NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Autuações resultaram em R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas. Ministério do Trabalho quer intensificar este ano fiscalização em atividades urbanas
 
O país que se tornou a sexta economia do mundo ainda convive com uma das maiores marcas do atraso. Em todo o país, 2.271 pessoas foram encontradas em situação degradante de trabalho em 158 operações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego. As autuações resultaram no pagamento de R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas e são produto de 320 inspeções feitas pelos fiscais. Desde 1995, quando o grupo foi criado e o trabalho escravo passou a ser enfrentado no Brasil, 41.451 trabalhadores foram resgatados em 1.240 operações.
Quem entrou para a “lista suja” do trabalho escravo

Para o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, Alexandre Lyra, ainda não há como prever quando esse tipo de crime será erradicado no país. A ideia agora, segundo ele, é reforçar a fiscalização nas cidades, a exemplo do que já ocorre no campo, para desbaratar a exploração de mão-de-obra em atividades urbanas, como a construção civil e a indústria têxtil. Essas duas áreas têm sido foco de trabalho escravo.
 
“A gente não pode se perder no trabalho. Estamos aprimorando o rastreamento, temos de estar atentos às novas formas de trabalho escravo. Os empregadores vão mascarando a realidade. O caminho é não esmorecer”, avalia. De acordo com o representante do Ministério do Trabalho, o governo federal está mapeando as atividades econômicas e as regiões do país onde esse tipo de crime é mais comum para intensificar as fiscalizações. A maior parte dos flagrantes realizados até agora se refere a atividades do meio rural, como a pecuária e os mais variados tipos de plantações, além de extração de madeira.

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Autuações resultaram em R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas. Ministério do Trabalho quer intensificar este ano fiscalização em atividades urbanas
 
O país que se tornou a sexta economia do mundo ainda convive com uma das maiores marcas do atraso. Em todo o país, 2.271 pessoas foram encontradas em situação degradante de trabalho em 158 operações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego. As autuações resultaram no pagamento de R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas e são produto de 320 inspeções feitas pelos fiscais. Desde 1995, quando o grupo foi criado e o trabalho escravo passou a ser enfrentado no Brasil, 41.451 trabalhadores foram resgatados em 1.240 operações.
Quem entrou para a “lista suja” do trabalho escravo

Para o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, Alexandre Lyra, ainda não há como prever quando esse tipo de crime será erradicado no país. A ideia agora, segundo ele, é reforçar a fiscalização nas cidades, a exemplo do que já ocorre no campo, para desbaratar a exploração de mão-de-obra em atividades urbanas, como a construção civil e a indústria têxtil. Essas duas áreas têm sido foco de trabalho escravo.
 
“A gente não pode se perder no trabalho. Estamos aprimorando o rastreamento, temos de estar atentos às novas formas de trabalho escravo. Os empregadores vão mascarando a realidade. O caminho é não esmorecer”, avalia. De acordo com o representante do Ministério do Trabalho, o governo federal está mapeando as atividades econômicas e as regiões do país onde esse tipo de crime é mais comum para intensificar as fiscalizações. A maior parte dos flagrantes realizados até agora se refere a atividades do meio rural, como a pecuária e os mais variados tipos de plantações, além de extração de madeira.

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Cuba: 80% dos trabalhadores independentes se sindicalizam

Oitenta por cento dos trabalhadores cubanos que desempenham suas tarefas de maneira independente do Estado optou por sindicalizar-se, informou o secretário geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Salvador Valdés Mesa.
A cifra “reflete a disposição da maioria deles de se organizar e ser representados pelos setores afins às especialidades e ofícios que desempenham”, expressou Mesa, em declarações publicadas na sexta-feira (6) pelo diário oficial Granma.

Atualmente existem na ilha cerca de 357.000 empregados por conta própria, mais do dobro da quantidade de 2010, que aumentou assim que o presidente Raúl Castro flexibilizou as normas para os pequenos empreendedores nos marcos de uma atualização econômica do modelo cubano. 

As leis aprovadas por Castro permitem aos trabalhadores independentes filiar-se aos sindicatos ligados à CTC – única em Cuba -, vinculada ao governo e ao Partido Comunista.

Os setores que concentram hoje o maior número de trabalhadores não estatais sindicalizados são o de Comercio e Gastronomia com mais de 100.000 – e agrupa a centenas de proprietários de cafeterias ou ‘paladares’ (pequenos restaurantes) – e o de Transporte – para táxis – com perto de 60.000, os quais se agrupam para sua atenção por meio de delegados, comitês ou seções sindicais, expressou Valdés

“Representamos em igualdade de condições a todos os trabalhadores do país, estatais ou não estatais, com a missão de organizá-los, ajudar no seu treinamento e formação e elevar sua cultura política e econômica”, assinalou. 

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Cuba: 80% dos trabalhadores independentes se sindicalizam

Oitenta por cento dos trabalhadores cubanos que desempenham suas tarefas de maneira independente do Estado optou por sindicalizar-se, informou o secretário geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Salvador Valdés Mesa.
A cifra “reflete a disposição da maioria deles de se organizar e ser representados pelos setores afins às especialidades e ofícios que desempenham”, expressou Mesa, em declarações publicadas na sexta-feira (6) pelo diário oficial Granma.

Atualmente existem na ilha cerca de 357.000 empregados por conta própria, mais do dobro da quantidade de 2010, que aumentou assim que o presidente Raúl Castro flexibilizou as normas para os pequenos empreendedores nos marcos de uma atualização econômica do modelo cubano. 

As leis aprovadas por Castro permitem aos trabalhadores independentes filiar-se aos sindicatos ligados à CTC – única em Cuba -, vinculada ao governo e ao Partido Comunista.

Os setores que concentram hoje o maior número de trabalhadores não estatais sindicalizados são o de Comercio e Gastronomia com mais de 100.000 – e agrupa a centenas de proprietários de cafeterias ou ‘paladares’ (pequenos restaurantes) – e o de Transporte – para táxis – com perto de 60.000, os quais se agrupam para sua atenção por meio de delegados, comitês ou seções sindicais, expressou Valdés

“Representamos em igualdade de condições a todos os trabalhadores do país, estatais ou não estatais, com a missão de organizá-los, ajudar no seu treinamento e formação e elevar sua cultura política e econômica”, assinalou. 

Governo resgatou 2,2 mil escravos em 2011

Analistas estimam redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juro

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam por uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os próximos dias 17 e 18. Atualmente, a taxa está em 11% ao ano. Para o fim de 2012, a expectativa é 9,50% ao ano, há quatro semanas.
Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2012, a estimativa passou de 5,32% para 5,31%, ainda acima do centro da meta de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%. Essa foi a sexta redução seguida na estimativa para o IPCA.

A pesquisa do BC também traz estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 5,22% para 5,26%, neste ano.

A expectativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 4,99% para 5% este ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a alteração foi de 5,08% para 5,07%.

A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 4,5% neste ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte urbano coletivo.