por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Cerca de 200 mil pessoas devem perder o título de eleitor em Curitiba, por não regularizarem sua situação até a próxima sexta-feira, quando termina o prazo para o recadastramento biométrico na Capital. O número representa cerca de 15% dos mais de 1,3 milhão de eleitores da cidade. O prazo para o recadastramento termina no próximo dia 20, sexta-feira da semana que vem, e segundo a Justiça Eleitoral, não haverá prorrogação. Quem não regularizar a situação terá o título automaticamente cancelado e não poderá votar nas eleições municipais de outubro.
Segundo os últimos números disponíveis pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR), até quarta-feira, 1.036.250 eleitores se recadastraram, o equivalente a 79,04% do total de eleitores curitibanos. Nesse dia, um total de 6.668 pessoas passaram pela Central de Atendimento do TRE. Ontem, o movimento era baixo. Como a média das últimas semanas tem sido de 7,2 mil eleitores recadastrados ao dia, mantido esse patamar, até a próxima sexta-feira, cerca de 65 mil eleitores serão atendidos até o final do prazo. O que implicaria em pouco mais de 1.100.000 eleitores recadastrados até esse dia, contra um total de 1.310.968 eleitores atualmente registrados na cidade. Para recadastrar os 200 mil eleitores que faltam até o final do prazo seria preciso atender a mais de 23 mil pessoas ao dia. A Central do TRE, porém, tem capacidade para no máximo 12 mil atendimentos diários.
A implantação do voto biométrico – pelo qual os eleitores passarão a serem identificados pelas impressões digitais – está praticamente assegurada. Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é preciso recadastrar pelo menos 80%, ou 1.048.000 eleitores, para que o novo modelo de votação seja adotado. A expectativa do TRE é atingir esse número neste final de semana, que será o último em que a Central estará funcionando em regime de plantão, no sábado e domingo, das 8 horas às 18h30. Até porque a procura também deve aumentar no final de semana. No domingo passado 9,3 mil eleitores foram recadastrados e a previsão é que esse número se repita na reta final.
Para se ter uma ideia do impacto que a “fuga” de eleitores representa na disputa política, as 200 mil pessoas que devem perder o título por não se recadastrarem representam mais de um terço da votação do hoje governador Beto Richa (PSDB) nas eleições de 2008, quando ele foi reeleito prefeito 778.514 votos. O número também é significativamente superior ao obtido pela segunda colocada, a hoje ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que teve na época 183.027 votos na disputa com Richa. Esse total também é superior aos 186.163 eleitores que deixaram de votar há quatro anos.
Levando-se em conta que a disputa deste ano para a prefeitura deve ser muito mais disputada, já que três candidatos: o ex-deputado federal Gustavo Fruet (PDT), o deputado federal Ratinho Júnior (PSC), e o atual prefeito, Luciano Ducci, aparecem tecnicamente empatados nas pesquisas, esses 200 mil votos seriam suficientes para decidir a eleição. Esse impacto é ainda maior no caso da eleição para a Câmara de Vereadores. Basta lembrar que em 2008, o vereador mais votado, Mário Celso Cunha (PSB), teve pouco mais de 6 mil votos.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Cerca de 200 mil pessoas devem perder o título de eleitor em Curitiba, por não regularizarem sua situação até a próxima sexta-feira, quando termina o prazo para o recadastramento biométrico na Capital. O número representa cerca de 15% dos mais de 1,3 milhão de eleitores da cidade. O prazo para o recadastramento termina no próximo dia 20, sexta-feira da semana que vem, e segundo a Justiça Eleitoral, não haverá prorrogação. Quem não regularizar a situação terá o título automaticamente cancelado e não poderá votar nas eleições municipais de outubro.
