por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Curitiba fechou 2011 com 721.499 trabalhadores com carteira assinada e 34.259 novos empregos gerados. Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral do Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta terça-feira (24).
O saldo de empregos em 2011 foi o segundo melhor da série histórica iniciada em 2000, e só ficou atrás do observado em 2010, quando foram gerados 39.139 novos postos de trabalho na capital do Paraná.
“Curitiba manteve o crescimento acelerado em 2011 porque tem um setor de serviços forte e uma indústria de transformação importante. E sempre que foi necessário, fizemos as feiras e os mutirões de emprego e começamos a qualificar os trabalhadores”, disse o secretário de Trabalho de Curituba, Paulo Bracarense.
Estoque – Em 2011, Curitiba teve um aumento do estoque de empregos de 0,5% comparado a 2010, enquanto que no Paraná foram criadas 123.916 vagas (5,2% de aumento) e na região metropolitana da capital, foram criadas 50.714 vagas (5,1% de aumento).
Dentre as capitais que possuem mais de um milhão de habitantes, Curitiba foi a sétima capital que mais gerou empregos formais em 2011. São Paulo gerou 205.928 novos empregos, seguida do Rio de Janeiro (101.421), Belo Horizonte (55.091), Manaus (39.708), Fortaleza (38.429) e Recife (37.749). Ficaram atrás de Curitiba: Brasília (29.583), Porto Alegre (28.749), Goiânia (28.684), Salvador (25.454) e Belém (12.788)
“É importante destacar que São Paulo e Rio de Janeiro têm populações significativamente superiores às das demais capitais. E que Curitiba já vive o pleno emprego, com uma taxa de desemprego de 3%, enquanto que na região metropolitana, a taxa é de 3,6% e a média nacional está na casa dos 6,8%”, disse Bracarense. Considera-se o “pleno emprego” a taxa de desemprego inferior a 5%.
O que já se nota em Curitiba, segundo Bracarense, é a troca de emprego motivada pela qualificação dos trabalhadores. Dados do Dieese apontam que a média salarial do trabalhador Curitibano está na casa R$ 2.287,02 – uma das melhores do país e a maior do Estado. “O trabalhador qualificado é o mais valorizado no mercado e há uma tendência de troca de emprego, onde esse trabalhador busca melhores salários e outros benefícios”, disse Bracarense.
Qualificação – O saldo de empregos em Curitiba por setor de atividade apresentou os melhores resultados no setor de serviços, que acumulou um saldo positivo de 16.265 novos postos formais, seguido pela Construção Civil, com 6.485 novas vagas, comércio (6.126) e indústria da transformação (3.822).
Em 2012, segundo Bracarense, a prefeitura de Curitiba vai intensificar os programas e projetos de qualificação dos trabalhadores, como foco especial aos de baixa renda. “Já vamos abrir curso de qualificação para 800 trabalhadores, 80 vagas para pessoas com deficiência”, disse.
Além da qualificação, as feiras e os mutirões de empregos vão continuar e a Secretaria de Trabalho vai lançar ainda no primeiro semestre o Programa 1º Emprego destinados aos jovens de 18 a 26 anos. “Os trabalhadores jovens são os que mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho”, destacou Bracarense.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Curitiba fechou 2011 com 721.499 trabalhadores com carteira assinada e 34.259 novos empregos gerados. Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral do Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta terça-feira (24).
O saldo de empregos em 2011 foi o segundo melhor da série histórica iniciada em 2000, e só ficou atrás do observado em 2010, quando foram gerados 39.139 novos postos de trabalho na capital do Paraná.
“Curitiba manteve o crescimento acelerado em 2011 porque tem um setor de serviços forte e uma indústria de transformação importante. E sempre que foi necessário, fizemos as feiras e os mutirões de emprego e começamos a qualificar os trabalhadores”, disse o secretário de Trabalho de Curituba, Paulo Bracarense.
Estoque – Em 2011, Curitiba teve um aumento do estoque de empregos de 0,5% comparado a 2010, enquanto que no Paraná foram criadas 123.916 vagas (5,2% de aumento) e na região metropolitana da capital, foram criadas 50.714 vagas (5,1% de aumento).
