NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Greve faz bancos limitarem valor de saque

Greve faz bancos limitarem valor de saque

Os bancos começaram a limitar o valor dos saques no autoatendimento e nos caixas convencionais por conta da greve dos vigilantes do transporte de valores que começou na última quarta-feira. O objetivo é evitar o desabastecimento. A Caixa Econômica Federal determinou que cada cliente poderá sacar R$ 700 por dia nos caixas eletrônicos e R$ 3 mil nos caixas físicos (boca do caixa). Antes, os limites eram de R$ 1 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 
A Caixa informou, através da assessoria de imprensa, que a medida vale para as 80 agências de Curitiba e Região Metropolitana. No restante do Estado, as agências estão operando normalmente. Mas, segundo o banco, os valores de saques podem ser alterados de acordo com o numerário disponível. A Caixa está orientando os clientes a procurarem as lotéricas que mantiveram, por enquanto, o valor de saque diário em R$ 1 mil. 
O Banco do Brasil também começou a limitar os saques. Algumas agências de Curitiba estabeleceram o valor diário de R$ 1 mil para o autoatendimento e de R$ 2 mil para os caixas físicos. Segundo o banco, a medida não é generalizada para todas as agências da Capital. Isso será uma decisão administrativa de cada uma conforme a necessidade. 
O banco HSBC informou que tudo está funcionando normalmente e que não há ainda limites para saques. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclareceu através de nota, que lamenta que o sindicato dos trabalhadores tenha lançado mão da greve, sem esgotar os caminhos da negociação coletiva. Segundo a nota, esta postura prejudica os usuários dos serviços bancários e não ajuda nos entendimentos trabalhistas. A Febraban espera que a questão seja rapidamente solucionada para evitar maiores transtornos à população. 
Ainda segundo a federação, os bancos esperam uma rápida solução do conflito, para que o atendimento ao público não seja prejudicado. Esclareceu ainda que os bancos têm à disposição dos clientes e usuários redes de agências e correspondentes, bem como meios virtuais de atendimento. 
A greve não afeta apenas os serviços bancários. Também ficam suspensas a coleta e distribuição de dinheiro em casas lotéricas e grandes redes varejistas. 
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sineesfort-PR), Paulo Sérgio Gomes, disse que a adesão dos trabalhadores ainda estava mantida em 100% em todo o Estado. Segundo ele, ontem já havia falta de dinheiro em postos de atendimento bancários (PABs) localizados em alguns pontos da cidade como em shoppings centers. 
A categoria reinvidica reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias. 
Ontem, no final da tarde o Sindicato das Empresas de Transporte de Valores do Paraná, apresentou uma proposta de reajuste salarial para os trabalhadores que inclui aumento de 7,13% e elevação do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 18. A proposta foi amplamente rejeitada em assembleias que aconteceram no início da noite de ontem em todo o Estado. Com isso, a greve continua por tempo indeterminado.
Greve faz bancos limitarem valor de saque

Greve faz bancos limitarem valor de saque

Os bancos começaram a limitar o valor dos saques no autoatendimento e nos caixas convencionais por conta da greve dos vigilantes do transporte de valores que começou na última quarta-feira. O objetivo é evitar o desabastecimento. A Caixa Econômica Federal determinou que cada cliente poderá sacar R$ 700 por dia nos caixas eletrônicos e R$ 3 mil nos caixas físicos (boca do caixa). Antes, os limites eram de R$ 1 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 
A Caixa informou, através da assessoria de imprensa, que a medida vale para as 80 agências de Curitiba e Região Metropolitana. No restante do Estado, as agências estão operando normalmente. Mas, segundo o banco, os valores de saques podem ser alterados de acordo com o numerário disponível. A Caixa está orientando os clientes a procurarem as lotéricas que mantiveram, por enquanto, o valor de saque diário em R$ 1 mil. 
O Banco do Brasil também começou a limitar os saques. Algumas agências de Curitiba estabeleceram o valor diário de R$ 1 mil para o autoatendimento e de R$ 2 mil para os caixas físicos. Segundo o banco, a medida não é generalizada para todas as agências da Capital. Isso será uma decisão administrativa de cada uma conforme a necessidade. 
O banco HSBC informou que tudo está funcionando normalmente e que não há ainda limites para saques. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclareceu através de nota, que lamenta que o sindicato dos trabalhadores tenha lançado mão da greve, sem esgotar os caminhos da negociação coletiva. Segundo a nota, esta postura prejudica os usuários dos serviços bancários e não ajuda nos entendimentos trabalhistas. A Febraban espera que a questão seja rapidamente solucionada para evitar maiores transtornos à população. 
Ainda segundo a federação, os bancos esperam uma rápida solução do conflito, para que o atendimento ao público não seja prejudicado. Esclareceu ainda que os bancos têm à disposição dos clientes e usuários redes de agências e correspondentes, bem como meios virtuais de atendimento. 
A greve não afeta apenas os serviços bancários. Também ficam suspensas a coleta e distribuição de dinheiro em casas lotéricas e grandes redes varejistas. 
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sineesfort-PR), Paulo Sérgio Gomes, disse que a adesão dos trabalhadores ainda estava mantida em 100% em todo o Estado. Segundo ele, ontem já havia falta de dinheiro em postos de atendimento bancários (PABs) localizados em alguns pontos da cidade como em shoppings centers. 
A categoria reinvidica reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias. 
Ontem, no final da tarde o Sindicato das Empresas de Transporte de Valores do Paraná, apresentou uma proposta de reajuste salarial para os trabalhadores que inclui aumento de 7,13% e elevação do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 18. A proposta foi amplamente rejeitada em assembleias que aconteceram no início da noite de ontem em todo o Estado. Com isso, a greve continua por tempo indeterminado.
Greve faz bancos limitarem valor de saque

