por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Nos últimos doze meses o Paraná gerou empregos 123.916 empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados nesta terça-feira (24). Foi o melhor desempenho entre os estados da Região Sul. O Rio Grande do Sul gerou 122.286 empregos e Santa Catarina criou 82.406 empregos. No país, o Paraná foi o quarto estado que mais gerou empregos no ano, atrás de São Paulo ( 551.771), Minas Gerais ( 206.402) e Rio de Janeiro (202.495).
Os setores que mais contribuíram para o desempenho paranaense foram o de Serviços ( 51.557 postos), Comércio ( 33.269 postos), Indústria de Transformação (23.810 postos) e a Construção Civil (10.656 postos). A Região Metropolitana de Curitiba registrou acréscimo de 50.714 empregos formais.
Devido a fatores sazonais (entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas, esgotamento da bolha de consumo no final do ano), verificou-se declínio de 1,35% no nível de emprego ou -34.186 postos de trabalho no Paraná em dezembro.
Segundo o superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego no Paraná, Neivo Beraldin, embora o mês de dezembro tenha registrado declínio no número de empregos, o saldo do ano é extremamente positivo “O desempenho do Paraná foi o melhor da Região Sul, com criação de 123.916 postos no ano. Esse resultado mostra o acerto das políticas públicas do governo da presidenta Dilma Rousseff e das ações do Ministério do Trabalho e Emprego. Embora o mundo viva o acirramento da crise econômica, o país gerou quase 2 milhões de empregos e o Paraná criou mais de 120 mil vagas. Isso demonstra a pujança da economia paranaense, que mesmo em tempos de crise, cresce e gera empregos.”, analisa.
BRASIL – Brasil criou, em 2011, 1.944.560 postos de trabalho celetistas. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), apontam um crescimento de 5,41% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010. O resultado foi o segundo melhor da série histórica do CAGED, menor apenas que o de 2010, quando foram criados 2.543.177 postos.
As informações por setor de atividade econômica mostram expansão generalizada do emprego. No setor de Serviços, teve o segundo maior saldo para o período, com a criação de 925.537 postos (6,43%). No Comércio foram gerados 452.077 postos (5,61%), na Construção Civil 222.897 postos (8,78%), e na Indústria de Transformação 215.472 postos (2,69%). A Agricultura obteve o melhor resultado desde 2005, com a criação de 82.506 postos (5,54%), na área Extrativa Mineral foram gerados 19.510 postos (10,33%), saldo recorde para o período, Administração Pública foram registrados mais 17.066 postos (1,90%) e no setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública houve a criação de 9.495 vagas (2,48%).
Os estados que mais geraram empregos em 2011 foram São Paulo, com 551.771 novos postos (4,77%); Minas Gerais, 206.402 postos (5,42%), o segundo maior saldo para o período; Rio de Janeiro, com 202.495 postos (5,95%), também o segundo melhor resultado para o período; Paraná, 123.916 postos (5,20%) e Rio Grande do Sul, com a criação de122.286 (5,15%). Foram registrados desempenhos recordes no Amazonas, com 45.186 postos (11,47%); Alagoas, 20.050 postos (5,91%) e Amapá, que gerou mais 7.256 postos (11,90%). Os estados de Pernambuco, com 89.607 novas vagas (7,62%); Goiás, 68.053 postos (6,77%); Pará, 51.493 postos (8,04%); Paraíba, 20.273 postos (6,13%) e Sergipe, mais 19.213 postos (7,38%), também tiveram segundo melhor resultado desde 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Nos últimos doze meses o Paraná gerou empregos 123.916 empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados nesta terça-feira (24). Foi o melhor desempenho entre os estados da Região Sul. O Rio Grande do Sul gerou 122.286 empregos e Santa Catarina criou 82.406 empregos. No país, o Paraná foi o quarto estado que mais gerou empregos no ano, atrás de São Paulo ( 551.771), Minas Gerais ( 206.402) e Rio de Janeiro (202.495).
