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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

Preocupados com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos palanques petistas, em meados deste ano, partidos da base do governo já brigam pela divisão do espólio lulista na caça aos votos. Sem esconder que temem mais a participação de Lula do que a da presidente Dilma Rousseff na campanha, aliados comparam o apoio do antigo chefe a um tiro de ‘canhão’.
 
‘Dilma garante que não privilegiará nenhum candidato de sua base em detrimento de outro. Mas e o canhão do Lula? O que a gente faz com ele?’ pergunta o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). ‘A emenda pode ficar pior do que o soneto.’
 
Com a expectativa da cura de Lula, em tratamento para combater um câncer na laringe, dirigentes de partidos governistas não têm dúvidas de que ele se transformará numa espécie de ‘santo’ nos comícios. Munidos dessa avaliação, prometem disputar a imagem do ex-presidente palmo a palmo com o PT.
 
Na prática, os 14 partidos que integram o Conselho Político do governo Dilma vão se debruçar sobre o mapa eleitoral com a expectativa de um acerto sobre a ‘multiplicação’ de Lula nos comícios e até mesmo na propaganda política. O prazo final para as convenções que homologarão as candidaturas é junho.
 
Kassab

A movimentação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab – que procurou Lula para conversar sobre a possível aliança do PSD com o PT -, também provoca ciúme nos aliados tradicionais. Kassab sugeriu um nome do PSD, como o do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PSD), para vice de Fernando Haddad, ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura paulistana. Meirelles já avisou ao PSB que não entra na disputa.

 
Ao mesmo tempo, porém, Kassab negocia uma aproximação com o PSDB e insiste no nome do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) como cabeça de chapa.
 
Na prática, a investida de Kassab – ainda que vista com ceticismo nos dois lados e encarada como um ultimato político aos tucanos – provoca mais entusiasmo no Palácio do Planalto do que na cúpula petista, que sempre desconfia de suas atitudes.
 
‘Não podemos nos esquecer que 2012 é a antessala para a corrida presidencial de 2014’, insistiu Alves, o líder do PMDB na Câmara. ‘É preciso respeito à base aliada nas campanhas e teremos de administrar essa situação.’
 
‘O prestígio do Lula é inegável, mas, se o Haddad não mostrar competência, não há ninguém que o eleja’, resumiu o deputado Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo. Chalita afirmou não acreditar que o ex-presidente faça algum gesto contra ele na campanha. ‘Ninguém precisa destruir ninguém. É possível um pacto de não agressão entre nós’, comentou.
 
Descrente de um acordo com o PT, o deputado Paulo Pereira da Silva, pré-candidato do PDT à sucessão de Kassab (PSD), já antevê problemas. ‘Nós esperamos do Lula e da Dilma um comportamento de aliados, e não de adversários’, provocou Paulinho, como é conhecido.
 
O presidente do PT, Rui Falcão, amenizou as cotoveladas na base aliada e garantiu que Lula ajudará o partido, quando terminar o tratamento médico. ‘Ele me disse que fará no máximo uma palestra por mês. O resto do tempo vai viajar e fazer campanha para o 13 e para o PT.’
 
Na avaliação do vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, a coalizão que representa o governo Dilma deve se empenhar para repetir a parceria federal no maior número possível de cidades. ‘Mas isso não pode ser uma camisa de força’, ressalvou. Ele sugere que o pacto de boa convivência nas campanhas seja capitaneado por Dilma e Lula.

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

Preocupados com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos palanques petistas, em meados deste ano, partidos da base do governo já brigam pela divisão do espólio lulista na caça aos votos. Sem esconder que temem mais a participação de Lula do que a da presidente Dilma Rousseff na campanha, aliados comparam o apoio do antigo chefe a um tiro de ‘canhão’.
 
‘Dilma garante que não privilegiará nenhum candidato de sua base em detrimento de outro. Mas e o canhão do Lula? O que a gente faz com ele?’ pergunta o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). ‘A emenda pode ficar pior do que o soneto.’
 
Com a expectativa da cura de Lula, em tratamento para combater um câncer na laringe, dirigentes de partidos governistas não têm dúvidas de que ele se transformará numa espécie de ‘santo’ nos comícios. Munidos dessa avaliação, prometem disputar a imagem do ex-presidente palmo a palmo com o PT.
 
Na prática, os 14 partidos que integram o Conselho Político do governo Dilma vão se debruçar sobre o mapa eleitoral com a expectativa de um acerto sobre a ‘multiplicação’ de Lula nos comícios e até mesmo na propaganda política. O prazo final para as convenções que homologarão as candidaturas é junho.
 
