por master | 24/02/12 | Ultimas Notícias
Em janeiro, Londrina gerou 1.576 novas vagas de emprego. No comparativo com dezembro, o número representa aumento de 1,04%, que supera o crescimento de Curitiba (0,61%), do Paraná (0,59%) e até mesmo do Brasil (0,31%). Em relação a janeiro de 2011, quando o município criou 1.041 novos empregos, o desempenho foi 51,4% superior. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho.
A exemplo do País, o destaque de Londrina foi o setor de serviços, com 1.216 vagas formais, o que representa incremento de 1,74% em relação a dezembro do ano passado. Em segundo lugar está a indústria de transformação, com 204 postos com carteira assinada e crescimento de 0,74%. A construção civil ficou na sequência, com a criação de 150 novos empregos em janeiro e crescimento de 1,33% ante o mês anterior.
A economista Lenina Formaggi, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), explica que o setor de serviços está ligado ao consumo interno e, quanto mais consolidado for este mercado, mais ele sustenta a atividade. ”O próprio consumo das famílias ajuda a manter a economia e, consequentemente, os níveis de emprego”, diz Lenina.
Segundo ela, o setor de ensino também influencia nos serviços devido à contratação de professores e demais funcionários para o início do ano letivo. ”Ainda não temos os dados deste segmento, mas sabemos que ele também tem participação”, afirma.
por master | 24/02/12 | Ultimas Notícias
O custo da construção registrou alta menor em fevereiro, em comparação com o mês anterior.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) teve variação de 0,42% neste mês, frente a 0,67% em janeiro.
No ano, o índice acumula alta de 1,09%, e em 12 meses o avanço é de 7,93%.
A menor alta foi causada pelo grupo Mão de Obra, que subiu 0,43% em fevereiro, ante 0,98% no mês anterior.
Em Belo Horizonte, esse grupo teve sua taxa passando de 8,38% para 2,52%, com o fim do efeito do reajuste anual de salários.
Segundo a FGV, em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo os salários tiveram pequenas variações.
Por sua vez, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,32%, sendo que no mês anterior, a taxa havia sido de 0,27%.
E os serviços, no sentido contrário, tiveram taxa de 0,73% em fevereiro, frente a 0,69% em janeiro.
por master | 24/02/12 | Ultimas Notícias
Chega ao fim à meia-noite deste sábado (25) mais uma edição (37ª) — do horário de verão brasileiro, em vigor desde 16 de outubro. Com isso, o sábado terá duas meias-noites e 25 horas para quem mora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal.
Conforme estimativas da Copel, no Paraná a medida traduziu-se na redução de 5% nos níveis máximos de demanda por energia elétrica durante o período crítico do dia — o chamado “horário de ponta”, que se dá entre 18 e 21 horas (durante o horário de verão, das 19 às 22 horas). Isso corresponde a dispensar a adição de 215 megawattts de potência no sistema elétrico estadual durante as horas de maior consumo simultâneo, o que equivale à demanda máxima de Londrina e sua região metropolitana. Ou, ainda, a duas vezes a demanda na ponta de todo o Litoral durante o verão.
Consumo — Diferentemente do que muita gente pensa, a principal finalidade do horário de verão não é reduzir o consumo de eletricidade, mas distribuir de maneira mais racional a elevação da demanda das diversas classes consumidoras durante o horário de ponta, aliviando as condições de operação de instalações como usinas geradoras, subestações e linhas de transmissão.
A lógica da medida é simples: o adiantamento dos relógios em uma hora cria uma defasagem entre as curvas máximas de demanda de algumas classes de usuários, que deixam de se sobrepor e criam uma relativa folga operacional ao sistema elétrico. Por exemplo, a ativação do sistema de iluminação pública (cujas lâmpadas acendem automaticamente ao escurecer, independentemente da hora do dia) só acontece depois de encerrado o expediente na maior parte dos escritórios e de superado o momento de maior demanda nas residências.
Conforme dispõe o Decreto 6.558/2008, a próxima edição da medida começará à zero hora de 21 de outubro – o terceiro domingo do mês.
por master | 24/02/12 | Ultimas Notícias
Em janeiro deste ano, o Paraná criou 14.653 empregos formais, o equivalente ao crescimento de 0,59% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada no mês anterior. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base no Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged).
Em termos absolutos, esse desempenho é o segundo melhor de toda a série histórica do Caged para o período, sendo superado pelo ocorrido em 2011 (+14.954 postos). Os setores de atividade que mais contribuíram para este resultado foram Serviços (+7.811 postos), Indústria de Transformação (+3.941 postos) e Construção Civil (+3.819 postos).
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, no acumulado dos últimos doze meses, o montante de empregos gerados atingiu 121.988 postos de trabalho, correspondendo a um aumento de 5,10%. Este resultado, em termos absolutos e relativos, foi o melhor da Região Sul.
A Região Metropolitana de Curitiba registrou acréscimo de 5.647 empregos formais em relação ao estoque do mês anterior (+0,56%). Em Curitiba foram gerados 4.237 postos formais de trabalho, 0,61% a mais o mês anterior.
No mesmo período, no Brasil foram criados 118.895 empregos com carteira assinada, o que representa queda de 21,82% frente ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 152.091 de vagas formais. (AE)
por master | 24/02/12 | Ultimas Notícias