Segundo os últimos números disponíveis pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR), até quarta-feira, 1.036.250 eleitores se recadastraram, o equivalente a 79,04% do total de eleitores curitibanos. Nesse dia, um total de 6.668 pessoas passaram pela Central de Atendimento do TRE. Ontem, o movimento era baixo. Como a média das últimas semanas tem sido de 7,2 mil eleitores recadastrados ao dia, mantido esse patamar, até a próxima sexta-feira, cerca de 65 mil eleitores serão atendidos até o final do prazo. O que implicaria em pouco mais de 1.100.000 eleitores recadastrados até esse dia, contra um total de 1.310.968 eleitores atualmente registrados na cidade. Para recadastrar os 200 mil eleitores que faltam até o final do prazo seria preciso atender a mais de 23 mil pessoas ao dia. A Central do TRE, porém, tem capacidade para no máximo 12 mil atendimentos diários.
A implantação do voto biométrico – pelo qual os eleitores passarão a serem identificados pelas impressões digitais – está praticamente assegurada. Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é preciso recadastrar pelo menos 80%, ou 1.048.000 eleitores, para que o novo modelo de votação seja adotado. A expectativa do TRE é atingir esse número neste final de semana, que será o último em que a Central estará funcionando em regime de plantão, no sábado e domingo, das 8 horas às 18h30. Até porque a procura também deve aumentar no final de semana. No domingo passado 9,3 mil eleitores foram recadastrados e a previsão é que esse número se repita na reta final.
Para se ter uma ideia do impacto que a “fuga” de eleitores representa na disputa política, as 200 mil pessoas que devem perder o título por não se recadastrarem representam mais de um terço da votação do hoje governador Beto Richa (PSDB) nas eleições de 2008, quando ele foi reeleito prefeito 778.514 votos. O número também é significativamente superior ao obtido pela segunda colocada, a hoje ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que teve na época 183.027 votos na disputa com Richa. Esse total também é superior aos 186.163 eleitores que deixaram de votar há quatro anos.
Levando-se em conta que a disputa deste ano para a prefeitura deve ser muito mais disputada, já que três candidatos: o ex-deputado federal Gustavo Fruet (PDT), o deputado federal Ratinho Júnior (PSC), e o atual prefeito, Luciano Ducci, aparecem tecnicamente empatados nas pesquisas, esses 200 mil votos seriam suficientes para decidir a eleição. Esse impacto é ainda maior no caso da eleição para a Câmara de Vereadores. Basta lembrar que em 2008, o vereador mais votado, Mário Celso Cunha (PSB), teve pouco mais de 6 mil votos.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Programa pretende informar sobre legislação
A Prefeitura de Londrina anunciou ontem que irá criar o Observatório do Mercado de Trabalho de Londrina (OMT-LD). O programa será desenvolvido pela Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda e visa difundir informações sobre o mercado de trabalho na cidade e também sobre legislação trabalhista.
Por meio do Núcleo de Comunicação da Prefeitura, a secretária da pasta, Neiva Vieira, explicou que ”o programa pretende sistematizar dados que já existem do IBGE, Ipardes, Dieese, Caged, apresentar textos assinados, estudos, pesquisas e análises, receber e conceber um fluxo de notificação sobre acidentes de trabalho, cota de aprendizes e de pessoas com deficiência e as especificações sobre a tipologia das empresas por região”.
A ideia, segundo ela, é realizar uma radiografia do mundo do trabalho em Londrina, ”expondo características locais, vocação e potencialidades, estruturar um perfil social, econômico e cultural do trabalhador e das vagas de trabalho disponibilizadas, assim como lacunas e problemas existentes na área”.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Programa pretende informar sobre legislação
A Prefeitura de Londrina anunciou ontem que irá criar o Observatório do Mercado de Trabalho de Londrina (OMT-LD). O programa será desenvolvido pela Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda e visa difundir informações sobre o mercado de trabalho na cidade e também sobre legislação trabalhista.
