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Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Os trabalhadores da Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs) não vão mais entrar em greve a partir da zero hora desta terça-feira (12), como haviam sinalizado na semana passada. Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (11), com a presença de aproximadamente mil trabalhadores, a categoria aceitou a contraproposta da empresa, de reajuste salarial de 6,5%, e decidiu não cruzar os braços. Uma eventual paralisação afetaria vários serviços essenciais ligados ao transporte coletivo e à fiscalização do trânsito na capital.

O Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná (Sindiurbano) reivindicava um aumento de real de 10% sobre os salários, reposição da inflação e correção do valor mensal destinado à compra de alimentos, atualmente de R$ 110,00.

Os trabalhadores pediam ainda a redução da jornada de trabalho de 40 para 36 horas semanais para os funcionários da limpeza, duas folgas aos finais de semana por mês para os fiscais do transporte coletivo e o fim do desconto do valor referente ao fornecimento de vale-transporte.

De acordo com Valdir Mestriner, presidente do Sindiurbano, a categoria aceitou a contraproposta oferecida pela Urbs de um aumento salarial de 6,5%, a redução nos descontos do vale-transporte de 2,5% e do vale-refeição de 10%. Segundo Mestriner, a oferta da empresa representa um ganho de 4% nos salários de mais de 50% dos funcionários da Urbs.

Fonte: O Estado do Paraná

Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Luta por reajuste expõe a guerra entre sindicatos dos servidores

Grupo de funcionários de nível superior do Executivo monta associação e negociará aumento de salário em separado

 

As negociações salariais causaram um racha entre servidores do Executivo federal e seus sindicatos. As entidades que representam a categoria reivindicam aumento geral de 78%. Mas os funcionários de nível superior querem negociar caso a caso. Por isso, já estão se mobilizando para criar uma associação e sentar-se à mesa com o governo com o intuito de negociar à parte. A divisão entre os trabalhadores ameaça até mesmo a organização da greve prevista para o mês que vem.

Toda a briga é alimentada por uma divergência entre os salários do próprio Executivo. No ano passado, cinco cargos (economista, engenheiro, arquiteto, estatístico e geólogo) foram abrangidos pela Lei nº 2.277/2010 e receberam aumento de até 78% — agora contam com salário inicial de R$ 5,4 mil e final de R$ 10,2 mil. Representantes de um total de 84 mil servidores de nível superior, em sua maioria das carreiras do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) e da Previdência, Saúde e Trabalho (CPST), brigam, desde então, por uma equiparação.

Com remuneração inicial próxima de R$ 3,5 mil e final de R$ 5,6 mil, eles reclamam da disparidade nos salários e da falta de reconhecimento por parte do Poder Público. “A lei desmereceu a maioria dos servidores. Queremos apenas um direito nosso”, reclamou o servidor Marcelo Caldas. Inconformado com a demora nas negociações, Caldas uniu-se a colegas para criar a Associação Brasileira dos Servidores Públicos Federais Técnicos de Nível Superior (Abratec), que já conta com 400 pré-associados e deve começar a funcionar em meados de agosto.

Eles alegam que, embora o Ministério do Planejamento tenha sinalizado com a possibilidade de aumento para os servidores de nível superior, a Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef) está ameaçando as negociações ao exigir os reajustes também para os de níveis médio e fundamental.

“A Condsef não atende ao nosso pleito. Queremos conversar diretamente com o governo. Teremos pernas e interesses próprios”, explicou Caldas. Outras carreiras de nível superior também já estão negociando mais aumentos com o governo, como a de gestores, com remuneração atual entre R$ 12,9 mil e R$ 18,4 mil.

Prazo apertado
O secretário-geral da Condsef, Josemilton Costa, criticou o movimento e disse não poder lutar apenas por uma parte dos trabalhadores. “Eles querem que deixemos os outros servidores de lado. Estamos discutindo com o governo e lutando por melhorias. Precisamos dar o mesmo tratamento a todos”, afirmou.

O Ministério do Planejamento informou que os processos de negociação, iniciados em março, ainda estão em andamento e que ainda não é possível dizer que categorias vão ser contempladas. A próxima reunião entre o secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, e entidades sindicais está marcada para esta sexta-feira.

