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Dólar vai a R$ 4,80, menor cotação de fechamento em mais de um ano

Dólar vai a R$ 4,80, menor cotação de fechamento em mais de um ano

O rali do real continua, com a moeda nacional se valorizando em relação à divisa americana em mais uma sessão

Por Arthur Cagliari, Valor — São Paulo

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje em desvalorização consistente frente ao real, movimento que se consolidou principalmente após a agência de classificação de risco S&P alterar sua perspectiva de rating BB- para o Brasil de estável para positiva.

Terminadas as negociações, o dólar comercial fechou em queda de 1,15%, a R$ 4,8063, depois de ter atingido a mínima de R$ 4,8048 e tocado a máxima de R$ 4,8680. O valor de fechamento foi o menor patamar de cotação para a moeda desde 6 de junho de 2022, quando a divisa foi a R$ 4,794 no fechamento.

O dólar chegou a mudar de direção e avançar ante o real logo após o Fed anunciar a manutenção dos juros no intervalo de 5% a 5,25%, mas voltou para o território negativo e aprofundou a queda durante a coletiva do presidente da entidade, Jerome Powell, no meio da tarde desta quarta-feira (14).

 

Já o dólar futuro para julho recuava 1,39%, a R$ 4,8130 perto das 17h15. Com isso, o dólar terminou a sessão com o segundo melhor desempenho de uma cesta de 33 moedas acompanhadas pelo Valor.

 

Já era esperado que a pausa no ciclo de alta de juros e um tom mais “dovish” [favorável ao relaxamento da política monetária] dariam mais fôlego ao real, da mesma forma em que a pausa e um tom mais conservador podem pôr fim à dinâmica. Alguma ajuda também vem por parte dos preços das commodities, que mais uma vez avançam na sessão.

O real tem se destacado entre os ativos diante do otimismo com o cenário doméstico. Como aponta o banco espanhol BBVA, em nota, a valorização da moeda brasileira vem por conta de perspectivas positivas em relação ao andamento do plano fiscal e da reforma tributária. “Não acreditamos que haja uma reversão na tendência de baixa das taxas, de valorização das ações e de entradas no real, embora certamente possam ficar mais pesadas a partir daqui sem nenhum impulso”, diz o banco.

Na sessão de ontem, segundo dados da B3, o investidor estrangeiro voltou a reduzir sua posição comprada em dólar, desta vez em US$ 1,01 bilhão, para US$ 38,5 bilhões.

A perspectiva mais construtiva com a economia brasileira tem levado instituições e consultorias a revisar para cima as projeções de crescimento do país, ao mesmo tempo em que projetam um câmbio doméstico mais apreciado. Nesse cenário, uma redução da incerteza externa e um horizonte de juros mais baixos nos Estados Unidos pode beneficiar ainda mais os ativos locais.

Mesmo com a pausa de hoje, um cenário otimista para ativos de risco e mercados emergentes não está garantido. Os próprios investidores ainda precificam que, no encontro de julho, o banco central americano poderá elevar novamente as taxas.

VALOR INVESTE

https://valorinveste.globo.com/noticia/2023/06/14/dolar-comeca-o-dia-em-queda-e-vai-a-r-485-menor-cotacao-em-1-ano.ghtml

Dólar vai a R$ 4,80, menor cotação de fechamento em mais de um ano

BC dos EUA mantém taxa básica de juros na faixa de 5% a 5,25% e faz primeira pausa desde março 2022

Anúncio vem em linha com a expectativa do mercado. Taxa sobre saldo de reserva foi mantida em 5,15% ao ano

Por Valor — São Paulo

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) manteve nesta quarta-feira (14) os juros básicos inalterados no intervalo de 5% a 5,25%, em linha com a expectativa do mercado. Além disso, a taxa sobre saldo de reserva foi mantida em 5,15% ao ano, ao passo que a de desconto continua em 5,25% ao ano

 

É a primeira vez que o banco central americano interrompe seu ciclo de aperto monetário desde março de 2022.

