por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela são os países que mais avançaram na redução da desigualdade dentre os países da América Latina atestou, nesta quarta-feira (8), a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Segundo a secretária executiva do órgão, Alicia Bárcena, a redução da pobreza e a desigualdade decorrem de “políticas sociais ativas, como [a valorização do] salário mínimo, a criação de emprego e o investimento”.
No caso da Bolívia, a pobreza caiu de 60% da população em 2007 para 49% em 2011, enquanto a extrema pobreza caiu de 34% para 23,4% no mesmo período.
“Vemos a Bolívia com muito respeito, [temos que] escutar e aprender, porque este país empreendeu um caminho muito importante para a região, um caminho único”, avaliou Bárcena, que apresentou os dados hoje ao lado do presidente boliviano, Evo Morales.
A Bolívia, segundo ela, “é um dos poucos países da América Latina que conseguiu reduzir a desigualdade” ao diminuir a distância entre ricos e pobres.
Ainda assim, observou, ela recomendou ao governo boliviano que melhorasse a qualidade do emprego, pois ainda que tenha aumentado a abertura de vagas nos últimos quatro anos, “em sua maioria, é informal”.
A secretária-executiva qualificou o manejo da política macroeconômica como “muito acertada”, uma vez que permitiu que a Bolívia crescesse 5,2% no ano, enquanto “as economias desenvolvidas não vão criar mais do que um ponto percentual”.
Ela opinou, porém, que, se “a macroeconomia vai muito bem”, na microeconomia ainda é preciso “dar mais para a pequena e a microempresa, mais para a convergência produtiva” e não investir em “gasto corrente”.
Recentemente, a Cepal divulgou outro relatório indicando que os níveis de pobreza na América Latina tinham alcançado os menores índices dos últimos vinte anos.
por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela são os países que mais avançaram na redução da desigualdade dentre os países da América Latina atestou, nesta quarta-feira (8), a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Segundo a secretária executiva do órgão, Alicia Bárcena, a redução da pobreza e a desigualdade decorrem de “políticas sociais ativas, como [a valorização do] salário mínimo, a criação de emprego e o investimento”.
No caso da Bolívia, a pobreza caiu de 60% da população em 2007 para 49% em 2011, enquanto a extrema pobreza caiu de 34% para 23,4% no mesmo período.
“Vemos a Bolívia com muito respeito, [temos que] escutar e aprender, porque este país empreendeu um caminho muito importante para a região, um caminho único”, avaliou Bárcena, que apresentou os dados hoje ao lado do presidente boliviano, Evo Morales.
A Bolívia, segundo ela, “é um dos poucos países da América Latina que conseguiu reduzir a desigualdade” ao diminuir a distância entre ricos e pobres.
Ainda assim, observou, ela recomendou ao governo boliviano que melhorasse a qualidade do emprego, pois ainda que tenha aumentado a abertura de vagas nos últimos quatro anos, “em sua maioria, é informal”.
A secretária-executiva qualificou o manejo da política macroeconômica como “muito acertada”, uma vez que permitiu que a Bolívia crescesse 5,2% no ano, enquanto “as economias desenvolvidas não vão criar mais do que um ponto percentual”.
Ela opinou, porém, que, se “a macroeconomia vai muito bem”, na microeconomia ainda é preciso “dar mais para a pequena e a microempresa, mais para a convergência produtiva” e não investir em “gasto corrente”.
Recentemente, a Cepal divulgou outro relatório indicando que os níveis de pobreza na América Latina tinham alcançado os menores índices dos últimos vinte anos.
por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Estimativa é de um crescimento de 5,2% em 2012, contra 4,8% em 2011.
PAC, Minha Casa Minha Vida 2, Copa e Olimpíadas estimulam expansão.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) informou nesta quinta-feira (8) que, apesar da crise financeira internacional, prevê uma aceleração do nível de atividade da construção civil em 2012. A estimativa da entidade é de um crescimento de 5,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) do setor no próximo ano, contra 4,8% de expansão em 2011.
De acordo com a CBIC, a expectativa de aceleração do PIB da construção civil no ano que vem está relacionada com a continuidade da compra de imóveis pela classe média, além da segunda etapa do Programa Minha Casa Minha Vida, lançada neste ano para a população de baixa renda, das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos investimentos para a Copa e Olimpíadas.
