por master | 07/06/11 | Ultimas Notícias
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram pela quinta semana consecutiva a estimativa para a inflação oficial neste ano. Segundo pesquisa semanal divulgada pelo BC, a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi levemente reduzida de 6,23% para 6,22%.
Há quatro semanas, esta estimativa estava em 6,33%. Para 2012, a projeção para o IPCA foi mantida em 5,10%.
Apesar da queda na estimativa do IPCA para este ano, o índice ainda está acima do centro da meta de inflação de 4,5%. Essa meta, válida para 2011 e 2012, tem ainda margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior é 6,5%.
A pesquisa do BC também traz projeções para outros índices de inflação. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, passou 5,92% para 5,83%. Para 2012, a estimativa segue em 4,79%.
A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), neste ano, passou de 6,84% para 6,79%. No caso do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a estimativa também caiu, de 6,80% para 6,70%. Para 2012, a projeção para esses dois índices segue em 5%.
A estimativa dos analistas para os preços administrados permanece em 5%, em 2011, e em 4,50%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros. (Fonte: Agência Brasil)
por master | 07/06/11 | Ultimas Notícias
Concorrente da TetraPak na área de embalagens começa com capacidade máxima e quer abocanhar de 15% a 20% do mercado
Cerca de quatro anos após os primeiros anúncios de sua vinda ao Brasil, a fabricante de embalagens cartonadas assépticas (longa vida) e máquinas de envase de alimentos e bebidas SIG Combibloc, do grupo neozelandês Rank, inaugurou ontem sua primeira unidade no país, em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Ocupando apenas 10% do terreno de 130 mil metros quadrados, às margens da BR-277, a empresa começa neste mês com sua capacidade máxima instalada de 1 bilhão de embalagens/dia e planos de ampliação que vão dobrar essa produção até 2013. O investimento de 90 milhões de euros nasce com players importantes como clientes, incluindo Frimesa (leite condensado), Batavo (leites especiais e de soja), Cemil e Piá, ambas da área de lácteos. No caso da gaúcha Piá, o fornecimento já é 100% SIG.
Mercado
Principal concorrente da TetraPak aqui e também no cenário global, a SIG pretende atingir de 15% a 20% do mercado brasileiro em dez anos – fatia similar à que possui no mercado global, atrás dos cerca de 60% da TetraPak, mas ainda bem abaixo dos 25% a 55% que detém na Europa.
De acordo com o Instituto de Pesquisa Canadean, a partir de estudos encomendados pela SIG, o Brasil é o segundo maior mercado de embalagens longa vida no mundo, perdendo apenas para a China. “O país consumiu 8 bilhões de litros em 2010 e deve crescer, segundo nossos estudos, 6,4% ao ano até 2014, mais de 50% da média mundial, o que significa cerca de 21% do crescimento mundial em volume”, ressalta o CEO da empresa, Rolf Stangl. Na demanda por embalagens para bebidas não cabornatadas (sucos, néctares e bebidas à base de soja), a estimativa é de que ela seja de 600 milhões de litros até 2014, algo que representaria 23% do crescimento mundial previsto. Stangl não revela fatias atuais da SIG no mercado brasileiro, mas salienta que a participação ainda é menor do que na China, onde já possui mais de 10% do segmento. Um dos principais trunfos na concorrência com a TetraPak estaria em uma melhor qualidade de impressão, com cores mais vivas.
A escolha de Campo Largo, segundo Stangl, se deu muito mais pelas facilidades logísticas e de infraestrutura da região, como também pela qualidade da mão de obra, do que por incentivos fiscais do governo estadual – a SIG está entre as empresas com negociação dentro do Paraná Competitivo, programa de redução e ampliação de pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Emprego
Segundo o diretor-presidente da empresa na América do Sul, Ricardo Lança Rodriguez, a unidade deve contratar 225 funcionários até o fim de 2011 e chegar a 300 até 2013, quando a SIG vai instalar mais uma linha, dobrando a produção e chegando a 2 bilhões de embalagens/dia. “A maior parte, cerca de 80%, é de Campo Largo mesmo”, afirma Rodriguez. Há também algumas equipes que vieram da Europa e permanecerão por mais tempo para manter a qualidade global da produção. Parte dos funcionários brasileiros também passou por um treinamento de cinco meses na Europa para manter esse padrão, que deve receber certificações ISO 14000 e FSC até o início do ano que vem.