Dentre as capitais que possuem mais de um milhão de habitantes, Curitiba foi a sétima capital que mais gerou empregos formais em 2011. São Paulo gerou 205.928 novos empregos, seguida do Rio de Janeiro (101.421), Belo Horizonte (55.091), Manaus (39.708), Fortaleza (38.429) e Recife (37.749). Ficaram atrás de Curitiba: Brasília (29.583), Porto Alegre (28.749), Goiânia (28.684), Salvador (25.454) e Belém (12.788)
“É importante destacar que São Paulo e Rio de Janeiro têm populações significativamente superiores às das demais capitais. E que Curitiba já vive o pleno emprego, com uma taxa de desemprego de 3%, enquanto que na região metropolitana, a taxa é de 3,6% e a média nacional está na casa dos 6,8%”, disse Bracarense. Considera-se o “pleno emprego” a taxa de desemprego inferior a 5%.
O que já se nota em Curitiba, segundo Bracarense, é a troca de emprego motivada pela qualificação dos trabalhadores. Dados do Dieese apontam que a média salarial do trabalhador Curitibano está na casa R$ 2.287,02 – uma das melhores do país e a maior do Estado. “O trabalhador qualificado é o mais valorizado no mercado e há uma tendência de troca de emprego, onde esse trabalhador busca melhores salários e outros benefícios”, disse Bracarense.
Qualificação – O saldo de empregos em Curitiba por setor de atividade apresentou os melhores resultados no setor de serviços, que acumulou um saldo positivo de 16.265 novos postos formais, seguido pela Construção Civil, com 6.485 novas vagas, comércio (6.126) e indústria da transformação (3.822).
Em 2012, segundo Bracarense, a prefeitura de Curitiba vai intensificar os programas e projetos de qualificação dos trabalhadores, como foco especial aos de baixa renda. “Já vamos abrir curso de qualificação para 800 trabalhadores, 80 vagas para pessoas com deficiência”, disse.
Além da qualificação, as feiras e os mutirões de empregos vão continuar e a Secretaria de Trabalho vai lançar ainda no primeiro semestre o Programa 1º Emprego destinados aos jovens de 18 a 26 anos. “Os trabalhadores jovens são os que mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho”, destacou Bracarense.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar do agravamento da crise econômica internacional, o Brasil crescerá em 2012 mais do que no ano passado, disse nesta segunda-feira (23) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na primeira reunião ministerial do ano. Ele declarou que o ciclo de desenvolvimento sustentável continuará nos próximos anos.
De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann, o contingenciamento (bloqueio de verbas) do Orçamento deste ano não foi discutido no encontro. As apresentações de Mantega e do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, foram no sentido de traçar cenários para a economia brasileira e internacional em 2012.
Segundo o porta-voz, Mantega disse que a confiança dos investidores e da população na economia brasileira tem aumentado a cada ano. O ministro ressaltou que o Brasil cumpre as condições que definem o desenvolvimento sustentável: crescimento médio acima de 4% ao ano desde 2007, geração de empregos, distribuição de renda, redução da pobreza, criação de oportunidades em saúde e educação, desenvolvimento regional, criação de mercado de massa e ampliação da inserção internacional.
O porta-voz não informou se o ministro apresentou uma estimativa precisa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012. Em café da manhã com jornalistas, no fim do ano passado, Mantega disse que o país deve crescer 5% neste ano. No entanto, dependendo das condições da economia internacional, a expansão pode ficar em 4%.
A Fazenda acredita que a economia brasileira cresceu 3,8% no ano passado, mas o resultado oficial do PIB de 2011 só será divulgado em março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Coube ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, apresentar cenários para a economia mundial para este ano. Segundo o porta-voz, Tombini disse que a situação na Europa deve se estabilizar, com alguns países entrando em recessão, que o crescimento dos Estados Unidos deve apresentar leve melhora em 2012 e que a expansão da economia chinesa, embora mantendo níveis altos, deverá apresentar taxas inferiores aos últimos anos.
Em relação à economia brasileira, Tombini disse que o crescimento do PIB vai ser maior nos próximos meses, principalmente a partir do segundo semestre. O presidente do BC declarou ainda que a inflação continuará caindo e convergirá para o centro da meta (4,5%) ainda este ano.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar do agravamento da crise econômica internacional, o Brasil crescerá em 2012 mais do que no ano passado, disse nesta segunda-feira (23) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na primeira reunião ministerial do ano. Ele declarou que o ciclo de desenvolvimento sustentável continuará nos próximos anos.
De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann, o contingenciamento (bloqueio de verbas) do Orçamento deste ano não foi discutido no encontro. As apresentações de Mantega e do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, foram no sentido de traçar cenários para a economia brasileira e internacional em 2012.
