por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
No levantamento anterior, feito no terceiro trimestre de 2011, a porcentagem de empresários brasileiros com planos de aumentar os salários era de 74%.
Sindicalistas acreditam que as negociações serão positivas neste ano
No Brasil, 92% dos empresários pretendem aumentar o salário de seus funcionários em 2012, número significativamente acima da média global de 66%.
Os dados são do International Business Report da Grant Thornton, pesquisa feita com mais de 11 mil empresas de 40 países.
No levantamento anterior, feito no terceiro trimestre de 2011, a porcentagem de empresários brasileiros com planos de aumentar os salários era de 74%.
O número de empregadores que pretendem oferecer aumentos acima da inflação também foi maior este ano, subindo de 30% para 40% dos entrevistados.
No resto do mundo, os países mais otimistas quanto ao aumento salarial são Argentina (100%), México (98%) e Suécia (95%).
Entre os que apresentaram menor porcentagem de empresários dispostos a aumentar a remuneração dos funcionários estão a Grécia (4%) e o Japão (24%).
A Tailândia (78%) e o Peru (52%) registraram o maior número de empresas com planos de dar aumentos acima da inflação.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
Moacir Micheletto (PMDB-PR) estava sozinho quando bateu sua caminhonete numa rodovia no interior do Paraná. Assume o mandato o primeiro suplente da coligação, Odílio Balbinotti (PMDB-PR)
Peemedebista estava no sexto mandato como deputado. Foto: Brizza Cavalcanti/Agência Câmara
O deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), integrante da bancada ruralista na Câmara, morreu na tarde desta segunda-feira (30), por volta das 17h, em um acidente de trânsito no interior do Paraná. De acordo com informações de assessores, ele voltava para Assis Chateaubriand, cidade onde morava, de um sítio de sua propriedade em um município próximo. Nos próximos dias assume o mandato o primeiro suplente da coligação, Odílio Balbinotti (PMDB-PR).
O acidente ocorreu na rodovia PR-239, próximo à comunidade Santa Rita. Informações da polícia paranaense dão conta que Micheletto estava sozinho em seu carro, um Toyota Corolla, e, em uma curva, colidiu com uma caminhonete Toyota Hilux. Segundo a polícia, ele ficou preso às ferragens e morreu antes do socorro chegar.
Moacir Micheletto nasceu em Xanxerê (SC), em 1942. Engenheiro agrônomo, chegou ao oeste do Paraná em 1968, indo residir em Toledo. Depois, mudou-se para Assis Chateaubriand cinco anos depois. Filiado ao PMDB desde 1982, estava no sexto mandato como deputado federal. O primeiro foi entre 1991 e 1993, como membro do Congresso Revisor. Seu suplente é um dos maiores produtores de semente de soja do país. “É uma grande perda para a Câmara e para o PMDB”, disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
Moacir Micheletto (PMDB-PR) estava sozinho quando bateu sua caminhonete numa rodovia no interior do Paraná. Assume o mandato o primeiro suplente da coligação, Odílio Balbinotti (PMDB-PR)
Peemedebista estava no sexto mandato como deputado. Foto: Brizza Cavalcanti/Agência Câmara
O deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), integrante da bancada ruralista na Câmara, morreu na tarde desta segunda-feira (30), por volta das 17h, em um acidente de trânsito no interior do Paraná. De acordo com informações de assessores, ele voltava para Assis Chateaubriand, cidade onde morava, de um sítio de sua propriedade em um município próximo. Nos próximos dias assume o mandato o primeiro suplente da coligação, Odílio Balbinotti (PMDB-PR).
O acidente ocorreu na rodovia PR-239, próximo à comunidade Santa Rita. Informações da polícia paranaense dão conta que Micheletto estava sozinho em seu carro, um Toyota Corolla, e, em uma curva, colidiu com uma caminhonete Toyota Hilux. Segundo a polícia, ele ficou preso às ferragens e morreu antes do socorro chegar.
Moacir Micheletto nasceu em Xanxerê (SC), em 1942. Engenheiro agrônomo, chegou ao oeste do Paraná em 1968, indo residir em Toledo. Depois, mudou-se para Assis Chateaubriand cinco anos depois. Filiado ao PMDB desde 1982, estava no sexto mandato como deputado federal. O primeiro foi entre 1991 e 1993, como membro do Congresso Revisor. Seu suplente é um dos maiores produtores de semente de soja do país. “É uma grande perda para a Câmara e para o PMDB”, disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2721/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que possibilita a penhora de até 40% do valor recebido acima de 20 salários mínimos, para pagamento de condenação em ação trabalhista. Pelo texto, esse valor será calculado depois de efetuado os descontos de imposto de renda, contribuição para a Previdência Social e outros descontos compulsórios. Atualmente, a lei não permite a penhora de salário para pagamento de dívidas.
“A impenhorabilidade continuará absoluta apenas até 20 salários mínimos líquidos [R$ 12.440 em valores atuais]. Acima desse valor, 40% poderá ser penhorado”, explica o autor do projeto. Segundo Rodrigues, é difícil defender que um rendimento líquido de 20 salários mínimos seja considerado como integralmente de natureza alimentar.
Na opinião do parlamentar, a tradição jurídica que perpetua a impenhorabilidade dos salários é injusta e precisa ser combatida para proteger o trabalhador.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem – Oscar Telles
Edição – Natalia Doederlein
A matéria, que tramita em caráter conclusivo, será examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2721/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que possibilita a penhora de até 40% do valor recebido acima de 20 salários mínimos, para pagamento de condenação em ação trabalhista. Pelo texto, esse valor será calculado depois de efetuado os descontos de imposto de renda, contribuição para a Previdência Social e outros descontos compulsórios. Atualmente, a lei não permite a penhora de salário para pagamento de dívidas.
“A impenhorabilidade continuará absoluta apenas até 20 salários mínimos líquidos [R$ 12.440 em valores atuais]. Acima desse valor, 40% poderá ser penhorado”, explica o autor do projeto. Segundo Rodrigues, é difícil defender que um rendimento líquido de 20 salários mínimos seja considerado como integralmente de natureza alimentar.
Na opinião do parlamentar, a tradição jurídica que perpetua a impenhorabilidade dos salários é injusta e precisa ser combatida para proteger o trabalhador.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem – Oscar Telles
Edição – Natalia Doederlein
A matéria, que tramita em caráter conclusivo, será examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.