Por meio do Núcleo de Comunicação da Prefeitura, a secretária da pasta, Neiva Vieira, explicou que ”o programa pretende sistematizar dados que já existem do IBGE, Ipardes, Dieese, Caged, apresentar textos assinados, estudos, pesquisas e análises, receber e conceber um fluxo de notificação sobre acidentes de trabalho, cota de aprendizes e de pessoas com deficiência e as especificações sobre a tipologia das empresas por região”.
A ideia, segundo ela, é realizar uma radiografia do mundo do trabalho em Londrina, ”expondo características locais, vocação e potencialidades, estruturar um perfil social, econômico e cultural do trabalhador e das vagas de trabalho disponibilizadas, assim como lacunas e problemas existentes na área”.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Preocupados com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos palanques petistas, em meados deste ano, partidos da base do governo já brigam pela divisão do espólio lulista na caça aos votos. Sem esconder que temem mais a participação de Lula do que a da presidente Dilma Rousseff na campanha, aliados comparam o apoio do antigo chefe a um tiro de ‘canhão’.
‘Dilma garante que não privilegiará nenhum candidato de sua base em detrimento de outro. Mas e o canhão do Lula? O que a gente faz com ele?’ pergunta o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). ‘A emenda pode ficar pior do que o soneto.’
Com a expectativa da cura de Lula, em tratamento para combater um câncer na laringe, dirigentes de partidos governistas não têm dúvidas de que ele se transformará numa espécie de ‘santo’ nos comícios. Munidos dessa avaliação, prometem disputar a imagem do ex-presidente palmo a palmo com o PT.
Na prática, os 14 partidos que integram o Conselho Político do governo Dilma vão se debruçar sobre o mapa eleitoral com a expectativa de um acerto sobre a ‘multiplicação’ de Lula nos comícios e até mesmo na propaganda política. O prazo final para as convenções que homologarão as candidaturas é junho.
Kassab
A movimentação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab – que procurou Lula para conversar sobre a possível aliança do PSD com o PT -, também provoca ciúme nos aliados tradicionais. Kassab sugeriu um nome do PSD, como o do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PSD), para vice de Fernando Haddad, ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura paulistana. Meirelles já avisou ao PSB que não entra na disputa.
Ao mesmo tempo, porém, Kassab negocia uma aproximação com o PSDB e insiste no nome do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) como cabeça de chapa.
Na prática, a investida de Kassab – ainda que vista com ceticismo nos dois lados e encarada como um ultimato político aos tucanos – provoca mais entusiasmo no Palácio do Planalto do que na cúpula petista, que sempre desconfia de suas atitudes.
‘Não podemos nos esquecer que 2012 é a antessala para a corrida presidencial de 2014’, insistiu Alves, o líder do PMDB na Câmara. ‘É preciso respeito à base aliada nas campanhas e teremos de administrar essa situação.’
‘O prestígio do Lula é inegável, mas, se o Haddad não mostrar competência, não há ninguém que o eleja’, resumiu o deputado Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo. Chalita afirmou não acreditar que o ex-presidente faça algum gesto contra ele na campanha. ‘Ninguém precisa destruir ninguém. É possível um pacto de não agressão entre nós’, comentou.
Descrente de um acordo com o PT, o deputado Paulo Pereira da Silva, pré-candidato do PDT à sucessão de Kassab (PSD), já antevê problemas. ‘Nós esperamos do Lula e da Dilma um comportamento de aliados, e não de adversários’, provocou Paulinho, como é conhecido.
O presidente do PT, Rui Falcão, amenizou as cotoveladas na base aliada e garantiu que Lula ajudará o partido, quando terminar o tratamento médico. ‘Ele me disse que fará no máximo uma palestra por mês. O resto do tempo vai viajar e fazer campanha para o 13 e para o PT.’
Na avaliação do vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, a coalizão que representa o governo Dilma deve se empenhar para repetir a parceria federal no maior número possível de cidades. ‘Mas isso não pode ser uma camisa de força’, ressalvou. Ele sugere que o pacto de boa convivência nas campanhas seja capitaneado por Dilma e Lula.