 

Agora, o mercado vai ficar atento aos comentários do presidente do Fed, Jerome Powell, durante coletiva que acontece às 15h30. A expectativa é de que Powell mantenha o discurso de que a política monetária seguirá dependente de dados e de que uma nova alta na reunião de julho não está descartada.

 

A votação que decidiu por manter os juros básicos dos EUA na faixa de 5% a 5,25% ao ano foi unânime, de acordo com o comunicado divulgado há pouco pela entidade. Os onze membros com direito a voto na reunião de hoje do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) votaram pela pausa na alta das taxas americanas neste mês.

 

“Manter o intervalo dos juros estável nesta reunião permite ao Comitê avaliar informações adicionais e suas implicações para a política monetária”, diz o comunicado.

Projeções para o PIB de 2023, inflação e desemprego

 

Em um movimento também esperado pelos analistas a partir de dados recentes, a mediana do Fed para o crescimento do PIB neste ano subiu de 0,4% para 1,1%. Para 2024, caiu para 1,1%, de 1,2% 2 para 2025, passou de 1,9% para 1,8%. No longo prazo, ficou em 1,8%.

 

A inflação cheia (PCE) caiu de 3,3% para 3,2% em 2023. Para 2024, ficou em 4,5% e para 2025, manteve-se em 2,1%. No longo prazo, permaneceu em 2%. O núcleo do PCE (medianas) ficou em 3,9% (de 3,6%) em 2023, em 2,5% (de 2,6%) em 2024 e em 2,2% (de 2,1%) em 2025.

Já a taxa de desemprego ficou em 4,1% (de 4,5%), em 4,5% (de 4,6%) e 4,5% (de 4,6%) e permaneceu em 4,0% no longo prazo

Mediana dos juros para 2025 sobe

 

O Fed elevou as medianas para a meta de taxa de juros em todo o horizonte de projeções. Para 2023, subiu de 5,1% para 5,6%; para 2024, passou de 4,3% para 4,6% e para 2025, avançou de 3,1% para 3,4%. A taxa de juros de longo prazo projetada segue em 2,5%.

VALOR INVESTE

https://valorinveste.globo.com/mercados/moedas-e-juros/noticia/2023/06/14/bc-dos-eua-mantem-taxa-basica-de-juros-na-faixa-de-5percent-a-525percent.ghtml

Dólar vai a R$ 4,80, menor cotação de fechamento em mais de um ano

Ministro do STF critica “má vontade” das big techs e defende regulação

Alexandre de Moraes afirmou que se o Congresso não legislar a respeito, o Supremo pode questionar Marco Civil da Internet

por Cezar Xavier

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou, nesta terça-feira (13), a defender a regulação da atuação das grandes empresas de tecnologia no país, depois de afirmar que as chamadas big techs têm “má vontade” em retirar do ar conteúdos ilícitos que atacam a democracia.

Curiosamente, as falas ocorreram durante evento da revista piauí, patrocinado pelo YouTube, que pertence ao Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e alvo de um inquérito relatado pelo próprio Moraes por difundir propaganda contra a sua regulação pela lei.

“O que tem é má vontade, comodismo. É muito dinheiro envolvido. Se é má vontade, tem que ser regulamentado. Faz parte da democracia”, afirmou.

Moraes disse que as empresas “já têm o mecanismo” para remover publicações ligadas a pedofilia e outros crimes, e que bastaria estender tais ferramentas para englobar os ataques à democracia e os crimes de ódio, como manifestações nazistas.

O ministro defende que as big techs sejam tratadas como empresas de mídia e, portanto, sejam responsabilizadas na Justiça dessa forma. “É política do avestruz achar que as big techs são empresas de tecnologia. São as empresas que mais faturam com mídia no planeta”, argumentou Moraes. “Todo mundo sabe o que é nazismo, o que é fascismo. Não é subjetivo. Com inteligência artificial, você vai tirando [esses conteúdos]”.

