NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Os trabalhadores aeronautas e aeroviários e o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) reuniram-se sexta-feira (4), no Rio, para negociar a campanha salarial das categorias, mas não avançaram nas discussões.

Os sindicatos das categorias entregaram a pauta de reivindicação ao Snea em 15 de setembro, duas semanas antes do prazo, para evitar que a campanha se estende ultrapassando a data-base, em 1º de dezembro. Os trabalhadores reivindicam 13% de aumento salarial e 20% de aumento sobre os pisos, compostos pela inflação do período e o ganho de produtividade das empresas.

Mesmo recebendo a pauta adiantada, 49 dias depois as empresas apresentaram uma contraproposta com índice inferior à inflação, que prevê 3% de reajuste para todas as cláusulas econômicas e 5% para os pisos salariais.

Os dirigentes sindicais dos trabalhadores consideraram a proposta “ridícula” e afirmaram que não irão negociar um reajuste que não reponha as perdas inflacionárias medidas pelo INPC, cuja projeção para o período é de 7,3%.

O representante do Snea argumentou que nenhum país do mundo faz negociações salariais partindo da inflação e que essa indexação acabaria com a moeda nacional.

Em resposta, o assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Cláudio Toledo, lembrou que o presidente da Gol, Constantino Oliveira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em 29 de outubro, justificou que o reajuste médio do setor, medido pelo IBGE, em 40,96 % nas tarifas aéreas se deu por conta da variação no preço do combustível, da inflação e da Convenção Coletiva de Trabalho (que sequer foi definida).

Ainda segundo Toledo, um reajuste de 2,6% nas tarifas aéreas já daria conta do aumento de 13% reivindicado pelos trabalhadores.

O índice proposto pelo Snea, na avaliação dos sindicalistas, é o pior já apresentado pelo sindicato patronal. Entre as 470 negociações realizadas este ano e acompanhadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), esta seria a pior proposta apresentada aos trabalhadores, ressaltou o economista.

O comandante Gelson Fochesato, presidente do SNA, ironizou a “proposta patriótica dos empresários” e desafiou os presidentes das companhias aéreas a participarem da mesa de negociações e defenderem pessoalmente esse índice inferior à inflação.

Participaram da rodada de negociação com o Snea representantes da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo (FNTTA), Sindicato Nacional dos Aeronautas, Sindicato Nacional dos Aeroviários, Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos, Sindicato dos Aeroviários de Pernambuco, Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Aéreo do município do Rio de Janeiro e Sindicato dos Aeroviários no estado de São Paulo.

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Os trabalhadores aeronautas e aeroviários e o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) reuniram-se sexta-feira (4), no Rio, para negociar a campanha salarial das categorias, mas não avançaram nas discussões.

Os sindicatos das categorias entregaram a pauta de reivindicação ao Snea em 15 de setembro, duas semanas antes do prazo, para evitar que a campanha se estende ultrapassando a data-base, em 1º de dezembro. Os trabalhadores reivindicam 13% de aumento salarial e 20% de aumento sobre os pisos, compostos pela inflação do período e o ganho de produtividade das empresas.

Mesmo recebendo a pauta adiantada, 49 dias depois as empresas apresentaram uma contraproposta com índice inferior à inflação, que prevê 3% de reajuste para todas as cláusulas econômicas e 5% para os pisos salariais.

Os dirigentes sindicais dos trabalhadores consideraram a proposta “ridícula” e afirmaram que não irão negociar um reajuste que não reponha as perdas inflacionárias medidas pelo INPC, cuja projeção para o período é de 7,3%.

O representante do Snea argumentou que nenhum país do mundo faz negociações salariais partindo da inflação e que essa indexação acabaria com a moeda nacional.

Em resposta, o assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Cláudio Toledo, lembrou que o presidente da Gol, Constantino Oliveira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em 29 de outubro, justificou que o reajuste médio do setor, medido pelo IBGE, em 40,96 % nas tarifas aéreas se deu por conta da variação no preço do combustível, da inflação e da Convenção Coletiva de Trabalho (que sequer foi definida).

Ainda segundo Toledo, um reajuste de 2,6% nas tarifas aéreas já daria conta do aumento de 13% reivindicado pelos trabalhadores.

