Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012
“Temos que atingir no mínimo um PIB de 4%, mas vamos fazer um esforço para chegar a 5%. Algumas medidas já foram tomadas como o Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a garantia dos recursos do PAC. Com essas medidas, a gente contorna a crise que impediu os 5% de PIB neste ano”, afirma Muniz.
Até agora, os recursos do PAC 2 garantiram obras no setor de transportes como a duplicação das BR-101-Nordeste e BR-101-Sul e o asfaltamento da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Mais de 3 mil km de obras ferroviárias, como a Transnordestina e a Ferronorte, estão em andamento. O PAC 2 também beneficia projetos de aprofundamento e dragagem de portos para receber embarcações de maior calado e a modelagem de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília.
O eixo de energia do programa foi um dos que mais avançou com destaque para as obras de geração de 29 mil MW das usinas de Girau e Belomonte e de quase 11 mil quilômetros de linhas de transmissão. No setor de óleo e gás, financia a construção de 22 sonda e plataformas de produção, de dez navios de transferência e armazenamento de petróleo (FPSO), de 153 novas embarcações de apoio contratadas só este ano. Em obras de saneamento, como o Emissário Submarino de Salvador, na Bahia, foram investidos R$ 25 bilhões, com execução média de 53%.
Os setores vinculados ao programa apresentam o maior percentual de empregados com carteira assinada. Enquanto a média do emprego formal cresceu 22,7% de dezembro de 2006 a setembro de 2011, no setor de construção de rodovias e ferrovias saltou para 85,5% e na construção de edifícios, para 72,5%.
Muniz reconhece que alguns requisitos podem se melhorados. A elaboração de projetos, um dos principais responsáveis pelos atrasos no PAC I, começa a ter um andamento mais eficiente. A concessão de recursos pegou estados e municípios desprevenidos. A carência de mão de obra também provocou atrasos. “São bons problemas. Mau problema é a falta de recurso e o desemprego.”
Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012
“Temos que atingir no mínimo um PIB de 4%, mas vamos fazer um esforço para chegar a 5%. Algumas medidas já foram tomadas como o Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a garantia dos recursos do PAC. Com essas medidas, a gente contorna a crise que impediu os 5% de PIB neste ano”, afirma Muniz.
Até agora, os recursos do PAC 2 garantiram obras no setor de transportes como a duplicação das BR-101-Nordeste e BR-101-Sul e o asfaltamento da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Mais de 3 mil km de obras ferroviárias, como a Transnordestina e a Ferronorte, estão em andamento. O PAC 2 também beneficia projetos de aprofundamento e dragagem de portos para receber embarcações de maior calado e a modelagem de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília.
O eixo de energia do programa foi um dos que mais avançou com destaque para as obras de geração de 29 mil MW das usinas de Girau e Belomonte e de quase 11 mil quilômetros de linhas de transmissão. No setor de óleo e gás, financia a construção de 22 sonda e plataformas de produção, de dez navios de transferência e armazenamento de petróleo (FPSO), de 153 novas embarcações de apoio contratadas só este ano. Em obras de saneamento, como o Emissário Submarino de Salvador, na Bahia, foram investidos R$ 25 bilhões, com execução média de 53%.
Os setores vinculados ao programa apresentam o maior percentual de empregados com carteira assinada. Enquanto a média do emprego formal cresceu 22,7% de dezembro de 2006 a setembro de 2011, no setor de construção de rodovias e ferrovias saltou para 85,5% e na construção de edifícios, para 72,5%.
Muniz reconhece que alguns requisitos podem se melhorados. A elaboração de projetos, um dos principais responsáveis pelos atrasos no PAC I, começa a ter um andamento mais eficiente. A concessão de recursos pegou estados e municípios desprevenidos. A carência de mão de obra também provocou atrasos. “São bons problemas. Mau problema é a falta de recurso e o desemprego.”
Cepal projeta crescimento de 3,7% para AL e Caribe em 2012
Em seu “Balanço preliminar das economias da América Latina e o Caribe em 2011”, o organismo regional das Nações Unidas destacou que, ainda que no primeiro semestre deste ano o crescimento tenha arrefecido ante 2010, “grande parte da região teve desempenho positivo graças ao contexto externo favorável”.
“No entanto, na segunda metade do ano, a volatilidade e a incerteza complicaram o ambiente global, o que provocou uma maior desaceleração das economias na comparação com 2010, quando a região cresceu 5,9%”, apontou a comissão.
“Além do impacto do contexto econômico crescentemente complexo, o menor crescimento econômico em 2011 se explica pelas medidas aplicadas sobretudo no Brasil para esfriar a demanda interna e evitar um sobreaquecimento a partir de sua forte expansão em 2010”, apontou a comissão.
Neste ano, projeta a Cepal, as maiores taxas de crescimento serão registradas pelo Panamá (10,5%), Argentina (9,0%) e Equador (8,0%). No ano que vem, os maiores porcentuais serão de Haiti (8,0%), Panamá (6,5%) e Peru (5,0%).
Cepal projeta crescimento de 3,7% para AL e Caribe em 2012
Em seu “Balanço preliminar das economias da América Latina e o Caribe em 2011”, o organismo regional das Nações Unidas destacou que, ainda que no primeiro semestre deste ano o crescimento tenha arrefecido ante 2010, “grande parte da região teve desempenho positivo graças ao contexto externo favorável”.
“No entanto, na segunda metade do ano, a volatilidade e a incerteza complicaram o ambiente global, o que provocou uma maior desaceleração das economias na comparação com 2010, quando a região cresceu 5,9%”, apontou a comissão.
“Além do impacto do contexto econômico crescentemente complexo, o menor crescimento econômico em 2011 se explica pelas medidas aplicadas sobretudo no Brasil para esfriar a demanda interna e evitar um sobreaquecimento a partir de sua forte expansão em 2010”, apontou a comissão.
Neste ano, projeta a Cepal, as maiores taxas de crescimento serão registradas pelo Panamá (10,5%), Argentina (9,0%) e Equador (8,0%). No ano que vem, os maiores porcentuais serão de Haiti (8,0%), Panamá (6,5%) e Peru (5,0%).