A matéria-prima da SIG, o papel com as diferentes camadas que formarão as embalagens longa vida, está vindo da Europa. Segundo Rodriguez, a empresa está em negociação com a Suzano Papel e Celulose e a Klabin, esta com unidade também no Paraná, em Telêmaco Borba, para o fornecimento do material. “Em termos de custos ainda não sei dizer se o papel brasileiro será mais barato, mas sabemos que a logística fica facilitada”, diz Rodriguez. As máquinas de envase usadas pelos clientes da SIG também são fabricadas por ela e vêm de uma unidade na Alemanha.
por master | 06/06/11 | Ultimas Notícias
Na última quarta-feira (1º), em Genebra, teve início a 100ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em clima de forte agitação social provocada pelo aumento do desemprego entre os jovens no mundo.
Entre as muitas questões em debate, a aprovação de um novo instrumento jurídico internacional para melhorar radicalmente a condição dos trabalhadores domésticos.
Em declaração à imprensa no início da semana, o vice-diretor geral da OIT, Guy Ryder, descreveu o jubileu como “um momento histórico para a nossa organização, que se reflete no número de convidados”.
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, estão entre os 5 mil representantes de governos, patrões e trabalhadores que participam do encontro anual, que acontece até 17 de junho.
Durante o evento serão discutidas as “grandes mudanças sociais” e o desdobramento em certas partes do Oriente Médio e do norte da África, bem como os desafios que o mundo continua enfrentando, tais como a crise econômica mundial e o desemprego, destaca a OIT.
No último relatório da OIT sobre o estado do mundo do trabalho, intitulado “Uma nova era de justiça social”, o diretor-geral Juan Somavia lamenta o crescimento contínuo das desigualdades e dos desequilíbrios insustentáveis no desenvolvimento e na área social.
“A desigualdade na distribuição de renda aumentou na maioria dos países, com os altos salários saindo consideravelmente da média. Nas economias desenvolvidas as desigualdades salariais se traduziram em desigualdades de riqueza e podem prejudicar a mobilidade social nos próximos anos”, alertou.
Desempregados e desigualdades
No mundo, 80% da população tem que dividir 30% das riquezas. 70% da riqueza mundial estão nas mãos de apenas 20% da população global.
De acordo com as estatísticas mais recentes, desde 2009 o desemprego global aumentou em níveis recordes. Em 2010 havia 205 milhões de pessoas desempregadas e 2011 não parece que vai ser melhor, especialmente nas nações industrializadas, atingidas pela falta de crescimento.
Os jovens – 80 milhões estão desempregados – são os mais afetados pelo atual modelo de crescimento que já não funciona mais, diz a OIT.
Ryder diz que a OIT está incitando “mudanças fundamentais para a globalização”, embora reconheça que ela precisa de uma “locomotiva política” para fazer passar a ideia de “crescimento efetivo e socialmente responsável”, onde os interesses financeiros são substituídos “pelas necessidades dos empresários e trabalhadores da economia real”.
“Essa situação é uma bomba-relógio, como mostram os recentes acontecimentos no mundo árabe. É nossa responsabilidade coletiva evitar uma crise social”, disse Somavia.
A crise econômica deu uma nova legitimidade à organização sediada em Genebra, cujo discurso “social” foi muitas vezes ignorado e mais tarde adotado por outras organizações internacionais.
Tratado Internacional
Durante as duas semanas de reunião, os Estados membros da OIT vão analisar se adotam um novo instrumento jurídico – uma convenção acompanhada de uma recomendação – sobre as condições dignas de trabalho para os empregados domésticos.
Ryder disse que a convenção reflete a vontade da OIT de dar enfoque à “mais excluída, menos visível e mais explorada” das forças de trabalho.
Ele disse à swissinfo.ch que alguns países e empregadores ainda se mostram hesitantes sobre a aprovação do tratado, mas “não vejo grandes blocos de oposição ou obstáculos”.
Os problemas remanescentes são de natureza estritamente técnica e há amplo apoio à iniciativa, que foi negociada em Genebra no ano passado, acrescentou.
Otimismo
Giangiorgio Gargantini, especialista na questão dos trabalhadores domésticos na sede em Genebra do Sindicato Interprofissional dos Trabalhadores, também disse estar otimista de que um acordo seja adotado na reunião.
“Ele deve passar, mas não vai ter uma influência imediata, já que precisa ainda ser ratificado pelos Estados”, observou.
