por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A Receita Federal irá disponibilizar dois programas de computador para auxiliar as pessoas físicas residentes no Brasil envolvidas com atividades rurais ou que tenham investimentos em moeda estrangeira a preencher a Declaração do Imposto de Renda em 2013 (ano-calendário 2012). As instruções normativas com a aprovação dos programas foram publicadas ontem no Diário Oficial da União.
O primeiro programa, opcional, é o Livro-Caixa da Atividade Rural. O outro é o Ganhos de Capital em Moeda Estrangeira. Os dados apurados deverão ser armazenados e transferidos para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF).
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
A Receita Federal irá disponibilizar dois programas de computador para auxiliar as pessoas físicas residentes no Brasil envolvidas com atividades rurais ou que tenham investimentos em moeda estrangeira a preencher a Declaração do Imposto de Renda em 2013 (ano-calendário 2012). As instruções normativas com a aprovação dos programas foram publicadas ontem no Diário Oficial da União.
O primeiro programa, opcional, é o Livro-Caixa da Atividade Rural. O outro é o Ganhos de Capital em Moeda Estrangeira. Os dados apurados deverão ser armazenados e transferidos para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF).
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
HABITAÇÃO
Segundo imobiliárias, a oferta só vai alcançar a demanda em 2013; entrega de lançamentos neste ano deve aliviar um pouco a situação
O ano de 2011 será lembrado pelo mercado de locação de Curitiba como um ano em que faltaram imóveis para alugar. A perspectiva é de que apenas a partir do segundo semestre deste ano a quantidade de imóveis disponíveis para locação se aproxime da procura de locadores, mas apenas em 2013 é que se deve chegar a um ponto de equilíbrio, com oferta e demanda aproximadas.
O principal indicador que mostra a baixa oferta de imóveis é a velocidade de locação em Curitiba, três vezes maior que a de venda de imóveis novos e cinco vezes maior que a de usados. Demora-se, na capital paranaense, entre três e quatro meses para um imóvel ser alugado. Enquanto isso, para vender um imóvel novo, a incorporadora espera em torno de 11 meses; a venda de um usado pode passar dos 15 meses de espera.
Preços em alta neste trimestre
As imobiliárias de Curitiba estão, em média, trabalhando com imóveis cujo aluguel mensal está entre R$ 800 e R$ 1,2 mil. Esses preços, porém, devem subir a partir do primeiro trimestre de 2012, época em que há uma maior movimentação no mercado, principalmente por causa da chegada de estudantes universitários – a Universidade Federal do Paraná (UFPR), por exemplo, divulgou ontem o resultado de seu vestibular, e 20% dos aprovados são de fora de Curitiba e região metropolitana.
Na Apolar, a média do valor de aluguel no fim do ano passado era de R$ 950, 18% a mais que no fim de 2010, quando o preço não chegava aos R$ 800. “Entre 2009 e 2010 vimos um boom no valor da locação em Curitiba, mas agora os preços estão mais equilibrados. Alguns valores irão se estabilizar, mas outros devem crescer, como apartamentos de dois e três quartos”, prevê a diretora administrativa de locação da Apolar Imóveis, Damares de Moraes.
Imóveis de um e dois quartos também devem se valorizar em 2012, segundo a gerente-geral da imobiliária Gonzaga, Lucia Shaicoski. A média de preços dos imóveis da carteira da imobiliária está girando entre R$ 800 e R$ 900. “O apartamento de dois quartos, que custava R$ 800 no fim de 2011, deve chegar a R$ 950 em 2012, seguindo a valorização apresentada nos últimos três anos”, estima Lucia.
A gerente-executiva da Galvão Locações, Marise Hartmann, explica que o crescimento nos preços reflete o aumento dos valores dos imóveis à venda. Ela compara 2011 com o ano de 2010 e afirma que os valores do aluguel subiram entre 25% e 30% na capital. “Entre 2012 e 2013 devemos ter outro boom de locação interessante: muitas pessoas que chegam para trabalhar em Curitiba por causa da Copa do Mundo de 2014 começarão a buscar um imóvel para locar”, ressalta Marise.
“Isso faz com que o preço de locação cresça muito mais que o preço de venda, que deve continuar em alta. Um equilíbrio neste mercado deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre de 2012, sendo mais forte em 2013”, analisa Fábio Tadeu Araújo, sócio da Brain e consultor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR).
