por master | 10/01/12 | Ultimas Notícias
Autuações resultaram em R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas. Ministério do Trabalho quer intensificar este ano fiscalização em atividades urbanas
O país que se tornou a sexta economia do mundo ainda convive com uma das maiores marcas do atraso. Em todo o país, 2.271 pessoas foram encontradas em situação degradante de trabalho em 158 operações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego. As autuações resultaram no pagamento de R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas e são produto de 320 inspeções feitas pelos fiscais. Desde 1995, quando o grupo foi criado e o trabalho escravo passou a ser enfrentado no Brasil, 41.451 trabalhadores foram resgatados em 1.240 operações.
Quem entrou para a “lista suja” do trabalho escravo
Para o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, Alexandre Lyra, ainda não há como prever quando esse tipo de crime será erradicado no país. A ideia agora, segundo ele, é reforçar a fiscalização nas cidades, a exemplo do que já ocorre no campo, para desbaratar a exploração de mão-de-obra em atividades urbanas, como a construção civil e a indústria têxtil. Essas duas áreas têm sido foco de trabalho escravo.
“A gente não pode se perder no trabalho. Estamos aprimorando o rastreamento, temos de estar atentos às novas formas de trabalho escravo. Os empregadores vão mascarando a realidade. O caminho é não esmorecer”, avalia. De acordo com o representante do Ministério do Trabalho, o governo federal está mapeando as atividades econômicas e as regiões do país onde esse tipo de crime é mais comum para intensificar as fiscalizações. A maior parte dos flagrantes realizados até agora se refere a atividades do meio rural, como a pecuária e os mais variados tipos de plantações, além de extração de madeira.
por master | 10/01/12 | Ultimas Notícias
Autuações resultaram em R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas. Ministério do Trabalho quer intensificar este ano fiscalização em atividades urbanas
O país que se tornou a sexta economia do mundo ainda convive com uma das maiores marcas do atraso. Em todo o país, 2.271 pessoas foram encontradas em situação degradante de trabalho em 158 operações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego. As autuações resultaram no pagamento de R$ 5,4 milhões em indenizações trabalhistas e são produto de 320 inspeções feitas pelos fiscais. Desde 1995, quando o grupo foi criado e o trabalho escravo passou a ser enfrentado no Brasil, 41.451 trabalhadores foram resgatados em 1.240 operações.
Quem entrou para a “lista suja” do trabalho escravo
Para o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, Alexandre Lyra, ainda não há como prever quando esse tipo de crime será erradicado no país. A ideia agora, segundo ele, é reforçar a fiscalização nas cidades, a exemplo do que já ocorre no campo, para desbaratar a exploração de mão-de-obra em atividades urbanas, como a construção civil e a indústria têxtil. Essas duas áreas têm sido foco de trabalho escravo.
“A gente não pode se perder no trabalho. Estamos aprimorando o rastreamento, temos de estar atentos às novas formas de trabalho escravo. Os empregadores vão mascarando a realidade. O caminho é não esmorecer”, avalia. De acordo com o representante do Ministério do Trabalho, o governo federal está mapeando as atividades econômicas e as regiões do país onde esse tipo de crime é mais comum para intensificar as fiscalizações. A maior parte dos flagrantes realizados até agora se refere a atividades do meio rural, como a pecuária e os mais variados tipos de plantações, além de extração de madeira.
por master | 10/01/12 | Ultimas Notícias
Oitenta por cento dos trabalhadores cubanos que desempenham suas tarefas de maneira independente do Estado optou por sindicalizar-se, informou o secretário geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Salvador Valdés Mesa.
A cifra “reflete a disposição da maioria deles de se organizar e ser representados pelos setores afins às especialidades e ofícios que desempenham”, expressou Mesa, em declarações publicadas na sexta-feira (6) pelo diário oficial Granma.
Atualmente existem na ilha cerca de 357.000 empregados por conta própria, mais do dobro da quantidade de 2010, que aumentou assim que o presidente Raúl Castro flexibilizou as normas para os pequenos empreendedores nos marcos de uma atualização econômica do modelo cubano.
As leis aprovadas por Castro permitem aos trabalhadores independentes filiar-se aos sindicatos ligados à CTC – única em Cuba -, vinculada ao governo e ao Partido Comunista.
Os setores que concentram hoje o maior número de trabalhadores não estatais sindicalizados são o de Comercio e Gastronomia com mais de 100.000 – e agrupa a centenas de proprietários de cafeterias ou ‘paladares’ (pequenos restaurantes) – e o de Transporte – para táxis – com perto de 60.000, os quais se agrupam para sua atenção por meio de delegados, comitês ou seções sindicais, expressou Valdés
“Representamos em igualdade de condições a todos os trabalhadores do país, estatais ou não estatais, com a missão de organizá-los, ajudar no seu treinamento e formação e elevar sua cultura política e econômica”, assinalou.
por master | 10/01/12 | Ultimas Notícias
Oitenta por cento dos trabalhadores cubanos que desempenham suas tarefas de maneira independente do Estado optou por sindicalizar-se, informou o secretário geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Salvador Valdés Mesa.
A cifra “reflete a disposição da maioria deles de se organizar e ser representados pelos setores afins às especialidades e ofícios que desempenham”, expressou Mesa, em declarações publicadas na sexta-feira (6) pelo diário oficial Granma.
Atualmente existem na ilha cerca de 357.000 empregados por conta própria, mais do dobro da quantidade de 2010, que aumentou assim que o presidente Raúl Castro flexibilizou as normas para os pequenos empreendedores nos marcos de uma atualização econômica do modelo cubano.
As leis aprovadas por Castro permitem aos trabalhadores independentes filiar-se aos sindicatos ligados à CTC – única em Cuba -, vinculada ao governo e ao Partido Comunista.
Os setores que concentram hoje o maior número de trabalhadores não estatais sindicalizados são o de Comercio e Gastronomia com mais de 100.000 – e agrupa a centenas de proprietários de cafeterias ou ‘paladares’ (pequenos restaurantes) – e o de Transporte – para táxis – com perto de 60.000, os quais se agrupam para sua atenção por meio de delegados, comitês ou seções sindicais, expressou Valdés
“Representamos em igualdade de condições a todos os trabalhadores do país, estatais ou não estatais, com a missão de organizá-los, ajudar no seu treinamento e formação e elevar sua cultura política e econômica”, assinalou.
por master | 10/01/12 | Ultimas Notícias
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam por uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os próximos dias 17 e 18. Atualmente, a taxa está em 11% ao ano. Para o fim de 2012, a expectativa é 9,50% ao ano, há quatro semanas.
Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2012, a estimativa passou de 5,32% para 5,31%, ainda acima do centro da meta de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%. Essa foi a sexta redução seguida na estimativa para o IPCA.
A pesquisa do BC também traz estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 5,22% para 5,26%, neste ano.
A expectativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 4,99% para 5% este ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a alteração foi de 5,08% para 5,07%.
A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 4,5% neste ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte urbano coletivo.