por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
O governo do Estado espera concluir esta semana as negociações com policiais civis e militares em torno dos detalhes para a implantação do chamado subsídio, que prevê a incorporação de gratificações e recomposição salarial das duas categorias. A ordem é fechar o quanto antes os entendimentos, para evitar novas demonstrações de descontentamento de setores da polícia, que culminaram na última semana em uma controversa operação em uma mansão da Capital que abrigaria um cassino clandestino e casa de prostituição, sem conhecimento da cúpula da Segurança Pública.
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Montante enviado por imigrantes para seus países de origem tem aumento de 58% entre 2007 e o ano passado
Remessas de bolivianos que vivem no Brasil só perdem para as do que moram na Espanha, na Argentina e nos EUA
DE SÃO PAULO
Ao mesmo tempo em que vê o retorno cada vez forte de brasileiros que viviam no exterior, o Brasil tem se tornado um polo de atração de mão de obra estrangeira.
Mesmo com a desaceleração da economia, os valores enviados pelos estrangeiros que vivem no país somaram US$ 812 milhões no ano passado, pouco abaixo do recorde (US$ 855 milhões) de 2010.
Na comparação com 2007, quando a economia global vivia tempos mais calmos e os países ricos eram mais atraentes para os imigrantes, a alta foi de 58%, segundo dados do Banco Central.
Os números, no entanto, levam em conta apenas o dinheiro que passa pelos canais oficiais.
Especialistas do setor afirmam que somente 40% das remessas passam pelas contas oficiais, já que a maioria dos estrangeiros opta por enviar dinheiro por meio de carta ou de parentes, buscando evitar, por exemplo, o pagamento de taxa para instituições financeiras.
Na média, de acordo com dados do Banco Mundial, um boliviano, por exemplo, que remetesse US$ 200 do Brasil para seu país de origem teria um custo de envio de 11,5% do montante.
Hoje em dia, com a combinação de retorno de brasileiros e chegada de estrangeiros, para cada US$ 2,4 que entram no país de remessas de trabalhadores, US$ 1 sai para o exterior.
Em 2004, a proporção era de US$ 15 entrando para cada US$ 1 que deixava o país.
VIZINHOS
O crescimento da economia brasileira e da presença de estrangeiros tem se refletido também nas contas de alguns países, especialmente da América do Sul.
Na Bolívia, o dinheiro que sai do Brasil representava 4,1% das remessas até o terceiro trimestre do ano passado (dado mais recente), atrás de Espanha, Argentina e EUA.
Nos nove primeiros meses de 2007, o Brasil era somente o 11º país que mais mandava dinheiro para a nação vizinha, e, de lá para cá, houve expansão de 986%, para US$ 31,5 milhões.
No Equador, as remessas vindas do Brasil não são tão significativas, mas crescem fortemente.
Também segundo dados até setembro do ano passado, o Brasil é a 21ª principal fonte de remessa, três postos acima do registrado em 2007.
Porém, nessa mesma comparação, o ingresso de remessas do Brasil teve forte expansão: 596%.
(ÁLVARO FAGUNDES E PATRÍCIA CAMPOS MELLO)
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Montante enviado por imigrantes para seus países de origem tem aumento de 58% entre 2007 e o ano passado
Remessas de bolivianos que vivem no Brasil só perdem para as do que moram na Espanha, na Argentina e nos EUA
DE SÃO PAULO
Ao mesmo tempo em que vê o retorno cada vez forte de brasileiros que viviam no exterior, o Brasil tem se tornado um polo de atração de mão de obra estrangeira.
Mesmo com a desaceleração da economia, os valores enviados pelos estrangeiros que vivem no país somaram US$ 812 milhões no ano passado, pouco abaixo do recorde (US$ 855 milhões) de 2010.
Na comparação com 2007, quando a economia global vivia tempos mais calmos e os países ricos eram mais atraentes para os imigrantes, a alta foi de 58%, segundo dados do Banco Central.
Os números, no entanto, levam em conta apenas o dinheiro que passa pelos canais oficiais.
Especialistas do setor afirmam que somente 40% das remessas passam pelas contas oficiais, já que a maioria dos estrangeiros opta por enviar dinheiro por meio de carta ou de parentes, buscando evitar, por exemplo, o pagamento de taxa para instituições financeiras.
Na média, de acordo com dados do Banco Mundial, um boliviano, por exemplo, que remetesse US$ 200 do Brasil para seu país de origem teria um custo de envio de 11,5% do montante.
Hoje em dia, com a combinação de retorno de brasileiros e chegada de estrangeiros, para cada US$ 2,4 que entram no país de remessas de trabalhadores, US$ 1 sai para o exterior.
Em 2004, a proporção era de US$ 15 entrando para cada US$ 1 que deixava o país.
VIZINHOS
O crescimento da economia brasileira e da presença de estrangeiros tem se refletido também nas contas de alguns países, especialmente da América do Sul.
Na Bolívia, o dinheiro que sai do Brasil representava 4,1% das remessas até o terceiro trimestre do ano passado (dado mais recente), atrás de Espanha, Argentina e EUA.