O índice proposto pelo Snea, na avaliação dos sindicalistas, é o pior já apresentado pelo sindicato patronal. Entre as 470 negociações realizadas este ano e acompanhadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), esta seria a pior proposta apresentada aos trabalhadores, ressaltou o economista.

O comandante Gelson Fochesato, presidente do SNA, ironizou a “proposta patriótica dos empresários” e desafiou os presidentes das companhias aéreas a participarem da mesa de negociações e defenderem pessoalmente esse índice inferior à inflação.

Participaram da rodada de negociação com o Snea representantes da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo (FNTTA), Sindicato Nacional dos Aeronautas, Sindicato Nacional dos Aeroviários, Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos, Sindicato dos Aeroviários de Pernambuco, Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Aéreo do município do Rio de Janeiro e Sindicato dos Aeroviários no estado de São Paulo.

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Trabalhadores e empresários buscam acordo para aprovação de projetos

André Santos*

A Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social se reuniu para definir uma agenda de debates sobre temas relacionados ao Mundo do Trabalho. A primeira audiência será sobre terceirização com base no parecer apresentado pelo deputado Roberto Santiago (PSD-SP), relator da Comissão Especial que estuda o tema.

Empresários e trabalhadores já apresentaram suas sugestões para que a comissão possa debater e encontrar o consenso para deliberar sobre os assuntos que afligem tanto trabalhadores como empresários dentro da Câmara dos Deputados.

Foram designados dois relatores para estudo das matérias de interesse dos assalariados e dos empresários e apresentação de alternativas de negociação no colegiado. Representando interesses dos empresários, o relator será o deputado Jorge Corte Real (PTB-PE). Já pelo lado dos trabalhadores a responsabilidade ficará a cargo do deputado Vicentinho (PT-SP).

Respeito às deliberações
Para Vicentinho, a preocupação será com as garantias de aprovação das matérias que sairão do colegiado. “Em que grau essa comissão será respeitada”? Questionou o deputado, ao lembrar da comissão especial de terceirização criada pelo presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), cujas deliberações não foram acatadas pelo presidente da Comissão de Trabalho, deputado Silvio Costa (PTB-PE).

Vicentinho recordou que, mesmo após a criação do colegiado destinado a estudar o tema [terceirização], o deputado Silvio Costa colocou em votação um projeto de regulamentação do qual era relator na Comissão de Trabalho, desrespeitando o acordo proposto pelo presidente da Câmara e aceito pelas centrais sindicais.

Para o coordenador da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), “a comissão será o pré-plenário”. Gomes afirmou que as matérias ali acordadas seguirão para votação em definitivo na Casa.

Entidades
As intervenções externas serão feitas através de notas técnicas enviadas à assessoria da comissão, que repassará as intenções e os estudos elaborados pelas entidades para subsidiar as decisões dos parlamentares no colegiado.

A secretaria da comissão vai provocar as centrais sindicais de trabalhadores e as confederações patronais, entidades já definidas como representantes dos dois segmentos, para que enviem sugestões aos temas que serão debatidos na comissão.

Na primeira reunião, os deputados que representam os empresários já apresentaram uma lista de nove proposições de interesse do setor produtivo do País, entre as quais destaca-se o PL 951/11, do deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que flexibiliza direitos dos trabalhadores criando o “Super Simples Trabalhista”.

Na lista dos trabalhadores, além da PEC 438/2001, que põe fim ao nefasto trabalho escravo, e da PEC 231/1995, da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, a agenda conta com o PL 3.299/2009, que extingue o fator previdenciário, e ainda projetos que tratam sobre saúde e segurança do trabalhador. Outra matéria importante é a que versa sobre a regulamentação do uso de câmeras de filmagem nos ambientes de trabalho.

A Comissão voltará a se reunir na segunda quinzena de novembro para debater com o relator da proposta de regulamentação da terceirização e buscar um acordo que viabilize sua aprovação na Câmara dos Deputados.

(*) Assessor parlamentar do Diap

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

Trabalhadores e empresários buscam acordo para aprovação de projetos

André Santos*

A Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social se reuniu para definir uma agenda de debates sobre temas relacionados ao Mundo do Trabalho. A primeira audiência será sobre terceirização com base no parecer apresentado pelo deputado Roberto Santiago (PSD-SP), relator da Comissão Especial que estuda o tema.

