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Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

Região

Variação de preço em fevereiro

      Preço médio do metro quadrado

São Paulo
      1,3%
      R$ 6.215
Rio de Janeiro
      1,3%
      R$ 7.687
Belo Horizonte
      1,5%
      R$ 4.616
Distrito Federal
      1,5%
      R$ 7.965
Salvador
      2,1%
      R$ 3.686
Fortaleza
      0,8%
      R$ 4.384
Recife
      3,2%
      R$ 5.015
Composto Nacional
      1,5%
      R$ 6.356

O metro quadrado dos imóveis nas principais capitais do país ficou, em média, 1,5% mais caro em fevereiro, segundo dados divulgados nesta domingo (4) pela Fipe. A taxa é superior à registrada em janeiro, de 1,1%. Em 12 meses, os preços já acumulam alta média de 24,8%.
 
A maior variação no preço do metro quadrado entre as seis capitais pesquisadas mais o Distrito Federal foi registrada no Recife, onde a alta média foi de 3,2% no mês passado. Na capital pernambucana, os preços dos imóveis já subiram em média 36,6% nos últimos 12 meses.
 
De acordo com o levantamento, o preço médio do metro quadrado nos locais pesquisados ficou entre R$ 7.965, no Distrito Federal, e R$ 3.686 em Salvador. Em São Paulo, foi de R$ 6.215 e no Rio de Janeiro, R$ 7.687. Na média das 7 regiões, o valor do metro quadrado anunciado foi de R$ 6.356.
 
Rio e São Paulo
Nas duas maiores cidades do país, a alta dos preços ficou abaixo da média de todas as regiões pela primeira vez desde fevereiro de 2010. Tanto em São Paulo quanto no Rio, o preço do metro quadrado subiu, em média, 1,3%.
 
O Leblon permanece com o maior preço por metro quadrado entre os bairros do Rio de Janeiro, a R$ 17.358, seguido por Ipanema (R$ 16.072) e Lagoa (R$ 14.283). Já em São Paulo os bairros mais caros são Ibirapuera/Vila Nova Conceição, onde o preço médio do metro quadrado é de R$ 9.758, Jardim Paulistano (R$ 8.675) e Chácara Itaim (R$ 8.251).
Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

China limita a 7,5% sua meta de crescimento econômico em 2012

A China tem uma meta de crescimento econômico de 7,5% este ano, abaixo dos 8% fixados para 2011, segundo informe governamental que o premier, Wen Jiabao, apresentará ao Parlamento esta segunda-feira.
 
A China costuma exceder sua meta anual de crescimento, anunciada todo mês de março. A maioria dos economistas prevê que o PIB chinês crescerá entre 8% e 8,5% este ano. Em 2011, o crescimento chinês foi de 9,2% e em 2010, alcançou 10,4%.
 
A redução da meta é um reconhecimento de que a segunda economia do mundo está reduzindo o ritmo, uma vez que a crise da dívida na zona do euro e a lenta recuperação dos Estados Unidos afetam a demanda por exportações chinesas.
 
O país também estabeleceu sua meta de inflação em 4% em 2012, percentual inalterado desde o ano passado, depois que os preços ao consumidor dispararam 5,4% em todo o ano de 2011.
 
A reunião de 10 dias do Congresso Nacional do Povo, no Grande Hall do Povo, em Pequim, começa com um discurso do “estado da nação”, pronunciado por Wen, que então anunciará as prioridades do governo para 2012.
Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

Segunda maior cidade de MT busca liberação de R$ 110 milhões do PAC 2

O prefeito de Várzea Grande, Sebastião Gonçalves (PSD), afirmou que vai buscar cerca de R$ 110 milhões em recursos junto ao governo federal para conseguir realizar as obras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no município da região metropolitana de Cuiabá.
 
Nesta semana, o prefeito anunciou a abertura de dois editais para as obras do chamado PAC 1, que foram suspensas em 2009 por supostas irregularidades em licitações. Ao todo, oito editais, orçados em R$ 70 milhões, devem ser lançados até o final do mês de abril deste ano, conforme declarou o prefeito.
 
O chefe do executivo explicou que as obras do PAC 1 serão destinadas para melhorias em saneamento básico, abastecimento de água e urbanização de favelas em pelo menos 20 bairros.
 
Os antigos convênios do PAC1 foram feitos em 2007 e as obras deveriam ser executadas até dezembro do ano passado, prazo final estipulado pelo governo. No entanto, as obras do PAC em Várzea Grande foram paralisadas no dia 10 de agosto de 2009 após a Polícia Federal deflagrar a Operação Pacenas.
 