Judicialização

Ele acrescentou que se o Congresso não promover tal regulamentação, como é discutido no chamado Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020), relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o Supremo deverá atuar sobre o tema, por meio de uma ação que questiona trechos do Marco Civil da Internet.

“Sempre é bom uma regulamentação, mas se não houver isso, o Judiciário, instigado, provocado, ele tem que se manifestar, e vai julgar”, disse o Moraes.

Como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições, Moraes contou a experiência de ouvir das empresas a alegação de não ser possível remover posts em até uma hora, conforme determinação da Corte Eleitoral. O ministro, contudo, rebateu afirmando que era, sim, possível.

“Quando eu assumi o TSE, as decisões judiciais diziam que as big techs tinham que derrubar em 48 horas as publicações ofensivas, criminosas. Eles riam: 48 horas é notícia velha em rede social. Eu disse [para derrubar] em 2 horas, e na eleição em 1 hora. Eles disseram que era impossível, eu disse que era possível”, afirmou Moraes. “Com um aperto de botão e 100 mil reais de multa por hora, tudo é possível.”, disse ele.

A investigação que tem o Google como alvo foi aberta a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), depois da empresa ter promovido uma campanha contra o PL das Fake News nas vésperas dele ser votado no plenário da Câmara. Tal campanha acabou resultando no adiamento, sem prazo, da votação.

Como o Google domina o mercado de buscas na internet, sendo usado por 97% dos brasileiros que utilizam esse tipo de serviço, a PGR quer apurar o possível abuso de poder econômico por parte da empresa no episódio.

Durante o evento, Moraes ainda respondeu perguntas sobre os critérios para julgamento de centenas de golpistas que invadiram ou incitaram a invasão de palácios na Praça dos Três Poderes. Sobre como seu nome se tornou a personificação de um certo Poder Judiciário, falou sobre o julgamento que pode tornar Bolsonaro inelegível e sobre a indicação de Cristiano Zanin para a vaga deixada por Ricardo Lewandowski.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/06/14/ministro-do-stf-critica-ma-vontade-das-big-techs-e-defende-regulacao/

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Mercadante defende incentivos fiscais para quem gera emprego no Brasil

Presidente do BNDES criticou benefícios para carros elétricos importados, que não são oferecidos para quem produz no país

por Redação

Na segunda-feira (12), a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promoveram um seminário para debater “as diretrizes e estratégias de fomento de crédito para o desenvolvimento produtivo, a inovação e o acesso das pequenas e médias indústrias”.

Na ocasião, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância dos bancos públicos pelo mundo: “Temos em torno de 520 bancos públicos no mundo, que são responsáveis por 15% do investimento na economia mundial. Os países que têm bancos e entidades de fomento são os que mais cresceram nos últimos tempos”, disse.

Na sequência, ele fez uma crítica ao sistema de benefícios fiscais nacional que tem atuado contrariamente à geração de emprego no país. Isto porque, como exemplo dado por Mercadante, a produção de carros elétricos importados é desonerada, enquanto a produção nacional não é.

“O que não faz sentido é o Brasil desonerar importação e taxar produção doméstica. Temos que buscar outro modelo. Quem gera emprego, paga salários e paga impostos não tem nenhum tipo de benefício. E o carro que vem pronto de fora é desonerado.”

Para ele, portanto, o Brasil deve incentivar com benefícios quem produz e gera empregos no país.

Na sua fala ainda indicou que, em termos econômicos, o Brasil já voltou a “respirar”, está se recuperando e que a inflação tem caído com força.

Sobre o apoio do BNDES às pequenas e médias indústrias, disse que o banco irá irrigar o mercado com crédito em até quatro meses e que agentes farão encontros com empresários locais, nos interiores dos estados, para identificar e promover negócios. Mercadante ainda falou que o banco deve retomar o patamar histórico de desembolsos da instituição. Para isso, o plano é dobrar os desembolsos para 2% do PIB.

