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JUSTIÇA SOCIAL

Dilma quer proteger área social de tesourada

Dilma quer proteger área social de tesourada

Para acelerar a economia neste ano eleitoral, a presidente Dilma Rousseff quer proteger da tesourada no Orçamento, que pode atingir R$ 70 bilhões, os programas que assegurem o emprego e, consequentemente, o consumo dos brasileiros. Até segunda-feira, Dilma quer finalizar a maratona de reuniões setoriais, iniciada ontem, com cada um de seus ministros, para eleger prioridades e definir quais programas poderão ser adiados.
A estratégia tem como objetivo facilitar o trabalho da equipe econômica na hora de bloquear recursos e enxugar as contas públicas sem que haja impacto negativo no crescimento. O governo busca uma expansão do PIB entre 4% e 5% este ano. Dilma abriu a “sabatina” com a área social – a começar pela ministra Teresa Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que cuida do Bolsa Família.

Na avaliação dos técnicos, o governo precisa investir mais – mas despesas desse gênero não devem ser atingidas pela tesoura governamental. A expectativa é que Dilma retome a prática de quando era ministra da Casa Civil, quando avaliava os programas em detalhe. Ela pretende evitar o que ocorreu no ano passado, quando muitos gastos em obras não saíram do papel por problemas de gestão – o que fez os investimentos encolherem. Foram R$ 41,9 bilhões em 2011, ante R$ 44,7 bilhões no ano eleitoral de 2010, segundo levantamento da organização Contas Abertas.

A “faxina” que atingiu o Ministério dos Transportes, segundo maior orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), é um exemplo. A área, que tinha R$ 17,1 bilhões para gastar, encerrou o ano com desembolsos de R$ 12,8 bilhões, sendo que R$ 6,8 bilhões eram restos contratados no governo anterior. Do orçamento de Dilma, a pasta concluiu R$ 6 bilhões em investimentos no ano passado.

Mudança de governo

Outra causa para o desempenho modesto dos investimentos foi a mudança de governo. “Em 2010, os investimentos bombaram porque estávamos concluindo o PAC”, explicou um assessor. “Em 2011, começou o PAC 2 e leva algum tempo até que se ganhe velocidade.” Outra explicação é que os investimentos caíram no ano passado porque houve uma espécie de controle informal na boca do caixa. Para fechar com saldo positivo, o Tesouro teria segurado o dinheiro, mesmo tendo autorização para gastá-lo.

As reuniões setoriais servirão, segundo assessores do Planalto, também para preparar os espíritos das áreas que sofrerão maiores restrições. Esse é o dilema do momento no coração do poder: mais investimento ou maior superávit primário. Só dá para fazer os dois se a arrecadação crescer acima do esperado. 

Nos últimos dias, aumentaram os rumores de que a área econômica estaria dividida – Guido Mantega defendendo o primário mais forte e o secretário executivo Nelson Barbosa querendo crescimento. Mantega estaria preocupado com o risco de se emitir um sinal errado, num momento em que países europeus enfrentam uma crise justamente por problemas nas contas públicas.

Dilma quer proteger área social de tesourada

Dilma quer proteger área social de tesourada

Para acelerar a economia neste ano eleitoral, a presidente Dilma Rousseff quer proteger da tesourada no Orçamento, que pode atingir R$ 70 bilhões, os programas que assegurem o emprego e, consequentemente, o consumo dos brasileiros. Até segunda-feira, Dilma quer finalizar a maratona de reuniões setoriais, iniciada ontem, com cada um de seus ministros, para eleger prioridades e definir quais programas poderão ser adiados.
A estratégia tem como objetivo facilitar o trabalho da equipe econômica na hora de bloquear recursos e enxugar as contas públicas sem que haja impacto negativo no crescimento. O governo busca uma expansão do PIB entre 4% e 5% este ano. Dilma abriu a “sabatina” com a área social – a começar pela ministra Teresa Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que cuida do Bolsa Família.

Na avaliação dos técnicos, o governo precisa investir mais – mas despesas desse gênero não devem ser atingidas pela tesoura governamental. A expectativa é que Dilma retome a prática de quando era ministra da Casa Civil, quando avaliava os programas em detalhe. Ela pretende evitar o que ocorreu no ano passado, quando muitos gastos em obras não saíram do papel por problemas de gestão – o que fez os investimentos encolherem. Foram R$ 41,9 bilhões em 2011, ante R$ 44,7 bilhões no ano eleitoral de 2010, segundo levantamento da organização Contas Abertas.

A “faxina” que atingiu o Ministério dos Transportes, segundo maior orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), é um exemplo. A área, que tinha R$ 17,1 bilhões para gastar, encerrou o ano com desembolsos de R$ 12,8 bilhões, sendo que R$ 6,8 bilhões eram restos contratados no governo anterior. Do orçamento de Dilma, a pasta concluiu R$ 6 bilhões em investimentos no ano passado.

Mudança de governo

Outra causa para o desempenho modesto dos investimentos foi a mudança de governo. “Em 2010, os investimentos bombaram porque estávamos concluindo o PAC”, explicou um assessor. “Em 2011, começou o PAC 2 e leva algum tempo até que se ganhe velocidade.” Outra explicação é que os investimentos caíram no ano passado porque houve uma espécie de controle informal na boca do caixa. Para fechar com saldo positivo, o Tesouro teria segurado o dinheiro, mesmo tendo autorização para gastá-lo.