“Somos avessos a crise. Vai ter crise, mas o setor pode ser uma saída para minimizar os impactos da crise no Brasil. Só que o governo vai ter que tomar iniciativa, fazendo com que o PAC e o programa Minha Casa Minha Vida 2 andem. O ritmo do PAC ficou aquém das expectativas em 2011, mas a presidente Dilma está dizendo publicamente que vai voltar a ser prioridade”, disse o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão.
Safady lembrou que o setor de construção civil registrou um crescimento de 42% entre 2004 e 2010 – uma média de 5,18% por ano. Dados da CBIC mostram que o setor responde por metade dos investimentos (formação bruta de capital fixo) realizados no país.
Crédito imobiliário X PIB
Segundo a CBIC, o crédito imobiliário está, atualmente, em 5% do PIB no Brasil, bem abaixo de outros países, como México (12,5% do PIB), China (13%) e Chile (14%), o que indica, junto com a inadimplência em patamares baixos, que não há “bolha” no crédito imobiliário. Informações divulgadas pela CBIC mostram que a taxa de inadimplência, que superou 10% em 2003, está um pouco acima de 2% neste ano.
Financiamentos
De acordo com a análise da CBIC, o mercado de crédito imobiliário tem registrado crescimento nos últimos anos graças às condições econômicas e institucionais propícias. O volume anual de crédito imobiliário passou de R$ 6 bilhões em 2004 para um valor em torno de R$ 110 bilhões em 2011, informou.
Uma das fontes de recursos, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), financiou R$ 27,3 bilhões até novembro deste ano em habitação, sendo 80,7% para novas unidades. “Se estima que deverá encerrar o ano com aproximadamente R$ 35 bilhões em operações de financiamento habitacional e mais R$ 4 bilhões em ações de mobilidade urbana e saneamento”, informou a entidade.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), citados pela CBIC, os financiamentos imobiliários realizados com recursos da poupança somaram R$ 64,9 bilhões até outubro, o que representa um aumento de 44,7% frente ao patamar de igual período do ano passado.
A CBIC informou que que este percentual de crescimento deverá encerrar o ano em torno de 33%, um resultado “muito positivo” considerando que a base de 2010 foi um recorde. “Isso representaria aproximadamente R$ 75 bilhões em financiamentos com recursos da poupança”, informou a entidade.
“Tanto a captação líquida, quanto os saldos de poupança deverão registrar aceleração de crescimento, à medida que, se reduziram as taxas de inflação e básica de juros da economia, pois a poupança torna-se mais atraente aos aplicadores”, avaliou a CBIC.
Mercado imobiliário
A expectativa da CBIC para o mercado imobiliário é de continuidade da expansão, uma vez que a renda e o crédito imobiliário seguem crescendo no país. “O mercado não deverá passar por transformação radical, pois nada indica que o país vivenciará um período recessivo. Mas é preciso considerar que os efeitos da crise econômica internacional ainda podem chegar ao país. É preciso acompanhar”, avaliou a entidade. Na visão da CBIC, o mercado imobiliário brasileiro se mostra “saudável”, principalmente quando comparado aos países ricos.
por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Estimativa é de um crescimento de 5,2% em 2012, contra 4,8% em 2011.
PAC, Minha Casa Minha Vida 2, Copa e Olimpíadas estimulam expansão.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) informou nesta quinta-feira (8) que, apesar da crise financeira internacional, prevê uma aceleração do nível de atividade da construção civil em 2012. A estimativa da entidade é de um crescimento de 5,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) do setor no próximo ano, contra 4,8% de expansão em 2011.
De acordo com a CBIC, a expectativa de aceleração do PIB da construção civil no ano que vem está relacionada com a continuidade da compra de imóveis pela classe média, além da segunda etapa do Programa Minha Casa Minha Vida, lançada neste ano para a população de baixa renda, das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos investimentos para a Copa e Olimpíadas.
“Somos avessos a crise. Vai ter crise, mas o setor pode ser uma saída para minimizar os impactos da crise no Brasil. Só que o governo vai ter que tomar iniciativa, fazendo com que o PAC e o programa Minha Casa Minha Vida 2 andem. O ritmo do PAC ficou aquém das expectativas em 2011, mas a presidente Dilma está dizendo publicamente que vai voltar a ser prioridade”, disse o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão.
Safady lembrou que o setor de construção civil registrou um crescimento de 42% entre 2004 e 2010 – uma média de 5,18% por ano. Dados da CBIC mostram que o setor responde por metade dos investimentos (formação bruta de capital fixo) realizados no país.