*Informações Agência Fiesp. Edição Vermelho, Murilo da Silva.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/06/14/mercadante-defende-incentivos-fiscais-para-quem-gera-emprego-no-brasil/

Dólar vai a R$ 4,80, menor cotação de fechamento em mais de um ano

Zanin só precisa de mais oito votos para ser ministro do STF

 e 

O advogado Cristiano Zanin Martins está próximo de garantir a maioria de votos em plenário que precisa para confirmar sua indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Na terça-feira (13), os senadores do PSD declararam que vão votar a favor de Zanin depois de uma reunião com o advogado. Nesta quarta (14), o jurista encontrou-se com a bancada do MDB, que também declarou seu apoio à nomeação.

O PSD é a maior bancada da Casa Alta, com 15 senadores. O MDB tem mais dez. Somando-se os dois grupos com o PT, legenda do presidente Lula, responsável pela indicação, há um total de 33 votos para Zanin. Só ficam faltando oito para que o advogado consiga os 41 votos que precisa para assumir a cadeira de ministro no STF.

AUTORIA

Carlos Lins

CARLOS LINS Editor. Passou por Poder360, SBT e Fato Online. Formado em Comunicação Social e em Teoria, Crítica e História da Arte pela UnB.

Caio Luiz

CAIO LUIZ Repórter. Jornalista, produtor de conteúdo e roteirista. Formado em 2010 na Universidade Metodista, com estudos posteriores em Ciências Sociais e narrativas audiovisuais no ABC Paulista. Passou por redações na TVT, ABCD Maior, DCI, IdeaFixa, Destak e Doc Films/CNN Brasil.

CONGRESSO EM FOCO
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Como votou cada deputado no projeto que criminaliza a discriminação de políticos

Com 43 votos favoráveis, o PT foi o partido que mais contribuiu com apoio para a aprovação do projeto de lei (PL 2720/23) que criminaliza a discriminação a pessoas politicamente expostas (PPEs) – o que inclui presidente, ministros, senadores, deputados, governadores, prefeitos, a alta cúpula do Judiciário e do Ministério Público, ministros do TCU, presidentes de partidos, familiares dessas pessoas e empresas das quais elas participem. Apenas 11 petistas votaram contra a proposta (veja como cada deputado votou mais abaixo).

O PL, de Jair Bolsonaro, dividiu-se: 37 deputados votaram a favor e 44 contra. O União Brasil, que pressiona o presidente Lula pela retomada do Ministério do Turismo, deu 35 votos favoráveis. Entre eles, o de Dani Cunha (RJ), autora do projeto e filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, ex-deputado cassado e um dos principais alvos da Operação Lava Jato. Por outro lado, todos os parlamentares de Psol, PCdoB, Novo, Rede e Cidadania votaram contra a proposta.

O texto foi incluído de última hora na pauta do plenário, sem passar por qualquer discussão em comissão. Segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que articulou a votação relâmpago, se não aprovasse a proposta, a Casa iria “continuar permitindo que parlamentares sejam agredidos em aviões, nos hotéis, nas festas”. O texto passou por 252 votos a 163 e será analisado pelo Senado.

Veja a lista de votação:

