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Vereadores de Londrina terão direito a reajuste ‘automático’

Vereadores de Londrina terão direito a reajuste ‘automático’

Lei que aumenta o subsídio dos vereadores a partir de 2013 também estabelece uma reposição atrelada a salário de servidores
 
A partir da próxima legislatura, os vereadores de Londrina poderão ter alterações nos próprios salários durante o exercício do mandato. A recomposição inflacionária, vinculada a vencimentos dos servidores da Câmara, está prevista na lei municipal 11.477/2012, promulgada pelo presidente em exercício da Câmara, Professor Rony Alves (PTB), e publicada no Diário Oficial do Município na última terça-feira, dia 17.
 
A nova regra, que prevê subsídios de R$ 12 mil mensais para os parlamentares (contra os atuais R$ 5.724,00) define que ”os valores serão recompostos, pelos mesmos índices e nas mesmas datas em que se der a reposição salarial dos servidores municipais do Legislativo”. O benefício deve levar em conta o limite inflacionário e o orçamento da Câmara. Eventuais reajustes aos servidores que ultrapassem os indíces da inflação não poderão ser concedidos aos vereadores.
 
Segundo Alves, ”todas as categorias têm direito à reposição de acordo com a inflação”. Ele explicou que a recomposição, se houver, somente vai incidir sobre os salários dos vereadores em 2014, ”quando será contabilizada a inflação do ano anterior”.
 
A lei foi promulgada pelo Legislativo porque o prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT), não se manifestou no prazo, que é de 15 dias após o texto final ser apresentado ao Executivo. ”Talvez o fato do aumento do prefeito e dos secretários ter sido rejeitado no plenário tenha deixado ele (Barbosa) insatisfeito”, comentou o vereador Rony Alves. No entanto, o debate sobre os vencimentos dos integrantes da administraçao pode voltar ao Legislativo ainda neste ano. ”Para prefeito e secretários o aumento dos salários pode ser retroativo ao mês de janeiro”, disse o vereador.
 
Antecedentes
 
Conforme a FOLHA mostrou em dezembro, a Justiça de Guaratuba (litoral) suspendeu, em caráter liminar, o aumento de 11,79% nos salários dos vereadores, que havia sido indexado ao índice inflacionário. O vencimento dos parlamentares passaria, já no ano passado, de R$ 3.100,00 para R$ 3.465,00. A ação com pedido de liminar foi proposta pelo Ministério Público (MP) do Paraná. Na ocasião, o presidente da Câmara, Paulo Araújo (PSC), informou que iria recorrer contra a decisão, por considerar ”legal” a reposição inflacionária.
 
Ontem, após consulta feita pela reportagem ao Tribunal de Contas do Paraná, a assessoria de imprensa do órgão informou que ”em princípio, não há ilegalidade na lei promulgada em Londrina”.
 
Vereadores de Londrina terão direito a reajuste ‘automático’

Preço dos alimentos sobe até 50% no Paraná

A estiagem que assola um terço dos municípios do Paraná começa a afetar diretamente o preço de diversos produtos agrícolas, tanto no mercado de grãos como no de hortifrutigranjeiros em algumas regiões do Estado.
 
No Leste e no Sudoeste – locais onde a seca está sendo mais rigorosa – a quebra da safra do milho, da soja e principalmente do feijão fez com que os preços desses grãos subissem quase 50% em um mês. No caso dos hortifruti, a situação é um pouco mais tranquila, mas além da estiagem no Paraná, as chuvas em Minas Gerais, São Paulo e no Rio de Janeiro também afetaram o abastecimento no Estado e, consequentemente, os valores de comercialização por aqui.
 
De acordo com Margorete Demarchi, engenheira agrônoma do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Deral/Seab), a cultura do feijão – por ser muito sensível a alterações climáticas – foi a mais afetada.
 
Pelo levantamento do órgão, a saca de 60 quilos do feijão de cor (carioca) subiu de R$ 105 em meados de dezembro para R$ 156 agora em janeiro, um aumento de 49%. Já o preto saiu de R$ 67 para R$ 94, acréscimo de 40%.
 
”Além da seca, a área de plantio do grão caiu 27% neste ciclo o que agravou o problema”, diz a especialista, lembrando que o Estado é o maior produtor de feijão.
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Preço dos alimentos sobe até 50% no Paraná

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No Leste e no Sudoeste – locais onde a seca está sendo mais rigorosa – a quebra da safra do milho, da soja e principalmente do feijão fez com que os preços desses grãos subissem quase 50% em um mês. No caso dos hortifruti, a situação é um pouco mais tranquila, mas além da estiagem no Paraná, as chuvas em Minas Gerais, São Paulo e no Rio de Janeiro também afetaram o abastecimento no Estado e, consequentemente, os valores de comercialização por aqui.
 
De acordo com Margorete Demarchi, engenheira agrônoma do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Deral/Seab), a cultura do feijão – por ser muito sensível a alterações climáticas – foi a mais afetada.
 
Pelo levantamento do órgão, a saca de 60 quilos do feijão de cor (carioca) subiu de R$ 105 em meados de dezembro para R$ 156 agora em janeiro, um aumento de 49%. Já o preto saiu de R$ 67 para R$ 94, acréscimo de 40%.
 
”Além da seca, a área de plantio do grão caiu 27% neste ciclo o que agravou o problema”, diz a especialista, lembrando que o Estado é o maior produtor de feijão.
Vereadores de Londrina terão direito a reajuste ‘automático’

Área social tem salário-base igual ao da iniciativa privada

O Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife) realizou uma pesquisa salarial com institutos e fundações associadas à rede de investidores para apoiar a gestão de pessoas no campo social. A grande surpresa está na constatação de que não há grandes disparidades entre o salário-base daqueles que trabalham nessas organizações e dos profissionais da iniciativa privada. A diferença se encontra nos benefícios e na remuneração variável que aumenta a remuneração total do segundo grupo.
 
Em uma amostra de 27 organizações, feita em 2011, foi revelado que quanto mais ao topo da hierarquia (da gerência à presidência), maiores são os benefícios e a adoção de práticas de re­­muneração variável (entre20% a 30% da remuneração total).

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O Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife) realizou uma pesquisa salarial com institutos e fundações associadas à rede de investidores para apoiar a gestão de pessoas no campo social. A grande surpresa está na constatação de que não há grandes disparidades entre o salário-base daqueles que trabalham nessas organizações e dos profissionais da iniciativa privada. A diferença se encontra nos benefícios e na remuneração variável que aumenta a remuneração total do segundo grupo.
 
Em uma amostra de 27 organizações, feita em 2011, foi revelado que quanto mais ao topo da hierarquia (da gerência à presidência), maiores são os benefícios e a adoção de práticas de re­­muneração variável (entre20% a 30% da remuneração total).