por master | 16/12/11 | Ultimas Notícias
Moradias estão incluídas na chamada “faixa um”, viabilizadas 100% com dinheiro público
Cerca de 40% de um total de 495 mil moradias da chamada “faixa um” do Minha Casa, Minha Vida – empreendimentos viabilizados 100% com recursos públicos – deverão ser entregues em 2012 segundo estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Os empreendimentos são contratos remanescentes da primeira fase do Minha Casa, Minha Vida, encerrada em dezembro de 2010, mas que ainda não foram finalizados.
Os atrasos, no entanto, podem comprometer o andamento dos contratos na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, cujas regras foram divulgadas no final de outubro. Segundo o economista Luis Fernando Melo, do Cbic, houve uma demora muito grande para o anúncio das novas regras do programa e muitas empresas que já estão entregando obra enfrentam dificuldades de se encaixar em um novo projeto.
“O risco é ver empresas que entregaram projetos na fase um acabarem sem um novo projeto para continuar trabalhando”, diz.
A saída do programa representaria prejuízo para as companhias. “As empresas mobilizaram capital para atuar no programa e contrataram mais mão de obra diante da expectativa de sua continuidade”, explica.
“O governo tem que tomar cuidado para manter as empresas que já atuaram na primeira fase no programa”, acrescenta o economista.
O desafio será incorporar na fase dois os projetos já inscritos na fase um, mas que não foram avaliados a tempo pela Caixa Econômica Federal.
Segundo dados da Cbic, cerca de 200 mil projetos de unidades de imóveis estão dentro da Caixa para fazer parte de um período de transição entre as duas etapas do programa.
Luis Fernando afirma que há uma expectativa de continuidade para os projetos.
“Os projetos que já estavam inscritos na fase um deverão permanecer para a segunda incorporando as alterações definidas pelo governo”, afirma.
Há ainda a possibilidade de projetos inscritos tardiamente, em janeiro e fevereiro deste ano, período em que a fase dois ainda não havia sido lançada, também serem incluídos.
Cidades
O programa de subsídios à construção de casas, gerido por meio do Ministério das Cidades, ganhou expressividade alta dentro do governo.
O orçamento da pasta em 2012 será maior do que o do Ministério dos Transportes, tradicionalmente líder na destinação de recursos orçamentários.
No projeto de lei orçamentária em tramitação no Congresso, Transportes conta com verba de R$ 15,9 bilhões, menor do que Cidades que se aproxima dos R$ 17 bilhões.
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“O risco é ver empresas que entregaram projetos na primeira fase acabarem sem novo projeto para seguir trabalhando
Luis Fernando Melo
por master | 16/12/11 | Ultimas Notícias
Para o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, carga tributária de 2011 terá recorde histórico, chegando próxima a 36% do PIB.
O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) estima que a carga tributária deste ano crescerá 1,5 ponto porcentual em comparação a 2010.
O levantamento foi realizado a partir de dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, que demonstram variação nula do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no 3º trimestre deste ano.
“Em 2011, a carga tributária baterá recorde histórico, chegando próxima a 36% do PIB e superando o resultado de 2010 que, mesmo após a revisão, era o maior já registrado”, afirmou o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.
O IBGE reviu o valor nominal do PIB de 2010, passando de R$ 3,674 trilhões para R$ 3,770 trilhões. Com isto, a carga tributária de 2010, que era 35,13%, caiu para 34,24%.
O aumento da carga tributária em 2011, segundo o IBPT, deve-se ao fato de que a arrecadação tributária cresceu mais do que o PIB. Enquanto a arrecadação tributária nominal em 2011 tem registrado um crescimento de mais de 16%, o PIB apresenta variação nominal de 11%.
A previsão do instituto é de que a arrecadação total chegue a aproximadamente R$ 1,51 trilhão. Os tributos que têm maior arrecadação nominal são: ICMS (19,86% do total), INSS (18,23%), Imposto de Renda (16,80%) e Cofins (10,65%).
O crescimento nominal da arrecadação neste ano será de aproximadamente R$ 220 bilhões.
Porcentualmente, os tributos de maior crescimento em 2011 e de maior arrecadação nominal, são: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL (29,12%), Imposto de Importação (22,84%), Imposto de Renda (21,04%), IPI (19,48%), INSS (17,06%), Cofins (14,41%) e ICMS (10,31%).
por master | 16/12/11 | Ultimas Notícias
Para o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, carga tributária de 2011 terá recorde histórico, chegando próxima a 36% do PIB.
O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) estima que a carga tributária deste ano crescerá 1,5 ponto porcentual em comparação a 2010.
O levantamento foi realizado a partir de dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, que demonstram variação nula do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no 3º trimestre deste ano.
“Em 2011, a carga tributária baterá recorde histórico, chegando próxima a 36% do PIB e superando o resultado de 2010 que, mesmo após a revisão, era o maior já registrado”, afirmou o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.
O IBGE reviu o valor nominal do PIB de 2010, passando de R$ 3,674 trilhões para R$ 3,770 trilhões. Com isto, a carga tributária de 2010, que era 35,13%, caiu para 34,24%.
O aumento da carga tributária em 2011, segundo o IBPT, deve-se ao fato de que a arrecadação tributária cresceu mais do que o PIB. Enquanto a arrecadação tributária nominal em 2011 tem registrado um crescimento de mais de 16%, o PIB apresenta variação nominal de 11%.
A previsão do instituto é de que a arrecadação total chegue a aproximadamente R$ 1,51 trilhão. Os tributos que têm maior arrecadação nominal são: ICMS (19,86% do total), INSS (18,23%), Imposto de Renda (16,80%) e Cofins (10,65%).
O crescimento nominal da arrecadação neste ano será de aproximadamente R$ 220 bilhões.
Porcentualmente, os tributos de maior crescimento em 2011 e de maior arrecadação nominal, são: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL (29,12%), Imposto de Importação (22,84%), Imposto de Renda (21,04%), IPI (19,48%), INSS (17,06%), Cofins (14,41%) e ICMS (10,31%).
por master | 16/12/11 | Ultimas Notícias
As vendas da indústria de material para construção tiveram declínio de 1,7% em novembro, ante o mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (15/12) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
No acumulado do ano, as vendas registram expansão de 2,5% contra os mesmos meses do ano passado.
Em comunicado, o presidente da entidade, Walter Cover, lembrou que o desempenho do setor, foi bem aquém do que os 9% estimados no início do ano.
Cover, que se reúne com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, hoje, em São Paulo, deve apresentar os números do setor e pleitear ações que favoreçam a produção e as vendas no próximo ano.
por master | 16/12/11 | Ultimas Notícias
As vendas da indústria de material para construção tiveram declínio de 1,7% em novembro, ante o mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (15/12) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
No acumulado do ano, as vendas registram expansão de 2,5% contra os mesmos meses do ano passado.
Em comunicado, o presidente da entidade, Walter Cover, lembrou que o desempenho do setor, foi bem aquém do que os 9% estimados no início do ano.
Cover, que se reúne com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, hoje, em São Paulo, deve apresentar os números do setor e pleitear ações que favoreçam a produção e as vendas no próximo ano.