por master | 12/12/11 | Ultimas Notícias
A convite do Senado Federal, o Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) realiza audiência pública destinada a “debater a Campanha Nacional em Defesa da CLT”. De acordo com o Requerimento 66, de 2011-CAS, de iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Na ocasião também vai ser avaliado os trabalhos realizados pela Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal.
Foram convidadas para o debate representantes dos trabalhadores – centrais e confederações – e também dos empresários.
O FST nacional estará representado por José Augusto, coordenador; e também pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Ferreira do Prado; e os coordenadores estaduais do fórum, Patrocínio Braz Concentino (GO); José Elias de Góis (SP); Guiomar Vidor (RS); Vicente Silva (PR); e Sérgio Miranda (MG).
Participam ainda da audiência o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Renato Henry Sant’Anna; o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo; e os presidentes das centrais, José Calixto Ramos (NCST); deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) (Força Sindical); Wagner Gomes (CTB); Ubiraci de Oliveira (CGTB); Artur Henrique da Silva (CUT) e Ricardo Patah (UGT).
Os representantes patronais são os presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Cnif), Luiz Carlos Trabuco Cappi; Antonio José Domingues de Oliveira Santos (CNC); e Robson Braga de Andrade (CNI).
A audiência está marcada para esta segunda-feira (12), às 9 horas, no plenário 9, na Sala Florestan Fernandes, Ala Senador Alexandre Costa.
por master | 12/12/11 | Ultimas Notícias
A convite do Senado Federal, o Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) realiza audiência pública destinada a “debater a Campanha Nacional em Defesa da CLT”. De acordo com o Requerimento 66, de 2011-CAS, de iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Na ocasião também vai ser avaliado os trabalhos realizados pela Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal.
Foram convidadas para o debate representantes dos trabalhadores – centrais e confederações – e também dos empresários.
O FST nacional estará representado por José Augusto, coordenador; e também pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Ferreira do Prado; e os coordenadores estaduais do fórum, Patrocínio Braz Concentino (GO); José Elias de Góis (SP); Guiomar Vidor (RS); Vicente Silva (PR); e Sérgio Miranda (MG).
Participam ainda da audiência o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Renato Henry Sant’Anna; o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo; e os presidentes das centrais, José Calixto Ramos (NCST); deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) (Força Sindical); Wagner Gomes (CTB); Ubiraci de Oliveira (CGTB); Artur Henrique da Silva (CUT) e Ricardo Patah (UGT).
Os representantes patronais são os presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Cnif), Luiz Carlos Trabuco Cappi; Antonio José Domingues de Oliveira Santos (CNC); e Robson Braga de Andrade (CNI).
A audiência está marcada para esta segunda-feira (12), às 9 horas, no plenário 9, na Sala Florestan Fernandes, Ala Senador Alexandre Costa.
por master | 12/12/11 | Ultimas Notícias
Em entrevista transmitida ao vivo pela internet na noite de sexta-feira (9), o jornalista Amaury Ribeiro Jr deu detalhes de algumas das operações financeiras fraudulentas que descreve em seu livro, “A Privataria tucana”. As respostas não popuparam os tucanos, a imprensa e até o PT. O autor foi entrevistado, por cerca de três horas, pelos jornalistas Renato Rovai, Rodrigo Viana, Luis Nassif, Luiz Carlos Azenha, Gilberto Maringoni, Conceição Lemes, Altamiro Borges e outros. Vale ver até o fim.
A obra trata de desvios de recursos durante as privatizações de empresas públicas no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Sobre o episódio em que foi acusado de montar dossiês contra lideranças do PSDB durante a eleição de 2010, o jornalista reiterou a versão apresentada à época, de que houve “fogo amigo” dentro do próprio PT.
Para o autor, as privatizações do período tucano tiveram um único propósito: “Foi para algumas pessoas enriquecerem, acumular fortuna pessoal. Não teve nada a ver com progresso, bem do país, nada disso”. Segundo ele, José Serra, ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência da República em 2002 e 2010, foi um dos principais beneficiários das “maracutaias” financeiras da venda de estatais.
