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JUSTIÇA SOCIAL

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

As obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, são um dos trunfos do governo federal para garantir um crescimento de 5% do PIB em 2012. Até 30 de novembro, a execução financeira do programa tinha atingido R$ 22,8 bilhões – ante R$ 19,5 bilhões no mesmo período do ano passado. A previsão da Secretaria-Geral do PAC é que o volume executado chegue a R$ 27,8 bilhões até 31 de dezembro.
A execução global do PAC 2, que inclui Orçamento Geral da União (OGU) Fiscal e Seguridade, estatais e setor privado, somaram R$ 143,6 bilhões – 15% dos R$ 955 bilhões previstos pelo programa até 2014. Desse total, R$ 80 bilhões correspondem a obras já concluídas. Houve um aumento de 66% no ritmo de execução entre junho e setembro desse ano. No ano, o PAC 2 alcançou um volume de pagamento 22% superior ao realizado em igual período de 2010, ano de melhor desempenho do PAC. “O resultado para um programa tão complexo é excepcional”, afirma o secretário-geral do PAC 2, Maurício Muniz.

“Temos que atingir no mínimo um PIB de 4%, mas vamos fazer um esforço para chegar a 5%. Algumas medidas já foram tomadas como o Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a garantia dos recursos do PAC. Com essas medidas, a gente contorna a crise que impediu os 5% de PIB neste ano”, afirma Muniz.

Até agora, os recursos do PAC 2 garantiram obras no setor de transportes como a duplicação das BR-101-Nordeste e BR-101-Sul e o asfaltamento da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Mais de 3 mil km de obras ferroviárias, como a Transnordestina e a Ferronorte, estão em andamento. O PAC 2 também beneficia projetos de aprofundamento e dragagem de portos para receber embarcações de maior calado e a modelagem de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília.

O eixo de energia do programa foi um dos que mais avançou com destaque para as obras de geração de 29 mil MW das usinas de Girau e Belomonte e de quase 11 mil quilômetros de linhas de transmissão. No setor de óleo e gás, financia a construção de 22 sonda e plataformas de produção, de dez navios de transferência e armazenamento de petróleo (FPSO), de 153 novas embarcações de apoio contratadas só este ano. Em obras de saneamento, como o Emissário Submarino de Salvador, na Bahia, foram investidos R$ 25 bilhões, com execução média de 53%.

Os setores vinculados ao programa apresentam o maior percentual de empregados com carteira assinada. Enquanto a média do emprego formal cresceu 22,7% de dezembro de 2006 a setembro de 2011, no setor de construção de rodovias e ferrovias saltou para 85,5% e na construção de edifícios, para 72,5%.

Muniz reconhece que alguns requisitos podem se melhorados. A elaboração de projetos, um dos principais responsáveis pelos atrasos no PAC I, começa a ter um andamento mais eficiente. A concessão de recursos pegou estados e municípios desprevenidos. A carência de mão de obra também provocou atrasos. “São bons problemas. Mau problema é a falta de recurso e o desemprego.”

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

As obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, são um dos trunfos do governo federal para garantir um crescimento de 5% do PIB em 2012. Até 30 de novembro, a execução financeira do programa tinha atingido R$ 22,8 bilhões – ante R$ 19,5 bilhões no mesmo período do ano passado. A previsão da Secretaria-Geral do PAC é que o volume executado chegue a R$ 27,8 bilhões até 31 de dezembro.
A execução global do PAC 2, que inclui Orçamento Geral da União (OGU) Fiscal e Seguridade, estatais e setor privado, somaram R$ 143,6 bilhões – 15% dos R$ 955 bilhões previstos pelo programa até 2014. Desse total, R$ 80 bilhões correspondem a obras já concluídas. Houve um aumento de 66% no ritmo de execução entre junho e setembro desse ano. No ano, o PAC 2 alcançou um volume de pagamento 22% superior ao realizado em igual período de 2010, ano de melhor desempenho do PAC. “O resultado para um programa tão complexo é excepcional”, afirma o secretário-geral do PAC 2, Maurício Muniz.

“Temos que atingir no mínimo um PIB de 4%, mas vamos fazer um esforço para chegar a 5%. Algumas medidas já foram tomadas como o Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a garantia dos recursos do PAC. Com essas medidas, a gente contorna a crise que impediu os 5% de PIB neste ano”, afirma Muniz.

Até agora, os recursos do PAC 2 garantiram obras no setor de transportes como a duplicação das BR-101-Nordeste e BR-101-Sul e o asfaltamento da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Mais de 3 mil km de obras ferroviárias, como a Transnordestina e a Ferronorte, estão em andamento. O PAC 2 também beneficia projetos de aprofundamento e dragagem de portos para receber embarcações de maior calado e a modelagem de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília.

O eixo de energia do programa foi um dos que mais avançou com destaque para as obras de geração de 29 mil MW das usinas de Girau e Belomonte e de quase 11 mil quilômetros de linhas de transmissão. No setor de óleo e gás, financia a construção de 22 sonda e plataformas de produção, de dez navios de transferência e armazenamento de petróleo (FPSO), de 153 novas embarcações de apoio contratadas só este ano. Em obras de saneamento, como o Emissário Submarino de Salvador, na Bahia, foram investidos R$ 25 bilhões, com execução média de 53%.

Os setores vinculados ao programa apresentam o maior percentual de empregados com carteira assinada. Enquanto a média do emprego formal cresceu 22,7% de dezembro de 2006 a setembro de 2011, no setor de construção de rodovias e ferrovias saltou para 85,5% e na construção de edifícios, para 72,5%.

Muniz reconhece que alguns requisitos podem se melhorados. A elaboração de projetos, um dos principais responsáveis pelos atrasos no PAC I, começa a ter um andamento mais eficiente. A concessão de recursos pegou estados e municípios desprevenidos. A carência de mão de obra também provocou atrasos. “São bons problemas. Mau problema é a falta de recurso e o desemprego.”

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

Cepal projeta crescimento de 3,7% para AL e Caribe em 2012

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) prevê um crescimento de 3,7% para a região no ano que vem, depois da alta de 4,3% este ano. Para o Brasil, a projeção do grupo é de alta de 2,9% do PIB em 2011 e de 3,5% no próximo.
“A menor expansão da economia mundial e a incerteza elevada e volatilidade dos mercados financeiros internacionais terão repercussões sobre a América Latina e o Caribe”, apontou a entidade em relatório divulgado nesta quarta-feira.

Em seu “Balanço preliminar das economias da América Latina e o Caribe em 2011”, o organismo regional das Nações Unidas destacou que, ainda que no primeiro semestre deste ano o crescimento tenha arrefecido ante 2010, “grande parte da região teve desempenho positivo graças ao contexto externo favorável”.

“No entanto, na segunda metade do ano, a volatilidade e a incerteza complicaram o ambiente global, o que provocou uma maior desaceleração das economias na comparação com 2010, quando a região cresceu 5,9%”, apontou a comissão.

“Além do impacto do contexto econômico crescentemente complexo, o menor crescimento econômico em 2011 se explica pelas medidas aplicadas sobretudo no Brasil para esfriar a demanda interna e evitar um sobreaquecimento a partir de sua forte expansão em 2010”, apontou a comissão.

Neste ano, projeta a Cepal, as maiores taxas de crescimento serão registradas pelo Panamá (10,5%), Argentina (9,0%) e Equador (8,0%). No ano que vem, os maiores porcentuais serão de Haiti (8,0%), Panamá (6,5%) e Peru (5,0%).

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

Cepal projeta crescimento de 3,7% para AL e Caribe em 2012

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) prevê um crescimento de 3,7% para a região no ano que vem, depois da alta de 4,3% este ano. Para o Brasil, a projeção do grupo é de alta de 2,9% do PIB em 2011 e de 3,5% no próximo.
“A menor expansão da economia mundial e a incerteza elevada e volatilidade dos mercados financeiros internacionais terão repercussões sobre a América Latina e o Caribe”, apontou a entidade em relatório divulgado nesta quarta-feira.

Em seu “Balanço preliminar das economias da América Latina e o Caribe em 2011”, o organismo regional das Nações Unidas destacou que, ainda que no primeiro semestre deste ano o crescimento tenha arrefecido ante 2010, “grande parte da região teve desempenho positivo graças ao contexto externo favorável”.

“No entanto, na segunda metade do ano, a volatilidade e a incerteza complicaram o ambiente global, o que provocou uma maior desaceleração das economias na comparação com 2010, quando a região cresceu 5,9%”, apontou a comissão.

“Além do impacto do contexto econômico crescentemente complexo, o menor crescimento econômico em 2011 se explica pelas medidas aplicadas sobretudo no Brasil para esfriar a demanda interna e evitar um sobreaquecimento a partir de sua forte expansão em 2010”, apontou a comissão.

Neste ano, projeta a Cepal, as maiores taxas de crescimento serão registradas pelo Panamá (10,5%), Argentina (9,0%) e Equador (8,0%). No ano que vem, os maiores porcentuais serão de Haiti (8,0%), Panamá (6,5%) e Peru (5,0%).

Obras do PAC 2 devem impulsionar crescimento do PIB em 2012

Expectativas da construção civil para 2012

O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.
 
Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.
 
Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.
 
Uma das grandes construtoras do segmento de construção Industrial, a Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.
 
Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.
 
As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.
 
Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”.