TRIBUNAIS SELECIONAM 340
Três tribunais estão com as inscrições abertas para 340 vagas e cadastro de reserva.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) oferece 311 oportunidades para os cargos de técnico judiciário e administrativo, que exigem nível médio. O cadastro pode ser feito no site www.tjsc.jus.br até 28 de julho. Os salários vão de R$ 2.356,15 a R$ 4.055,87. A taxa de inscrição custa R$ 50 e R$ 75. O concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) tem 29 vagas para juiz federal substituto. As inscrições, no valor de R$ 160, vão até 31 de julho pelo site www.cespe.unb.br. A remuneração inicial é de R$ 21.776,16. Já o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) tem seleção para formação de cadastro de reserva de auditor fiscal externo. O cadastro custa R$ 100 e pode ser feito até sexta-feira, pelo site www.concursosfmp.com.br.

Fonte: Correio Braziliense

Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Luta por reajuste expõe a guerra entre sindicatos dos servidores

Grupo de funcionários de nível superior do Executivo monta associação e negociará aumento de salário em separado

 

As negociações salariais causaram um racha entre servidores do Executivo federal e seus sindicatos. As entidades que representam a categoria reivindicam aumento geral de 78%. Mas os funcionários de nível superior querem negociar caso a caso. Por isso, já estão se mobilizando para criar uma associação e sentar-se à mesa com o governo com o intuito de negociar à parte. A divisão entre os trabalhadores ameaça até mesmo a organização da greve prevista para o mês que vem.

Toda a briga é alimentada por uma divergência entre os salários do próprio Executivo. No ano passado, cinco cargos (economista, engenheiro, arquiteto, estatístico e geólogo) foram abrangidos pela Lei nº 2.277/2010 e receberam aumento de até 78% — agora contam com salário inicial de R$ 5,4 mil e final de R$ 10,2 mil. Representantes de um total de 84 mil servidores de nível superior, em sua maioria das carreiras do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) e da Previdência, Saúde e Trabalho (CPST), brigam, desde então, por uma equiparação.

Com remuneração inicial próxima de R$ 3,5 mil e final de R$ 5,6 mil, eles reclamam da disparidade nos salários e da falta de reconhecimento por parte do Poder Público. “A lei desmereceu a maioria dos servidores. Queremos apenas um direito nosso”, reclamou o servidor Marcelo Caldas. Inconformado com a demora nas negociações, Caldas uniu-se a colegas para criar a Associação Brasileira dos Servidores Públicos Federais Técnicos de Nível Superior (Abratec), que já conta com 400 pré-associados e deve começar a funcionar em meados de agosto.

Eles alegam que, embora o Ministério do Planejamento tenha sinalizado com a possibilidade de aumento para os servidores de nível superior, a Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef) está ameaçando as negociações ao exigir os reajustes também para os de níveis médio e fundamental.

“A Condsef não atende ao nosso pleito. Queremos conversar diretamente com o governo. Teremos pernas e interesses próprios”, explicou Caldas. Outras carreiras de nível superior também já estão negociando mais aumentos com o governo, como a de gestores, com remuneração atual entre R$ 12,9 mil e R$ 18,4 mil.

Prazo apertado
O secretário-geral da Condsef, Josemilton Costa, criticou o movimento e disse não poder lutar apenas por uma parte dos trabalhadores. “Eles querem que deixemos os outros servidores de lado. Estamos discutindo com o governo e lutando por melhorias. Precisamos dar o mesmo tratamento a todos”, afirmou.

O Ministério do Planejamento informou que os processos de negociação, iniciados em março, ainda estão em andamento e que ainda não é possível dizer que categorias vão ser contempladas. A próxima reunião entre o secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, e entidades sindicais está marcada para esta sexta-feira.

TRIBUNAIS SELECIONAM 340
Três tribunais estão com as inscrições abertas para 340 vagas e cadastro de reserva.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) oferece 311 oportunidades para os cargos de técnico judiciário e administrativo, que exigem nível médio. O cadastro pode ser feito no site www.tjsc.jus.br até 28 de julho. Os salários vão de R$ 2.356,15 a R$ 4.055,87. A taxa de inscrição custa R$ 50 e R$ 75. O concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) tem 29 vagas para juiz federal substituto. As inscrições, no valor de R$ 160, vão até 31 de julho pelo site www.cespe.unb.br. A remuneração inicial é de R$ 21.776,16. Já o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) tem seleção para formação de cadastro de reserva de auditor fiscal externo. O cadastro custa R$ 100 e pode ser feito até sexta-feira, pelo site www.concursosfmp.com.br.