Deputado UF Voto
Avante
André Janones MG Não
Bruno Farias MG Sim
Delegada Ione MG Não
Greyce Elias MG Não
Pastor Sargento Isidório BA Sim
Waldemar Oliveira PE Sim
Total Avante: 6
Cidadania
Amom Mandel AM Não
Any Ortiz RS Não
Total Cidadania: 2
MDB
Acácio Favacho AP Sim
Alberto Mourão SP Não
Alceu Moreira RS Não
Antônio Doido PA Sim
Augusto Puppio AP Sim
Baleia Rossi SP Sim
Carlos Chiodini SC Não
Cleber Verde MA Sim
Cobalchini SC Não
Delegado Palumbo SP Não
Duda Ramos RR Sim
Elcione Barbalho PA Não
Emanuel Pinheiro Neto MT Sim
Eunício Oliveira CE Sim
Fábio Teruel SP Sim
Flavinha MT Sim
Gutemberg Reis RJ Sim
Helena Lima RR Sim
Henderson Pinto PA Sim
Hercílio Coelho Diniz MG Sim
Isnaldo Bulhões Jr. AL Sim
José Priante PA Sim
Keniston Braga PA Sim
Márcio Biolchi RS Sim
Marussa Boldrin GO Sim
Olival Marques PA Sim
Osmar Terra RS Não
Pezenti SC Não
Rafael Prudente DF Sim
Renilce Nicodemos PA Sim
Ricardo Maia BA Sim
Sergio Souza PR Sim
Simone Marquetto SP Não
Thiago Flores RO Não
Total MDB: 34
Novo
Adriana Ventura SP Não
Gilson Marques SC Não
Marcel van Hattem RS Não
Total Novo: 3
Patriota
Dr. Frederico MG Não
Fred Costa MG Sim
Pedro Aihara MG Não
Total Patriota: 3
PCdoB
Alice Portugal BA Não
Daiana Santos RS Não
Daniel Almeida BA Não
Jandira Feghali RJ Não
Márcio Jerry MA Não
Orlando Silva SP Não
Renildo Calheiros PE Não
Total PCdoB: 7
PDT
Afonso Motta RS Sim
André Figueiredo CE Sim
Duda Salabert MG Não
Enfermeira Ana Paula CE Sim
Félix Mendonça Júnior BA Sim
Flávia Morais GO Sim
Idilvan Alencar CE Não
Josenildo AP Não
Léo Prates BA Sim
Leônidas Cristino CE Não
Mauro Benevides Filho CE Sim
Max Lemos RJ Sim
Pompeo de Mattos RS Sim
Professora Goreth AP Sim
Total PDT: 14
PL
Abilio Brunini MT Não
Adilson Barroso SP Sim
Alberto Fraga DF Não
Altineu Côrtes RJ Sim
Amália Barros MT Não
André Fernandes CE Não
Antonio Carlos Rodrigues SP Sim
Bia Kicis DF Não
Bibo Nunes RS Não
Cabo Gilberto Silva PB Não
Capitão Alberto Neto AM Não
Capitão Alden BA Não
Capitão Augusto SP Não
Carlos Jordy RJ Não
Caroline de Toni SC Não
Coronel Fernanda MT Não
Coronel Meira PE Não
Daniel Agrobom GO Sim
Daniel Freitas SC Não
Daniela Reinehr SC Não
Delegado Caveira PA Não
Delegado Éder Mauro PA Não
Delegado Paulo Bilynskyj SP Não
Delegado Ramagem RJ Não
Detinha MA Sim
Domingos Sávio MG Sim
Dr. Jaziel CE Não
Eli Borges TO Sim
Emidinho Madeira MG Sim
Eros Biondini MG Sim
Fernando Rodolfo PE Sim
Filipe Barros PR Sim
Filipe Martins TO Sim
General Girão RN Não
General Pazuello RJ Sim
Giacobo PR Sim
Gilvan da Federal ES Não
Giovani Cherini RS Sim
Gustavo Gayer GO Não
Icaro de Valmir SE Sim
João Maia RN Sim