Os setores que mais contribuíram para o desempenho paranaense foram o de Serviços ( 51.557 postos), Comércio ( 33.269 postos), Indústria de Transformação (23.810 postos) e a Construção Civil (10.656 postos). A Região Metropolitana de Curitiba registrou acréscimo de 50.714 empregos formais.
Devido a fatores sazonais (entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas, esgotamento da bolha de consumo no final do ano), verificou-se declínio de 1,35% no nível de emprego ou -34.186 postos de trabalho no Paraná em dezembro.
Segundo o superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego no Paraná, Neivo Beraldin, embora o mês de dezembro tenha registrado declínio no número de empregos, o saldo do ano é extremamente positivo “O desempenho do Paraná foi o melhor da Região Sul, com criação de 123.916 postos no ano. Esse resultado mostra o acerto das políticas públicas do governo da presidenta Dilma Rousseff e das ações do Ministério do Trabalho e Emprego. Embora o mundo viva o acirramento da crise econômica, o país gerou quase 2 milhões de empregos e o Paraná criou mais de 120 mil vagas. Isso demonstra a pujança da economia paranaense, que mesmo em tempos de crise, cresce e gera empregos.”, analisa.
BRASIL – Brasil criou, em 2011, 1.944.560 postos de trabalho celetistas. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), apontam um crescimento de 5,41% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010. O resultado foi o segundo melhor da série histórica do CAGED, menor apenas que o de 2010, quando foram criados 2.543.177 postos.
As informações por setor de atividade econômica mostram expansão generalizada do emprego. No setor de Serviços, teve o segundo maior saldo para o período, com a criação de 925.537 postos (6,43%). No Comércio foram gerados 452.077 postos (5,61%), na Construção Civil 222.897 postos (8,78%), e na Indústria de Transformação 215.472 postos (2,69%). A Agricultura obteve o melhor resultado desde 2005, com a criação de 82.506 postos (5,54%), na área Extrativa Mineral foram gerados 19.510 postos (10,33%), saldo recorde para o período, Administração Pública foram registrados mais 17.066 postos (1,90%) e no setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública houve a criação de 9.495 vagas (2,48%).
Os estados que mais geraram empregos em 2011 foram São Paulo, com 551.771 novos postos (4,77%); Minas Gerais, 206.402 postos (5,42%), o segundo maior saldo para o período; Rio de Janeiro, com 202.495 postos (5,95%), também o segundo melhor resultado para o período; Paraná, 123.916 postos (5,20%) e Rio Grande do Sul, com a criação de122.286 (5,15%). Foram registrados desempenhos recordes no Amazonas, com 45.186 postos (11,47%); Alagoas, 20.050 postos (5,91%) e Amapá, que gerou mais 7.256 postos (11,90%). Os estados de Pernambuco, com 89.607 novas vagas (7,62%); Goiás, 68.053 postos (6,77%); Pará, 51.493 postos (8,04%); Paraíba, 20.273 postos (6,13%) e Sergipe, mais 19.213 postos (7,38%), também tiveram segundo melhor resultado desde 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Os metalúrgicos de Betim acabam de obter uma importante vitória na tentativa de coibir práticas antissindicais na região. Um acordo assinado no dia 18 de janeiro entre o sindicato que representa a categoria e a fabricante de autopeças Tower Automotive, na 1ª Vara do Trabalho de Betim, impôs multa de R$ 5 mil a serem destinados a cada trabalhador que, a partir desta data, for alvo de perseguição pelo fato de ser associado ou participar de quaisquer atividades promovidas pela entidade.
A ação judicial movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Betim se baseou em seguidas denúncias de práticas abusivas, desleais e antissindicais cometidas pela Tower para intimidar seus trabalhadores e enfraquecer a representatividade da entidade perante seus associados e a categoria e, com isso, impedir sua livre atuação em conflitos coletivos.