Kassab

A movimentação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab – que procurou Lula para conversar sobre a possível aliança do PSD com o PT -, também provoca ciúme nos aliados tradicionais. Kassab sugeriu um nome do PSD, como o do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PSD), para vice de Fernando Haddad, ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura paulistana. Meirelles já avisou ao PSB que não entra na disputa.

 
Ao mesmo tempo, porém, Kassab negocia uma aproximação com o PSDB e insiste no nome do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) como cabeça de chapa.
 
Na prática, a investida de Kassab – ainda que vista com ceticismo nos dois lados e encarada como um ultimato político aos tucanos – provoca mais entusiasmo no Palácio do Planalto do que na cúpula petista, que sempre desconfia de suas atitudes.
 
‘Não podemos nos esquecer que 2012 é a antessala para a corrida presidencial de 2014’, insistiu Alves, o líder do PMDB na Câmara. ‘É preciso respeito à base aliada nas campanhas e teremos de administrar essa situação.’
 
‘O prestígio do Lula é inegável, mas, se o Haddad não mostrar competência, não há ninguém que o eleja’, resumiu o deputado Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo. Chalita afirmou não acreditar que o ex-presidente faça algum gesto contra ele na campanha. ‘Ninguém precisa destruir ninguém. É possível um pacto de não agressão entre nós’, comentou.
 
Descrente de um acordo com o PT, o deputado Paulo Pereira da Silva, pré-candidato do PDT à sucessão de Kassab (PSD), já antevê problemas. ‘Nós esperamos do Lula e da Dilma um comportamento de aliados, e não de adversários’, provocou Paulinho, como é conhecido.
 
O presidente do PT, Rui Falcão, amenizou as cotoveladas na base aliada e garantiu que Lula ajudará o partido, quando terminar o tratamento médico. ‘Ele me disse que fará no máximo uma palestra por mês. O resto do tempo vai viajar e fazer campanha para o 13 e para o PT.’
 
Na avaliação do vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, a coalizão que representa o governo Dilma deve se empenhar para repetir a parceria federal no maior número possível de cidades. ‘Mas isso não pode ser uma camisa de força’, ressalvou. Ele sugere que o pacto de boa convivência nas campanhas seja capitaneado por Dilma e Lula.

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

MEC divulga oferta de bolsas do ProUni; inscrições abertas até 19 de janeiro

O Ministério da Educação divulgou, na última quarta-feira (4), a relação das instituições de ensino superior participantes do Programa Universidade para Todos (ProUni) com a respectiva oferta de bolsas.
 
As inscrições para este processo, que oferece para o primeiro semestre de 2012 um total de 195.030 bolsas 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade , estarão abertas de 14 a 19 de janeiro.
 
Participam do ProUni 1.321 instituições de ensino, entre universidades, centros universitários e faculdades. A relação completa das instituições e a distribuição de bolsas por curso superior estará disponível para consulta no portal do ProUni ‘nos próximos dias’, segundo o MEC.
 
Com a oferta de 108.552 vagas em instituições públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), chega a 303.582 o número de oportunidades de ingresso no ensino superior para os candidatos que prestaram o Enem em 2011.
 
Cronograma

Haverá uma única etapa de inscrição no ProUni, com duas chamadas para convocação dos candidatos pré-selecionados. Ao inscrever-se, o estudante poderá escolher até duas opções de curso e de instituição.

 
A primeira chamada será divulgada em 22 de janeiro (domingo). A partir do dia seguinte, até 1º de fevereiro, o candidato pré-selecionado terá prazo para comparecer à instituição de ensino para apresentar a documentação e providenciar a matrícula. A segunda chamada está prevista para 7 de fevereiro, com prazo para matrícula e comprovação de informações até o dia 15.
 
Espera

Ao fim das duas chamadas, os candidatos não pré-selecionados ou aqueles que foram pré-selecionados em cursos sem formação de turma podem manifestar interesse em fazer parte da lista de espera, que será usada pelas instituições participantes do programa para a ocupação das bolsas eventualmente ainda não ocupadas.

 
O período para manifestação de interesse na lista irá de 22 a 24 de fevereiro. Ao fim desse prazo, serão feitas duas convocações dos integrantes. A primeira, em 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula de 28 do mesmo mês até 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março.
 