O teor do livro reforça sua convicção. “Mais da metade do livro é documento, não é texto (opinativo). E são documentos disponíveis pra consulta aberta, não tem nada conseguido com sigilo, estão na Polícia Federal.”
O jornalista disparou diversas críticas à imprensa que, segundo suas investigações, mantém laços financeiros com grupos econômicos e políticos. “O (banqueiro) Daniel Dantas é sócio da Abril, manda na Veja”, acusou. Também avaliou o papel que setores da mídia desempenharam na campanha presidencial de 2010 – “A imprensa foi canalha com a Dilma.”
Para Ribeiro Júnior, o despreparo de grande parte dos jornalistas do país contribui para que esquemas de lavagem de dinheiro passem praticamente despercebidos do grande público. “Não é fácil seguir o caminho do dinheiro. As leis dos países facilitam a existência de paraísos fiscais e de empresas offshore. O público só se interessa quando aparece dinheiro em cofre, dentro de meias ou de cuecas. Mas isso é insignificante perto do que essa gente do poder faz.”
O jornalista disse esperar que seu livro contribua para que sejam criados mecanismoss para regular o mercado financeiro mundial “Tem acabar com parcerias de empresas brasileiras com entidades off-shore, operações casadas em bolsa de valores, poder abrir empresas em paraísos fiscais e operar em outros países. Enquanto isso não acontecer, o crime organizado vai sempre nos vencer.”
Fogo amigo
Ribeiro Júnior reiterou a versão apresentada durante a campanha eleitoral de 2010 de que foi vítima de uma disputa interna no PT quando foi acusado de ter forjado dossiês contra lideranças do PSDB. À época, circularam declarações de imposto de renda de tucanos que teriam envolvido quebra de sigilo junto à Receita Federal.
O jornalista atribuiu ao deputado estadual Rui Falcão (PT), atualmente presidente do PT, que disputava espaço dentro da campanha com Fernando Pimentel, hoje ministro do governo Dilma, a origem da acusação. Em abril deste ano, Rui Falcão chegou a ingressar na Justiça com queixa-crime contra Amaury Ribeiro Júnior.
|
{youtubejw}hVVV6WASp1s{/youtubejw}
|
{youtubejw}IbSIA90gLD8{/youtubejw}
|
por master | 12/12/11 | Ultimas Notícias
Em entrevista transmitida ao vivo pela internet na noite de sexta-feira (9), o jornalista Amaury Ribeiro Jr deu detalhes de algumas das operações financeiras fraudulentas que descreve em seu livro, “A Privataria tucana”. As respostas não popuparam os tucanos, a imprensa e até o PT. O autor foi entrevistado, por cerca de três horas, pelos jornalistas Renato Rovai, Rodrigo Viana, Luis Nassif, Luiz Carlos Azenha, Gilberto Maringoni, Conceição Lemes, Altamiro Borges e outros. Vale ver até o fim.
A obra trata de desvios de recursos durante as privatizações de empresas públicas no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Sobre o episódio em que foi acusado de montar dossiês contra lideranças do PSDB durante a eleição de 2010, o jornalista reiterou a versão apresentada à época, de que houve “fogo amigo” dentro do próprio PT.
Para o autor, as privatizações do período tucano tiveram um único propósito: “Foi para algumas pessoas enriquecerem, acumular fortuna pessoal. Não teve nada a ver com progresso, bem do país, nada disso”. Segundo ele, José Serra, ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência da República em 2002 e 2010, foi um dos principais beneficiários das “maracutaias” financeiras da venda de estatais.
O teor do livro reforça sua convicção. “Mais da metade do livro é documento, não é texto (opinativo). E são documentos disponíveis pra consulta aberta, não tem nada conseguido com sigilo, estão na Polícia Federal.”