Retomada
De acordo com o Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), havia em novembro do ano passado 3.385 imóveis disponíveis para locação em Curitiba. Apesar de ainda não ser considerado ideal pelos especialistas, o número é 15% maior que a oferta no mesmo período do ano passado – o que reflete a retomada do setor, segundo a diretora administrativa de locação da Apolar Imóveis, Damares de Moraes. “O ano foi marcado pela procura maior que a oferta disponível, mas, no fim do ano, a partir de setembro, houve um crescimento na quantidade de imóveis. Esse aumento é reflexo dos imóveis que estão sendo entregues no fim de 2011 e que começam a estabilizar o mercado”, avalia.
A maneira como os novos imóveis devem impactar o mercado de locação em 2012 ainda é uma incógnita, segundo Luís Nardelli, vice-presidente de locação do Secovi-PR. “As construtoras começam a entregar os novos imóveis, vendidos na planta nos últimos anos, mas não temos noção de quantos serão incorporados ao mercado de locação para diminuir nossa carência de imóveis, principalmente na faixa de preço entre R$ 800 e R$ 1,2 mil”, ressalta. De acordo com o levantamento do Secovi-PR, há em Curitiba 1.022 imóveis nesta faixa de preço, mas apenas 628 de um e dois quartos, os mais procurados. “É um estoque baixo, porque é nesta faixa que está o consumo”, pondera Nardelli.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
HABITAÇÃO
Segundo imobiliárias, a oferta só vai alcançar a demanda em 2013; entrega de lançamentos neste ano deve aliviar um pouco a situação
O ano de 2011 será lembrado pelo mercado de locação de Curitiba como um ano em que faltaram imóveis para alugar. A perspectiva é de que apenas a partir do segundo semestre deste ano a quantidade de imóveis disponíveis para locação se aproxime da procura de locadores, mas apenas em 2013 é que se deve chegar a um ponto de equilíbrio, com oferta e demanda aproximadas.
O principal indicador que mostra a baixa oferta de imóveis é a velocidade de locação em Curitiba, três vezes maior que a de venda de imóveis novos e cinco vezes maior que a de usados. Demora-se, na capital paranaense, entre três e quatro meses para um imóvel ser alugado. Enquanto isso, para vender um imóvel novo, a incorporadora espera em torno de 11 meses; a venda de um usado pode passar dos 15 meses de espera.
Preços em alta neste trimestre
As imobiliárias de Curitiba estão, em média, trabalhando com imóveis cujo aluguel mensal está entre R$ 800 e R$ 1,2 mil. Esses preços, porém, devem subir a partir do primeiro trimestre de 2012, época em que há uma maior movimentação no mercado, principalmente por causa da chegada de estudantes universitários – a Universidade Federal do Paraná (UFPR), por exemplo, divulgou ontem o resultado de seu vestibular, e 20% dos aprovados são de fora de Curitiba e região metropolitana.
Na Apolar, a média do valor de aluguel no fim do ano passado era de R$ 950, 18% a mais que no fim de 2010, quando o preço não chegava aos R$ 800. “Entre 2009 e 2010 vimos um boom no valor da locação em Curitiba, mas agora os preços estão mais equilibrados. Alguns valores irão se estabilizar, mas outros devem crescer, como apartamentos de dois e três quartos”, prevê a diretora administrativa de locação da Apolar Imóveis, Damares de Moraes.
Imóveis de um e dois quartos também devem se valorizar em 2012, segundo a gerente-geral da imobiliária Gonzaga, Lucia Shaicoski. A média de preços dos imóveis da carteira da imobiliária está girando entre R$ 800 e R$ 900. “O apartamento de dois quartos, que custava R$ 800 no fim de 2011, deve chegar a R$ 950 em 2012, seguindo a valorização apresentada nos últimos três anos”, estima Lucia.
A gerente-executiva da Galvão Locações, Marise Hartmann, explica que o crescimento nos preços reflete o aumento dos valores dos imóveis à venda. Ela compara 2011 com o ano de 2010 e afirma que os valores do aluguel subiram entre 25% e 30% na capital. “Entre 2012 e 2013 devemos ter outro boom de locação interessante: muitas pessoas que chegam para trabalhar em Curitiba por causa da Copa do Mundo de 2014 começarão a buscar um imóvel para locar”, ressalta Marise.