Crédito imobiliário X PIB
Segundo a CBIC, o crédito imobiliário está, atualmente, em 5% do PIB no Brasil, bem abaixo de outros países, como México (12,5% do PIB), China (13%) e Chile (14%), o que indica, junto com a inadimplência em patamares baixos, que não há “bolha” no crédito imobiliário. Informações divulgadas pela CBIC mostram que a taxa de inadimplência, que superou 10% em 2003, está um pouco acima de 2% neste ano.
Financiamentos
De acordo com a análise da CBIC, o mercado de crédito imobiliário tem registrado crescimento nos últimos anos graças às condições econômicas e institucionais propícias. O volume anual de crédito imobiliário passou de R$ 6 bilhões em 2004 para um valor em torno de R$ 110 bilhões em 2011, informou.
Uma das fontes de recursos, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), financiou R$ 27,3 bilhões até novembro deste ano em habitação, sendo 80,7% para novas unidades. “Se estima que deverá encerrar o ano com aproximadamente R$ 35 bilhões em operações de financiamento habitacional e mais R$ 4 bilhões em ações de mobilidade urbana e saneamento”, informou a entidade.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), citados pela CBIC, os financiamentos imobiliários realizados com recursos da poupança somaram R$ 64,9 bilhões até outubro, o que representa um aumento de 44,7% frente ao patamar de igual período do ano passado.
A CBIC informou que que este percentual de crescimento deverá encerrar o ano em torno de 33%, um resultado “muito positivo” considerando que a base de 2010 foi um recorde. “Isso representaria aproximadamente R$ 75 bilhões em financiamentos com recursos da poupança”, informou a entidade.
“Tanto a captação líquida, quanto os saldos de poupança deverão registrar aceleração de crescimento, à medida que, se reduziram as taxas de inflação e básica de juros da economia, pois a poupança torna-se mais atraente aos aplicadores”, avaliou a CBIC.
Mercado imobiliário
A expectativa da CBIC para o mercado imobiliário é de continuidade da expansão, uma vez que a renda e o crédito imobiliário seguem crescendo no país. “O mercado não deverá passar por transformação radical, pois nada indica que o país vivenciará um período recessivo. Mas é preciso considerar que os efeitos da crise econômica internacional ainda podem chegar ao país. É preciso acompanhar”, avaliou a entidade. Na visão da CBIC, o mercado imobiliário brasileiro se mostra “saudável”, principalmente quando comparado aos países ricos.
por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Os riscos para a estabilidade financeira global aumentaram, mas as perspectivas para a economia brasileira ainda são vistas como favoráveis, fazendo com que “ajustes moderados” da política monetária sejam suficientes para levar a inflação à meta em 2012. Esta é a avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom) na ata de sua última reunião, em que a Selic foi reduzida para 11% ao ano.
Foi o terceiro corte seguido desde o fim de agosto, quando o desaquecimento da economia global desencadeou um processo de relaxamento da política monetária.
“O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012”, destacou o colegiado do Banco Central, repetindo comentário que já constava da ata anterior.
Inflação
Ainda sobre o cenário externo, o Copom avaliou que “permanecem elevadas as chances de que restrições às quais hoje estão expostas diversas economias maduras se prolonguem por um período de tempo maior do que o antecipado”.
O BC destacou que, em seu cenário de referência, a projeção para a inflação neste ano aumentou e está acima do centro da meta de 4,5%. Já para 2012, a estimativa diminuiu e se encontra “ao redor do valor central da meta”.
No que se refere ao terceiro trimestre de 2013, as projeções de inflação também se reduziram e estão ao redor da meta central.
Além disso, o comitê diz que vem aumentando a possibilidade de que consiga convergir a inflação para o valor central da meta. “No cenário central com que trabalha o Copom, a taxa de inflação se posiciona em torno da meta em 2012”, aponta o documento.
Segundo o Copom, a incerteza do cenário econômico “muito acima do usual” contribui para que o cenário prospectivo para a inflação assuma sinais favoráveis desde a reunião de outubro.
O Copom repete que a inflação forte no início do ano foi influenciada por choques de oferta doméstica e internacional, além dos reajustes de preços administrados. Diz que os preços das commodities, que foram chave para o aumento da inflação, recuaram nos mercados internacionais, da mesma forma que o nível de utilização da capacidade instalada, o que ajuda a conter as pressões de preços.
O BC reitera a preocupação, embora decrescente, do descompasso entre as taxas de crescimento da oferta e da demanda em segmentos específicos e a estreita margem do mercado de trabalho, com aumentos de salários “incompatíveis” com o crescimento da produtividade.