Fonte: Correio Braziliense

Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Presidente intervém para conter Pagot

A presidente Dilma Rousseff interveio pessoalmente para poupar seu governo de um “depoimento-bomba” do diretor-geral licenciado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, hoje, a três comissões do Senado.

O senador Blairo Maggi (PR-MT) esteve ontem no Palácio do Planalto para “tranquilizar” a presidente sobre o teor das declarações de Pagot aos senadores. “Não vai ser nada traumático. Ele não vai colocar mais fogo no que já está quente”, afirmou Maggi ao Valor. “Ele vai explicar como funciona o Dnit e como se inclui uma obra na programação”, disse.

Braço-direito e amigo de Maggi, Pagot está em férias, mas não deve voltar ao cargo. Está afastado desde a publicação, na revista “Veja”, de denúncias de superfaturamento e cobrança de propina em obras do Ministério dos Transportes, Pasta à qual o Dnit é vinculado.

Aos senadores, Pagot rejeitará a existência de superfaturamento nas obras do Dnit sob sua jurisdição. “Não existe superfaturamento de obra. É como alguém que vai a uma loja comprar um carro básico de, digamos, R$ 10 mil e pede para incluir itens opcionais, como ar condicionado e banco de couro. Aí, já pagou mais caro”, disse Maggi. “O Pagot vai mostrar que essas obras ditas superfaturadas tiveram elevação de preços por causa de mudanças nas exigências técnicas ou ambientais, por exemplo”.

No depoimento ao Senado, O diretor-geral licenciado do Dnit também deve dar alguns recados ao governo e a parlamentares mais aguerridos, inclusive da oposição. “Ele vai mostrar que o processo inclui pleitos. Depois, a avaliação da necessidade e, aí, o governo coloca a obra na programação, faz os projetos, promove a licitação e bota para trabalhar”, disse Maggi. Pagot explicará, segundo seu padrinho político, o fluxograma das obras e o organograma do Dnit para “esclarecer” que não tem “nada a esconder” dos órgãos de controle.

Maggi e o PR tentam “limpar” o nome de Pagot ao tentar a desvinculação de sua atuação da ação do grupo mais próximo do ex-ministro Alfredo Nascimento – seu ex-chefe de gabinete Mauro Barbosa, o ex-assessor Luiz Tito Bonvini e o presidente da estatal Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha.

Empresário rural e agroindustrial, Maggi declinou ontem, em encontro com Dilma, do convite para assumir o Ministério dos Transportes. O senador expôs motivos “de ordem ética” para sua recusa e alegou “conflito de interesses” entre as atividades do ministério e Grupo André Maggi, conglomerado empresarial construído por seu pai. “Agradeci e ficamos de ajudar no que for necessário”, disse. “Tenho impedimento de ordem ética porque, além de tudo o que já tinha dito, a Antaq [agência de transportes aquaviários] é vinculada ao ministério. Como temos a Hermasa Navegação, não poderia ser empresário e depender da Antaq para regulamentar minha empresa”, afirmou.

Fonte: Valor Econômico

Trabalhadores da Urbs desistem da greve marcada para terça

Trem-bala mais caro

Com fracasso do leilão, governo divide projeto, arca com riscos e não descarta injeção de recursos

Sem encontrar interessados no Trem de Alta Velocidade (TAV) nos moldes que havia previsto, o governo decidiu recorrer ao seu plano B para tornar viável o empreendimento e dividir o projeto em duas etapas, como antecipou O GLOBO no sábado. A União assumirá, para isso, mais riscos e, pela primeira vez, não descarta o desembolso de recursos públicos na fase das obras se o projeto de construção for orçado em mais do que R$23 bilhões – hipótese admitida pelo governo. O primeiro leilão vai escolher o operador da linha de trem (o detentor da tecnologia), e o segundo, o construtor – este terá parte da receita garantida pela União. As duas licitações devem ser realizadas em 2012.

Encerrado o prazo para o recebimento dos envelopes com as propostas econômicas e os documentos de habilitação dos interessados no TAV, ontem, na BMF&Bovespa, ninguém se apresentou. Mesmo assim, as empresas enviaram representantes à bolsa para garantir que não seriam as únicas a boicotar o processo de licitação. Indagada sobre o resultado, a presidente Dilma Rousseff não quis comentar.

O governo, no entanto, reconheceu que o modelo não funcionou como imaginava. Mas garantiu que a essência do projeto está mantida e que a “reviravolta” nesse processo se limita apenas ao formato da licitação.