Empresários e trabalhadores já apresentaram suas sugestões para que a comissão possa debater e encontrar o consenso para deliberar sobre os assuntos que afligem tanto trabalhadores como empresários dentro da Câmara dos Deputados.

Foram designados dois relatores para estudo das matérias de interesse dos assalariados e dos empresários e apresentação de alternativas de negociação no colegiado. Representando interesses dos empresários, o relator será o deputado Jorge Corte Real (PTB-PE). Já pelo lado dos trabalhadores a responsabilidade ficará a cargo do deputado Vicentinho (PT-SP).

Respeito às deliberações
Para Vicentinho, a preocupação será com as garantias de aprovação das matérias que sairão do colegiado. “Em que grau essa comissão será respeitada”? Questionou o deputado, ao lembrar da comissão especial de terceirização criada pelo presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), cujas deliberações não foram acatadas pelo presidente da Comissão de Trabalho, deputado Silvio Costa (PTB-PE).

Vicentinho recordou que, mesmo após a criação do colegiado destinado a estudar o tema [terceirização], o deputado Silvio Costa colocou em votação um projeto de regulamentação do qual era relator na Comissão de Trabalho, desrespeitando o acordo proposto pelo presidente da Câmara e aceito pelas centrais sindicais.

Para o coordenador da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), “a comissão será o pré-plenário”. Gomes afirmou que as matérias ali acordadas seguirão para votação em definitivo na Casa.

Entidades
As intervenções externas serão feitas através de notas técnicas enviadas à assessoria da comissão, que repassará as intenções e os estudos elaborados pelas entidades para subsidiar as decisões dos parlamentares no colegiado.

A secretaria da comissão vai provocar as centrais sindicais de trabalhadores e as confederações patronais, entidades já definidas como representantes dos dois segmentos, para que enviem sugestões aos temas que serão debatidos na comissão.

Na primeira reunião, os deputados que representam os empresários já apresentaram uma lista de nove proposições de interesse do setor produtivo do País, entre as quais destaca-se o PL 951/11, do deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que flexibiliza direitos dos trabalhadores criando o “Super Simples Trabalhista”.

Na lista dos trabalhadores, além da PEC 438/2001, que põe fim ao nefasto trabalho escravo, e da PEC 231/1995, da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, a agenda conta com o PL 3.299/2009, que extingue o fator previdenciário, e ainda projetos que tratam sobre saúde e segurança do trabalhador. Outra matéria importante é a que versa sobre a regulamentação do uso de câmeras de filmagem nos ambientes de trabalho.

A Comissão voltará a se reunir na segunda quinzena de novembro para debater com o relator da proposta de regulamentação da terceirização e buscar um acordo que viabilize sua aprovação na Câmara dos Deputados.

(*) Assessor parlamentar do Diap

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

O perigo da ‘rádio peão’

Fofocas e boatos podem causar muito mais do que constrangimento dentro do ambiente de trabalho

Uma pesquisa realizada pelo site LinkedIn, que contou com a participação de 17 mil trabalhadores de diferentes países do mundo, perguntou o que mais incomoda no ambiente de trabalho. No Brasil, a resposta de 83% dos entrevistados foi a fofoca, a famosa ‘rádio peão’. Levantamento realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, também indica que a predileção pela ‘rádio peão’ está presente em pelo menos 65% das conversas – considerando-se qualquer tipo de conversa. Falar da vida alheia é uma das formas mais comuns de tentar entender o comportamento humano, inclusive o próprio. Por isso, é natural que as histórias se espalhem. 

De acordo com Anderson Cavalcante, administrador de empresas e especialista em desenvolvimento das competências humanas, é possível fazer sabotagem plantando uma falsa fofoca, afinal de contas, uma mentira contada diversas vezes pode se tornar realidade. ”Quando um boato começa a se espalhar pela empresa de forma viral, ela pode ganhar força e fazer com que as pessoas tomem decisões com base em sua credibilidade, ainda que essa seja artificial. A partir deste momento tudo pode acontecer, ou seja, há riscos de que os rumos da corporação saiam do eixo programado”, diz. 