Existem atualmente cerca de 50 mil empregadas domésticas não registradas na Suíça, mas isso pode ser só metade da realidade, dizem os especialistas.
A partir de primeiro de janeiro de 2011, os trabalhadores domésticos empregados na Suíça devem ganhar pelo menos 18,20 francos por hora (17,40 dólares), como parte do novo padrão nacional de contrato de trabalho.
Todos os estados serão obrigados a adotar as normas do salário mínimo em 31 de dezembro de 2013, com exceção do Cantão de Genebra, que já apresentou as diretrizes do salário mínimo em vigor.
por master | 06/06/11 | Ultimas Notícias
O fator previdenciário é nocivo para o trabalhador e é necessária a construção de uma alternativa que possibilite sua extinção. Esse foi o único consenso ao qual chegaram os participantes da reunião realizada, na tarde da última quinta-feira (2), entre representantes das seis centrais sindicais e os ministros Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, e Garibaldi Alves Filho, da Previdência Social, para debater o fim do fator previdenciário.
Para os líderes sindicais, o encontro reforça as articulações do movimento sindical contra um mecanismo que reduz os valores dos proventos e retarda a aposentadoria. O fim do fator previdenciário une todas as correntes do sindicalismo brasileiro e foi uma das reivindicações aprovadas na Conclat 2010.
Os sindicalistas lembram que o fator previdenciário fez parte do pacote de reformas neoliberais do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.
Sem acordo, ficou acertado que será agendado um próximo encontro logo que o governo construa uma proposta concreta para acabar com o fator. O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, disse que se as negociações com o governo não prosperarem, as centrais devem trabalhar para derrubar o veto do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva à emenda, já aprovada no Congresso, que acabou com o fator previdenciário.
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, apresentou a proposta que chegou a ser negociada no ano passado com os aposentados e trabalhadores. De acordo com a proposição, o fator previdenciário daria lugar à fórmula 85/95.
As mulheres poderiam se aposentar sem redução no seu benefício, contanto que alcançasse o total de 85 pontos quando somado o tempo de contribuição previdenciária e a sua idade. Para os homens, o resultado dessa soma teria que ser 95.
Os sindicalistas não concordam em começar a discussão a partir das negociações do ano passado. E pediram o reinício do debate para tentar chegar a um novo acordo.
O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Francisco Canindé Pegado, foi o primeiro a se posicionar contrário, alegando que a UGT já se posiciona contra a fórmula 85/95 desde o ano passado. O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, também antecipou que a CTB não concorda com essa fórmula.
Por sua vez, Antônio Neto, presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), lembrou que, no ano passado, a CGTB concordou com a alternativa 85/95, mas, como não se chegou a um consenso naquele momento, agora é preciso que uma nova proposta seja construída.
O presidente da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Cobap), Warley Martins, disse que sua entidade acompanhará o que a maioria das centrais decidir. Na mesma linha, o senador Paulo Paim (PT-RS) garantiu que o acordo que for fechado pelas centrais será defendido por ele no Congresso Nacional.
Ao final da reunião prevaleceu a sugestão do assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, José Lopes Feijó: o governo vai detalhar uma proposta para apresentar aos aposentados no próximo encontro a ser agendado.
Feijó substituiu o ministro Gilberto Carvalho, que teve que se ausentar da reunião logo no seu início, em virtude do assassinato de um trabalhador rural em Eldorado dos Carajás (PA). (Fonte: Ministério da Previdência Social)
por master | 06/06/11 | Ultimas Notícias
A Comissão Especial sobre o Trabalho Terceirizado, instalada na última terça-feira (2), realiza reunião para elaboração do roteiro de trabalho, eleição de vice-presidentes e votação de requerimentos.
O encontro vai acontecer no plenário 15, às 14h30.
Na semana passada, a Comissão de Trabalho só não votou parecer favorável ao PL 4.330/04, do deputado Sandro Mabel (PR-GO) porque houve pedido de vista. Nesta semana, a CCJ pautou o PL 4.302/98, cujo parecer favorável foi apresentado pelo petista João Paulo Lima (PE).
O movimento sindical precisa pressionar a Câmara para que estes projetos sejam sobrestados, a fim de que a comissão especial possa construir alternativa a estes projetos que são nefastos aos interesses da classe trabalhadora.
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Terceirização: projeto de FHC na pauta da CCJ
Está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados o substitutivo do Senado ao PL 4.302/98, que altera dispositivos da Lei 6.019, de 3 de janeiro de 1974, que dispõe sobre o trabalho temporário nas empresas urbanas. A matéria dispõe sobre as relações de trabalho na empresa de prestação de serviços a terceiros.