Joaquim Passarinho PA Não
Jorge Goetten SC Sim
Josimar Maranhãozinho MA Sim
Julia Zanatta SC Não
Junio Amaral MG Não
Junior Lourenço MA Sim
Lincoln Portela MG Não
Luciano Vieira RJ Sim
Luiz Lima RJ Não
Magda Mofatto GO Sim
Marcelo Álvaro Antônio MG Não
Marcelo Moraes RS Não
Marcio Alvino SP Não
Marcos Pollon MS Não
Mario Frias SP Não
Matheus Noronha CE Sim
Mauricio do Vôlei MG Não
Nikolas Ferreira MG Não
Pastor Eurico PE Não
Pastor Gil MA Não
Paulo Freire Costa SP Sim
Pr. Marco Feliciano SP Sim
Professor Alcides GO Não
Roberta Roma BA Sim
Roberto Monteiro RJ Sim
Robinson Faria RN Sim
Rosana Valle SP Não
Rosângela Reis MG Sim
Samuel Viana MG Sim
Sanderson RS Não
Sargento Gonçalves RN Não
Silvia Cristina RO Sim
Sonize Barbosa AP Sim
Tiririca SP Sim
Vermelho PR Sim
Vinicius Gurgel AP Sim
Wellington Roberto PB Sim
Yury do Paredão CE Sim
Zé Trovão SC Não
Zé Vitor MG Não
Total PL: 81
Podemos
Bruno Ganem SP Sim
Fábio Macedo MA Sim
Gilson Daniel ES Não
Igor Timo MG Sim
Luiz Carlos Hauly PR Sim
Mauricio Marcon RS Não
Nely Aquino MG Sim
Raimundo Costa BA Sim
Renata Abreu SP Sim
Rodrigo Gambale SP Sim
Sargento Portugal RJ Não
Total Podemos: 11
PP
Adriano do Baldy GO Sim
Afonso Hamm RS Não
Ana Paula Leão MG Não
André Fufuca MA Sim
Arthur Lira AL Art. 17
Átila Lira PI Sim
Bebeto RJ Sim
Clarissa Tércio PE Não
Coronel Telhada SP Não
Da Vitoria ES Não
Daniel Barbosa AL Sim
Delegado da Cunha SP Sim
Delegado Fabio Costa AL Não
Dilceu Sperafico PR Sim
Dimas Fabiano MG Sim
Dr. Luiz Ovando MS Não
Eduardo da Fonte PE Sim
Evair Vieira de Melo ES Não
Fausto Pinato SP Sim
Fernando Monteiro PE Sim
Gerlen Diniz AC Não
Julio Arcoverde PI Sim
Julio Lopes RJ Sim
Lázaro Botelho TO Sim
Luiz Antônio Corrêa RJ Sim
Lula da Fonte PE Sim
Marcelo Queiroz RJ Sim
Marco Brasil PR Sim
Mauricio Neves SP Sim
Mersinho Lucena PB Sim
Neto Carletto BA Sim
Pedro Lupion PR Não
Pedro Westphalen RS Não
Socorro Neri AC Não
Thiago de Joaldo SE Sim
Tião Medeiros PR Sim
Vicentinho Júnior TO Não
Total PP: 37
PSB
Duarte MA Não
Eriberto Medeiros PE Sim
Felipe Carreras PE Sim
Gervásio Maia PB Não
Guilherme Uchoa PE Sim
Jonas Donizette SP Sim
Lídice da Mata BA Não
Lucas Ramos PE Sim
Marcelo Lima SP Não
Tabata Amaral SP Não
Total PSB: 10
PSC
Glaustin da Fokus GO Sim
Romero Rodrigues PB Sim
Ruy Carneiro PB Sim
Total PSC: 3
PSD
Antonio Brito BA Sim
Átila Lins AM Sim
Caio Vianna RJ Sim
Castro Neto PI Sim
Célio Studart CE Não
Cezinha de Madureira SP Sim
Charles Fernandes BA Não
Delegada Katarina SE Sim
Diego Coronel BA Sim
Domingos Neto CE Sim
Fabio Reis SE Sim
Gabriel Nunes BA Sim
Gilberto Nascimento SP Sim
Ismael SC Não
