por master | 02/12/11 | Ultimas Notícias
A expansão do emprego formal este ano levou ao enfraquecimento da economia informal, que é a produção de bens e serviços não reportada ao governo de forma deliberada. O Índice de Economia Subterrânea divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco) em conjunto com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) deve atingir em torno de 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, o mais baixo porcentual desde 2003, e inferior ao de 2010 (17,7%). Isso representou um recuo de 1,1% na fatia deste segmento no PIB em 2011 contra 2009 – quando a participação era de 18,5%.
O dado sinaliza modificação expressiva. A série da pesquisa, iniciada em 2003, apontava em seu começo participação de 21% da economia informal no PIB. ”Observamos uma queda gradual da economia informal do País”, afirmou o pesquisador do Ibre/FGV, Fernando de Holanda Barbosa Filho. O especialista explicou que a fatia referente a 2011 é uma projeção, visto que o ano não acabou e os resultados macroeconômicos apurados pelo IBGE ainda não foram completamente divulgados. As estimativas foram feitas com ajuda da série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do instituto.
Mesmo com a perda de espaço no PIB, em recursos a economia informal tem movimentado valores cada vez mais altos. Isso, na prática, é coerente com a própria expansão da economia desde 2003. Em reais a preços de 2010, ou seja, sem corrigir os efeitos da inflação no período, este ano, as cifras da economia subterrânea devem ter atingido R$ 613 bilhões. Embora abaixo do número para 2010 (R$ 651 bilhões), o número é superior ao montante registrado em 2003 (R$ 571 bilhões). ”Mas em valores correntes (com correção da inflação), a economia subterrânea pode ter alcançado R$ 653 bilhões este ano”, explicou.
Barbosa Filho observou que o desempenho confirma trajetória de aumento da renda do brasileiro, impulsionada por bons resultados de emprego. A perspectiva de acesso ao crédito funciona como um atrativo para o trabalhador informal regularizar sua situação, na análise do pesquisador.
por master | 02/12/11 | Ultimas Notícias
A expansão do emprego formal este ano levou ao enfraquecimento da economia informal, que é a produção de bens e serviços não reportada ao governo de forma deliberada. O Índice de Economia Subterrânea divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco) em conjunto com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) deve atingir em torno de 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, o mais baixo porcentual desde 2003, e inferior ao de 2010 (17,7%). Isso representou um recuo de 1,1% na fatia deste segmento no PIB em 2011 contra 2009 – quando a participação era de 18,5%.
O dado sinaliza modificação expressiva. A série da pesquisa, iniciada em 2003, apontava em seu começo participação de 21% da economia informal no PIB. ”Observamos uma queda gradual da economia informal do País”, afirmou o pesquisador do Ibre/FGV, Fernando de Holanda Barbosa Filho. O especialista explicou que a fatia referente a 2011 é uma projeção, visto que o ano não acabou e os resultados macroeconômicos apurados pelo IBGE ainda não foram completamente divulgados. As estimativas foram feitas com ajuda da série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do instituto.
Mesmo com a perda de espaço no PIB, em recursos a economia informal tem movimentado valores cada vez mais altos. Isso, na prática, é coerente com a própria expansão da economia desde 2003. Em reais a preços de 2010, ou seja, sem corrigir os efeitos da inflação no período, este ano, as cifras da economia subterrânea devem ter atingido R$ 613 bilhões. Embora abaixo do número para 2010 (R$ 651 bilhões), o número é superior ao montante registrado em 2003 (R$ 571 bilhões). ”Mas em valores correntes (com correção da inflação), a economia subterrânea pode ter alcançado R$ 653 bilhões este ano”, explicou.
Barbosa Filho observou que o desempenho confirma trajetória de aumento da renda do brasileiro, impulsionada por bons resultados de emprego. A perspectiva de acesso ao crédito funciona como um atrativo para o trabalhador informal regularizar sua situação, na análise do pesquisador.
por master | 02/12/11 | Ultimas Notícias
Paraná acumulou um déficit de US$ 1,2 bilhão no saldo da balança comercial de janeiro a novembro deste ano. O saldo negativo é resultado das exportações de US$ 15,9 bilhões e importações de US$ 17,2 bilhões. Em ambos os casos, os números são recordes, com crescimento de 22% e 35%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2010.