Onze pessoas chegaram a ser presas por suspeita de envolvimento em um esquema fraudulento de licitações. Entre os suspeitos estavam empresários da construção civil e funcionários públicos. Entretanto, o resultados obtidos pela operação foram cancelados após a Justiça Federal desconsiderar as escutas telefônicas como provas legais no processo criminal.
Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

TST cria programa nacional para evitar acidentes de trabalho

O Brasil registra quase sete mortes por dia em acidentes de trabalho. Nesta sexta-feira (2), no Rio, o Tribunal Superior do Trabalho lançou um programa nacional para reduzir esse número. Especialmente na construção civil.
 
Falta um ano para a inauguração e a obra do Maracanã parou. Os operários participaram da abertura do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
 
Bebeto e Ronaldo – ídolos do futebol – se juntaram às autoridades para incentivar o trabalho seguro. “É muito importante que eles tenham consciência do uso do equipamento de segurança”, afirma Ronaldo.
 
“Aqui foi somente o início, vai servir para o país todo”, opina Bebeto.
 
“Nós queremos expandir a prática desse atos públicos como forma de educação dos trabalhadores e empresários para a necessidade de prevenção dos acidentes de trabalho”, explica João Oreste Dalazen, ministro do TST.
 
Um operário da construção civil tem três vezes mais risco de se envolver num acidente fatal do que qualquer outro trabalhador brasileiro.
 
Em 2010, foram 54 mil acidentes. Quase 20% de todos os acidentes de trabalho na indústria.
 
No Rio, foi criada uma espécie de selo de qualidade para quem dá exemplo de segurança. Em uma obra que visitamos, os avisos não deixam ninguém esquecer da proteção. Todos usam capacetes, óculos, luvas , gancho, cintos.
 
Além do equipamento de proteção individual, a obra tem também equipamentos de proteção coletiva. A área do fosso do elevador, por exemplo, fica cercada e coberta para evitar acidentes.
 
É assim em todo o prédio. O treinamento é diário. Aos poucos, vai mudando o hábito dos trabalhadores.
 
“Como nós viemos inteiros, é necessário que nós retornemos inteiros para o nosso lar”, diz um operário.
Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

Mudanças podem criar 2 milhões de empregos, prevê empresário

As alterações nas modalidades de contratação do setor de serviços, em elaboração pelo governo Dilma Rousseff, podem resultar na criação de 2 milhões de empregos e representam uma modernização das leis trabalhistas. A avaliação é do presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Júnior, que submeteu estudos sobre o tema ao governo.

‘Vivemos um momento de completa falta de mão de obra e temos um exército de jovens em casa’, afirmou. ‘O Brasil está perdendo oportunidade de aumentar a renda familiar sem pressionar a inflação. Estamos perdendo muito como sociedade por não termos feito essa mudança até agora.’

Segundo Solmucci, nenhum serviço de buffet do País consegue manter uma equipe 100% legalizada com as normas existentes hoje. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite a contratação por algumas horas apenas, mas desde que seja todos os dias no mesmo horário. O mesmo trabalhador não pode, por exemplo, atuar em um coquetel na noite de quarta-feira e num almoço no dia seguinte.

Flexibilização da CLT

Na avaliação do deputado Laércio Oliveira (PR-SE), presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Setor de Serviços, as propostas do governo para flexibilização da CLT podem ser aprovadas, mas enfrentarão resistência de representantes de sindicatos no Congresso. São 323 deputados ligados à Frente.

‘Temos a necessidade de fazer uma nova CLT’, afirmou o parlamentar, que também é vice-presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNC). ‘Conseguimos destravar muita coisa permitindo a flexibilização das relações de trabalho, não existiam setores como petróleo e gás e tecnologia da informação na época do decreto da CLT.’

Importação. As mudanças nas regras de contratação de trabalhadores não são as únicas previstas no Plano Brasil Maior para o setor.

Medidas do governo

O governo também estuda medidas de estímulo a exportações de serviços e pode até cortar impostos na importação de máquinas e equipamentos sem similar nacional, para estimular a vinda de parques temáticos, museus e aquários ao Brasil.

‘São equipamentos com muita tecnologia embarcada, que não são fabricados aqui e precisam de uma política de incentivo para que os parques atuais possam adquirir lá fora e trazer pra cá’, afirmou o secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão.

Outra medida ainda em estudo no governo é a desoneração da contribuição patronal sobre a folha de pagamento, que hoje passa por uma experiência-piloto de alguns setores, como call centers.

As equipes técnicas do Plano Brasil Maior – a política industrial do governo Dilma – devem analisar, nos próximos meses, os prós e contras do experimento e a partir daí sugerir novos setores à Receita Federal.