O jornalista disparou diversas críticas à imprensa que, segundo suas investigações, mantém laços financeiros com grupos econômicos e políticos. “O (banqueiro) Daniel Dantas é sócio da Abril, manda na Veja”, acusou. Também avaliou o papel que setores da mídia desempenharam na campanha presidencial de 2010 – “A imprensa foi canalha com a Dilma.”
Para Ribeiro Júnior, o despreparo de grande parte dos jornalistas do país contribui para que esquemas de lavagem de dinheiro passem praticamente despercebidos do grande público. “Não é fácil seguir o caminho do dinheiro. As leis dos países facilitam a existência de paraísos fiscais e de empresas offshore. O público só se interessa quando aparece dinheiro em cofre, dentro de meias ou de cuecas. Mas isso é insignificante perto do que essa gente do poder faz.”
O jornalista disse esperar que seu livro contribua para que sejam criados mecanismoss para regular o mercado financeiro mundial “Tem acabar com parcerias de empresas brasileiras com entidades off-shore, operações casadas em bolsa de valores, poder abrir empresas em paraísos fiscais e operar em outros países. Enquanto isso não acontecer, o crime organizado vai sempre nos vencer.”
Fogo amigo
Ribeiro Júnior reiterou a versão apresentada durante a campanha eleitoral de 2010 de que foi vítima de uma disputa interna no PT quando foi acusado de ter forjado dossiês contra lideranças do PSDB. À época, circularam declarações de imposto de renda de tucanos que teriam envolvido quebra de sigilo junto à Receita Federal.
O jornalista atribuiu ao deputado estadual Rui Falcão (PT), atualmente presidente do PT, que disputava espaço dentro da campanha com Fernando Pimentel, hoje ministro do governo Dilma, a origem da acusação. Em abril deste ano, Rui Falcão chegou a ingressar na Justiça com queixa-crime contra Amaury Ribeiro Júnior.
|
{youtubejw}hVVV6WASp1s{/youtubejw}
|
{youtubejw}IbSIA90gLD8{/youtubejw}
|
por master | 12/12/11 | Ultimas Notícias
Criatividade é o forte do Rio. A constatação vem de pesquisa realizada pela Firjan, que mostra que os profissionais fluminenses da indústria criativa são os mais bem remunerados do Brasil. Enquanto a renda média mensal paga no país pelas empresas do setor em 2010 foi de R$ 2.296, no Estado do Rio, esse valor médio chegou a R$ 3.014.
O termo indústria criativa foi criado em 1998 no Reino Unido, para designar os setores que têm sua origem em criatividade aliada a perícia e talento individuais, com potencial para gerar lucro e empregos. No estudo da Firjan, feito com base em dados de 2010, televisão e rádio, software e computação, mercado editorial, publicidade, arquitetura, artes visuais, filme e vídeo, música, artes cênicas e design foram as áreas avaliadas. Juntas, representam hoje 2,5% do PIB nacional, o que equivale a uma movimentação de R$ 93 bilhões na economia — em 2006, respondiam por 2,4% do PIB.
E, embora no Rio os salários sejam mais altos, a indústria criativa como um todo está fortalecida no país: em 2010, a renda média mensal do núcleo foi de R$ 2.296, contra R$ 1.588 dos empregados formais do resto da economia, ou seja, quem trabalha na área ganha 45% acima dos demais.
— Isso se explica pelo alto valor agregado da atividade, que cria produtos que são muito valiosos. Além disso, os profissionais que atuam na indústria criativa têm alto grau de instrução, seja universitário ou técnico — afirma o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.
TV paga mais. Só design fica abaixo da média
No Estado do Rio, o rendimento do núcleo criativo é superior à média brasileira em todos os segmentos analisados, com exceção do design. E há três atividades em que o profissional fluminense é o mais bem pago do país: TV e rádio (R$ 4.971), música (R$ 3.263) e arquitetura (R$ 2.467).
— Esse resultado é reflexo direto ainda da vocação natural do Rio para a cultura. Por termos sido a capital do país por tanto tempo, termos uma geografia privilegiada, inspiradora e que favorece a integração. O Rio foi, e é cada dia mais, local de atração dos criativos do país — acredita Marcos André Carvalho, coordenador de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio.
