por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Em teleconferência, Guido Mantega falou sobre queda na dívida da União em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), perspectivas para o câmbio e deu prazo de duas semanas para dados sobre despesas em 2012.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira (26/1), em teleconferência, que a relação dívida/PIB caiu para 36,5%.
Segundo o ministro, o governo vai abrir espaço para um aumento de investimentos e para novas reduções do juro básico este ano.
“Continuaremos reduzindo a relação dívida/PIB e as despesas de custeio.”
O ministro disse ainda que o governo trabalha com a perspectiva de crescimento de 4,5% da economia este ano, puxado pelo aumento dos investimentos.
Sobre o orçamento, Mantega disse que o contingenciamento das despesas de 2012 ainda não foi definido e deve sair dentro de duas semanas.
Câmbio
O ministro afirmou ainda que o real deve se manter “menos valorizado” do que no primeiro semestre de 2011.
“O câmbio está menos valorizado no Brasil, e deve continuar assim, o que compensará uma eventual queda nos preços das commodities”, disse Mantega.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Em 2011, foram abertas 17.446 novas empresas em Curitiba. Em relação a 2010, o crescimento foi de 8%. No Paraná, foram criadas 56.325 novas empresas em 2011, o que inclui também a abertura de novas filiais. O crescimento do Paraná, em relação a 2010, ficou em 3,98%.
No Paraná, Curitiba foi a cidade que mais criou empresas em 2011. Depois da capital, seguem no ranking as cidades de Maringá (3.892 novas empresas), Londrina (3.686), Ponta Grossa (2.790), Cascavel (2.225), Umuarama (1.343), Foz do Iguaçu (1.307) e Santo Antônio da Platina (1.037). Os dados são da Jucepar (Junta Comercial do Paraná).
O presidente da Jucepar, Ardison Akel, aponta que entre 30% e 33% das atividades econômicas do Estado se concentram em Curitiba e na região metropolitana da capital. “Proporcionalmente, Curitiba cresceu muito mais que o estado. Isso se deve muito em razão da dinâmica dos negócios e o aspecto comercial da capital”, disse Akel.
“Os números da Junta Comercial confirmam o potencial atrativo de Curitiba que oferece eficiente infraestrutura urbana, localização estratégica, além de incentivos fiscais. Curitiba se transformou em um dos principais pólos de tecnologia da informação da América Latina”, disse o prefeito Luciano Ducci.
Bom Negócio – O prefeito adianta que o governo municipal trabalha em várias frentes tanto para atrair as grandes e médias empresas como para fomentar e consolidar as pequenas empresas instaladas na capital paranaense. “As pequenas empresas geram milhares de empregos e por isso damos suporte nas áreas de gestão”, disse Ducci. Das 190 mil empresas formais de Curitiba, 99,4% são micro e pequenas empresas.
Um dos principais programas da prefeitura em apoio aos pequenos empresários é o Bom Negócio. O programa oferece cursos gratuitos de capacitação gratuitos a micro e pequenos empreendedores, formais ou não, que recebem conhecimentos teóricos e práticos em cinco áreas de gestão: negócios, comercial, financeira, pessoas e estratégica.
Em 6 anos de atividades, as capacitações do Bom Negócio já certificaram 12 mil empreendedores. O programa também incentiva o associativismo. Desde 2005, apoiou a formação de 347 redes de negócios e 14 associações comerciais nos bairros. Pesquisas mostram que o programa tem 93% de satisfação dos participantes.
Tecnoparque – Na área tecnológica, Curitiba tem o Tecnoparque que funciona em quatro pólos urbanísticos na região sul-leste. Nestas áreas estão instaladas as três principais universidades do Estado e várias entidades dedicadas à pesquisa, que reúnem 46 mil estudantes, 3,3 mil professores e 500 grupos de pesquisas. Já são mais 150 empresas instaladas com investimento superior a R$ 300 milhões e mais de 16 mil empregos diretos gerados.
Integrante do Tecnoparque, o Parque de Software de Curitiba tem 15 anos, é referência em tecnologia de ponta, reúne 20 empresas, faturamento de R$ 150 milhões/ano e gera três mil empregos diretos e indiretos.
Grande Curitiba – Entre as grandes empresas se destacam a Harley-Davidson que inaugurou sua primeira concessionária no Paraná em dezembro de 2011. A Volvo inaugurou em dezembro mais uma fábrica em Curitiba e vai produzir caixas de câmbio.
O Hospital Marcelino Champagnat, inaugurado em novembro, investiu R$ 65 milhões e conta com 20 leitos de UTI, pronto-atendimento, cinco alas de apartamentos, três centros médicos, dois centros de diagnóstico e 72 consultórios. A Eletrolux inaugurou sua própria fábrica de ferros.
Na grande Curitiba, a Hamaya Corporation (empresa japonesa de reciclagem de materiais) se estabeleceu no município de Fazenda Rio Grande e vai gerar 300 empregos diretos. Leax do Brasil vai se instalar em Araucária. A estimativa é de empregar 150 funcionários quando atingir a capacidade máxima de produção.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Em 2011, foram abertas 17.446 novas empresas em Curitiba. Em relação a 2010, o crescimento foi de 8%. No Paraná, foram criadas 56.325 novas empresas em 2011, o que inclui também a abertura de novas filiais. O crescimento do Paraná, em relação a 2010, ficou em 3,98%.
