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CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

O preço dos imóveis no mercado brasileiro deverá se manter relativamente estável nos próximos anos, na avaliação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Sady Simão. “Vimos um aumento significativo no passado recente e houve até excessos que já se acomodaram. Mas não vejo motivo para os preços aumentarem e tampouco baixarem”, avaliou. De acordo com Simão, o crédito imobiliário hoje representa 5,1% do PIB, ainda muito distante de países da América Latina, como o México, que hoje está em 12,5%. “Mesmo se dobrarmos o nosso nível não haverá problemas. Não há bolha coisa nenhuma”, descartou. Segundo ele, 2012 será um ano positivo para o mercado imobiliário brasileiro e da construção civil, apesar da crise externa e de ser também um ano de eleições municipais, que poderia prejudicar o setor, com a suspensão de novos contratos.
CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

O preço dos imóveis no mercado brasileiro deverá se manter relativamente estável nos próximos anos, na avaliação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Sady Simão. “Vimos um aumento significativo no passado recente e houve até excessos que já se acomodaram. Mas não vejo motivo para os preços aumentarem e tampouco baixarem”, avaliou. De acordo com Simão, o crédito imobiliário hoje representa 5,1% do PIB, ainda muito distante de países da América Latina, como o México, que hoje está em 12,5%. “Mesmo se dobrarmos o nosso nível não haverá problemas. Não há bolha coisa nenhuma”, descartou. Segundo ele, 2012 será um ano positivo para o mercado imobiliário brasileiro e da construção civil, apesar da crise externa e de ser também um ano de eleições municipais, que poderia prejudicar o setor, com a suspensão de novos contratos.
CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

Inflação sobe 0,52% em novembro e acumula 6,64% em 12 meses

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês de novembro em 0,52%. A taxa, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é superior à registrada um mês antes, quando ficou em 0,43%.
Com este resultado, o IPCA acumula no ano elevação de 5,97% e de 6,64% no período dos últimos 12 meses. Em novembro de 2010, a taxa ficou em 0,83%.
O centro da meta do governo para a inflação oficial este ano é 4,5%, com limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%.
Os principais responsáveis pelo aumento da inflação na passagem de um mês para o outro foram os alimentos, que ficaram 1,08% mais caros em novembro, após terem subido 0,56% em outubro. O item carnes, com elevação de 2,63%, foi o que mais contribuiu para o movimento.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda de até seis salários mínimos, variou 0,57% em novembro e também superou o resultado do mês anterior (0,32%). O INPC acumula inflação de 5,54% no ano e de 6,18% nos últimos 12 meses.

CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

Inflação sobe 0,52% em novembro e acumula 6,64% em 12 meses

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês de novembro em 0,52%. A taxa, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é superior à registrada um mês antes, quando ficou em 0,43%.
Com este resultado, o IPCA acumula no ano elevação de 5,97% e de 6,64% no período dos últimos 12 meses. Em novembro de 2010, a taxa ficou em 0,83%.
O centro da meta do governo para a inflação oficial este ano é 4,5%, com limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%.
Os principais responsáveis pelo aumento da inflação na passagem de um mês para o outro foram os alimentos, que ficaram 1,08% mais caros em novembro, após terem subido 0,56% em outubro. O item carnes, com elevação de 2,63%, foi o que mais contribuiu para o movimento.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda de até seis salários mínimos, variou 0,57% em novembro e também superou o resultado do mês anterior (0,32%). O INPC acumula inflação de 5,54% no ano e de 6,18% nos últimos 12 meses.

CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

UE abandona reforma do Tratado com 27 países

Os líderes da União Europeia (UE) abandonaram, na madrugada desta sexta-feira (9), o projeto de reforma do Tratado com todos os 27 países-membros, e estudam agora avançar só com os 17 Estados que compartilham a moeda comum mais aqueles que queiram somar-se ao pacto fiscal, informam as agências internacionais de notícias.
 
O objetivo inicial dos chefes de governo e de estado, reunidos em Bruxelas, na Bélgica, era promover uma reforma do Tratado com todos os países que integram a UE, mas não foi possível obter um acordo.
 
França e Alemanha sempre insistiram que, se não fosse possível avançar com os 27, então a reforma seria feita apenas com as nações da zona do euro e os países que quisessem somar-se ao pacto, que já é chamado de acordo dos “17+”.
 
Esta configuração se assemelharia à formação do Pacto pelo Euro Adicional, um acordo entre os 17 países da moeda única do qual participam também Bulgária, Dinamarca, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia, e que se centra na competitividade, no emprego, na sustentabilidade das finanças públicas e no reforço da estabilidade financeira.
 
O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse desde o início que apoia o pacto fiscal da zona do euro, mas insistiu que pedirá garantias em uma reforma do Tratado para proteger os interesses britânicos. As discussões para uma mudança envolvendo os 27, portanto, foram bloqueadas pela Grã-Bretanha, que impôs uma série de condições.
 
Os dirigentes da UE caminhavam para um acordo limitado aos integrantes da zona do euro visando o endurecimento da disciplina fiscal, durante a cúpula europeia.
CBIC: preço dos imóveis deve ficar estável em 2012

UE abandona reforma do Tratado com 27 países

Os líderes da União Europeia (UE) abandonaram, na madrugada desta sexta-feira (9), o projeto de reforma do Tratado com todos os 27 países-membros, e estudam agora avançar só com os 17 Estados que compartilham a moeda comum mais aqueles que queiram somar-se ao pacto fiscal, informam as agências internacionais de notícias.
 
O objetivo inicial dos chefes de governo e de estado, reunidos em Bruxelas, na Bélgica, era promover uma reforma do Tratado com todos os países que integram a UE, mas não foi possível obter um acordo.
 
França e Alemanha sempre insistiram que, se não fosse possível avançar com os 27, então a reforma seria feita apenas com as nações da zona do euro e os países que quisessem somar-se ao pacto, que já é chamado de acordo dos “17+”.
 
Esta configuração se assemelharia à formação do Pacto pelo Euro Adicional, um acordo entre os 17 países da moeda única do qual participam também Bulgária, Dinamarca, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia, e que se centra na competitividade, no emprego, na sustentabilidade das finanças públicas e no reforço da estabilidade financeira.
 
O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse desde o início que apoia o pacto fiscal da zona do euro, mas insistiu que pedirá garantias em uma reforma do Tratado para proteger os interesses britânicos. As discussões para uma mudança envolvendo os 27, portanto, foram bloqueadas pela Grã-Bretanha, que impôs uma série de condições.
 
Os dirigentes da UE caminhavam para um acordo limitado aos integrantes da zona do euro visando o endurecimento da disciplina fiscal, durante a cúpula europeia.