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Três cidades do PR estão entre as 50 que mais geraram emprego em 2011

Três cidades do PR estão entre as 50 que mais geraram emprego em 2011

Curitiba, São José dos Pinhais, na Região Metropolitana, e Maringá, na região norte do estado, são as únicas cidades paranaenses entre as 50 que mais geraram empregos em 2011, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados de Ministério do Trabalho na terça-feira (24).
 
Juntos os municípios criaram 47.754 novos empregos formais, ou seja, com carteira assinada. Por outro lado, quatro cidades estão entre as que mais demitiram. Em Ibaiti, Rio Negro, Rio Formoso e Araucária 2.612 pessoas perderam o emprego.
O saldo estadual é positivo em 5,20%, segundo o Ministério do Trabalho. Foram criadas 123. 916 novas oportunidades de emprego. Os setores que mais contribuíram foram os Serviços, com 51.557 novos postos de trabalho, o Comércio, com 33.269, a Indústria de Transformação, com 23.810, e a Construção Civil, com 10.656. Com estes números, o Paraná foi o quarto estado que mais criou vagas de emprego, atrás de São Paulo (551.771), Minas Gerais(206.402) e Rio de Janeiro (202.495).
 
Em todo o país, foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em 2011, uma queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,4 milhões de vagas. Apesar da queda, o número de empregos formais criados no ano passado representa o segundo melhor resultado da série histórica, que começa em 1992.Os dados do Cadeg apontaram, entretanto, para uma queda de 1,35% na geração de empregos em dezembro de 2011 o que representa 34.186 demissões. Oficialmente, o secretário estadual de Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Claudio Romanelli, afirmou que este decréscimo é normal e ocorre, principalmente, devido aos ajustes no quadro funcional das empresas após as festas de fim de ano.
 
Entre as 50 cidades que mais criaram empregos no país, Curitiba está em sétimo lugar. 34.259 pessoas conseguiram um novo emprego. No topo da lista, está São Paulo (SP), com 205.928 nos postos de trabalho, seguida por Rio de Janeiro (RJ) que incorporou 101.421 profissionais ao mercado de trabalho.
 
Três cidades do PR estão entre as 50 que mais geraram emprego em 2011

Dados da habitação nos EUA apontam para desaceleração nas vendas

Os contratos registrados para a venda de imóveis nos Estados Unidos recuaram de uma alta de um ano e meio em dezembro e a procura por empréstimos habitacionais caiu na semana passada, apontando para uma moderação na venda dos imóveis depois de lucros robustos recentes.
 
Mas os relatos na quarta-feira não mudaram as percepções de que uma recuperação nascente está a caminho no mercado imobiliário, que continua a ser desafiado por uma oferta excessiva de propriedades.
 
“Isso é potencialmente negativo para as vendas de imóveis existentes em janeiro, embora as duas não sigam sempre de mãos dadas”, disse Jennifer Lee, economista-sênior da BMO Capital Markets, em Toronto. “Então isso significa que a história mudou e que a moradia está de volta ao lixo? Não”.
 
A Associação Nacional de Corretores de Imóveis disse que seu Índice de Vendas de Imóveis Pendentes, baseado nos contratos assinados em dezembro, caiu 3,5 por cento em dezembro, depois de atingir uma alta de 19 meses em novembro.
 
Economistas esperavam que os contratos assinados para as vendas caíssem apenas 1 por cento. No entanto, as vendas subiram 5,6 por cento nos 12 meses até dezembro.
 
Um excesso de casas não vendidas está pesando nos preços do mercado e frustrando a recuperação do setor, embora as taxas de hipoteca estejam perto de um recorde de baixa. A revenda de casas aumentou por três meses consecutivos.
 
O Federal Reserve (banco central dos EUA) sugeriu várias maneiras em que os responsáveis pela política poderiam ajudar o mercado castigado, incluindo dar às empresas Fannie Mae e Freddie Mac um papel maior no refinanciamento de empréstimos.
 