Nos nove primeiros meses de 2007, o Brasil era somente o 11º país que mais mandava dinheiro para a nação vizinha, e, de lá para cá, houve expansão de 986%, para US$ 31,5 milhões.
No Equador, as remessas vindas do Brasil não são tão significativas, mas crescem fortemente.
Também segundo dados até setembro do ano passado, o Brasil é a 21ª principal fonte de remessa, três postos acima do registrado em 2007.
Porém, nessa mesma comparação, o ingresso de remessas do Brasil teve forte expansão: 596%.
(ÁLVARO FAGUNDES E PATRÍCIA CAMPOS MELLO)
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
O Congresso Nacional dará início, na quinta-feira a mais um ano legislativo, que promete ser bem movimentado para o Senado Federal. Um grande número projetos vai mobilizar os senadores, seja nas comissões permanentes ou temporárias, nas subcomissões e no Plenário. As eleições municipais de 2012 podem diminuir um pouco o ritmo de trabalho do Parlamento a partir de julho, mas, ainda sim, a agenda do Senado está cheia e dará muito trabalho aos representantes dos 26 estados e do Distrito Federal.
As atividades do Congresso já começam com 15 medidas provisórias esperando na fila para serem votadas na Câmara dos Deputados, matérias que virão para o Senado em seguida como prioridade para a bancada governista.
São aguardados debates também sobre mudanças na Constituição iniciados em 2011. Um deles será em torno da Proposta de Emenda à Constituição que trata das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Outro assunto que ficou pendente do ano passado é a conclusão da votação das propostas reforma política.
As votações do Estatuto da Juventude e do substitutivo da Câmara ao projeto do Ato Médico também têm chances de serem concluídas neste primeiro semestre.
Prometem voltar à tona temas como o fim ou a restrição do sigilo nas votações no Senado, a redistribuição dos royalties da produção petrolífera nacional, a chamada “guerra fiscal” entre estados, a Lei Geral e os preparativos para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, a construção de usinas hidrelétricas. Devem igualmente ocupar a atenção dos senadores o projeto de lei que cria a previdência complementar dos servidores públicos, as reformas dos Códigos Penal, de Defesa do Consumidor, e de Processo Penal, a participação dos parlamentares no encontro ambiental Rio+20 e a PEC que restabelece a obrigatoriedade de curso superior para o exercício do jornalismo.
O ano legislativo inicia-se com uma sessão solene no plenário da Câmara. Senadores e deputados instalam os trabalhos ouvindo a leitura de mensagem a ser enviada pela presidente Dilma Rousseff. É a segunda mensagem que ela envia ao Congresso e a expectativa dos parlamentares é que aborde iniciativas para atacar os problemas mais prementes enfrentados pelo país.De acordo com a praxe estabelecida a partir do segundo ano de mandato presidencial, a chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, deverá trazer a mensagem de 2012.
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
O Congresso Nacional dará início, na quinta-feira a mais um ano legislativo, que promete ser bem movimentado para o Senado Federal. Um grande número projetos vai mobilizar os senadores, seja nas comissões permanentes ou temporárias, nas subcomissões e no Plenário. As eleições municipais de 2012 podem diminuir um pouco o ritmo de trabalho do Parlamento a partir de julho, mas, ainda sim, a agenda do Senado está cheia e dará muito trabalho aos representantes dos 26 estados e do Distrito Federal.
As atividades do Congresso já começam com 15 medidas provisórias esperando na fila para serem votadas na Câmara dos Deputados, matérias que virão para o Senado em seguida como prioridade para a bancada governista.
São aguardados debates também sobre mudanças na Constituição iniciados em 2011. Um deles será em torno da Proposta de Emenda à Constituição que trata das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Outro assunto que ficou pendente do ano passado é a conclusão da votação das propostas reforma política.
As votações do Estatuto da Juventude e do substitutivo da Câmara ao projeto do Ato Médico também têm chances de serem concluídas neste primeiro semestre.
Prometem voltar à tona temas como o fim ou a restrição do sigilo nas votações no Senado, a redistribuição dos royalties da produção petrolífera nacional, a chamada “guerra fiscal” entre estados, a Lei Geral e os preparativos para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, a construção de usinas hidrelétricas. Devem igualmente ocupar a atenção dos senadores o projeto de lei que cria a previdência complementar dos servidores públicos, as reformas dos Códigos Penal, de Defesa do Consumidor, e de Processo Penal, a participação dos parlamentares no encontro ambiental Rio+20 e a PEC que restabelece a obrigatoriedade de curso superior para o exercício do jornalismo.
O ano legislativo inicia-se com uma sessão solene no plenário da Câmara. Senadores e deputados instalam os trabalhos ouvindo a leitura de mensagem a ser enviada pela presidente Dilma Rousseff. É a segunda mensagem que ela envia ao Congresso e a expectativa dos parlamentares é que aborde iniciativas para atacar os problemas mais prementes enfrentados pelo país.De acordo com a praxe estabelecida a partir do segundo ano de mandato presidencial, a chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, deverá trazer a mensagem de 2012.