Critérios

Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933, a partir de 1º de janeiro). As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866, em janeiro) por pessoa.

 
Além de ter feito o Enem 2011, com um mínimo de 400 pontos na média das cinco notas do exame e pelo menos nota mínima na redação, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em caso de escola particular, na condição de bolsista integral.
 
Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsas em cursos de licenciatura, curso normal superior ou de pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.
 
Criado em 2004, o ProUni já concedeu 919 mil bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

MEC divulga oferta de bolsas do ProUni; inscrições abertas até 19 de janeiro

O Ministério da Educação divulgou, na última quarta-feira (4), a relação das instituições de ensino superior participantes do Programa Universidade para Todos (ProUni) com a respectiva oferta de bolsas.
 
As inscrições para este processo, que oferece para o primeiro semestre de 2012 um total de 195.030 bolsas 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade , estarão abertas de 14 a 19 de janeiro.
 
Participam do ProUni 1.321 instituições de ensino, entre universidades, centros universitários e faculdades. A relação completa das instituições e a distribuição de bolsas por curso superior estará disponível para consulta no portal do ProUni ‘nos próximos dias’, segundo o MEC.
 
Com a oferta de 108.552 vagas em instituições públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), chega a 303.582 o número de oportunidades de ingresso no ensino superior para os candidatos que prestaram o Enem em 2011.
 
Cronograma

Haverá uma única etapa de inscrição no ProUni, com duas chamadas para convocação dos candidatos pré-selecionados. Ao inscrever-se, o estudante poderá escolher até duas opções de curso e de instituição.

 
A primeira chamada será divulgada em 22 de janeiro (domingo). A partir do dia seguinte, até 1º de fevereiro, o candidato pré-selecionado terá prazo para comparecer à instituição de ensino para apresentar a documentação e providenciar a matrícula. A segunda chamada está prevista para 7 de fevereiro, com prazo para matrícula e comprovação de informações até o dia 15.
 
Espera

Ao fim das duas chamadas, os candidatos não pré-selecionados ou aqueles que foram pré-selecionados em cursos sem formação de turma podem manifestar interesse em fazer parte da lista de espera, que será usada pelas instituições participantes do programa para a ocupação das bolsas eventualmente ainda não ocupadas.

 
O período para manifestação de interesse na lista irá de 22 a 24 de fevereiro. Ao fim desse prazo, serão feitas duas convocações dos integrantes. A primeira, em 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula de 28 do mesmo mês até 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março.
 
Critérios

Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933, a partir de 1º de janeiro). As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866, em janeiro) por pessoa.

 
Além de ter feito o Enem 2011, com um mínimo de 400 pontos na média das cinco notas do exame e pelo menos nota mínima na redação, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em caso de escola particular, na condição de bolsista integral.
 
Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsas em cursos de licenciatura, curso normal superior ou de pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.
 
Criado em 2004, o ProUni já concedeu 919 mil bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Base aliada: governistas temem participação de Lula nas eleições de 2012

PIB da construção civil no CE cresce acima da média do país, diz sindicato

O Produto Interno Bruto (PIB) no setor de construção civil no Ceará cresceu 5,5% em 2011 em relação ao ano anterior, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). A elevação deve manter o Ceará com crescimento acima da média nacional, estimada em 3,4%.
 
O resultado é considerado positivo pelo Sinduscon, apesar da desaceleração do resultado anterior, quando o PIB do setor registrou crescimento de 11%.
 
De acordo com o sindicato, os fatores que mais contribuíram para a elevação são o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa Minha Vida, criados pelo Governo Federal respectivamente para o desenvolvimento da infraestrutura e moradia.
 
Para 2012, o maior desafio do Ceará é qualificar a mão de obra no estado, atualmente em escassez, de acordo com o presidente da Cooperativa da Construção do Ceará (Coopercon-CE), Marcos Novaes. “O maior desenvolvimento do setor somente se dará com a formação de mão de obra técnica e operacional que atenda à demanda e o crescimento da construção civil em nosso estado”, afirmou Novaes.“Somente em Fortaleza e sua região metropolitana, o número de canteiros de obra passou de 380, em 2009 para 659, em 2011, proporcionando a criação de 15 mil novos postos de trabalho, somando assim 60 mil trabalhadores com carteira assinada no Estado”, disse o presidente do Sinduscon, Roberto Sergio.
 
A estimativa do sindicato da construção civil para 2012 é de crescimento em torno de 5%, estimulado principalmente por obras estruturantes para eventos como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo.