por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
O Produto Interno Bruto (PIB) no setor de construção civil no Ceará cresceu 5,5% em 2011 em relação ao ano anterior, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). A elevação deve manter o Ceará com crescimento acima da média nacional, estimada em 3,4%.
O resultado é considerado positivo pelo Sinduscon, apesar da desaceleração do resultado anterior, quando o PIB do setor registrou crescimento de 11%.
De acordo com o sindicato, os fatores que mais contribuíram para a elevação são o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa Minha Vida, criados pelo Governo Federal respectivamente para o desenvolvimento da infraestrutura e moradia.
Para 2012, o maior desafio do Ceará é qualificar a mão de obra no estado, atualmente em escassez, de acordo com o presidente da Cooperativa da Construção do Ceará (Coopercon-CE), Marcos Novaes. “O maior desenvolvimento do setor somente se dará com a formação de mão de obra técnica e operacional que atenda à demanda e o crescimento da construção civil em nosso estado”, afirmou Novaes.“Somente em Fortaleza e sua região metropolitana, o número de canteiros de obra passou de 380, em 2009 para 659, em 2011, proporcionando a criação de 15 mil novos postos de trabalho, somando assim 60 mil trabalhadores com carteira assinada no Estado”, disse o presidente do Sinduscon, Roberto Sergio.
A estimativa do sindicato da construção civil para 2012 é de crescimento em torno de 5%, estimulado principalmente por obras estruturantes para eventos como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Um operário morreu e outros 11 ficaram feridos na Vila Nova Cachoeirinha.
Secretário da Cultura mandou interditar obras após acidente.
Uma equipe de técnicos da Secretaria de Estado da Cultura fará na manhã desta sexta-feira (13) uma vistoria para saber por que a laje da Fábrica de Cultura que estava sendo construída na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo, desabou nesta quinta (12). Um operário morreu e outros 11 ficaram feridos, segundo o Corpo de Bombeiros.
De acordo com a corporação, o acidente aconteceu por volta das 15h30 no canteiro situado na Avenida General Penha Brasil, altura do número 2.500.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antonio de Sousa Ramalho, descartou a hipótese de que a chuva tenha causado o acidente. Para ele, houve falha humana e de engenharia. Quando se prepara uma laje como a que desabou, afirmou Ramalho, a preocupação é que ela aguente muito peso e pressão.
“O cálculo é feito geralmente para que a laje aguente 500 vezes mais do que qualquer pressão comum. Intempérie da chuva, umidade, quantidade de pessoas que estão sobre ela, tudo é levado em conta pelos cálculos de engenharia. Houve falha humana”, disse.
Até as 19h15, a construtora Ubiratan, responsável pelo canteiro, não havia se pronunciado sobre o acidente. Representantes da empresa informaram que técnicos da construtora estavam na obra no horário.
Não há informações se os funcionários estavam com equipamentos de segurança, de acordo com o sindicalista. “Sabemos que é notório que faltam itens básicos, como capacete, em obras da construção civil em São Paulo. Não sei dizer se os trabalhadores daqui usavam.”
Interdição
Ainda durante a tarde, o secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, mandou interditar o canteiro de obras não apenas da Fábrica de Cultura em Vila Nova Cachoeirinha, como também no canteiro situado em Cidade Tiradentes, na Zona Leste.
As duas obras serão paralisadas porque são tocadas pela mesma empresa, segundo o secretário da Cultura. “O projeto é parecido, queremos saber quais são todos os procedimentos [de segurança] e analisar onde está o problema.”
Ele disse que irá exigir explicações da empresa. “Vamos apurar com rigor o que aconteceu. Determinamos à empresa responsável pela obra que dê assistência ao rapaz que morreu e aos feridos.”
Segundo os bombeiros, os operários estavam no último andar do prédio quando uma laje cedeu. Ele disse que os homens caíram de uma altura de 27 metros. “Ela tem que dar um relatório do que ocorreu. Sabemos que uma laje não tem problemas à toa”, acrescentou Matarazzo.
Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Jair Paca de Lima, o prédio ficará interditado até que a Polícia Técnico-Científica faça a perícia. Engenheiros vão avaliar o imóvel. Ele disse que há risco de novos desabamentos, principalmente por causa da chuva que vem atingindo a região.
“A empresa pode sofrer desde multa até desabilitação. Depende do relatório que a empresa apresentar e da apuração que a secretaria fizer junto ao Crea [Conselho Regional de Engenharia e Agronomia]”, afirmou Matarazzo. A pasta pediu para a empresa um relatório preliminar, que deve ser entregue até sexta-feira (13), informando os problemas que ocorreram.
Três das vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro do Hospital Geral de Vila Penteado e outras três, para o Pronto-Socorro do Hospital Geral Vila Nova Cachoeirinha. A Secretaria de Estado da Saúde informou que os pacientes no Vila Penteado passavam bem. Dois deles, com 22 e 31 anos, receberam alta. Por volta das 18h40, o outro ferido, de 41 anos, permanecia em observação.
Os pacientes no Cachoeirinha estavam no setor de emergência. Dois deles, com 20 e 23 anos, sofreram politraumatismo com traumatismo craniano. O terceiro ferido, de 35 anos, também sofreu traumatismo encefálico e aguardava resultado de tomografia.
Inauguração
De acordo com a Secretaria da Cultura, o prédio tinha previsão de inauguração em abril. Cada unidade recebe um investimento de R$ 12,5 milhões na construção. A obra começou em outubro de 2009. No total, 60 operários trabalham lá. No momento do acidente, porém, apenas dez pessoas estavam no canteiro. A estrutura que desabou foi a laje do teatro.
Já há em funcionamento três unidades da Fábrica de Cultura: em Itaim Paulista, na Vila Curuçá e em Sapopemba. Os prédios oferecem ateliês de formação cultural para crianças e jovens de 8 a 19 anos, além de apresentações e espetáculos para toda a comunidade.
Segundo a pasta, cada prédio tem quatro instalações: teatro, sala multiuso, biblioteca e salas de formação específica (dança, teatro, circo, música, artes plásticas e salas destinadas ao incentivo à leitura).

Bombeiros resgatam vítima de desabamento (Foto: Reprodução/TV Globo)
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
Um operário morreu e outros 11 ficaram feridos na Vila Nova Cachoeirinha.
Secretário da Cultura mandou interditar obras após acidente.
Uma equipe de técnicos da Secretaria de Estado da Cultura fará na manhã desta sexta-feira (13) uma vistoria para saber por que a laje da Fábrica de Cultura que estava sendo construída na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo, desabou nesta quinta (12). Um operário morreu e outros 11 ficaram feridos, segundo o Corpo de Bombeiros.
De acordo com a corporação, o acidente aconteceu por volta das 15h30 no canteiro situado na Avenida General Penha Brasil, altura do número 2.500.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antonio de Sousa Ramalho, descartou a hipótese de que a chuva tenha causado o acidente. Para ele, houve falha humana e de engenharia. Quando se prepara uma laje como a que desabou, afirmou Ramalho, a preocupação é que ela aguente muito peso e pressão.
“O cálculo é feito geralmente para que a laje aguente 500 vezes mais do que qualquer pressão comum. Intempérie da chuva, umidade, quantidade de pessoas que estão sobre ela, tudo é levado em conta pelos cálculos de engenharia. Houve falha humana”, disse.
Até as 19h15, a construtora Ubiratan, responsável pelo canteiro, não havia se pronunciado sobre o acidente. Representantes da empresa informaram que técnicos da construtora estavam na obra no horário.
Não há informações se os funcionários estavam com equipamentos de segurança, de acordo com o sindicalista. “Sabemos que é notório que faltam itens básicos, como capacete, em obras da construção civil em São Paulo. Não sei dizer se os trabalhadores daqui usavam.”
Interdição
Ainda durante a tarde, o secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, mandou interditar o canteiro de obras não apenas da Fábrica de Cultura em Vila Nova Cachoeirinha, como também no canteiro situado em Cidade Tiradentes, na Zona Leste.
As duas obras serão paralisadas porque são tocadas pela mesma empresa, segundo o secretário da Cultura. “O projeto é parecido, queremos saber quais são todos os procedimentos [de segurança] e analisar onde está o problema.”
Ele disse que irá exigir explicações da empresa. “Vamos apurar com rigor o que aconteceu. Determinamos à empresa responsável pela obra que dê assistência ao rapaz que morreu e aos feridos.”
Segundo os bombeiros, os operários estavam no último andar do prédio quando uma laje cedeu. Ele disse que os homens caíram de uma altura de 27 metros. “Ela tem que dar um relatório do que ocorreu. Sabemos que uma laje não tem problemas à toa”, acrescentou Matarazzo.
Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Jair Paca de Lima, o prédio ficará interditado até que a Polícia Técnico-Científica faça a perícia. Engenheiros vão avaliar o imóvel. Ele disse que há risco de novos desabamentos, principalmente por causa da chuva que vem atingindo a região.
