por master | 06/12/11 | Ultimas Notícias
Operários da Transnordestina cruzaram os braços hoje no Lote I em Missão Velha, no Cariri cearense. A paralisação começou pela manhã após assembleia realizada pelo sindicato em frente à obra. Por unanimidade, os 380 trabalhadores optaram pela greve até que suas reivindicações sejam atendidas. Foi montada uma comissão de seis trabalhadores para negociarem com o sindicato patronal e com os representantes da empresa Odebrecht, responsável pelo trecho.
À tarde houve uma reunião com encarregados. Mas, de acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias em Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral do Estado do Ceará (Sintepav-CE), Raimundo Nonato Gomes, não se chegou a nenhum acordo. “Não estamos avançando em nada, acredito que a paralisação não termina antes de quinta feira”, afirmou.
Mesmo diante da resistência do sindicato patronal, ele espera que as reivindicações sejam atendidas. De acordo com Raimundo Nonato Gomes, apenas a Odebrecht está descumprindo esse acordo já firmado em Convenção Coletiva de Trabalho. “Caso não haja cumprimento a obra permanecerá parada”, garantiu.
Os operários reivindicam reajuste de 100% no porcentual de horas extras, que hoje é de 70%; aumento da cesta básica de R$ 80 para R$ 150; plano de saúde estendido aos familiares; horas in tineré com relógio de ponto no ônibus; reajuste de 2% sobre o salário de todos os trabalhadores para complementar o porcentual de 13% da categoria e o retroativo de abril (em outubro foi dado 11%); PRL de 440 horas (referente a dois meses de trabalho); ajuda de custo no valor de R$ 200 para os trabalhadores em alojamentos; e folga no dia do pagamento.
A Transnordestina integra a lista das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Quando concluída, a ferrovia terá 1.728 quilômetros de extensão e ligará os Portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco ao sertão do Piauí. Transportará cerca de 40 milhões de toneladas ao ano de grãos, minério, gesso, frutas e combustíveis.
por master | 06/12/11 | Ultimas Notícias
Operários da Transnordestina cruzaram os braços hoje no Lote I em Missão Velha, no Cariri cearense. A paralisação começou pela manhã após assembleia realizada pelo sindicato em frente à obra. Por unanimidade, os 380 trabalhadores optaram pela greve até que suas reivindicações sejam atendidas. Foi montada uma comissão de seis trabalhadores para negociarem com o sindicato patronal e com os representantes da empresa Odebrecht, responsável pelo trecho.
À tarde houve uma reunião com encarregados. Mas, de acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias em Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral do Estado do Ceará (Sintepav-CE), Raimundo Nonato Gomes, não se chegou a nenhum acordo. “Não estamos avançando em nada, acredito que a paralisação não termina antes de quinta feira”, afirmou.
Mesmo diante da resistência do sindicato patronal, ele espera que as reivindicações sejam atendidas. De acordo com Raimundo Nonato Gomes, apenas a Odebrecht está descumprindo esse acordo já firmado em Convenção Coletiva de Trabalho. “Caso não haja cumprimento a obra permanecerá parada”, garantiu.
Os operários reivindicam reajuste de 100% no porcentual de horas extras, que hoje é de 70%; aumento da cesta básica de R$ 80 para R$ 150; plano de saúde estendido aos familiares; horas in tineré com relógio de ponto no ônibus; reajuste de 2% sobre o salário de todos os trabalhadores para complementar o porcentual de 13% da categoria e o retroativo de abril (em outubro foi dado 11%); PRL de 440 horas (referente a dois meses de trabalho); ajuda de custo no valor de R$ 200 para os trabalhadores em alojamentos; e folga no dia do pagamento.
A Transnordestina integra a lista das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Quando concluída, a ferrovia terá 1.728 quilômetros de extensão e ligará os Portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco ao sertão do Piauí. Transportará cerca de 40 milhões de toneladas ao ano de grãos, minério, gesso, frutas e combustíveis.
por master | 06/12/11 | Ultimas Notícias
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza nesta quarta-feira (7) audiência pública, para debater os acidentes fatais ocorridos com eletricitários a serviço da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que solicitou o debate, afirma que foram registrados seis óbitos somente neste ano.
Foram convidados para o debate o presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais; e o coordenador geral do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro – MG), Jairo Nogueira Filho.
Segundo o deputado Ademir Camilo, aconteceram dezenas de incidentes envolvendo trabalhadores da empresa com altíssimo potencial de provocarem acidentes fatais. Dois deles foram gravíssimos, segundo o deputado de Minas, também envolvendo trabalhadores contratados pela Cemig, que sofreram amputação de membros e ficaram incapacitados profissionalmente.
Dados da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), entidade que reúne empresas do setor elétrico, mostram que, em 2010, os trabalhadores terceirizados na Cemig chegaram a mais de 15 mil e, no mesmo ano, 8,5% dos acidentes fatais ocorridos em todo o setor elétrico brasileiro aconteceram com trabalhadores a serviço da empresa.
“O modelo de gestão escolhido pela Cemig é baseado na terceirização, principalmente das atividades-fim, com redução drástica do quadro técnico operacional”, explica Camilo.
A audiência ocorrerá às 11 horas no Plenário 15.
por master | 06/12/11 | Ultimas Notícias
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza nesta quarta-feira (7) audiência pública, para debater os acidentes fatais ocorridos com eletricitários a serviço da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que solicitou o debate, afirma que foram registrados seis óbitos somente neste ano.
Foram convidados para o debate o presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais; e o coordenador geral do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro – MG), Jairo Nogueira Filho.
Segundo o deputado Ademir Camilo, aconteceram dezenas de incidentes envolvendo trabalhadores da empresa com altíssimo potencial de provocarem acidentes fatais. Dois deles foram gravíssimos, segundo o deputado de Minas, também envolvendo trabalhadores contratados pela Cemig, que sofreram amputação de membros e ficaram incapacitados profissionalmente.
Dados da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), entidade que reúne empresas do setor elétrico, mostram que, em 2010, os trabalhadores terceirizados na Cemig chegaram a mais de 15 mil e, no mesmo ano, 8,5% dos acidentes fatais ocorridos em todo o setor elétrico brasileiro aconteceram com trabalhadores a serviço da empresa.
“O modelo de gestão escolhido pela Cemig é baseado na terceirização, principalmente das atividades-fim, com redução drástica do quadro técnico operacional”, explica Camilo.
A audiência ocorrerá às 11 horas no Plenário 15.
por master | 06/12/11 | Ultimas Notícias
SÃO PAULO – Entre os 14,7 milhões de trabalhadores formais empregados em micro e pequenas empresas do país, 81,9% recebem até dois salários mínimos de remuneração. O índice é ainda maior na construção civil, onde 88,4% estão nessa faixa salarial. Já no setor de serviços, onde a remuneração média é maior, 77,5% tem um salário que hoje chega a até R$ 1.080. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira no Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
De acordo com Clemente Ganz Lúcio, diretor do Dieese, a política de valorização do salário mínimo tem forte impacto nessa concentração. A previsão é que, em 2012, mais gente esteja nessa faixa. ‘No ano que vem, o salário mínimo vai ter um dos maiores aumentos proporcionais da década’, diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae.
O salário médio nas micro e pequenas empresas cresceu 14,4% entre 2000 e 2010, chegando a R$ 1.099. De acordo com dados do anuário, a variação nas médias e grandes empresas foi de 4,4% no mesmo período, com o salário médio de R$ 1.786 no ano passado.
(Carlos Giffoni | Valor)