Na opinião de Cavalcante, para evitar fofocas no ambiente de trabalho uma gestão transparente atrelada à busca do equilíbrio entre as diferenças é a medida mais cabível a ser tomada. ”Quando as pessoas têm acesso a informações oficiais relacionadas às diferentes dimensões do seu trabalho, elas tendem a criar menos histórias para justificar uma decisão da empresa. Somados a uma liderança que comunica regularmente os objetivos e os resultados da organização, assim, minimizam hipóteses de fofoca na empresa”,esclarece. Para tanto é preciso clareza nos papéis e responsabilidades do colaborador em todos os níveis hierárquicos. 

Ele conta que recentemente uma das empresas que assessora teve um problema com a famosa ‘rádio-peão’ envolvendo quatro profissionais, de uma equipe de apenas dez pessoas. ”Ao longo de mais de dois meses esse núcleo manteve a troca de e-mails sobre fatos que não eram verdadeiros. Por um acaso, um dos gestores da equipe descobriu esses e-mails e toda a história veio à tona. Frente a essa realidade, todos acabaram sendo demitidos para que a companhia tivesse espaço para realizar a contratação de novos colaboradores”, conta. 

Para Cavalcante uma fofoca pode trazer muitos prejuízos para a empresa e para o colaborador, como a perda de tempo dos membros da equipe com assuntos irrelevantes, a perda de credibilidade frente às pessoas envolvidas e outros integrantes da empresa, e a perda do foco nas questões estratégicas, ”já que a fofoca pode gerar uma tomada de decisão equivocada”, diz.

Kalinka Amorim 
Reportagem Local

Aéreas aumentam tarifas em 40%, propõem reajuste de 3% a trabalhadores

O perigo da ‘rádio peão’

Fofocas e boatos podem causar muito mais do que constrangimento dentro do ambiente de trabalho

Uma pesquisa realizada pelo site LinkedIn, que contou com a participação de 17 mil trabalhadores de diferentes países do mundo, perguntou o que mais incomoda no ambiente de trabalho. No Brasil, a resposta de 83% dos entrevistados foi a fofoca, a famosa ‘rádio peão’. Levantamento realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, também indica que a predileção pela ‘rádio peão’ está presente em pelo menos 65% das conversas – considerando-se qualquer tipo de conversa. Falar da vida alheia é uma das formas mais comuns de tentar entender o comportamento humano, inclusive o próprio. Por isso, é natural que as histórias se espalhem. 

De acordo com Anderson Cavalcante, administrador de empresas e especialista em desenvolvimento das competências humanas, é possível fazer sabotagem plantando uma falsa fofoca, afinal de contas, uma mentira contada diversas vezes pode se tornar realidade. ”Quando um boato começa a se espalhar pela empresa de forma viral, ela pode ganhar força e fazer com que as pessoas tomem decisões com base em sua credibilidade, ainda que essa seja artificial. A partir deste momento tudo pode acontecer, ou seja, há riscos de que os rumos da corporação saiam do eixo programado”, diz. 

Na opinião de Cavalcante, para evitar fofocas no ambiente de trabalho uma gestão transparente atrelada à busca do equilíbrio entre as diferenças é a medida mais cabível a ser tomada. ”Quando as pessoas têm acesso a informações oficiais relacionadas às diferentes dimensões do seu trabalho, elas tendem a criar menos histórias para justificar uma decisão da empresa. Somados a uma liderança que comunica regularmente os objetivos e os resultados da organização, assim, minimizam hipóteses de fofoca na empresa”,esclarece. Para tanto é preciso clareza nos papéis e responsabilidades do colaborador em todos os níveis hierárquicos. 

Ele conta que recentemente uma das empresas que assessora teve um problema com a famosa ‘rádio-peão’ envolvendo quatro profissionais, de uma equipe de apenas dez pessoas. ”Ao longo de mais de dois meses esse núcleo manteve a troca de e-mails sobre fatos que não eram verdadeiros. Por um acaso, um dos gestores da equipe descobriu esses e-mails e toda a história veio à tona. Frente a essa realidade, todos acabaram sendo demitidos para que a companhia tivesse espaço para realizar a contratação de novos colaboradores”, conta. 

Para Cavalcante uma fofoca pode trazer muitos prejuízos para a empresa e para o colaborador, como a perda de tempo dos membros da equipe com assuntos irrelevantes, a perda de credibilidade frente às pessoas envolvidas e outros integrantes da empresa, e a perda do foco nas questões estratégicas, ”já que a fofoca pode gerar uma tomada de decisão equivocada”, diz.

Kalinka Amorim 
Reportagem Local