No Paraná, Curitiba foi a cidade que mais criou empresas em 2011. Depois da capital, seguem no ranking as cidades de Maringá (3.892 novas empresas), Londrina (3.686), Ponta Grossa (2.790), Cascavel (2.225), Umuarama (1.343), Foz do Iguaçu (1.307) e Santo Antônio da Platina (1.037). Os dados são da Jucepar (Junta Comercial do Paraná).
O presidente da Jucepar, Ardison Akel, aponta que entre 30% e 33% das atividades econômicas do Estado se concentram em Curitiba e na região metropolitana da capital. “Proporcionalmente, Curitiba cresceu muito mais que o estado. Isso se deve muito em razão da dinâmica dos negócios e o aspecto comercial da capital”, disse Akel.
“Os números da Junta Comercial confirmam o potencial atrativo de Curitiba que oferece eficiente infraestrutura urbana, localização estratégica, além de incentivos fiscais. Curitiba se transformou em um dos principais pólos de tecnologia da informação da América Latina”, disse o prefeito Luciano Ducci.
Bom Negócio – O prefeito adianta que o governo municipal trabalha em várias frentes tanto para atrair as grandes e médias empresas como para fomentar e consolidar as pequenas empresas instaladas na capital paranaense. “As pequenas empresas geram milhares de empregos e por isso damos suporte nas áreas de gestão”, disse Ducci. Das 190 mil empresas formais de Curitiba, 99,4% são micro e pequenas empresas.
Um dos principais programas da prefeitura em apoio aos pequenos empresários é o Bom Negócio. O programa oferece cursos gratuitos de capacitação gratuitos a micro e pequenos empreendedores, formais ou não, que recebem conhecimentos teóricos e práticos em cinco áreas de gestão: negócios, comercial, financeira, pessoas e estratégica.
Em 6 anos de atividades, as capacitações do Bom Negócio já certificaram 12 mil empreendedores. O programa também incentiva o associativismo. Desde 2005, apoiou a formação de 347 redes de negócios e 14 associações comerciais nos bairros. Pesquisas mostram que o programa tem 93% de satisfação dos participantes.
Tecnoparque – Na área tecnológica, Curitiba tem o Tecnoparque que funciona em quatro pólos urbanísticos na região sul-leste. Nestas áreas estão instaladas as três principais universidades do Estado e várias entidades dedicadas à pesquisa, que reúnem 46 mil estudantes, 3,3 mil professores e 500 grupos de pesquisas. Já são mais 150 empresas instaladas com investimento superior a R$ 300 milhões e mais de 16 mil empregos diretos gerados.
Integrante do Tecnoparque, o Parque de Software de Curitiba tem 15 anos, é referência em tecnologia de ponta, reúne 20 empresas, faturamento de R$ 150 milhões/ano e gera três mil empregos diretos e indiretos.
Grande Curitiba – Entre as grandes empresas se destacam a Harley-Davidson que inaugurou sua primeira concessionária no Paraná em dezembro de 2011. A Volvo inaugurou em dezembro mais uma fábrica em Curitiba e vai produzir caixas de câmbio.
O Hospital Marcelino Champagnat, inaugurado em novembro, investiu R$ 65 milhões e conta com 20 leitos de UTI, pronto-atendimento, cinco alas de apartamentos, três centros médicos, dois centros de diagnóstico e 72 consultórios. A Eletrolux inaugurou sua própria fábrica de ferros.
Na grande Curitiba, a Hamaya Corporation (empresa japonesa de reciclagem de materiais) se estabeleceu no município de Fazenda Rio Grande e vai gerar 300 empregos diretos. Leax do Brasil vai se instalar em Araucária. A estimativa é de empregar 150 funcionários quando atingir a capacidade máxima de produção.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) em dezembro foi de 3% da População Economicamente Ativa (PEA), a menor do País. Com esse nível, a RMC encerrou 2011 com taxa média de 3,7%, a menor de sua série histórica e também inferior à média das capitais pesquisadas, que foi de 6%. Os números foram apurados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O rendimento habitual do trabalho na RMC foi de R$ 1.817,20 – o que representa um crescimento real de 0,9% em comparação com o mês anterior e de 6,1% em relação a dezembro de 2010. Esse índice de rendimento também é o maior entre todas as capitais pesquisadas.
Para o diretor de estatística do Ipardes, Daniel Nojima, esse quadro do mercado de trabalho reflete o aquecimento do mercado nacional, apesar do progressivo arrefecimento do nível de atividade econômica ao longo do ano, demonstrado principalmente pelo declínio do crescimento do PIB brasileiro.
