por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
“Quero trabalhar em qualquer lugar desde que eu possa estudar”. Essas foram as palavras de Ronald Alexi, um jovem haitiano de 25 anos, que trocou o país onde nasceu para trabalhar na construção civil em Mato Grosso. Ele e mais 28 homens fizeram uma longa viagem desde o Haiti para tentar uma vida melhor no Brasil. “Aqui tenho muito mais chances de ser alguém na vida”, disse o rapaz, ainda com dificuldades em falar português.
Vários estados brasileiros já receberam grupos de haitianos que tentam cada vez mais entrar no Brasil em busca de emprego. A viagem pode durar até três meses e a maioria entra no país pelas cidades de Brasileia e Assis Brasil, que ficam no estado do Acre. Aos poucos, os estrangeiros vão driblando a dificuldade na comunicação e já começam a se arriscar a falar português.
Os 29 haitianos que estão no estado já vieram todos empregados. Eles vão trabalhar na construção civil e estão alojados em Nossa Senhora da Guia, distrito a apenas 30 quilômetros de Cuiabá. Há oito dias em Mato Grosso e prestes a iniciar os trabalhos, a expectativa de todos eles é conseguir guardar dinheiro suficiente para ajudar as famílias que ficaram no Haiti.
“Eu vou trabalhar e me esforçar para conseguir juntar dinheiro suficiente para trazer minha família”, afirmou Isaac Rely, que deixou a esposa e dois filhos no país. Ele contou ainda que há dois meses não fala com a família. “A comunicação é muito difícil e muito cara no Haiti. Não é fácil encontrar um telefone como aqui”, descreveu.
Além do trabalho, o estudo é visto como uma grande oportunidade pelos imigrantes mais jovens. Ronald Alexi vai ocupar a função de mestre de obras, mas já se formou em gastronomia na época em que viveu na República Dominicana. Agora, ele pretende seguir uma nova carreira. “Eu quero ser engenheiro civil ou técnico em informática. Tenho o ideal de estudar, me formar e continuar aqui no Brasil porque o país me recebeu e me deu oportunidade que talvez eu não tivesse em outro lugar”, declarou.A entrada deles no país passou a ser monitorada desde o último dia 13 de janeiro, quando entrou em vigor a resolução que legaliza a situação dos haitianos que já estão no Brasil em busca de trabalho e prevê a liberação de 100 novos vistos por mês, em Porto Príncipe.
De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho em Mato Grosso, em caso de contratação de estrangeiros no país, a empresa deve observar se há visto de trabalho. Ainda conforme a Superintendência, por regra, alguns cargos como piloto de avião e químico não podem ser ocupados por estrangeiros. Já em outras profissões, como médico e professor, é necessário que uma comprovação da diplomação seja apresentada.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
“Quero trabalhar em qualquer lugar desde que eu possa estudar”. Essas foram as palavras de Ronald Alexi, um jovem haitiano de 25 anos, que trocou o país onde nasceu para trabalhar na construção civil em Mato Grosso. Ele e mais 28 homens fizeram uma longa viagem desde o Haiti para tentar uma vida melhor no Brasil. “Aqui tenho muito mais chances de ser alguém na vida”, disse o rapaz, ainda com dificuldades em falar português.
Vários estados brasileiros já receberam grupos de haitianos que tentam cada vez mais entrar no Brasil em busca de emprego. A viagem pode durar até três meses e a maioria entra no país pelas cidades de Brasileia e Assis Brasil, que ficam no estado do Acre. Aos poucos, os estrangeiros vão driblando a dificuldade na comunicação e já começam a se arriscar a falar português.
Os 29 haitianos que estão no estado já vieram todos empregados. Eles vão trabalhar na construção civil e estão alojados em Nossa Senhora da Guia, distrito a apenas 30 quilômetros de Cuiabá. Há oito dias em Mato Grosso e prestes a iniciar os trabalhos, a expectativa de todos eles é conseguir guardar dinheiro suficiente para ajudar as famílias que ficaram no Haiti.
“Eu vou trabalhar e me esforçar para conseguir juntar dinheiro suficiente para trazer minha família”, afirmou Isaac Rely, que deixou a esposa e dois filhos no país. Ele contou ainda que há dois meses não fala com a família. “A comunicação é muito difícil e muito cara no Haiti. Não é fácil encontrar um telefone como aqui”, descreveu.