“A empresa pode sofrer desde multa até desabilitação. Depende do relatório que a empresa apresentar e da apuração que a secretaria fizer junto ao Crea [Conselho Regional de Engenharia e Agronomia]”, afirmou Matarazzo. A pasta pediu para a empresa um relatório preliminar, que deve ser entregue até sexta-feira (13), informando os problemas que ocorreram.
Três das vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro do Hospital Geral de Vila Penteado e outras três, para o Pronto-Socorro do Hospital Geral Vila Nova Cachoeirinha. A Secretaria de Estado da Saúde informou que os pacientes no Vila Penteado passavam bem. Dois deles, com 22 e 31 anos, receberam alta. Por volta das 18h40, o outro ferido, de 41 anos, permanecia em observação.
Os pacientes no Cachoeirinha estavam no setor de emergência. Dois deles, com 20 e 23 anos, sofreram politraumatismo com traumatismo craniano. O terceiro ferido, de 35 anos, também sofreu traumatismo encefálico e aguardava resultado de tomografia.
Inauguração
De acordo com a Secretaria da Cultura, o prédio tinha previsão de inauguração em abril. Cada unidade recebe um investimento de R$ 12,5 milhões na construção. A obra começou em outubro de 2009. No total, 60 operários trabalham lá. No momento do acidente, porém, apenas dez pessoas estavam no canteiro. A estrutura que desabou foi a laje do teatro.
Já há em funcionamento três unidades da Fábrica de Cultura: em Itaim Paulista, na Vila Curuçá e em Sapopemba. Os prédios oferecem ateliês de formação cultural para crianças e jovens de 8 a 19 anos, além de apresentações e espetáculos para toda a comunidade.
Segundo a pasta, cada prédio tem quatro instalações: teatro, sala multiuso, biblioteca e salas de formação específica (dança, teatro, circo, música, artes plásticas e salas destinadas ao incentivo à leitura).

Bombeiros resgatam vítima de desabamento (Foto: Reprodução/TV Globo)
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal obrigou uma moradora de Planaltina a permitir que os vizinhos, que estão concluindo a construção do segundo pavimento da casa deles, tenham acesso à casa dela. Cada recusa será penalizada em R$ 100. Não cabe recurso à decisão.
Segundo a vizinha que moveu a ação, é necessário entrar no terreno da outra para realizar reboco e pintar paredes externas. Ela afirma que tentou insistentemente resolver o impasse, mas não obteve êxito.
A outra argumenta que, por causa da construção, apareceram telhas quebradas e plantas em seu terreno. A mulher também disse que encontrou o pedreiro contratado pelos vizinhos dentro do lote dela, durante sua ausência e sem autorização, afirmando ter havido violação de domicílio.
Ela também afirmou estar tendo prejuízos, pois o muro da casa dela teria sido deteriorado e mofado. Para o juiz, a questão era simples de ser resolvida, mas foi atrapalhada pela inimizade entre as partes. O magistrado também disse que o Código Civil prevê o direito de adentrar em imóvel alheio para realizar obras.
O ingresso dos profissionais à casa da mulher deve ocorrer conforme a lei e em horário comercial. A Justiça destacou que a autora da ação deve provocar incômodos mínimos e ressarcir eventuais danos que venha causar.
por master | 13/01/12 | Ultimas Notícias
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal obrigou uma moradora de Planaltina a permitir que os vizinhos, que estão concluindo a construção do segundo pavimento da casa deles, tenham acesso à casa dela. Cada recusa será penalizada em R$ 100. Não cabe recurso à decisão.
Segundo a vizinha que moveu a ação, é necessário entrar no terreno da outra para realizar reboco e pintar paredes externas. Ela afirma que tentou insistentemente resolver o impasse, mas não obteve êxito.
A outra argumenta que, por causa da construção, apareceram telhas quebradas e plantas em seu terreno. A mulher também disse que encontrou o pedreiro contratado pelos vizinhos dentro do lote dela, durante sua ausência e sem autorização, afirmando ter havido violação de domicílio.
Ela também afirmou estar tendo prejuízos, pois o muro da casa dela teria sido deteriorado e mofado. Para o juiz, a questão era simples de ser resolvida, mas foi atrapalhada pela inimizade entre as partes. O magistrado também disse que o Código Civil prevê o direito de adentrar em imóvel alheio para realizar obras.
O ingresso dos profissionais à casa da mulher deve ocorrer conforme a lei e em horário comercial. A Justiça destacou que a autora da ação deve provocar incômodos mínimos e ressarcir eventuais danos que venha causar.