o saque ou realizar empréstimos.

O golpe normalmente só é identificado quando a pessoa, que ainda não possui cadastro na Caixa, tentar acessar algum dos aplicativos oferecidos pelo banco e percebe que o número de CPF está atrelado a um e-mail desconhecido.

Nesse caso, o banco orienta realizar um pedido de contestação em uma das agências, portando CPF e documento com foto.

É preciso tomar cuidado, ainda, com ligações em que o golpista diz ser funcionário da Caixa, e oferece opções relacionadas ao saque-aniversário do FGTS. Para concluir a suposta transação, são solicitados os dados da pessoa, que serão usados para entrar na conta e movimentar os valores disponíveis.

O banco também reforça que os trabalhadores têm à disposição para serem atendidos o aplicativo FGTS, o telefone 4004-0104 (capitais e regiões metropolitanas) e o 0800-104-0104 (demais regiões), além das agências.

Veja as recomendações da Caixa do que fazer em cada caso de golpe

Situações com suspeita de saque

Quando houver saque efetivado, não reconhecido pelo trabalhador, o prazo para conclusão da análise da apuração é de até 60 dias corridos, contados a partir da data de formalização do registro da solicitação, em razão da necessidade de se obter informações também da instituição financeira para a qual os recursos foram encaminhados.

Caso procedente a contestação, os valores são restituídos à conta de FGTS e os dados cadastrais atualizados com base nas informações fornecidas pelo trabalhador, após a devida checagem, com o cancelamento da opção pelo saque-aniversário.

Situações envolvendo mudança de modalidade

A solicitação de apuração de indício de fraude na adesão ao saque-aniversário do FGTS poderá ser formalizada pelo trabalhador, em qualquer unidade da Caixa, pelo titular da conta vinculada ou representante legal.

Caso o saque ainda não tenha sido efetivado, a Caixa efetua o retorno da modalidade da opção de saque do trabalhador e instrui a solicitação de apuração de fraude. O prazo para conclusão da análise da apuração é de até 15 dias úteis, contados a partir da data de formalização do registro da solicitação.

Situações em que houver antecipação do saque

Após análise da apuração feita pela Caixa, se for verificado que há indício de fraude na utilização do saque-aniversário como garantia em operação de crédito, o banco cancela a garantia contratada, inclusive as transferências programadas para a instituição financeira referentes à operação irregular e procede a liberação dos valores bloqueados. O preenchimento do formulário de contestação da adesão é necessário para apuração de indício de fraude.

Em comunicado, a Caixa informou que “aperfeiçoa continuamente os critérios de segurança de acesso aos seus aplicativos e movimentações financeiras, observando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a maneira de operar de fraudadores e golpistas”.

O formulário é necessário à formalização da referida contestação da adesão ao saque-aniversário ou mesmo do saque eventualmente efetivado, além de conter as informações necessárias para análise de indício de fraude, além da cientificação da autoridade policial quando for o caso.

Confira como se prevenir de golpes, segundo a Caixa

– Utilize somente os canais oficiais do banco para buscar informações e acesso aos serviços, jamais compartilhando dados pessoais, usuário de login e senha;

– A Caixa ressalta que não liga ou envia e-mail, SMS ou WhatsApp solicitando atualização de dados cadastrais. Se o cliente receber mensagens desse tipo em nome da Caixa, deve não responder. A denúncia pode ser feita enviando uma mensagem para abuse@caixa.gov.br.;

– Senhas e cartões são pessoais e intransferíveis. Assim, recomenda-se que senhas bancárias não devem estar disponíveis em aparelhos celulares ou computadores;

– Os clientes não devem aceitar ajuda de estranhos, mesmo dentro das agências. Caso necessitem de atendimento, devem sempre procurar um empregado da Caixa devidamente identificado.

O que é o saque-aniversário

O saque-aniversário do FGTS, instituído pela Lei 13.932/19, permite ao trabalhador realizar o saque de parte do saldo de sua conta do FGTS no mês de seu aniversário. Caso o trabalhador seja demitido, poderá sacar apenas o valor referente à multa rescisória e não poderá sacar o valor integral da conta.

A adesão é opcional e quem não optar pela modalidade permanece na sistemática padrão, do saque-rescisão, na qual o trabalhador, quando demitido sem justa causa, tem direito ao saque integral da conta do FGTS, incluindo a multa rescisória, quando devida. Trata-se da modalidade padrão em que o trabalhador ingressa no FGTS.

Além disso, aqueles que optarem pelo saque-aniversário do FGTS podem contratar empréstimo junto às instituições financeiras habilitadas, utilizando o valor como garantia.

Como solicitar o saque-aniversário

Quem quiser aderir à modalidade pode solicitar pelo aplicativo FGTS, site do FGTS ou internet banking da Caixa.

A adesão pode ser feita desde o primeiro dia do mês de aniversário, ficando disponível por três meses. Atualmente, está liberado o saque para os nascidos em julho, agosto e setembro.