As reuniões setoriais servirão, segundo assessores do Planalto, também para preparar os espíritos das áreas que sofrerão maiores restrições. Esse é o dilema do momento no coração do poder: mais investimento ou maior superávit primário. Só dá para fazer os dois se a arrecadação crescer acima do esperado. 

Nos últimos dias, aumentaram os rumores de que a área econômica estaria dividida – Guido Mantega defendendo o primário mais forte e o secretário executivo Nelson Barbosa querendo crescimento. Mantega estaria preocupado com o risco de se emitir um sinal errado, num momento em que países europeus enfrentam uma crise justamente por problemas nas contas públicas.

Dilma quer proteger área social de tesourada

Rede de lojas Marisa é condenada a indenizar funcionária humilhada por gerente

DANOS MORAIS
O TRT-18 (Tribunal Regional do Trabalho da 18º Região – Goiás) condenou a empresa Lojas Marisa, a indenizar uma funcionária em R$ 3 mil por danos morais, após a gerente  da loja tê-la humilhado. Em comunicado, a empresa afirmou que está ciente e que tomará as medidas cabíveis.
A atendente relatou ter sido perseguida durante o trabalho e as testemunhas apresentadas confirmaram que a gerente do estabelecimento a tratava de forma inadequada. Afirmaram que, no intuíto de obter maior produtividade, a gerente a destratava com xingamentos e ameaças de rescisão contratual. A atendente era chamada de incompetente e burra, porque não atingia suas metas.
A desembargadora Elza Silveira, da 3ª Turma do TRT-18, reconheceu a prática de assédio moral e afirmou que a prova oral foi suficiente para mostrar que a atendente foi atingida em sua dignidade, revelando evidentes excessos de sua superiora.
De acordo com a desembargadora Elza Silveira, relatora do processo, “tendo ultrapassado os limites de atuação do seu poder diretivo para atingir a dignidade e a integridade psíquica de sua empregada, entendo demonstrado o assédio moral contra a reclamante e o dano moral dele decorrente, sobrejando a obrigação de indenizar”, concluiu a desembargadora.
Leia o comunicado à imprensa divulgado pela empresa:
A respeito da decisão da Justiça do Trabalho de Rio Verde, a Marisa Lojas S/A está ciente e tomará as medidas cabíveis.
A Marisa gostaria de reafirmar seu compromisso com a gestão ética e transparente. Com um quadro de aproximadamente 15 mil colaboradores nas mais de 300 lojas em todo o país, a Marisa promove treinamentos periódicos e orienta continuamente seus colaboradores para agirem de acordo com os princípios de respeito e consideração com seus colegas.
Marisa Lojas S/A
Número do processo: 000399-08.2011.5.18.0102
Dilma quer proteger área social de tesourada

Rede de lojas Marisa é condenada a indenizar funcionária humilhada por gerente

DANOS MORAIS
O TRT-18 (Tribunal Regional do Trabalho da 18º Região – Goiás) condenou a empresa Lojas Marisa, a indenizar uma funcionária em R$ 3 mil por danos morais, após a gerente  da loja tê-la humilhado. Em comunicado, a empresa afirmou que está ciente e que tomará as medidas cabíveis.
A atendente relatou ter sido perseguida durante o trabalho e as testemunhas apresentadas confirmaram que a gerente do estabelecimento a tratava de forma inadequada. Afirmaram que, no intuíto de obter maior produtividade, a gerente a destratava com xingamentos e ameaças de rescisão contratual. A atendente era chamada de incompetente e burra, porque não atingia suas metas.
A desembargadora Elza Silveira, da 3ª Turma do TRT-18, reconheceu a prática de assédio moral e afirmou que a prova oral foi suficiente para mostrar que a atendente foi atingida em sua dignidade, revelando evidentes excessos de sua superiora.
De acordo com a desembargadora Elza Silveira, relatora do processo, “tendo ultrapassado os limites de atuação do seu poder diretivo para atingir a dignidade e a integridade psíquica de sua empregada, entendo demonstrado o assédio moral contra a reclamante e o dano moral dele decorrente, sobrejando a obrigação de indenizar”, concluiu a desembargadora.
Leia o comunicado à imprensa divulgado pela empresa:
A respeito da decisão da Justiça do Trabalho de Rio Verde, a Marisa Lojas S/A está ciente e tomará as medidas cabíveis.
A Marisa gostaria de reafirmar seu compromisso com a gestão ética e transparente. Com um quadro de aproximadamente 15 mil colaboradores nas mais de 300 lojas em todo o país, a Marisa promove treinamentos periódicos e orienta continuamente seus colaboradores para agirem de acordo com os princípios de respeito e consideração com seus colegas.
Marisa Lojas S/A
Número do processo: 000399-08.2011.5.18.0102
Dilma quer proteger área social de tesourada

Pedidos de seguro-desemprego caem para menor nível em 4 anos

EUA
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu ao menor nível em quase quatro anos na semana passada, indicando melhora continuada no mercado de trabalho do país.
O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos informou ontem que o total de pedidos teve queda de 50 mil, para 352 mil, na semana terminada em 14 de janeiro.
É o menor número desde abril de 2008 e a maior queda desde setembro de 2005. O total da semana anterior foi revisado de 399 mil para 402 mil.
Economistas previam queda menor, para 385 mil.
A média móvel quadrissemanal de pedidos -considerada uma medida melhor das tendências- caiu 3.500, para 379 mil, na semana passada.