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Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

O preço da alimentação fora de casa em Curitiba ficou 16,20% mais caro em 2011. Essa foi a maior alta encontrada pela Pesquisa Refeição Assert – Preço Médio 2012, feita pelo Instituto Análise para a Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Coletiva para o Trabalhador (Assert). Foram coletados 4.484 preços em restaurantes que aceitam no mínimo uma marca de tíquete alimentação nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, Brasília e município de Goiânia.

Em Curitiba o valor médio de uma refeição fora de casa é de R$ 21,34, considerando a média dos valores cobrados para a o comercial/prato feito, sef service (preço por quilo e fixo), a la carte e executivo. A média nacional foi de 10,49%.

O valor de Curitiba é o sexto menor valor entre as regiões pesquisadas. Atrás de Fortaleza (R$ 17,01), Porto Alegre R$ 19,69, Recife (R$ 19,73), Belo Horizonte (R$ 20,41), Cuiaba (R$ 21,04), Salvador (R$ 21,17)

A justificativa para o aumento de Curitiba está na própria evolução de preços. A inflação da capital paranaense foi a mais alta entre as regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na apuração do Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA). O índice geral do IPCA de 2011 fechou em 6,5% no Brasil. Curitiba teve o maior IPCA com 7,13% e Belém o menor, com 4,74%.
Neste ano, o valor médio das refeições no Brasil ficou em R$ 22,37. Comercial/prato feito R$ 13,07, Self Service R$ 16,50 Self Service por quilo R$ 17,51 e Self Service fixo R$ 15,49 Executivo R$ 26,92 e a la carte R$ 32,98.

O item alimentação e bebidas foi o que mais contribuiu para o aumento do índice com 7,18% do peso total e variação de 1,69 pontos porcentuais frente aos 10,39% apresentados no ano anterior. O grupo foi responsável por 23,46% do orçamento das famílias. O segmento de Alimentos e bebidas representa 1,69 ponto porcentual do IPCA e teve peso de 26%.
Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

Caixa libera R$ 5,9 bi para habitação no PR

Montante é 22% maior do que em 2010; metade dos recursos foram para o Programa Minha Casa, Minha Vida II


Financiamento habitacional atendeu mais de 40,7 mil famílias de baixa renda no Estado
 
A Caixa Econômica Federal fechou o ano de 2011 com a concessão de R$ 5,950 bilhões em volume concedido de crédito imobiliário no Paraná. O montante foi 22% maior do que em 2010 e atendeu 75.897 famílias. Metade dos recursos foram destinados para o Programa Minha Casa Minha Vida II para realizar financiamento habitacional a 40.744 famílias.

O crescimento do crédito imobiliário foi maior no Paraná do que no Brasil, que cresceu 5% e chegou a R$ 80 bilhões. De acordo com o gerente regional da Caixa, José Amilcar de Lucca Junior, o banco pretende liberar em 2012, no mínimo, o mesmo volume de recursos do ano passado para o Estado.

Segundo ele, o crescimento no Paraná foi maior que no Brasil em função da procura pelo PMCMV, à ”ebulição” do mercado imobiliário que teve vários lançamentos, ao crescimento da renda da população e ao pleno emprego que vem se tornando realidade no Estado. Além disso, ele acredita que o Feirão da Caixa, que aconteceu em maio do ano passado, também contribuiu para o resultado. ”As construtoras também têm investido mais no programa porque sabem que há demanda”, disse.

No PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 56.172 unidades, representando um investimento de R$ 3,47 bilhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 40.744 unidades, no valor total de R$ 2,94 bilhões.

Em Curitiba, o crescimento do crédito imobiliário foi de 24% e atingiu R$ 2,120 bilhões contra R$ 1,7 bilhão em 2010. Foram financiados 27.305 imóveis, sendo 9.046 para o PMCMV que recebeu recursos de R$ 720 milhões ou quase 34% do total. Ele explicou que, como a renda da população é maior em Curitiba, a participação do PMCMV foi menor até porque são permitidos contratos só para imóveis novos de até R$ 150 mil e o valor dos apartamentos subiu muito na Capital.
Na Capital, no PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 13.526 unidades, representando um investimento de R$ 886,3 milhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 9.046 unidades, no valor total de R$ 720 milhões.