Algumas autoridades do Fed dizem que o banco central deveria considerar uma compra adicional de títulos lastreados em hipotecas como forma de ajudar a estimular uma recuperação mais forte, mas nenhuma ação é esperada no final da primeira reunião de 2012 de política do Fed, na quarta-feira.
 
“Eu não acho que taxas de juros menores de hipotecas irão ajudar muito agora”, disse
 
Robert Dye, economista-chefe da Comerica em Dallas.
 
“Não é aí que está o gargalo, ele está em dois lugares: na disponibilidade de crédito e no processamento da papelada”.
 
Os concessores de empréstimos adotaram exigências rigorosas para potenciais compradores de imóveis, exigindo pagamentos de até 20 por cento, e os cancelamentos de contratos foram de um terço em média nos últimos meses.
 
As solicitações para empréstimos imobiliários declinaram 5,4 por cento na semana passada, depois de duas semanas consecutivas de ganhos robustos, disse a Mortgage Bankers Association em um relatório separado.
 
Outro relatório mostrou que os preços robustos de imóveis medidos pelo Federal Housing Finance Agency (Agência Federal de Finanças de Habitação) subiu 1 por cento em novembro, em relação a outubro.
 
“Estamos encorajados com o aumento nos preços, que podem ser um sinal de maior estabilização no mercado imobiliário e prova de que a erosão nos preços dos imóveis pode estar se aproximando do fim”, disse Millan Mulraine, macroestrategista-sênior da TD Securities em Nova York.
Três cidades do PR estão entre as 50 que mais geraram emprego em 2011

Dados da habitação nos EUA apontam para desaceleração nas vendas

Os contratos registrados para a venda de imóveis nos Estados Unidos recuaram de uma alta de um ano e meio em dezembro e a procura por empréstimos habitacionais caiu na semana passada, apontando para uma moderação na venda dos imóveis depois de lucros robustos recentes.
 
Mas os relatos na quarta-feira não mudaram as percepções de que uma recuperação nascente está a caminho no mercado imobiliário, que continua a ser desafiado por uma oferta excessiva de propriedades.
 
“Isso é potencialmente negativo para as vendas de imóveis existentes em janeiro, embora as duas não sigam sempre de mãos dadas”, disse Jennifer Lee, economista-sênior da BMO Capital Markets, em Toronto. “Então isso significa que a história mudou e que a moradia está de volta ao lixo? Não”.
 
A Associação Nacional de Corretores de Imóveis disse que seu Índice de Vendas de Imóveis Pendentes, baseado nos contratos assinados em dezembro, caiu 3,5 por cento em dezembro, depois de atingir uma alta de 19 meses em novembro.
 
Economistas esperavam que os contratos assinados para as vendas caíssem apenas 1 por cento. No entanto, as vendas subiram 5,6 por cento nos 12 meses até dezembro.
 
Um excesso de casas não vendidas está pesando nos preços do mercado e frustrando a recuperação do setor, embora as taxas de hipoteca estejam perto de um recorde de baixa. A revenda de casas aumentou por três meses consecutivos.
 
O Federal Reserve (banco central dos EUA) sugeriu várias maneiras em que os responsáveis pela política poderiam ajudar o mercado castigado, incluindo dar às empresas Fannie Mae e Freddie Mac um papel maior no refinanciamento de empréstimos.
 
Algumas autoridades do Fed dizem que o banco central deveria considerar uma compra adicional de títulos lastreados em hipotecas como forma de ajudar a estimular uma recuperação mais forte, mas nenhuma ação é esperada no final da primeira reunião de 2012 de política do Fed, na quarta-feira.
 
“Eu não acho que taxas de juros menores de hipotecas irão ajudar muito agora”, disse
 
Robert Dye, economista-chefe da Comerica em Dallas.
 