Além do trabalho, o estudo é visto como uma grande oportunidade pelos imigrantes mais jovens. Ronald Alexi vai ocupar a função de mestre de obras, mas já se formou em gastronomia na época em que viveu na República Dominicana. Agora, ele pretende seguir uma nova carreira. “Eu quero ser engenheiro civil ou técnico em informática. Tenho o ideal de estudar, me formar e continuar aqui no Brasil porque o país me recebeu e me deu oportunidade que talvez eu não tivesse em outro lugar”, declarou.A entrada deles no país passou a ser monitorada desde o último dia 13 de janeiro, quando entrou em vigor a resolução que legaliza a situação dos haitianos que já estão no Brasil em busca de trabalho e prevê a liberação de 100 novos vistos por mês, em Porto Príncipe.
De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho em Mato Grosso, em caso de contratação de estrangeiros no país, a empresa deve observar se há visto de trabalho. Ainda conforme a Superintendência, por regra, alguns cargos como piloto de avião e químico não podem ser ocupados por estrangeiros. Já em outras profissões, como médico e professor, é necessário que uma comprovação da diplomação seja apresentada.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho mostram que foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais.
(Correção: na publicação desta reportagem, o G1 informou que a queda na geração de empregos formais de 2011 foi de 22,8% em relação ao ano anterior. O correto é 23,5%, porque o Ministério do Trabalho revisou o dado de 2010, de 2,52 milhões para 2,54 milhões. A informação foi corrigida às 15h14.)
Os números de criação de empregos formais do acumulado deste ano, e de igual período de 2011, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo. Apesar da queda, o número de empregos formais criados no ano passado representa o segundo melhor resultado da série histórica, que começa em 1992. Em 2007, 2008 e 2009, por exemplo, a abertura de vagas formais somou, respectivamente, 1,89 milhão, 1,66 milhão e 1,29 milhão.
Crise internacional
A criação de empregos formais foi afetada pela crise internacional no fim do ano passado. Os dados mostram que a abertura de vagas em outubro e novembro foram as piores, para estes meses, desde 2008 – quando o país sentia os efeitos da primeira etapa das turbulências externas. Os problemas no exterior voltaram a se agravar em agosto de 2011 – após o rebaixamento da dívida dos Estados Unidos pela Standard & Poors.
Setores da economia
Os números do governo federal revelam que o setor de serviços foi aquele que mais criou empregos formais no ano passado, com a abertura de 925,53 mil postos com carteira assinada, seguido pelo comércio (452 mil postos), pela Construção Civil (222,89 mil vagas) e pela indústria de transformação (215,47 mil postos).
A agricultura, por sua vez, criou 82,5 mil vagas formais no ano passado, enquanto que a indústria extrativa mineral abriu 19,5 mil empregos com carteira assinada. A administração pública foi responsável pela contratação de 17,06 mil trabalhadores em 2011 e os “serviços de utilidade pública” resultaram na abertura de 9,49 mil empregos.
Regiões do país
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais aconteceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas um milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo país. A região Nordeste, por sua vez, abriu 329,5 mil postos de emprego com carteira assinada em 2011, contra 328,6 mil vagas na região Sul; 154,5 mil na região Centro-Oeste e 131,42 mil empregos formais na região Norte.
Mês de dezembro
Em dezembro do ano passado, o governo informou que foram fechadas 408 mil vagas com carteira assinada. Geralmente, há mais demissões do que contratações no último mês de cada ano. A indústria de transformação fechou 146 mil vagas em dezembro, enquanto o setor de serviços registrou demissão líquida (acima do volume de contratações) de 84 mil empregos formais, e a construção civil fechou outras 77,4 mil vagas com carteira assinada.
“Em dezembro, em razão da marcada sazonalidade negativa (entressafra agrícola, término do ciclo escolar, esgotamento da bolha de consumo no final do ano, fatores climáticos) que perpassa todos os setores e subsetores, o nível de emprego, de acordo com o Caged, apresenta queda”, informou o Ministério do Trabalho.