CORREIO BRAZILIENSE /// https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2022/09/5036060-golpe-do-saque-aniversario-do-fgts-saiba-o-que-e-e-como-se-prevenir.html

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Brasil ‘exporta’ Pix para Colômbia e Canadá; EUA terão sistema próprio

No Brasil, o pix está perto de bater R$ 1 trilhão em transações realizadas em um mês

AE
Agência Estado

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) inicia neste mês os testes do seu sistema de pagamentos instantâneos, o FedNow. Espécie de versão americana do Pix, ele promete revolucionar a forma como se envia e recebe dinheiro na maior economia do mundo. Enquanto isso, no Brasil, o Pix “original” – que começou a ser gestado ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, como parte de uma agenda para aprimorar as ferramentas do BC – está próximo de bater a marca recorde de R$ 1 trilhão em transações realizadas em um único mês, e caminha para replicar sua experiência em outros países, como Colômbia e Canadá.

A expectativa do Fed é de lançar o sistema entre maio e julho de 2023. Nesta sua reta final de desenvolvimento, o projeto-piloto do FedNow vai iniciar a fase de testes técnicos, com a participação de mais de 120 instituições. Em paralelo, o Fed já começa a envolver outras instituições interessadas na nova solução, mas que ficaram de fora do projeto-piloto.

A promessa do BC americano é de que o FedNow esteja disponível a instituições financeiras de todos os tamanhos nos EUA. E, assim, conecte empresas e famílias americanas, facilitando os pagamentos em uma economia onde o cheque – que no Brasil praticamente desapareceu do dia a dia – ainda é presença frequente. “Juntamente com os nossos parceiros, estaremos prontos para lançar o FedNow entre maio e julho de 2023”, afirmou a vice-presidente do Fed, Lael Brainard, em evento recente sobre pagamentos instantâneos.

Segundo ela, o FedNow deve transformar a forma como os pagamentos são feitos na maior economia do mundo, propiciando “ganhos substanciais” para famílias e empresas por meio de transferências de dinheiro instantâneas. Tal como o Pix, a nova ferramenta vai funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana.

“A disponibilidade imediata de dinheiro pode ser especialmente importante para famílias que administram suas finanças de salário em salário ou pequenas empresas com restrições de fluxo de caixa”, disse Lael.

A autoridade monetária dos EUA ainda não revelou as expectativas para o FedNow. Segundo Lael, o número de empresas e famílias americanas que vão usar o “Pix americano” vai depender da quantidade de provedores de serviços financeiros que aderirem à nova infraestrutura de pagamentos da autarquia.

ADESÃO. No Brasil, o Pix é operado por mais de 770 instituições, segundo o BC. Por conta da facilidade de mandar e receber dinheiro, e também pelo fato de não ter taxas, a adesão dos brasileiros ao novo sistema foi uma explosão. A quantidade de chaves do Pix, mais de 478 milhões, é o dobro da quantidade de habitantes no País, de 212,7 milhões, conforme estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o total de usuários soma mais de 131,8 milhões, sendo 122 milhões de pessoas físicas.

O Pix foi elogiado por instituições como o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), uma espécie de banco central dos bancos centrais, que destacou “os menores custos e maior inclusão financeira” com a ferramenta. E despertou o interesse de outros países.

Segundo o presidente do BC, Roberto Campos Neto, os primeiros passos internacionais do Pix podem ocorrer dentro da América Latina. A Colômbia já demonstrou interesse em replicar a experiência brasileira. “Estamos fazendo uma parte internacional do Pix. Eu tenho conversado bastante com o banqueiro central da Colômbia (Leonardo Villar). Ele me diz que querem fazer igual”, afirmou ele, em evento no mês passado, mencionando ainda o interesse do Canadá.

Para Campos Neto, a atração de outros países se dá pelo baixo custo: “O Pix é muito barato, custou R$ 5 milhões para o Banco Central”.

CORREIO BRAZILIENSE /// https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2022/09/5036165-brasil-exporta-pix-para-colombia-e-canada-eua-terao-sistema-proprio.html

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Rosa Weber nega pedido da PGR para arquivar três apurações contra Bolsonaro com base em relatório da CPI da Covid

Cúpula da CPI diz que vice-procuradora-geral não aguardou conclusão de diligências para conclusão das investigações

Por Isadora Peron e Luísa Martins, Valor — Brasília

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para arquivar três apurações abertas contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) com base no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

Ela atendeu a um pedido apresentado pela cúpula da CPI, que argumentou que a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, não aguardou a conclusão de todas as diligências necessárias para a conclusão das investigações.

Segundo os parlamentares, a própria PGR havia pedido para que fossem indexadas a essas apurações abertas no STF as provas do relatório final da CPI, mas não aguardou o cumprimento integral dessa providência.

Na decisão, a ministra apontou a “ausência de monopólio investigativo do Ministério Público” e classificou como “plausíveis” os argumentos apresentados pelos senadores Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), respectivamente presidente, vice-presidente e relator da comissão.

“Deveras, a diligência instrutória pleiteada tem pertinência com o objeto investigado e potencial epistêmico para colher novos elementos a respeito dos fatos em apuração, não malferindo direitos e garantias individuais, razão pela qual viável a autorização de seu emprego”, escreveu a ministra.

