por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
A Norma de Desempenho NBR 15.575, conhecida como a Norma Brasileira de Desempenho de Edifícios, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 12 de maio de 2008, na prática, só poderá ser exigida pelos consumidores de imóveis a partir de 12 de março de 2012. De acordo com a engenheira civil Maria Angélica Covelo Silva, diretora da NGI Consultoria, de São Paulo, a regulamentação não deve ser temida pelas construtoras sérias que sempre se preocuparam em atender às exigências do Código Brasileiro de Defesa do Consumidor, que vigora desde 1990. “Não devemos esquecer, no entanto, que 90% do que a norma estabelece já existiam em outras normas prescritivas”, esclarece a engenheira civil.
A norma de desempenho, como diz seu nome, estabelece o mínimo obrigatório quanto a alguns requisitos ao longo da vida útil de um edifício habitacional. São eles conforto térmico, luminosidade, ventilação, acústica, reaproveitamento de água / estanqueidade do edifício, quanto a umidade e infiltrações, durabilidade, facilidade de fazer a manutenção, segurança do usuário no uso e na operação, desempenho estrutural, adequação ambiental, acessibilidade, funcionalidade, saúde, higiene e qualidade do ar. Envolve desde os fabricantes de materiais de construção, passando pelos projetistas, até os administradores pós-obra. Ou seja, responsabiliza todos os segmentos e profissionais ligados à construção civil.
Desde 2008, comenta Maria Angélica, a ABNT recebe sugestões e atua no sentido de esclarecer dúvidas e elaborar um plano de ação que mobilize os setores da indústria da construção civil para as adaptações às exigências da norma. Antes de ser publicada, a entidade realizou várias consultas públicas para discutir a NBR 15.575.
Porém, pelo fato deste conceito e abordagem serem muito novos para o meio técnico da construção civil no Brasil, observa a consultora, a Comissão de Estudos formada sobre a NBR 15.575 – que atualmente tem ampla participação de representantes de toda a cadeira produtiva da construção e trabalhou todo o ano de 2011 na revisão da norma – solicitou à ABNT mais uma prorrogação do prazo para que a regulamentação possa ser exigida pelo consumidor. Solicitam mais tempo para que seja possível concluir a revisão e também para a realização de nova consulta pública sobre os textos da norma. Mas, até o momento, não houve decisão sobre um possível adiamento.
por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
A Norma de Desempenho NBR 15.575, conhecida como a Norma Brasileira de Desempenho de Edifícios, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 12 de maio de 2008, na prática, só poderá ser exigida pelos consumidores de imóveis a partir de 12 de março de 2012. De acordo com a engenheira civil Maria Angélica Covelo Silva, diretora da NGI Consultoria, de São Paulo, a regulamentação não deve ser temida pelas construtoras sérias que sempre se preocuparam em atender às exigências do Código Brasileiro de Defesa do Consumidor, que vigora desde 1990. “Não devemos esquecer, no entanto, que 90% do que a norma estabelece já existiam em outras normas prescritivas”, esclarece a engenheira civil.
A norma de desempenho, como diz seu nome, estabelece o mínimo obrigatório quanto a alguns requisitos ao longo da vida útil de um edifício habitacional. São eles conforto térmico, luminosidade, ventilação, acústica, reaproveitamento de água / estanqueidade do edifício, quanto a umidade e infiltrações, durabilidade, facilidade de fazer a manutenção, segurança do usuário no uso e na operação, desempenho estrutural, adequação ambiental, acessibilidade, funcionalidade, saúde, higiene e qualidade do ar. Envolve desde os fabricantes de materiais de construção, passando pelos projetistas, até os administradores pós-obra. Ou seja, responsabiliza todos os segmentos e profissionais ligados à construção civil.
Desde 2008, comenta Maria Angélica, a ABNT recebe sugestões e atua no sentido de esclarecer dúvidas e elaborar um plano de ação que mobilize os setores da indústria da construção civil para as adaptações às exigências da norma. Antes de ser publicada, a entidade realizou várias consultas públicas para discutir a NBR 15.575.
