por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
A rentabilidade dos imóveis comerciais foi menor nos últimos três meses do ano passado, com desaceleração da alta nos preços, e também aumentos menores nos aluguéis.
Segundo o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa de retorno dos imóveis comerciais foi de 3,97% em relação ao terceiro trimestre.
Na comparação anual, o indicador mostrou desaceleração, registrando alta de 18%, face a 19,4% no trimestre anterior.
A pesquisa avalia o retorno de investimentos em imóveis comerciais, como shoppings centers, escritórios e galpões, medido pela valorização nos preços e pagamentos de aluguéis. Esses ativos constam da carteira de diversos fundos de investimentos, além de bancos e outros investidores institucionais.
A rentabilidade pela valorização de preços atingiu 5,6% no quarto trimestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior, frente a uma taxa de 6,3% em novembro.
Os aluguéis também tiveram desaceleração, com avanço 12%, face a 13% no trimestre anterior.
Para o economista Paulo Picchetti, da FGV, os preços perderam fôlego no último trimestre. “Os preços tiveram uma valorização muito rápida nos últimos anos, e isso está se acalmando”, explica.
O motivo é a redução no ritmo da atividade econômica, que reduz a motivação das empresas em investir.
“Os imóveis residenciais são influenciados principalmente pelo crédito, ao contrário dos imóveis comerciais que são ligados mais ao nível de atividade econômica”, diz.
Mesmo com a desaceleração, a alta de 18% acumulada no ano de 2011 é um número expressivo. “Se você comparar isso com um ativo de renda fixa, é uma alta considerável. Isso representa um prêmio, para investimentos de baixa liquidez.”
Diante da valorização dos imóveis, o economista rebate argumentos de que o setor possa estar enfrentando uma bolha.
“Não acho correta essa interpretação, sempre defendi que teria uma acomodação natural nesse ritmo de crescimento, e é o que está acontecendo agora”, diz.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
Os bancos começaram a limitar o valor dos saques no autoatendimento e nos caixas convencionais por conta da greve dos vigilantes do transporte de valores que começou na última quarta-feira. O objetivo é evitar o desabastecimento. A Caixa Econômica Federal determinou que cada cliente poderá sacar R$ 700 por dia nos caixas eletrônicos e R$ 3 mil nos caixas físicos (boca do caixa). Antes, os limites eram de R$ 1 mil e R$ 5 mil, respectivamente.
A Caixa informou, através da assessoria de imprensa, que a medida vale para as 80 agências de Curitiba e Região Metropolitana. No restante do Estado, as agências estão operando normalmente. Mas, segundo o banco, os valores de saques podem ser alterados de acordo com o numerário disponível. A Caixa está orientando os clientes a procurarem as lotéricas que mantiveram, por enquanto, o valor de saque diário em R$ 1 mil.
O Banco do Brasil também começou a limitar os saques. Algumas agências de Curitiba estabeleceram o valor diário de R$ 1 mil para o autoatendimento e de R$ 2 mil para os caixas físicos. Segundo o banco, a medida não é generalizada para todas as agências da Capital. Isso será uma decisão administrativa de cada uma conforme a necessidade.
O banco HSBC informou que tudo está funcionando normalmente e que não há ainda limites para saques. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclareceu através de nota, que lamenta que o sindicato dos trabalhadores tenha lançado mão da greve, sem esgotar os caminhos da negociação coletiva. Segundo a nota, esta postura prejudica os usuários dos serviços bancários e não ajuda nos entendimentos trabalhistas. A Febraban espera que a questão seja rapidamente solucionada para evitar maiores transtornos à população.
Ainda segundo a federação, os bancos esperam uma rápida solução do conflito, para que o atendimento ao público não seja prejudicado. Esclareceu ainda que os bancos têm à disposição dos clientes e usuários redes de agências e correspondentes, bem como meios virtuais de atendimento.
A greve não afeta apenas os serviços bancários. Também ficam suspensas a coleta e distribuição de dinheiro em casas lotéricas e grandes redes varejistas.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sineesfort-PR), Paulo Sérgio Gomes, disse que a adesão dos trabalhadores ainda estava mantida em 100% em todo o Estado. Segundo ele, ontem já havia falta de dinheiro em postos de atendimento bancários (PABs) localizados em alguns pontos da cidade como em shoppings centers.
A categoria reinvidica reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias.
Ontem, no final da tarde o Sindicato das Empresas de Transporte de Valores do Paraná, apresentou uma proposta de reajuste salarial para os trabalhadores que inclui aumento de 7,13% e elevação do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 18. A proposta foi amplamente rejeitada em assembleias que aconteceram no início da noite de ontem em todo o Estado. Com isso, a greve continua por tempo indeterminado.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
Os bancos começaram a limitar o valor dos saques no autoatendimento e nos caixas convencionais por conta da greve dos vigilantes do transporte de valores que começou na última quarta-feira. O objetivo é evitar o desabastecimento. A Caixa Econômica Federal determinou que cada cliente poderá sacar R$ 700 por dia nos caixas eletrônicos e R$ 3 mil nos caixas físicos (boca do caixa). Antes, os limites eram de R$ 1 mil e R$ 5 mil, respectivamente.
A Caixa informou, através da assessoria de imprensa, que a medida vale para as 80 agências de Curitiba e Região Metropolitana. No restante do Estado, as agências estão operando normalmente. Mas, segundo o banco, os valores de saques podem ser alterados de acordo com o numerário disponível. A Caixa está orientando os clientes a procurarem as lotéricas que mantiveram, por enquanto, o valor de saque diário em R$ 1 mil.