Segundo os autores das denúncias, a empresa tinha como costume coagir seus empregados a não se filiar à entidade e, em outros casos, a se desassociar e a não participar das atividades promovidas pelo Sindicato. Além disso, a Tower chegou a proibir a circulação, na portaria e em suas dependências, de publicações distribuídas pela entidade sindical.
A perseguição chegou ao cúmulo de, no segundo semestre de 2010, a empresa ter determinado que os empregados que compunham uma equipe de futebol que disputava na época um torneio promovido pelo Sindicato abandonassem a competição sob pena de serem demitidos. Intimidados pela ameaça, os trabalhadores seguiram a orientação, o que não impediu que, dias depois, vários deles fossem desligados da fábrica.
Na audiência em que o acordo foi celebrado, a Tower negou a adoção de condutas antissindicais, mas a afirmação foi rebatida por trabalhadores que testemunharam ter sido vítimas ou presenciado a prática na portaria e no interior da empresa.
Convenção 98
O acordo visa fazer cumprir o que prevê a Convenção 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe que uma empresa condicione a manutenção do emprego ao fato de o trabalhador não se associar à entidade sindical que o representa e também assegura aos sindicatos liberdade para atuar em sua defesa.
Ocorre, porém, que, embora seja referendada pelo governo brasileiro e, por conta disso, tenha poder de lei, tal Convenção não prevê sanção ao empregador que descumprir as resoluções nela contidas.
“É isto que torna este acordo tão importante e necessário na luta que o movimento sindical brasileiro leva adiante atualmente para ver definitivamente banidas no país as práticas antissindicais”, observa João Alves de Almeida, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim. O acordo tem validade já a partir da data de sua assinatura.
Fabricante de pára-choques, chassis e suspensão, a Tower é fornecedora direta da Fiat Automóveis e emprega atualmente 495 trabalhadores.
De Betim,
Alexandre Magalhães
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Os metalúrgicos de Betim acabam de obter uma importante vitória na tentativa de coibir práticas antissindicais na região. Um acordo assinado no dia 18 de janeiro entre o sindicato que representa a categoria e a fabricante de autopeças Tower Automotive, na 1ª Vara do Trabalho de Betim, impôs multa de R$ 5 mil a serem destinados a cada trabalhador que, a partir desta data, for alvo de perseguição pelo fato de ser associado ou participar de quaisquer atividades promovidas pela entidade.
A ação judicial movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Betim se baseou em seguidas denúncias de práticas abusivas, desleais e antissindicais cometidas pela Tower para intimidar seus trabalhadores e enfraquecer a representatividade da entidade perante seus associados e a categoria e, com isso, impedir sua livre atuação em conflitos coletivos.
Segundo os autores das denúncias, a empresa tinha como costume coagir seus empregados a não se filiar à entidade e, em outros casos, a se desassociar e a não participar das atividades promovidas pelo Sindicato. Além disso, a Tower chegou a proibir a circulação, na portaria e em suas dependências, de publicações distribuídas pela entidade sindical.
A perseguição chegou ao cúmulo de, no segundo semestre de 2010, a empresa ter determinado que os empregados que compunham uma equipe de futebol que disputava na época um torneio promovido pelo Sindicato abandonassem a competição sob pena de serem demitidos. Intimidados pela ameaça, os trabalhadores seguiram a orientação, o que não impediu que, dias depois, vários deles fossem desligados da fábrica.
Na audiência em que o acordo foi celebrado, a Tower negou a adoção de condutas antissindicais, mas a afirmação foi rebatida por trabalhadores que testemunharam ter sido vítimas ou presenciado a prática na portaria e no interior da empresa.
Convenção 98
O acordo visa fazer cumprir o que prevê a Convenção 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe que uma empresa condicione a manutenção do emprego ao fato de o trabalhador não se associar à entidade sindical que o representa e também assegura aos sindicatos liberdade para atuar em sua defesa.