Segundo o porta-voz, Mantega disse que a confiança dos investidores e da população na economia brasileira tem aumentado a cada ano. O ministro ressaltou que o Brasil cumpre as condições que definem o desenvolvimento sustentável: crescimento médio acima de 4% ao ano desde 2007, geração de empregos, distribuição de renda, redução da pobreza, criação de oportunidades em saúde e educação, desenvolvimento regional, criação de mercado de massa e ampliação da inserção internacional.
O porta-voz não informou se o ministro apresentou uma estimativa precisa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012. Em café da manhã com jornalistas, no fim do ano passado, Mantega disse que o país deve crescer 5% neste ano. No entanto, dependendo das condições da economia internacional, a expansão pode ficar em 4%.
A Fazenda acredita que a economia brasileira cresceu 3,8% no ano passado, mas o resultado oficial do PIB de 2011 só será divulgado em março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Coube ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, apresentar cenários para a economia mundial para este ano. Segundo o porta-voz, Tombini disse que a situação na Europa deve se estabilizar, com alguns países entrando em recessão, que o crescimento dos Estados Unidos deve apresentar leve melhora em 2012 e que a expansão da economia chinesa, embora mantendo níveis altos, deverá apresentar taxas inferiores aos últimos anos.
Em relação à economia brasileira, Tombini disse que o crescimento do PIB vai ser maior nos próximos meses, principalmente a partir do segundo semestre. O presidente do BC declarou ainda que a inflação continuará caindo e convergirá para o centro da meta (4,5%) ainda este ano.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Entre as seis principais cidades do Estado, Londrina foi a que teve menor evolução no crescimento de empregos no comparativo entre 2011 e 2010, segundo o Ministério do Trabalho. O município fechou o ano passado com um saldo de 5.907 empregos – uma ascensão modesta de 4,13% na comparação com o ano anterior – e ficou atrás de Foz do Iguaçu (7,77%), Cascavel (7,07%), Ponta Grossa (6,70%), Maringá (5,54%) e Curitiba (4,96%). A média estadual ficou em 5,20%, com saldo final de 123.916 empregos.
O desempenho de alguns setores da atividade econômica teve boa representatividade para que Londrina fechasse o ano com uma média positiva. Entre os principais, estão a contrução civil, com crescimento de 7,51% e saldo de 709 empregos, os serviços (5,46% e 3.498 empregos) e comércio (3,68% e saldo final de 1.418 empregos). Apenas a indústria de transformação e o serviço industrial de utilidade pública fecharam 2011 no negativo, com -0,14% e -0,91%, respectivamente.
Gerson Guariente, presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), comenta que o fechamento foi compatível com o que o setor estava calculando. Porém, ele ressalta que se o Plano Diretor da cidade tivesse sido aprovado, o crescimento seria de pelo menos 9%. ”A falta de aprovação do Plano Diretor segurou alguns empreendimentos, e isso, de um ano para cá”. Pela estimativa do Sinduscon, são pelo menos sete empreendimentos ”que estão no forno”, de 20 mil metros quadrados cada um. ”Os terrenos estão negociados, os projetos estão prontos. Para 2012, aguardamos pelo menos um incremento de 8% na criação de vagas no setor”, projeta ele.
Nivaldo Benvenho, presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), opina que Londrina está ficando com médias de geração de emprego no comércio – e outros segmentos – menores que de outras cidades do Estado porque não possui um plano estratégico de desenvolvimento. ”Isso é apenas um reflexo do pequeno número da abertura de empresas na cidade. E este não é um problema desta administração, é apenas fruto do que foi feito nas últimas duas décadas em todo o Estado. Se crescemos é porque cada um está fazendo o que pode”, relata ele.
Já o setor de serviços em Londrina tem acompanhado o desempenho de outros municípios do Paraná. A empresa Ask, controlada pela Sercomtel, por exemplo, planeja um crescimento de 500 para dois mil funcionários para atendimento de call center nos próximos anos. ”No segundo semestre de 2012, já vislumbramos angariar novos clientes, o que fatalmente irá aumentar nossa demanda. Este mercado está muito aquecido”, salienta Jeferson Belasque, presidente da entidade.
No Senac, os cursos mais procurados são da área de gestão, beleza e hospitalidade. ”São áreas que estão crescendo justamente devido a demanda cada vez maior do mercado. Só nestas três áreas, atendemos pelo menos 200 alunos mensalmente”, relata Juliana Rafaela Suavi, técnica de relações com o mercado do Senac.