Porém, pelo fato deste conceito e abordagem serem muito novos para o meio técnico da construção civil no Brasil, observa a consultora, a Comissão de Estudos formada sobre a NBR 15.575 – que atualmente tem ampla participação de representantes de toda a cadeira produtiva da construção e trabalhou todo o ano de 2011 na revisão da norma – solicitou à ABNT mais uma prorrogação do prazo para que a regulamentação possa ser exigida pelo consumidor. Solicitam mais tempo para que seja possível concluir a revisão e também para a realização de nova consulta pública sobre os textos da norma. Mas, até o momento, não houve decisão sobre um possível adiamento.
por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
Dados analisados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República mostram que os trabalhadores formais com renda de até dois saláriosmínimos (atualmente R$ 1.090) estão mais expostos à rotatividade no emprego do que o conjunto da força de trabalho no Brasil e do que outros de diferentes faixas salariais.
Conforme estudo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego), a taxa de rotatividade no Brasil em 2010 foi 40%, enquanto entre os trabalhadores com até dois salários mínimos foi 57%. A análise da SAE destaca que a rotatividade é causada principalmente pelos pedidos de dispensa dos próprios empregados.
“Essa população está sobrerrepresentada nas demissões a pedido, quem está nas faixas salariais maiores não está pedindo tanta demissão assim”, diz a economista Diana Grosner, da Secretaria de Ações Estratégicas da SAE. Ela lembra que há grande proporção de demitidos entre os trabalhadores de baixa renda.
Conforme a série do Caged analisada pela SAE, a participação dos trabalhadores de baixa renda no total de demissões a pedido cresceu de um terço, em meados de 1999, para quase 85% em 2010. Nesse período, aumentou em 16 milhões o número de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos.
Grosner admite que a alta no pedido de demissões pode estar relacionada ao bom momento da economia em 2010. “A pessoa saía também porque achava que ia conseguir coisa melhor”, considera.
O fenômeno, no entanto, não deixa de preocupar o governo. “A entrada dessas pessoas nomercado formal foi um grande avanço, sem dúvida, mas agora está na hora de dar um segundo empurrão. A situação das pessoas precisa melhorar, elas precisam ter uma estabilidade no emprego”, avalia a economista.
A alta rotatividade pode colocar em risco a manutenção das pessoas na faixa acima da pobreza, notadamente o estrato emergente da chamada nova classe média (com renda familiar per capita acima de R$ 250 até R$ 1.000) que, em 11 anos, aumentou em 31 milhões de pessoas. “É quem está no limite de retornar à pobreza”, diz Alessandra Ninis, assessora técnica da Secretaria de Ações Estratégicas.
Para o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco, a alta rotatividade conspira contra a ascensão social dos trabalhadores porque impede a capacitação e o aumento na remuneração. “Quem está trabalhando precisa se qualificar e sua qualificação é de interesse do próprio trabalhador, da empresa na qual trabalha e do governo”, escreveu em artigo publicado em um jornal carioca.
A falta de qualificação alimenta a alta rotatividade, acrescenta Diana Grosner. “São as pessoas que têm qualificação mais baixa. Para o mercado, é mais fácil trocar essa pessoa. É mais fácil perder uma pessoa que não tem qualificação do que perder uma pessoa qualificada”, ressalta.
Além dos riscos sociais, a possibilidade de estagnação ou eventual revés na ascensão dos trabalhadores de baixa renda pode trazer forte impacto econômico. Nos cálculos da SAE, a nova classe média representa 47% do consumo no país.
por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
Dados analisados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República mostram que os trabalhadores formais com renda de até dois saláriosmínimos (atualmente R$ 1.090) estão mais expostos à rotatividade no emprego do que o conjunto da força de trabalho no Brasil e do que outros de diferentes faixas salariais.
Conforme estudo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego), a taxa de rotatividade no Brasil em 2010 foi 40%, enquanto entre os trabalhadores com até dois salários mínimos foi 57%. A análise da SAE destaca que a rotatividade é causada principalmente pelos pedidos de dispensa dos próprios empregados.