– Não muda nada no estudo econômico e nas tarifas. Não vamos desfigurar o projeto para agradar os grupos A, B ou C. A reviravolta é no formato da licitação – afirmou o diretor-geral da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, que garantiu que o novo modelo vai trazer muito mais concorrentes ao processo e melhores condições para o governo.

Grupos estrangeiros poderão participar

O diretor da ANTT fez questão de ressaltar que o governo não vai desistir do projeto.

– O governo decidiu manter a decisão de implantar o projeto do trem-bala por entender que é essencial. Não existe a opção de não fazer nada, nem solução alternativa. Não adianta ser contra o TAV e não apresentar opção viável.

Na primeira etapa, cujo leilão deverá ser realizado no início de 2012, será escolhido o consórcio operador do trem-bala, que terá de desembolsar R$10 bilhões em investimentos operacionais. Também será responsável pela entrega do chamado projeto-executivo da ferrovia, que dá todo o detalhamento necessário para a estimativa de custos de infraestrutura. Ganha quem oferecer as tarifas mais baixas, o projeto com menor custo, adequado à sua tecnologia, e o menor valor pelo aluguel da malha.

Com base neste projeto minucioso, o grupo dos construtores vai propor, no leilão da segunda etapa, também previsto para 2012, um preço de realização do traçado definido pelo operador. Vence o grupo de empreiteiras que oferecer o menor custo para as obras.

No novo modelo, o governo abre a possibilidade para que empreiteiras estrangeiras participem do leilão e estima que o número de concorrentes em potencial cresce de cinco para pelo menos 30.

O consórcio construtor receberá os recursos advindos do aluguel da infraestrutura, R$20 bilhões de financiamento subsidiado pelo BNDES e receitas extraordinárias que poderão obter com a exploração imobiliária dos arreadores da linha. Esta é uma novidade do novo modelo. O governo ainda vai definir o que vai considerar como receitas extras. Mas não estão descartados empreendimentos comerciais, edifícios e até shoppings centers.

A divisão de tarefas já funcionava assim no modelo proposto pelo governo anteriormente. A diferença está na nova distribuição de riscos. Se a parte da construção ficar acima dos R$23 bilhões previstos, o governo poderá calibrar a diferença no potencial de exploração imobiliário permitido às construtoras e, até mesmo, entrar com recursos para fechar a conta.

Empresas: custo passará de R$33 bi

Ao separar as etapas de operação e de construção, o governo reduz a exposição dos empreendedores, que, segundo o governo, devem cobrar taxas de risco menores. As empresas detentoras de tecnologia não vão mais precisar se associar às construtoras e se responsabilizar pelas obras.

Tampouco vão precisar ter dinheiro em caixa para fazer frente aos investimentos do projeto total. Segundo fontes do governo, os R$10 bilhões que os operadores terão de investir podem ser levantados por elas em instituições financeiras especializadas. Este seria o caso do Japão com o seu Eximbank.

Pelo novo modelo, o governo também assume o risco do pagamento aos construtores. Isso porque ficará encarregado de repassar o dinheiro que será pago pelo operador a títulos de aluguel da infraestrutura. Se elas não recolherem com base no valor (a ser definido no edital) do tráfego combinado, o governo banca.

A obra poderá ser segmentada. Pelas novas regras, o construtor poderá contratar diversas empresas para realizar os trechos que estarão estipulados no edital. Como os segmentos serão mais curtos, haverá a possibilidade de mais participantes de menor porte e de mais de uma obra ser realizada ao mesmo tempo. Para Figueiredo, isso pode agilizar as obras e permitir que alguns trechos estejam prontos ainda a tempo das Olimpíadas. Pela previsão atual, começando no fim de 2012, o trem-bala deve ser concluído em 2018.

As empresas parecem ter gostado do novo modelo, embora ainda duvidem que seja possível fazer o projeto do trem-bala com apenas R$33 bilhões.

– Fica mais próximo da realidade. Agora, dá para fazer um ganha-ganha para a sociedade. Para os investidores, para o governo e para a sociedade – disse um empreendedor ao GLOBO.

Na semana passada, apesar das inúmeras críticas ao preço estimado pelo governo para a realização do projeto de R$33 bilhões, o Executivo resolveu pagar para ver se este era mesmo um obstáculo à realização do leilão ou apenas pressão das empreiteiras. A abertura das propostas que seriam entregues ontem estava marcada para o dia 29 de julho. Esta já era a terceira data fixada depois de dois adiamentos do processo de licitação.

Fonte: O Globo