“Isso faz com que o preço de locação cresça muito mais que o preço de venda, que deve continuar em alta. Um equilíbrio neste mercado deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre de 2012, sendo mais forte em 2013”, analisa Fábio Tadeu Araújo, sócio da Brain e consultor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR).
Retomada
De acordo com o Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), havia em novembro do ano passado 3.385 imóveis disponíveis para locação em Curitiba. Apesar de ainda não ser considerado ideal pelos especialistas, o número é 15% maior que a oferta no mesmo período do ano passado – o que reflete a retomada do setor, segundo a diretora administrativa de locação da Apolar Imóveis, Damares de Moraes. “O ano foi marcado pela procura maior que a oferta disponível, mas, no fim do ano, a partir de setembro, houve um crescimento na quantidade de imóveis. Esse aumento é reflexo dos imóveis que estão sendo entregues no fim de 2011 e que começam a estabilizar o mercado”, avalia.
A maneira como os novos imóveis devem impactar o mercado de locação em 2012 ainda é uma incógnita, segundo Luís Nardelli, vice-presidente de locação do Secovi-PR. “As construtoras começam a entregar os novos imóveis, vendidos na planta nos últimos anos, mas não temos noção de quantos serão incorporados ao mercado de locação para diminuir nossa carência de imóveis, principalmente na faixa de preço entre R$ 800 e R$ 1,2 mil”, ressalta. De acordo com o levantamento do Secovi-PR, há em Curitiba 1.022 imóveis nesta faixa de preço, mas apenas 628 de um e dois quartos, os mais procurados. “É um estoque baixo, porque é nesta faixa que está o consumo”, pondera Nardelli.
por master | 05/01/12 | Ultimas Notícias
Os preços dos imóveis residenciais comercializados na capital paulista valorizaram em até 175% nos últimos dois anos, segundo levantamento da empresa de administração imobiliária no Estado de São Paulo, Lello. A pesquisa analisou apartamentos de dois dormitórios, que registram maior procura na cidade, entre 50 e 100 metros quadrados em prédios com mais de cinco anos de existência e área de lazer, localizados nas regiões de Perdizes, Jardins, Santana, Mooca e Tatuapé.
Os imóveis foram comercializados em 2009, retornaram ao estoque da administradora e foram revendidos em 2011.De acordo com a Lello, em nota, o valor médio do metro quadrado dos apartamentos nessas cinco regiões, foi de R$ 4,97 mil em 2011, com um aumento médio de 56,6%. “Isto significa que há dois anos o valor médio do metro quadrado do tipo de imóvel usado mais procurado na cidade era de R$ 3,1 mil, aproximadamente”, disse a administradora.O pico de valorização de preços foi registrado na região da Mooca, de até 175%, com média de 80%. Na área do Tatuapé, os apartamentos usados de dois dormitórios tiveram valorização de até 93%, com média de 56%. Já na região de Perdizes a valorização máxima observada foi de 86%, e a média, 51%. Na área dos Jardins a valorização média foi de 52% e, em Santana, de 51%, com picos de 54%.
“A revitalização de bairros e a expansão da malha metro-ferroviária, aliada à alta demanda, ajudaram a valorizar o mercado imobiliário paulistano, que se tornou, mais do que nunca, uma excelente opção de investimento”, afirmou a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, no comunicado. Segundo ela, na média, a rentabilidade bruta para quem comprou há dois anos foi de 2,35% ao mês, chegando, em alguns casos, a 7,3%, como no caso de apartamentos da região da Mooca.
2012
Para o ano, a Lello acredita que o imóvel continuará sendo uma boa aposta de investimento “seguro e rentável”. A tendência será de concorrer mais intensamente com os investimentos em renda fixa, cuja rentabilidade tende a cair com a redução da taxa Selic. “Não há bolha no mercado imobiliário, uma vez que ainda há farta disponibilidade de crédito e a demanda continua alta. Por isso não temos indicativo de que haverá qualquer redução no preço de imóveis usados. Pelo contrário, eles continuarão se valorizando, sendo ótima opção para investimento em locação e revenda”, declarou Hernandes.
A diretora da Lello lembrou, ainda, que o preço médio do metro quadrado dos imóveis usados em São Paulo, maior cidade do país, ainda é bastante inferior às principais capitais mundiais, como Lisboa, Xangai, Moscou, Berlim e até mesmo a Cidade do Cabo. “Isso significa que ainda há espaço para a elevação dos valores”, completou a diretora.