“Não é aí que está o gargalo, ele está em dois lugares: na disponibilidade de crédito e no processamento da papelada”.
 
Os concessores de empréstimos adotaram exigências rigorosas para potenciais compradores de imóveis, exigindo pagamentos de até 20 por cento, e os cancelamentos de contratos foram de um terço em média nos últimos meses.
 
As solicitações para empréstimos imobiliários declinaram 5,4 por cento na semana passada, depois de duas semanas consecutivas de ganhos robustos, disse a Mortgage Bankers Association em um relatório separado.
 
Outro relatório mostrou que os preços robustos de imóveis medidos pelo Federal Housing Finance Agency (Agência Federal de Finanças de Habitação) subiu 1 por cento em novembro, em relação a outubro.
 
“Estamos encorajados com o aumento nos preços, que podem ser um sinal de maior estabilização no mercado imobiliário e prova de que a erosão nos preços dos imóveis pode estar se aproximando do fim”, disse Millan Mulraine, macroestrategista-sênior da TD Securities em Nova York.
Três cidades do PR estão entre as 50 que mais geraram emprego em 2011

Fórum Social:Davos erra ao não antever falta de sustentabilidade

Críticos do capitalismo e da globalização voltaram a se encontrar em centenas de eventos em Porto Alegre e cidades da região metropolitana nesta quarta-feira em uma versão temática do Fórum Social Mundial, criado em 2001 como um dissenso do encontro econômico anual de Davos.
Além de decretar que Davos “errou” por não prever uma crise econômica tão longa, as principais vozes à frente do evento social nos últimos 10 anos fizeram o alerta de que o novo erro do Fórum Econômico Mundial é não se antecipar para os problemas da falta de sustentabilidade.
 
“Davos está sempre atrasado, faz a velha filantropia” disse um dos idealizadores do encontro, Oded Grajew.
 
Mesmo com o anúncio do Fórum Econômico Mundial de que quer debater neste ano caminhos diferentes para o crescimento e desenvolvimento, a crítica vinda de Porto Alegre é de que as grandes economias não agem para resolver as causas – como a desigualdade social.
 
“O Fórum Econômico dizia que não tínhamos alternativa, por isso surgiu o Fórum Social Mundial. Davos não conseguiu prever a crise econômica, nós avisamos que o modelo estava esgotado havia mais de 10 anos. Agora o alerta é ambiental”, afirmou Grajew.
 
A presidente Dilma Rousseff, que chegou a Porto Alegre nesta quarta-feira, participa na quinta de dois eventos do Fórum Social Temático. Um com a coordenação do encontro e outro com movimentos sociais. Uma das cobranças que ouvirá será em relação aos desafios da organização da Rio+20, que acontece no Brasil em junho.
 
Em um debate nesta quarta-feira, nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o teólogo Leonardo Boff e frei Betto discutiram a necessidade de uma agenda da sociedade civil para a Rio+20.
 
“Hoje, não mudar é retroceder. E temos pouco tempo”, afirmou Boff. Ele demonstrou preocupação com a falta de vontade de governos em firmar compromissos ambientais.
 
Já Marina cobrou uma posição clara do governo brasileiro. “O Brasil precisa definir qual sua posição, qual é o modelo que vamos seguir em relação às mudanças dos modelos de desenvolvimento”.
 
CIDADES
 
Em Canoas, o Seminário Internacional de Cidades de Periferia reuniu o francês Jean Paul Le Glou, vice-presidente da organização Plaine Commune, e o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos.
 
“Não é possível falar de desafios se as pessoas não têm consciência da importância de abordar o tema (da sustentabilidade)”, afirmou Le Glou.
 
Sousa Santos disparou críticas contra a Europa e a demora em resolver o problema econômico do bloco. “A Europa ditou o que o mundo fazia por cinco séculos. De tanto querer ensinar, esqueceu de aprender. Só se fala em crescimento, mas um crescimento insustentável”, disse ele.