Rosa Weber determinou que os processos sejam encaminhados à Polícia Federal (PF), para a realização não apenas da diligência indicada pela CPI, como também de “outras que a autoridade policial entender pertinentes ao esclarecimento dos fatos”.

As três apurações envolvem os crimes de charlatanismo, emprego irregular de verba pública e prevaricação.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico

VALOR INVESTE /// https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2022/09/12/rosa-weber-nega-pedido-da-pgr-para-arquivar-trs-apuraes-contra-bolsonaro-com-base-em-relatrio-da-cpi-da-covid.ghtml

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Cresce o número de pessoas que vivem em regime de escravidão

Relatório Global estima que 28 milhões vivem em sistema de trabalho forçado e 22 milhões em casamentos forçados

Por Valor — São Paulo

O número de pessoas que vivem em sistema de escravidão moderna atingiu 50 milhões, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O último relatório Global voltado a analisar a escravidão moderna no mundo estima que 28 milhões vivem em sistema de trabalho forçado e 22 milhões vivem em casamentos forçados. A última estimativa, feita em 2016, mostrou que 40 milhões viviam em sistema de escravidão.

“A escravidão moderna ocorre em quase todos os países do mundo e atravessa linhas étnicas, culturais e religiosas”, disse a OIT. “Mais da metade de todo o trabalho forçado e um quarto de todos os casamentos forçados podem ser encontrados em países de renda média alta ou alta.”

Quase um em cada quatro escravos modernos vive em regime de prostituição forçada, sendo 80% deste grupo, mulheres ou meninas. O setor privado é responsável por 86% do trabalho forçado, enquanto o trabalho forçado imposto pelo Estado responde por 14%.

A UE vai propor esta semana a proibição de todos os produtos feitos com trabalho forçado.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico

VALOR INVESTE /// https://valorinveste.globo.com/mercados/internacional-e-commodities/noticia/2022/09/12/cresce-o-nmero-de-pessoas-que-vivem-em-regime-de-escravido.ghtml

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Ipec: Lula lidera disputa presidencial com 46% das intenções de voto, contra 31% de Bolsonaro

No levantamento anterior, divulgado na semana passada, o ex-presidente tinha 44%, enquanto o atual aparecia com 31%. Ou seja, o cenário é de estabilidade. Atrás de Lula e Bolsonaro, na pesquisa desta noite, aparecem Ciro Gomes (PDT), 7% (era 8% na semana passada), e Simone Tebet, 4% (ante 4%)

Por Caio Sartori, Carol Freitas e Gabriel Caprioli, Valor — São Paulo

A vinte dias do primeiro turno das eleições, a nova pesquisa do Ipec (antigo Ibope) para a Presidência da República mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança com 46% dos votos e Jair Bolsonaro (PL) em segundo lugar com 31%.

No levantamento anterior, divulgado na semana passada, o ex-presidente tinha 44%, enquanto o atual aparecia com 31%. Ou seja, o cenário é de estabilidade.

Atrás de Lula e Bolsonaro, na pesquisa desta noite, aparecem Ciro Gomes (PDT), 7% (era 8% na semana passada), e Simone Tebet, 4% (ante 4%).

Felipe d’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) se mantiveram com 1%. Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. Pablo Marçal (Pros) deixou de constar no levantamento do Ipec porque o TSE indeferiu a candidatura dele.

Votos em branco e nulos somaram 6%, e 4% não sabem ou não responderam.

Na simulação de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista vence com 53%, contra 36% do adversário. Na semana passada, o resultado era de 52% para o petista contra 36% para o candidato do PL.

A pesquisa foi a primeira do instituto a medir os impactos das manifestações de 7 de setembro convocadas e protagonizadas por Bolsonaro. Na ocasião, o presidente usou o Bicentenário da Independência para fazer campanha, com ataques a Lula e ameaças aos demais Poderes da República.

Na campanha do petista, por sua vez, começou um movimento mais forte de buscar o “voto útil”, especialmente dos eleitores de Ciro. Um gesto considerado simbólico nesse sentido foi a adesão, nesta segunda-feira, da ex-ministra Marina Silva (Rede), que declarou apoio a Lula apesar do trauma que tem com o PT por causa dos ataques sofridos na eleição de 2014. Ou seja, Marina representaria como poucos a ideia de que é necessário superar divergências do passado para derrotar Bolsonaro.

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 9 e 11 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01390/2022.

Este conteúdo foi publicado originalmente pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico

VALOR INVESTE /// https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2022/09/12/ipec-lula-lidera-disputa-presidencial-com-46-pontos-percentuais-das-intenes-de-voto-contra-31-de-bolsonaro.ghtml

Golpe do saque-aniversário do FGTS: saiba o que é e como se prevenir

Nota de Pesar

É com muito pesar que comunicamos o falecimento do companheiro, Vice-Presidente do Sintrapostos-Mgá, senhor Aparecido Martins, que faleceu na noite do dia 7 setembro de 2022. Um guerreiro que fundou o sindicato dos frentistas de Maringá. Sua missão foi cumprida meu companheiro, descanse em paz e que Deus o tenha!