Ocorre, porém, que, embora seja referendada pelo governo brasileiro e, por conta disso, tenha poder de lei, tal Convenção não prevê sanção ao empregador que descumprir as resoluções nela contidas.
“É isto que torna este acordo tão importante e necessário na luta que o movimento sindical brasileiro leva adiante atualmente para ver definitivamente banidas no país as práticas antissindicais”, observa João Alves de Almeida, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim. O acordo tem validade já a partir da data de sua assinatura.
Fabricante de pára-choques, chassis e suspensão, a Tower é fornecedora direta da Fiat Automóveis e emprega atualmente 495 trabalhadores.
De Betim,
Alexandre Magalhães
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Curitiba fechou 2011 com 721.499 trabalhadores com carteira assinada e 34.259 novos empregos gerados. Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral do Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta terça-feira (24).
O saldo de empregos em 2011 foi o segundo melhor da série histórica iniciada em 2000, e só ficou atrás do observado em 2010, quando foram gerados 39.139 novos postos de trabalho na capital do Paraná.
“Curitiba manteve o crescimento acelerado em 2011 porque tem um setor de serviços forte e uma indústria de transformação importante. E sempre que foi necessário, fizemos as feiras e os mutirões de emprego e começamos a qualificar os trabalhadores”, disse o secretário de Trabalho de Curituba, Paulo Bracarense.
Estoque – Em 2011, Curitiba teve um aumento do estoque de empregos de 0,5% comparado a 2010, enquanto que no Paraná foram criadas 123.916 vagas (5,2% de aumento) e na região metropolitana da capital, foram criadas 50.714 vagas (5,1% de aumento).
Dentre as capitais que possuem mais de um milhão de habitantes, Curitiba foi a sétima capital que mais gerou empregos formais em 2011. São Paulo gerou 205.928 novos empregos, seguida do Rio de Janeiro (101.421), Belo Horizonte (55.091), Manaus (39.708), Fortaleza (38.429) e Recife (37.749). Ficaram atrás de Curitiba: Brasília (29.583), Porto Alegre (28.749), Goiânia (28.684), Salvador (25.454) e Belém (12.788)
“É importante destacar que São Paulo e Rio de Janeiro têm populações significativamente superiores às das demais capitais. E que Curitiba já vive o pleno emprego, com uma taxa de desemprego de 3%, enquanto que na região metropolitana, a taxa é de 3,6% e a média nacional está na casa dos 6,8%”, disse Bracarense. Considera-se o “pleno emprego” a taxa de desemprego inferior a 5%.
O que já se nota em Curitiba, segundo Bracarense, é a troca de emprego motivada pela qualificação dos trabalhadores. Dados do Dieese apontam que a média salarial do trabalhador Curitibano está na casa R$ 2.287,02 – uma das melhores do país e a maior do Estado. “O trabalhador qualificado é o mais valorizado no mercado e há uma tendência de troca de emprego, onde esse trabalhador busca melhores salários e outros benefícios”, disse Bracarense.
Qualificação – O saldo de empregos em Curitiba por setor de atividade apresentou os melhores resultados no setor de serviços, que acumulou um saldo positivo de 16.265 novos postos formais, seguido pela Construção Civil, com 6.485 novas vagas, comércio (6.126) e indústria da transformação (3.822).
Em 2012, segundo Bracarense, a prefeitura de Curitiba vai intensificar os programas e projetos de qualificação dos trabalhadores, como foco especial aos de baixa renda. “Já vamos abrir curso de qualificação para 800 trabalhadores, 80 vagas para pessoas com deficiência”, disse.
Além da qualificação, as feiras e os mutirões de empregos vão continuar e a Secretaria de Trabalho vai lançar ainda no primeiro semestre o Programa 1º Emprego destinados aos jovens de 18 a 26 anos. “Os trabalhadores jovens são os que mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho”, destacou Bracarense.