O Banco do Brasil também começou a limitar os saques. Algumas agências de Curitiba estabeleceram o valor diário de R$ 1 mil para o autoatendimento e de R$ 2 mil para os caixas físicos. Segundo o banco, a medida não é generalizada para todas as agências da Capital. Isso será uma decisão administrativa de cada uma conforme a necessidade.
O banco HSBC informou que tudo está funcionando normalmente e que não há ainda limites para saques. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclareceu através de nota, que lamenta que o sindicato dos trabalhadores tenha lançado mão da greve, sem esgotar os caminhos da negociação coletiva. Segundo a nota, esta postura prejudica os usuários dos serviços bancários e não ajuda nos entendimentos trabalhistas. A Febraban espera que a questão seja rapidamente solucionada para evitar maiores transtornos à população.
Ainda segundo a federação, os bancos esperam uma rápida solução do conflito, para que o atendimento ao público não seja prejudicado. Esclareceu ainda que os bancos têm à disposição dos clientes e usuários redes de agências e correspondentes, bem como meios virtuais de atendimento.
A greve não afeta apenas os serviços bancários. Também ficam suspensas a coleta e distribuição de dinheiro em casas lotéricas e grandes redes varejistas.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sineesfort-PR), Paulo Sérgio Gomes, disse que a adesão dos trabalhadores ainda estava mantida em 100% em todo o Estado. Segundo ele, ontem já havia falta de dinheiro em postos de atendimento bancários (PABs) localizados em alguns pontos da cidade como em shoppings centers.
A categoria reinvidica reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias.
Ontem, no final da tarde o Sindicato das Empresas de Transporte de Valores do Paraná, apresentou uma proposta de reajuste salarial para os trabalhadores que inclui aumento de 7,13% e elevação do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 18. A proposta foi amplamente rejeitada em assembleias que aconteceram no início da noite de ontem em todo o Estado. Com isso, a greve continua por tempo indeterminado.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
A falta de mão de obra na construção civil resultou em adiamento de seis meses da inauguração do Pátio Batel, shopping que está sendo erguido em Curitiba, orçado em R$ 280 milhões. Em vez de setembro de 2012, como estava previsto, para aproveitar as vendas de fim de ano, as portas serão abertas em março de 2013.
O Pátio Batel pertence ao Grupo Soifer, do empresário Salomão Soifer, dono do primeiro shopping da capital paranaense, o Mueller. Em nota distribuída hoje, o engenheiro civil Eugênio Reichman informa que no canteiro de obras trabalham atualmente 400 pessoas, quando o ideal seria ter o dobro.
‘Temos feito todo esforço possível para contratar o contingente necessário’, contou. ‘Muitos dos nossos colaboradores atuais tivemos que buscar no interior do Paraná e de Santa Catarina.’ Segundo ele, além dos empregos diretos, o empreendimento gera outros 1,5 mil indiretos. Além da etapa da construção, falta gente também para instalações e acabamento.
O Pátio Batel terá nove pavimentos, sendo cinco dedicados a estacionamento. ‘Quando recebemos essa análise técnica, semana passada, que não poderíamos ter a mão de obra qualificada para atingirmos esse objetivo, tomamos essa decisão de comunicar ao mercado e a cidade de Curitiba’, explicou Soifer.
O empresário também tem participações em negócios nas áreas de logística, turismo, tratamento de resíduos e criação de cavalos. Quando lançou o empreendimento, no ano passado, Soifer prometeu trazer marcas internacionais que não estavam presentes no Sul do país. O terreno do Pátio Batel ele comprou há 25 anos.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
A falta de mão de obra na construção civil resultou em adiamento de seis meses da inauguração do Pátio Batel, shopping que está sendo erguido em Curitiba, orçado em R$ 280 milhões. Em vez de setembro de 2012, como estava previsto, para aproveitar as vendas de fim de ano, as portas serão abertas em março de 2013.
O Pátio Batel pertence ao Grupo Soifer, do empresário Salomão Soifer, dono do primeiro shopping da capital paranaense, o Mueller. Em nota distribuída hoje, o engenheiro civil Eugênio Reichman informa que no canteiro de obras trabalham atualmente 400 pessoas, quando o ideal seria ter o dobro.
‘Temos feito todo esforço possível para contratar o contingente necessário’, contou. ‘Muitos dos nossos colaboradores atuais tivemos que buscar no interior do Paraná e de Santa Catarina.’ Segundo ele, além dos empregos diretos, o empreendimento gera outros 1,5 mil indiretos. Além da etapa da construção, falta gente também para instalações e acabamento.
O Pátio Batel terá nove pavimentos, sendo cinco dedicados a estacionamento. ‘Quando recebemos essa análise técnica, semana passada, que não poderíamos ter a mão de obra qualificada para atingirmos esse objetivo, tomamos essa decisão de comunicar ao mercado e a cidade de Curitiba’, explicou Soifer.
O empresário também tem participações em negócios nas áreas de logística, turismo, tratamento de resíduos e criação de cavalos. Quando lançou o empreendimento, no ano passado, Soifer prometeu trazer marcas internacionais que não estavam presentes no Sul do país. O terreno do Pátio Batel ele comprou há 25 anos.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias