NOVA CENTRAL SINDICAL
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DO ESTADO DO PARANÁ

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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Expectativas da construção civil para 2012

Expectativas da construção civil para 2012

O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.
 
Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.
 
Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.
 
Uma das grandes construtoras do segmento de construção Industrial, a Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.
 
Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.
 
As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.
 
Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”.
Expectativas da construção civil para 2012

Expectativas da construção civil para 2012

O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.
 
Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.
 
Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.
 
Uma das grandes construtoras do segmento de construção Industrial, a Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.
 
Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.
 
As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.
 
Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”.
Expectativas da construção civil para 2012

Construção civil será o grande destaque da economia brasileira em 2012

A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. 
 
Na cadeia, a expectati va é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%. “Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem bati do recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garanti a do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.
 
Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negati vos da crise”, garanti u ele. 
 
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas ati vidades, deixando para trás décadas de dificuldades”. 
 
Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão. 
 
A situação pode ficar ainda melhor, caso se confi rme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investi dores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu.
 
Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investi mentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em tí tulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
 
Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críti cas severas à falta de iniciati vas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. 
 
Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é prati camente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. 
 
O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse ti po de investi mento ameniza gastos com saúde pública”.
Expectativas da construção civil para 2012

Construção civil será o grande destaque da economia brasileira em 2012

A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. 
 
Na cadeia, a expectati va é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%. “Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem bati do recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garanti a do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.
 
Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negati vos da crise”, garanti u ele. 
 
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas ati vidades, deixando para trás décadas de dificuldades”. 
 
Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão. 
 
A situação pode ficar ainda melhor, caso se confi rme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investi dores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu.
 
Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investi mentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em tí tulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
 
Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críti cas severas à falta de iniciati vas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. 
 
Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é prati camente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. 
 
O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse ti po de investi mento ameniza gastos com saúde pública”.
Expectativas da construção civil para 2012

IBGE: 6% dos brasileiros moram em favelas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (21), como parte do Censo Demográfico 2010, os primeiros resultados sobre os aglomerados subnormais no País. Conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos ou palafitas, essas áreas abrigam os lares de 11.425.644 pessoas, 6% da população brasileira.
 
Segundo IBGE, 6% da população brasileira vive em favelas / Foto: AFP
O estudo feito pelo IBGE mostra que 5,6% (3.224.529) do total de domicílios brasileiros estão localizados nessas áreas. Em todo o País foram identificadas 6.329 favelas espalhadas em 323 municípios.

A região Sudeste, a mais populosa do País – com 77,6 milhões de habitantes -, era a que concentrava o maior número de lares dentro de favelas, 49,8% do total no País, com maiores incidências nos Estados de São Paulo (23,2%) e Rio de Janeiro (19,1%). Em seguida aparece o Nordeste, com 28,7%, Norte, com 14,4%, Sul, com 5,3%, e o Centro-Oeste, com 1,8%.

Apesar do Sudeste concentrar a maioria dos domicílios localizados dentro de comunidades, apenas duas das cinco favelas mais populosas do Brasil estão lá. Ambas são da cidade do Rio de Janeiro: Rocinha, com 69 161 habitantes, a maior do Brasil; e a Rio das Pedras (54.793 habitantes), que aparece em terceiro lugar.

A segunda maior favela do Brasil é a Sol Nascente, na região administrativa de Ceilândia (DF), com 56.483 habitantes. A quarta e quinta posição são ocupadas por áreas do Nordeste e Norte do País. São elas: Coroadinho, em São Luis (MA), com 53 945 habitantes, e a Baixadas da Estrada Novas Jurunas, em Belém, com 53.129 habitantes. Entre as favelas paulistas, a de Paraisópolis, na capital, aparece em oitavo lugar, com 42.826 moradores.

Conforme o estudo, nem sempre as maiores favelas do Brasil estão nas regiões onde foram registrados os números mais altos de domicílios dentro destas comunidades.

Isso pode ser explicado pela forma como os “aglomerados subnormais” – conforme define o IBGE – estão divididos. Para se ter uma ideia, as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, que possuem o maior número de domicílios em favelas, se desencontram totalmente no tamanho dessas comunidades.

No Rio, 57,8% das casas estavam localizadas em grandes aglomerados, que reúnem mais de 1 mil domicílios. Em São Paulo a situação era completamente oposta, o predomínio era de favelas menores, ou seja, 69,5% dos lares estavam em áreas com menos de 1 mil residências.

Em Belém (PA), 88,6% das casas estavam localizadas nessas áreas maiores. Na outra ponta, Curitiba apresenta 83,4 dos domicílios em áreas com menos de 1 mil residências.

Definição

Foram consideradas favelas o conjunto mínimo de 51 casas onde foi identificada a carência de serviços públicos essenciais, que ocupam, ou que tenham ocupado, até recentemente, terreno de propriedade alheia, dispostas de forma desordenada e densa.

Na maior parte dos casos, as áreas ocupadas eram encostas íngremes no Rio de Janeiro, áreas de praia em Fortaleza (CE), vales profundos em Maceió (AL) – localmente conhecidos como grotas -, baixadas permanentemente inundadas em Macapá (AP), manguezais em Cubatão (SP) e igarapés e encostas em Manaus (AM), espaços menos propícios à urbanização.

Os primeiros levantamentos do IBGE sobre aglomerados subnormais foram feitos na década de 50. Em 1953, foi lançado o estudo “As favelas do Distrito Federal e o Censo Demográfico de 1950”, que apurou que 7,2% da população (169.305 pessoas) do Distrito Federal, que na época ainda era o Rio de Janeiro, vivia em favelas.

Com a ocupação urbana crescente ao longo dos anos, os investimentos em infraestrutura não se mostraram suficientes e a população buscou espaços que eram deixados de lado pela “urbanização formal”. Esse cenário deu margem para o crescimento e nascimento das favelas brasileiras.