O relator, deputado João Paulo Lima (PT-PE) ofereceu parecer é pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa ao substitutivo do Senado. Caso seja aprovado, o projeto vai à sanção presidencial.
Redações finais na CCJ
Profissionais diplomados
O PL 2.827/08, do deputado Vicentinho (PT-SP), altera a ementa e os artigos 1º e 4º da Lei 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Escolas de Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária.
Repouso semanal remunerado
Outro projeto que está na agenda do colegiado para ser apreciado redação final é o PL 3.898/08, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que altera a redação do artigo 12 da Lei 605, de 5 de janeiro de 1949, que dispõe sobre o repouso semanal remunerado e o pagamento de salário nos dias feriados civis e religiosos, para atualizar o valor da multa administrativa devida pelas infrações àquela Lei.
A comissão se reúne, nesta terça-feira (7), às 14h30 no plenário 1.
Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público
Práticas contra sindicatos
Nesta terça-feira (7), às 14h30, as comissões de Trabalho; e de Direitos Humanos e Minorias realizam mesa-redonda sobre práticas contra sindicatos em desacordo com a Convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A reunião acontece no plenário 12.
Saúde do trabalhador
A Comissão de Trabalho pode votar Requerimento 47/11, do deputado Assis Melo (PCdoB-RS), para realização de audiência pública, com objetivo de debater as políticas públicas adotadas nos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador.
Outro requerimento em pauta é o de número 48/11, da deputada Flávia Morais (PDT-GO), para realização de audiência pública sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas.
Gorjeta
O colegiado pode votar PL 7.443/10, do Senado Federal, (no Senado PLS 471/2009), que acrescenta parágrafos 4º a 6º ao artigo 457 CLT, para tipificar a apropriação indébita de gorjeta. A matéria tem como relator o deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), cujo parecer é pela aprovação da matéria.
Contribuição sindical
A Comissão pode votar ainda o PL 6.688/09, do Senado Federal (no Senado, PLS 281/2008), que altera dispositivos da CLT para fixar prazo para recolhimento da contribuição sindical. O relator da matéria, deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) ofereceu parecer pela aprovação da iniciativa.
De acordo com o projeto, fica o dia 5 de abril de cada ano como data para o recolhimento da contribuição sindical dos empregados e trabalhadores avulsos.
A comissão se reúne às 10h, desta quarta-feira (8) no plenário 12.
Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio
Cooperativas dos profissionais de Saúde
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio pode votar o PL 318/11, do deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), que regulamenta o exercício da atividade das Cooperativas de Profissionais da Saúde. O relator, deputado Giacobo (PR-PR) ofereceu parecer pela aprovação da matéria.
A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (8), às 9h no plenário 5.
Comissão de Seguridade Social e Família
Saúde dos trabalhadores ferroviários
A Comissão de Seguridade Social e Família realiza audiência pública sobre a situação do Serviço Social das Estradas de Ferro e o plano de saúde dos ferroviários. Foram convidados o diretor-executivo do Serviço Social das Estradas de Ferro, Jorge Moura; o diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores Ferroviários, João Morais; os presidentes da Federação Nacional Independente dos Trabalhadores sobre Trilhos, Jerônimo Neto; e da Associação Mútua Auxiliadora dos Empregados da Estrada de Ferro Leopoldina, Raimundo de Araújo.
A reunião vai ser, nesta terça-feira (7), às 14h30, no plenário 7.
Braskem: segurança dos trabalhadores
Está na pauta da Comissão de Seguridade Social e Família Requerimento 50/11 para realização de audiência pública para avaliar a segurança dos trabalhadores da empresa Braskem, e as condições do vazamento de cloro que vitimou 130 pessoas.
Perícia médica
Outro requerimento em pauta é o 51/11, para realização de audiência pública, em data a ser oportunamente marcada, com o objetivo de discutir o modelo de realização de perícia médica, adotado atualmente pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), para fins de concessão do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).
O colegiado se reúne, nesta quarta-feira (8), às 9h30, no plenário 7.
Comissão Especial
Reforma política
A Comissão Especial sobre a Reforma Política realiza, nesta terça-feira (7), debates a respeito de domicílio eleitoral, tempo de filiação partidária e fidelidade partidária.
A reunião vai ser no plenário 11, às 14h.