“Os números refletem o dinamismo do mercado interno, associado ao elevado volume de crédito para o consumo e à continuidade da expansão de setores empregadores, como a construção civil, que reflete também nos empregom com carteira assinada”, afirma Nojima.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indica que, na comparação entre 2010 e 2011, houve um crescimento no volume de empregos formais de 6,96% no Paraná e de 7,65% na RMC. Essas taxas decorrem do crescimento do emprego em setores diversos, destacando-se, no caso da RMC, a construção civil e a indústria de transformação, com crescimentos de 18,07% e de 7,83% em 2011, respectivamente.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) em dezembro foi de 3% da População Economicamente Ativa (PEA), a menor do País. Com esse nível, a RMC encerrou 2011 com taxa média de 3,7%, a menor de sua série histórica e também inferior à média das capitais pesquisadas, que foi de 6%. Os números foram apurados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O rendimento habitual do trabalho na RMC foi de R$ 1.817,20 – o que representa um crescimento real de 0,9% em comparação com o mês anterior e de 6,1% em relação a dezembro de 2010. Esse índice de rendimento também é o maior entre todas as capitais pesquisadas.
Para o diretor de estatística do Ipardes, Daniel Nojima, esse quadro do mercado de trabalho reflete o aquecimento do mercado nacional, apesar do progressivo arrefecimento do nível de atividade econômica ao longo do ano, demonstrado principalmente pelo declínio do crescimento do PIB brasileiro.
“Os números refletem o dinamismo do mercado interno, associado ao elevado volume de crédito para o consumo e à continuidade da expansão de setores empregadores, como a construção civil, que reflete também nos empregom com carteira assinada”, afirma Nojima.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indica que, na comparação entre 2010 e 2011, houve um crescimento no volume de empregos formais de 6,96% no Paraná e de 7,65% na RMC. Essas taxas decorrem do crescimento do emprego em setores diversos, destacando-se, no caso da RMC, a construção civil e a indústria de transformação, com crescimentos de 18,07% e de 7,83% em 2011, respectivamente.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Maioria utiliza quase totalidade da verba mensal de R$ 15 mil destinada a despesas relativas ao cargo
Os 54 deputados estaduais do Paraná – mais os secretários estaduais Durval Amaral (Casa Civil) e Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho e Emprego) – gastaram R$ 9.182.257,50, de fevereiro a dezembro de 2011, com a verba de ressarcimento a que têm direito. Podem ser incluídas no recurso de R$ 15 mil mensais destinados a cada um deles despesas diversas como alimentação, hospedagem e estadia, combustíveis, assinatura de periódicos, TV a cabo e similares, divulgação da atividade parlamentar, serviços de informática, material de limpeza, serviços de reparo e conservação e promoção e organização de eventos. Se o deputado não gasta os R$ 15 mil em um mês (embora muitos apresentem a prestação de contas com um total do tipo R$ 14.999,99 ou R$ 14.999,96), o que sobra fica acumulado e pode ser utilizado nos meses seguintes. Levantamento feito pela FOLHA apontou que a maioria dos parlamentares gasta a verba até o limite. Se isso não acontece mês a mês, os deputados dão um jeito de gastar tudo até o fim do ano.
Assim, as maiores somas de gastos entre todos os parlamentares ficou em outubro (R$ 899 mil), novembro (R$ 913 mil) e dezembro (R$ 996 mil). Individualmente, as maiores despesas são do último mês do ano, dos deputados Luiz Accorsi (PSDB), com mais de R$ 46,8 mil; Reni Pereira (PSB), que gastou R$ 40,6 mil; e Pastor Edson Praczyk (PRB), com R$ 34,5 mil. Entre os maiores gastos de Accorsi, por exemplo, referentes ao mês de dezembro, R$ 19 mil foram gastos com serviços gráficos e de encadernação (todos pagos à mesma empresa) e outros R$ 19 mil foram com serviços de correio e postagens.
Já Pereira separou R$ 16,9 mil para pagamento a ”serviços técnicos profissionais”, sem mais detalhes, e outros R$ 14,5 mil com correio. Em relação a Praczyk, os maiores gastos foram com serviços de informática (R$ 8,6 mil) e material de expediente (R$ 8,1 mil). No acumulado do ano, os deputados que lideram os gastos são Nereu Moura (PMDB), com soma de R$ 172,9 mil; Ênio Verri (PT), com R$ 170,7 mil; e Fábio Camargo (PTB), com R$ 169 mil.
Deputados secretários
Mesmo tendo se licenciado da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná para assumir secretarias de Estado, no início do ano passado, Durval Amaral e Luiz Cláudio Romanelli continuam com as estruturas no Legislativo e os demais benefícios de um deputado, o que inclui a verba de ressarcimento. Romanelli gastou quase R$ 165 mil em 2011 e, Durval Amaral, R$ 111 mil.
A verba de ressarcimento de R$ 15 mil é um dos benefícios dos deputados do Paraná, que ainda têm salário mensal de R$ 20 mil e outras duas cotas: uma postal telefônica, de R$ 3,2 mil, e outra de transporte, de R$ 9,3 mil. Os gastos publicados pelo Portal da Transparência da AL são somente referentes aos R$ 15 mil da verba de ressarcimento.