Segundo ele, hoje a Caixa utiliza recursos da poupança (49%) e do FGTS (50%) para o crédito imobiliário. No ano passado, a captação de poupança do banco chegou a R$ 10,9 bilhões no Estado. Segundo ele, a previsão é que os recursos da poupança durem mais três ou quatro anos. O governo federal já estuda outras alternativas para substituir a poupança como alterar o compulsório dos bancos ou utilizar Letras de Crédito Imobiliário (LCI) – título lastreado pelos financiamentos.

Lucca Junior destacou que o nível de inadimplência nos contratos habitacionais tem se mantido na faixa de 1,7% desde 2009 e é considerado baixo. Hoje, o maior volume de contratos (45%) é realizado para pessoas que têm até 35 anos e que estão saindo de casa e constituindo família.
A Caixa tem participação de 73,8% no mercado nacional de crédito imobiliário. O banco fechou 2010 com um lucro líquido de R$ 5,2 bilhões, o que representou um crescimento de 37%.

Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

Caixa libera R$ 5,9 bi para habitação no PR

Montante é 22% maior do que em 2010; metade dos recursos foram para o Programa Minha Casa, Minha Vida II


Financiamento habitacional atendeu mais de 40,7 mil famílias de baixa renda no Estado
 
A Caixa Econômica Federal fechou o ano de 2011 com a concessão de R$ 5,950 bilhões em volume concedido de crédito imobiliário no Paraná. O montante foi 22% maior do que em 2010 e atendeu 75.897 famílias. Metade dos recursos foram destinados para o Programa Minha Casa Minha Vida II para realizar financiamento habitacional a 40.744 famílias.

O crescimento do crédito imobiliário foi maior no Paraná do que no Brasil, que cresceu 5% e chegou a R$ 80 bilhões. De acordo com o gerente regional da Caixa, José Amilcar de Lucca Junior, o banco pretende liberar em 2012, no mínimo, o mesmo volume de recursos do ano passado para o Estado.

Segundo ele, o crescimento no Paraná foi maior que no Brasil em função da procura pelo PMCMV, à ”ebulição” do mercado imobiliário que teve vários lançamentos, ao crescimento da renda da população e ao pleno emprego que vem se tornando realidade no Estado. Além disso, ele acredita que o Feirão da Caixa, que aconteceu em maio do ano passado, também contribuiu para o resultado. ”As construtoras também têm investido mais no programa porque sabem que há demanda”, disse.

No PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 56.172 unidades, representando um investimento de R$ 3,47 bilhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 40.744 unidades, no valor total de R$ 2,94 bilhões.

Em Curitiba, o crescimento do crédito imobiliário foi de 24% e atingiu R$ 2,120 bilhões contra R$ 1,7 bilhão em 2010. Foram financiados 27.305 imóveis, sendo 9.046 para o PMCMV que recebeu recursos de R$ 720 milhões ou quase 34% do total. Ele explicou que, como a renda da população é maior em Curitiba, a participação do PMCMV foi menor até porque são permitidos contratos só para imóveis novos de até R$ 150 mil e o valor dos apartamentos subiu muito na Capital.
Na Capital, no PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 13.526 unidades, representando um investimento de R$ 886,3 milhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 9.046 unidades, no valor total de R$ 720 milhões.

Segundo ele, hoje a Caixa utiliza recursos da poupança (49%) e do FGTS (50%) para o crédito imobiliário. No ano passado, a captação de poupança do banco chegou a R$ 10,9 bilhões no Estado. Segundo ele, a previsão é que os recursos da poupança durem mais três ou quatro anos. O governo federal já estuda outras alternativas para substituir a poupança como alterar o compulsório dos bancos ou utilizar Letras de Crédito Imobiliário (LCI) – título lastreado pelos financiamentos.

Lucca Junior destacou que o nível de inadimplência nos contratos habitacionais tem se mantido na faixa de 1,7% desde 2009 e é considerado baixo. Hoje, o maior volume de contratos (45%) é realizado para pessoas que têm até 35 anos e que estão saindo de casa e constituindo família.
A Caixa tem participação de 73,8% no mercado nacional de crédito imobiliário. O banco fechou 2010 com um lucro líquido de R$ 5,2 bilhões, o que representou um crescimento de 37%.

Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Londrina 627 investigações estão em andamento. A maior parte trata do descumprimento da legislação relativa ao ambiente de trabalho, que traz riscos à saúde e à segurança do trabalhador, sujeito a acidentes e doenças profissionais.

Outras investigações dizem respeito a excesso na jornada de trabalho, falta de registro em carteira, salários e benefícios trabalhistas, discriminação, fraudes na administração pública, infrações sindicais, trabalho infantil, entre outros.

O Ministério Público do Trabalho de Londrina foi instalado em 2005 e atende 81 municípios, entre eles Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Rolândia e Porecatu.

Na época, foram enviados para Londrina pouco mais de 300 procedimentos que estavam em andamento em Curitiba. Com a nova unidade, a demanda aumentou. Só em 2011, foram instauradas 504 novas investigações, firmados 77 termos de ajustamento de conduta com empresas que cometeram irregularidades, realizadas 420 audiências e ajuizadas 55 novas ações na Justiça do Trabalho.

Atuação

O MPT destaca sua atuação em Londrina em dois setores, com vistas no ambiente de trabalho e na saúde do trabalhador: em marmorarias e em empresas que fabricam ou reaproveitam baterias com a manipulação de chumbo. O órgão afirma ter atuado de maneira efetiva também em relação ao cumprimento da Lei da Cota Aprendizagem, que determina que médias e grandes empresas contratem de 5% a 15% de aprendizes. No total, foram abertas 150 investigações.

Nova sede

O MPT inaugura hoje sua sede própria, em Londrina, localizada na Rua Dom João VI. Estarão presentes o Procurador-Geral do MPT em âmbito nacional, Luís Camargo, o chefe do MPT no Paraná, Ricardo Bruel da Silveira, procuradores, juízes e autoridades locais e regionais.

A nova sede é um imóvel próprio da União, que já foi usado pelo Departamento do Café, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho do Paraná. A União repassou o imóvel para o MPT em 2009. O trabalho de readequação do prédio começou em 2010 e e foi concluído em 2011.
 
Alimentação fora de casa, Custo sobe 16,20% em Curitiba

MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Londrina 627 investigações estão em andamento. A maior parte trata do descumprimento da legislação relativa ao ambiente de trabalho, que traz riscos à saúde e à segurança do trabalhador, sujeito a acidentes e doenças profissionais.

Outras investigações dizem respeito a excesso na jornada de trabalho, falta de registro em carteira, salários e benefícios trabalhistas, discriminação, fraudes na administração pública, infrações sindicais, trabalho infantil, entre outros.

O Ministério Público do Trabalho de Londrina foi instalado em 2005 e atende 81 municípios, entre eles Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Rolândia e Porecatu.

Na época, foram enviados para Londrina pouco mais de 300 procedimentos que estavam em andamento em Curitiba. Com a nova unidade, a demanda aumentou. Só em 2011, foram instauradas 504 novas investigações, firmados 77 termos de ajustamento de conduta com empresas que cometeram irregularidades, realizadas 420 audiências e ajuizadas 55 novas ações na Justiça do Trabalho.

Atuação

O MPT destaca sua atuação em Londrina em dois setores, com vistas no ambiente de trabalho e na saúde do trabalhador: em marmorarias e em empresas que fabricam ou reaproveitam baterias com a manipulação de chumbo. O órgão afirma ter atuado de maneira efetiva também em relação ao cumprimento da Lei da Cota Aprendizagem, que determina que médias e grandes empresas contratem de 5% a 15% de aprendizes. No total, foram abertas 150 investigações.

Nova sede

O MPT inaugura hoje sua sede própria, em Londrina, localizada na Rua Dom João VI. Estarão presentes o Procurador-Geral do MPT em âmbito nacional, Luís Camargo, o chefe do MPT no Paraná, Ricardo Bruel da Silveira, procuradores, juízes e autoridades locais e regionais.

A nova sede é um imóvel próprio da União, que já foi usado pelo Departamento do Café, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho do Paraná. A União repassou o imóvel para o MPT em 2009. O trabalho de readequação do prédio começou em 2010 e e foi concluído em 2011.