Ismael Alexandrino GO Sim
Jones Moura RJ Sim
Josivaldo JP MA Sim
Júnior Ferrari PA Não
Laura Carneiro RJ Sim
Luciano Alves PR Sim
Luciano Azevedo RS Não
Luisa Canziani PR Sim
Luiz Fernando Faria MG Sim
Luiz Nishimori PR Sim
Misael Varella MG Não
Paulo Magalhães BA Sim
Pedro Paulo RJ Sim
Raimundo Santos PA Não
Reinhold Stephanes PR Sim
Ricardo Guidi SC Não
Rodrigo Estacho PR Não
Sargento Fahur PR Não
Sidney Leite AM Não
Zé Haroldo Cathedral RR Sim
Total PSD: 34
PSDB
Adolfo Viana BA Sim
Aécio Neves MG Sim
Beto Pereira MS Não
Beto Richa PR Sim
Carlos Sampaio SP Não
Dagoberto Nogueira MS Não
Daniel Trzeciak RS Não
Geovania de Sá SC Não
Geraldo Resende MS Sim
Lêda Borges GO Sim
Lucas Redecker RS Não
Vitor Lippi SP Sim
Total PSDB: 12
PSOL
Célia Xakriabá MG Não
Chico Alencar RJ Não
Fernanda Melchionna RS Não
Glauber Braga RJ Não
Guilherme Boulos SP Não
Pastor Henrique Vieira RJ Não
Professora Luciene Cavalcante SP Não
Sâmia Bomfim SP Não
Talíria Petrone RJ Não
Tarcísio Motta RJ Não
Total PSOL: 10
PT
Alencar Santana SP Sim
Alexandre Lindenmeyer RS Não
Alfredinho SP Sim
Ana Paula Lima SC Sim
Arlindo Chinaglia SP Sim
Benedita da Silva RJ Sim
Camila Jara MS Sim
Carlos Veras PE Sim
Carlos Zarattini SP Sim
Carol Dartora PR Sim
Delegada Adriana Accorsi GO Sim
Denise Pessôa RS Não
Dilvanda Faro PA Sim
Dimas Gadelha RJ Sim
Dr. Francisco PI Sim
Erika Kokay DF Não
Fernando Mineiro RN Sim
Florentino Neto PI Sim
Helder Salomão ES Não
Ivoneide Caetano BA Sim
Jack Rocha ES Não
Jilmar Tatto SP Sim
Jorge Solla BA Sim
José Guimarães CE Sim
Joseildo Ramos BA Sim
Josias Gomes BA Sim
Juliana Cardoso SP Sim
Kiko Celeguim SP Sim
Lindbergh Farias RJ Sim
Luiz Couto PB Sim
Luizianne Lins CE Sim
Marcon RS Sim
Merlong Solano PI Sim
Miguel Ângelo MG Não
Odair Cunha MG Sim
Padre João MG Sim
Paulão AL Sim
Paulo Guedes MG Sim
Pedro Uczai SC Sim
Reginaldo Lopes MG Não
Reginete Bispo RS Não
Reimont RJ Sim
Rogério Correia MG Sim
Rubens Otoni GO Sim
Rubens Pereira Júnior MA Sim
Rui Falcão SP Sim
Tadeu Veneri PR Não
Valmir Assunção BA Não
Vander Loubet MS Sim
Waldenor Pereira BA Não
Washington Quaquá RJ Sim
Welter PR Sim
Zé Neto BA Sim
Zeca Dirceu PR Sim
Total PT: 54
PV
Aliel Machado PR Não
Bacelar BA Sim
Clodoaldo Magalhães PE Não
Jadyel Alencar PI Sim
Luciano Amaral AL Sim
Prof. Reginaldo Veras DF Não
Total PV: 6
Rede
Túlio Gadêlha PE Não
Total Rede: 1
Republican
Adail Filho AM Sim
Albuquerque RR Sim
Alex Santana BA Sim
Alexandre Guimarães TO Sim
Aluisio Mendes MA Sim
Amaro Neto ES Não
Antônia Lúcia AC Sim
Antonio Andrade TO Sim
Augusto Coutinho PE Sim
Celso Russomanno SP Sim
Defensor Stélio Dener RR Sim