A arquiteta Dália Tamler, que, segundo a pesquisa, exerce a terceira atividade do núcleo criativo com maior remuneração, concorda que o cenário está mais favorável do que há cerca de dez anos:
— Quando entrei na faculdade, no fim dos anos 90, só se falava de arquitetos que trabalhavam em outras áreas, porque não havia trabalho. Hoje não falta emprego no setor.
Sócio da Benfeitoria, um dos 21 empreendimentos que integram as Incubadoras Rio Criativo, programa da secretaria de cultura, Murilo Farah lançou, com a mulher, Tatiana Leite, uma plataforma de realização coletiva de projetos (crowdfunding). O objetivo é incentivar projetos que tenham um impacto positivo em toda a cadeia criativa.
— A economia criativa não é só feita de produtos. É importante que os modelos de negócios também sejam criativos — destaca o empreendedor.
O núcleo criativo emprega 771 mil pessoas em todo o Brasil: São Paulo está em primeiro lugar (315 mil), Rio em segundo (88 mil) e Minas Gerais em terceiro (63 mil). Mas esses números ganham amplitude quando é considerada toda a cadeia da indústria criativa, o que inclui as atividades relacionadas e de apoio ao núcleo criativo na indústria, comércio e serviços: são 10,5 milhões de profissionais no total.
— A indústria criativa tem de fato um poder multiplicador muito elevado. A arquitetura, por exemplo, gera demanda para a construção civil, que por sua vez gera demanda para indústrias de insumos, e assim por diante. Ela movimenta toda uma cadeia que envolve diversos setores. Daí seu grande potencial — ressalta o gerente de estudos econômicos da Firjan.
Apesar de a média de remuneração mensal do Estado do Rio ser superior à brasileira no cômputo geral dos segmentos analisados, São Paulo tem a melhor média em quatro deles: filme e vídeo (R$ 1.289), publicidade (R$ 2.474), software e computação (R$ 3.198) e mercado editorial (R$ 2.753).
Claudio Nasajon, presidente da Nasajon Sistemas, empresa que desenvolve softwares, e presidente do Conselho da Pequena e Média Empresa da Associação Comercial do Rio, concorda que, no mercado de tecnologia da informação, a economia fluminense ainda não compete com São Paulo — mas ele vê aí um cenário de rápida transformação.
— Temos condições de desenvolver ecossistema para tornar o Rio o melhor local para as empresas de TI começarem — acredita Nasajon, que não considera significativa a diferença de média salarial entre e Rio (R$ 3.060) e São Paulo (R$ 3.198). — Essa diferença é flutuante. Até porque o Rio está muito competitivo.
Mas para Nasajon a valorização dos profissionais, que se reflete em salário, pode desmotivar o empreendedorismo:
— O aumento dos rendimentos salários se reverte em ganhos para a economia. Mas, com boas oportunidades de emprego nas empresas, a vontade de abrir um negócio próprio pode diminuir. A saída para isso é sobrevalorizar a atividade empreendedora.
Para incentivar o “empreendedorismo criativo”, a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro lançou, em agosto de 2010, o Programa Rio Criativo, que conta com uma incubadora que abriga 21 empreendimentos da economia criativa. Concluído o processo seletivo, o programa começou a funcionar em julho deste ano.
— O objetivo é também promover um estudo amplo sobre a economia criativa do estado, a fim de nortear as políticas públicas para os setores embasados pela criatividade — destaca Marcos André Carvalho, coordenador de Economia Criativa da Secretaria Cultura.
‘A matéria-prima dessa nova economia é limpa’
Para Carvalho, é grande a chance de desenvolvimento que o setor abre ao estado:
— A economia criativa é uma nova possibilidade para pensarmos numa política de desenvolvimento econômico e social que vá além da indústria do petróleo, que é finita e poluente. A criatividade, matéria-prima dessa nova economia, é limpa, abundante e está no nosso DNA.