Escassez de mão de obra adia inauguração de shopping em Curitiba

A falta de mão de obra na construção civil resultou em adiamento de seis meses da inauguração do Pátio Batel, shopping que está sendo erguido em Curitiba, orçado em R$ 280 milhões. Em vez de setembro de 2012, como estava previsto, para aproveitar as vendas de fim de ano, as portas serão abertas em março de 2013.
 
O Pátio Batel pertence ao Grupo Soifer, do empresário Salomão Soifer, dono do primeiro shopping da capital paranaense, o Mueller. Em nota distribuída hoje, o engenheiro civil Eugênio Reichman informa que no canteiro de obras trabalham atualmente 400 pessoas, quando o ideal seria ter o dobro.
 
‘Temos feito todo esforço possível para contratar o contingente necessário’, contou. ‘Muitos dos nossos colaboradores atuais tivemos que buscar no interior do Paraná e de Santa Catarina.’ Segundo ele, além dos empregos diretos, o empreendimento gera outros 1,5 mil indiretos. Além da etapa da construção, falta gente também para instalações e acabamento.
 
O Pátio Batel terá nove pavimentos, sendo cinco dedicados a estacionamento. ‘Quando recebemos essa análise técnica, semana passada, que não poderíamos ter a mão de obra qualificada para atingirmos esse objetivo, tomamos essa decisão de comunicar ao mercado e a cidade de Curitiba’, explicou Soifer.
 
O empresário também tem participações em negócios nas áreas de logística, turismo, tratamento de resíduos e criação de cavalos. Quando lançou o empreendimento, no ano passado, Soifer prometeu trazer marcas internacionais que não estavam presentes no Sul do país. O terreno do Pátio Batel ele comprou há 25 anos.
 
Greve faz bancos limitarem valor de saque

Escassez de mão de obra adia inauguração de shopping em Curitiba

A falta de mão de obra na construção civil resultou em adiamento de seis meses da inauguração do Pátio Batel, shopping que está sendo erguido em Curitiba, orçado em R$ 280 milhões. Em vez de setembro de 2012, como estava previsto, para aproveitar as vendas de fim de ano, as portas serão abertas em março de 2013.
 
O Pátio Batel pertence ao Grupo Soifer, do empresário Salomão Soifer, dono do primeiro shopping da capital paranaense, o Mueller. Em nota distribuída hoje, o engenheiro civil Eugênio Reichman informa que no canteiro de obras trabalham atualmente 400 pessoas, quando o ideal seria ter o dobro.
 
‘Temos feito todo esforço possível para contratar o contingente necessário’, contou. ‘Muitos dos nossos colaboradores atuais tivemos que buscar no interior do Paraná e de Santa Catarina.’ Segundo ele, além dos empregos diretos, o empreendimento gera outros 1,5 mil indiretos. Além da etapa da construção, falta gente também para instalações e acabamento.
 
O Pátio Batel terá nove pavimentos, sendo cinco dedicados a estacionamento. ‘Quando recebemos essa análise técnica, semana passada, que não poderíamos ter a mão de obra qualificada para atingirmos esse objetivo, tomamos essa decisão de comunicar ao mercado e a cidade de Curitiba’, explicou Soifer.
 
O empresário também tem participações em negócios nas áreas de logística, turismo, tratamento de resíduos e criação de cavalos. Quando lançou o empreendimento, no ano passado, Soifer prometeu trazer marcas internacionais que não estavam presentes no Sul do país. O terreno do Pátio Batel ele comprou há 25 anos.