Preços administrados
O Copom reduziu a projeção de inflação para o conjunto dos preços administrados em 2012, de 4,5% na reunião de outubro para 4% no encontro da semana passada, informa a ata da última reunião divulgada nesta quinta-feira (8).
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os preços administrados representaram 28,96% do total do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro.
Para 2011, a estimativa de alta dos preços administrados subiu de 5,5% para 6,1%. O Copom divulgou ainda sua expectativa para os preços administrados em 2013, que é de aumento de 4,5%.
Projeções
As tarifas de telefonia fixa devem subir 1,5% em 2012 e as de eletricidade, 2,3%, estima o Copom. Em 2011, segundo a ata, os preços de telefonia fixa não devem ter reajuste, ante projeção anterior de alta de 0,9%. Para as tarifas de eletricidade, no entanto, a estimativa de alta de preços ficou maior: passou de 4,1% para 4,5%.
Segundo a ata do colegiado, tanto os preços da gasolina quanto os do gás de bujão devem ter variação nula no ano que vem. Para este ano, foram mantidas as projeções de reajuste de 6,7% para a gasolina e de 2,2% para o gás de bujão.
por master | 09/12/11 | Ultimas Notícias
Os riscos para a estabilidade financeira global aumentaram, mas as perspectivas para a economia brasileira ainda são vistas como favoráveis, fazendo com que “ajustes moderados” da política monetária sejam suficientes para levar a inflação à meta em 2012. Esta é a avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom) na ata de sua última reunião, em que a Selic foi reduzida para 11% ao ano.
Foi o terceiro corte seguido desde o fim de agosto, quando o desaquecimento da economia global desencadeou um processo de relaxamento da política monetária.
“O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012”, destacou o colegiado do Banco Central, repetindo comentário que já constava da ata anterior.
Inflação
Ainda sobre o cenário externo, o Copom avaliou que “permanecem elevadas as chances de que restrições às quais hoje estão expostas diversas economias maduras se prolonguem por um período de tempo maior do que o antecipado”.
O BC destacou que, em seu cenário de referência, a projeção para a inflação neste ano aumentou e está acima do centro da meta de 4,5%. Já para 2012, a estimativa diminuiu e se encontra “ao redor do valor central da meta”.
No que se refere ao terceiro trimestre de 2013, as projeções de inflação também se reduziram e estão ao redor da meta central.
Além disso, o comitê diz que vem aumentando a possibilidade de que consiga convergir a inflação para o valor central da meta. “No cenário central com que trabalha o Copom, a taxa de inflação se posiciona em torno da meta em 2012”, aponta o documento.
Segundo o Copom, a incerteza do cenário econômico “muito acima do usual” contribui para que o cenário prospectivo para a inflação assuma sinais favoráveis desde a reunião de outubro.
O Copom repete que a inflação forte no início do ano foi influenciada por choques de oferta doméstica e internacional, além dos reajustes de preços administrados. Diz que os preços das commodities, que foram chave para o aumento da inflação, recuaram nos mercados internacionais, da mesma forma que o nível de utilização da capacidade instalada, o que ajuda a conter as pressões de preços.
O BC reitera a preocupação, embora decrescente, do descompasso entre as taxas de crescimento da oferta e da demanda em segmentos específicos e a estreita margem do mercado de trabalho, com aumentos de salários “incompatíveis” com o crescimento da produtividade.
Preços administrados
O Copom reduziu a projeção de inflação para o conjunto dos preços administrados em 2012, de 4,5% na reunião de outubro para 4% no encontro da semana passada, informa a ata da última reunião divulgada nesta quinta-feira (8).
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os preços administrados representaram 28,96% do total do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro.
Para 2011, a estimativa de alta dos preços administrados subiu de 5,5% para 6,1%. O Copom divulgou ainda sua expectativa para os preços administrados em 2013, que é de aumento de 4,5%.
Projeções
As tarifas de telefonia fixa devem subir 1,5% em 2012 e as de eletricidade, 2,3%, estima o Copom. Em 2011, segundo a ata, os preços de telefonia fixa não devem ter reajuste, ante projeção anterior de alta de 0,9%. Para as tarifas de eletricidade, no entanto, a estimativa de alta de preços ficou maior: passou de 4,1% para 4,5%.
Segundo a ata do colegiado, tanto os preços da gasolina quanto os do gás de bujão devem ter variação nula no ano que vem. Para este ano, foram mantidas as projeções de reajuste de 6,7% para a gasolina e de 2,2% para o gás de bujão.