“Essa população está sobrerrepresentada nas demissões a pedido, quem está nas faixas salariais maiores não está pedindo tanta demissão assim”, diz a economista Diana Grosner, da Secretaria de Ações Estratégicas da SAE. Ela lembra que há grande proporção de demitidos entre os trabalhadores de baixa renda.
Conforme a série do Caged analisada pela SAE, a participação dos trabalhadores de baixa renda no total de demissões a pedido cresceu de um terço, em meados de 1999, para quase 85% em 2010. Nesse período, aumentou em 16 milhões o número de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos.
Grosner admite que a alta no pedido de demissões pode estar relacionada ao bom momento da economia em 2010. “A pessoa saía também porque achava que ia conseguir coisa melhor”, considera.
O fenômeno, no entanto, não deixa de preocupar o governo. “A entrada dessas pessoas nomercado formal foi um grande avanço, sem dúvida, mas agora está na hora de dar um segundo empurrão. A situação das pessoas precisa melhorar, elas precisam ter uma estabilidade no emprego”, avalia a economista.
A alta rotatividade pode colocar em risco a manutenção das pessoas na faixa acima da pobreza, notadamente o estrato emergente da chamada nova classe média (com renda familiar per capita acima de R$ 250 até R$ 1.000) que, em 11 anos, aumentou em 31 milhões de pessoas. “É quem está no limite de retornar à pobreza”, diz Alessandra Ninis, assessora técnica da Secretaria de Ações Estratégicas.
Para o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco, a alta rotatividade conspira contra a ascensão social dos trabalhadores porque impede a capacitação e o aumento na remuneração. “Quem está trabalhando precisa se qualificar e sua qualificação é de interesse do próprio trabalhador, da empresa na qual trabalha e do governo”, escreveu em artigo publicado em um jornal carioca.
A falta de qualificação alimenta a alta rotatividade, acrescenta Diana Grosner. “São as pessoas que têm qualificação mais baixa. Para o mercado, é mais fácil trocar essa pessoa. É mais fácil perder uma pessoa que não tem qualificação do que perder uma pessoa qualificada”, ressalta.
Além dos riscos sociais, a possibilidade de estagnação ou eventual revés na ascensão dos trabalhadores de baixa renda pode trazer forte impacto econômico. Nos cálculos da SAE, a nova classe média representa 47% do consumo no país.
por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
Na América Latina, 17% dos jovens não estudam nem trabalham, índice que se eleva para 27% na América Central. Os dados são do Latinobarômetro, que ouviu 20,2 mil latinos e caribenhos, em 18 países.
A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 06-12-2011.
Enquanto no Uruguai e na Bolívia o percentual de jovens sem trabalho e estudo é de 12%, em Honduras chega a 33% e a 34% na República Dominicana. No Brasil, são 18% nessas condições, segundo a ONG chilena.
Mais mulheres ( 54%) do que homens(46%) não trabalham nem estudam. Também são jovens das classes menos favorecidas que estão sem trabalho e estudo – 61%. Já na classe média alta o índice fica em 6% e 31% na classe média.
O Brasil tem 48 milhões de jovens entre 15 e 29 anos de idade.
por master | 07/12/11 | Ultimas Notícias
Na América Latina, 17% dos jovens não estudam nem trabalham, índice que se eleva para 27% na América Central. Os dados são do Latinobarômetro, que ouviu 20,2 mil latinos e caribenhos, em 18 países.
A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 06-12-2011.
Enquanto no Uruguai e na Bolívia o percentual de jovens sem trabalho e estudo é de 12%, em Honduras chega a 33% e a 34% na República Dominicana. No Brasil, são 18% nessas condições, segundo a ONG chilena.
Mais mulheres ( 54%) do que homens(46%) não trabalham nem estudam. Também são jovens das classes menos favorecidas que estão sem trabalho e estudo – 61%. Já na classe média alta o índice fica em 6% e 31% na classe média.
O Brasil tem 48 milhões de jovens entre 15 e 29 anos de idade.