Grande parte do crescimento das importações se deve ao incremento na entrada de carros importados e de adubos e fertilizantes. Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, o aumento nas importações de máquinas e equipamentos mecânicos (31%) e de adubos e fertilizantes (88%) justifica o deficit. Segundo ele, o lado positivo é que estes produtos são insumos utilizados no crescimento da indústria. A importação de veículos também cresceu significativamente e atingiu 54%. A importação de combustíveis e lubrificantes também chamou a atenção com elevação de 30%.
Os produtos exportados que tiveram maior crescimento foram soja em grão (36%), carnes (17%), açúcar (39%), farelo de soja (34%) e óleo de soja (67,4%). O ministro interino de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, acredita que o Paraná deve reverter o deficit registrado de janeiro a novembro. Ele prevê superavit para 2012 no Estado. O presidente da Fiep também compactua da mesma opinião.
O principal destino das exportações do Brasil ainda é a China que comprou até novembro 3,035 bilhões de dólares. Os chineses também são os que mais vendem para o Brasil com valor de US$ 2,761 bilhões até novembro. Neste caso, Campagnolo disse que a grande preocupação é a desindustrialização brasileira. (A.B.)
por master | 02/12/11 | Ultimas Notícias
Paraná acumulou um déficit de US$ 1,2 bilhão no saldo da balança comercial de janeiro a novembro deste ano. O saldo negativo é resultado das exportações de US$ 15,9 bilhões e importações de US$ 17,2 bilhões. Em ambos os casos, os números são recordes, com crescimento de 22% e 35%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2010.
Grande parte do crescimento das importações se deve ao incremento na entrada de carros importados e de adubos e fertilizantes. Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, o aumento nas importações de máquinas e equipamentos mecânicos (31%) e de adubos e fertilizantes (88%) justifica o deficit. Segundo ele, o lado positivo é que estes produtos são insumos utilizados no crescimento da indústria. A importação de veículos também cresceu significativamente e atingiu 54%. A importação de combustíveis e lubrificantes também chamou a atenção com elevação de 30%.
Os produtos exportados que tiveram maior crescimento foram soja em grão (36%), carnes (17%), açúcar (39%), farelo de soja (34%) e óleo de soja (67,4%). O ministro interino de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, acredita que o Paraná deve reverter o deficit registrado de janeiro a novembro. Ele prevê superavit para 2012 no Estado. O presidente da Fiep também compactua da mesma opinião.
O principal destino das exportações do Brasil ainda é a China que comprou até novembro 3,035 bilhões de dólares. Os chineses também são os que mais vendem para o Brasil com valor de US$ 2,761 bilhões até novembro. Neste caso, Campagnolo disse que a grande preocupação é a desindustrialização brasileira. (A.B.)
por master | 02/12/11 | Ultimas Notícias
CENSO | Pesquisa divulgada ontem pelo IBGE mostra que esperança de vida ao nascer aumentou 11 anos em três décadas no Brasil
A expectativa de vida ao nascer alcançou 73,5 anos no Brasil em 2010, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A divulgação do estudo Tábua Completa de Mortalidade ocorre anualmente desde 1999, atendendo a um decreto federal que exige sua publicação no Diário Oficial da União. O levantamento mostra a expectativa de vida ao nascer e em cada idade até os 80 anos.
A pesquisa é uma projeção com base na mortalidade calculada em anos anteriores, dados do Censo, a taxa de mortalidade infantil e as estatísticas de óbitos. Em 1980, a expectativa calculada pelo IBGE foi de 62,5 anos, o que aponta para um crescimento de 11 anos em três décadas. Na última década, o crescimento proporcional entre 2000 e 2010 foi de 4,26%.
No ano passado, a esperança de vida ao nascer das mulheres no Brasil era 7 anos, 7 meses e 2 dias maior que a dos homens. Já a taxa nacional de mortalidade infantil foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos em 2010, o que indica uma redução de 28,03% ao longo da década.
O estudo divulgado ontem também informa que, em 2010, a chamada sobremortalidade masculina (relação entre as probabilidades de morte de homens e mulheres, por idade ou grupos de idade) teve seu pico aos 22 anos de idade, quando a possibilidade de um homem morrer era 4,5 vezes maior do que a de uma mulher.