Diego Garcia PR Sim
Fred Linhares DF Não
Gabriel Mota RR Sim
Gilberto Abramo MG Sim
Gilvan Maximo DF Sim
Gustinho Ribeiro SE Sim
Jeferson Rodrigues GO Sim
Jorge Braz RJ Sim
Luis Carlos Gomes RJ Sim
Marcelo Crivella RJ Sim
Márcio Marinho BA Sim
Maria Rosas SP Sim
Messias Donato ES Não
Milton Vieira SP Sim
Prof. Paulo Fernando DF Não
Ricardo Ayres TO Não
Roberto Duarte AC Não
Rogéria Santos BA Sim
Silas Câmara AM Sim
Silvio Costa Filho PE Sim
Tenente Coronel Zucco RS Não
Vinicius Carvalho SP Sim
Wilson Santiago PB Sim
Total Republican: 34
Solidaried
Maria Arraes PE Não
Weliton Prado MG Não
Zé Silva MG Sim
Total Solidaried: 3
União
Alexandre Leite SP Sim
Alfredo Gaspar AL Não
Arthur Oliveira Maia BA Sim
Benes Leocádio RN Sim
Carlos Henrique Gaguim TO Sim
Chiquinho Brazão RJ Sim
Coronel Assis MT Não
Coronel Ulysses AC Não
Cristiane Lopes RO Não
Dal Barreto BA Sim
Damião Feliciano PB Sim
Dani Cunha RJ Sim
Dayany Bittencourt CE Não
Delegado Matheus Laiola PR Sim
Dr Benjamim MA Sim
Dr. Fernando Máximo RO Não
Dr. Zacharias Calil GO Sim
Eduardo Velloso AC Sim
Elmar Nascimento BA Sim
Fabio Garcia MT Não
Fausto Santos Jr. AM Sim
Felipe Becari SP Não
Felipe Francischini PR Sim
Fernanda Pessoa CE Sim
Fernando Coelho Filho PE Sim
Geraldo Mendes PR Sim
José Rocha BA Sim
Juninho do Pneu RJ Sim
Kim Kataguiri SP Não
Lebrão RO Sim
Leur Lomanto Júnior BA Sim
Luciano Bivar PE Não
Luiz Carlos Busato RS Sim
Marangoni SP Sim
Meire Serafim AC Sim
Mendonça Filho PE Não
Moses Rodrigues CE Sim
Murillo Gouvea RJ Sim
Nicoletti RR Não
Padovani PR Sim
Paulinho Freire RN Sim
Paulo Azi BA Não
Pedro Lucas Fernandes MA Não
Rafael Simoes MG Não
Ricardo Abrão RJ Sim
Rodrigo de Castro MG Sim
Rodrigo Valadares SE Sim
Rosângela Moro SP Não
Saullo Vianna AM Sim
Silvye Alves GO Sim
Yandra Moura SE Sim
Total União: 51

Até quatro anos de prisão

Além das PPEs, o projeto de lei também protege réus em ações ou pessoas que tenham sido condenadas, mas cujo processo ainda não tenha transitado em julgado – ou seja, quando a condenação ainda pode ser contestada judicialmente. O projeto de lei prevê os seguintes atos como discriminação quando são feitos em função da pessoa ser politicamente exposta, ré em processo ou condenada sem trânsito em julgado:

  • injúria (ofensa à dignidade ou ao decoro).
  • impedir o acesso da pessoa a um cargo público.
  • negar emprego em empresa privada.
  • ter a ascensão bloqueada dentro de uma empresa.
  • ter o crédito negado por uma instituição financeira.

O texto estabelece de dois a quatro anos de prisão, além de multa, para quem cometer algum ato de discriminação.

CONGRESSO EM FOCO