por master | 01/12/11 | Notícias NCST/PR
O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/Paraná) Denilson Pestana da Costa tomou posse na tarde de hoje (1) como representante do Conselho Estadual das Cidades (ConCidades Paraná) na Comissão Estadual da Copa 2014.
Denilson irá fiscalizar o papel da Comissão, uma vez que estará lá como representante do ConCidades, que é o espaço destinado ao controle social das políticas públicas na área do desenvolvimento urbano no Paraná.
Para o presidente da NCST/Paraná a indicação da entidade cumpre um papel importante pois ela possuí ampla representação em setores chaves relacionados a boa parte das demandas da Copa. “Representamos as federações e um grande número de sindicatos ligados ao setor do transporte e da construção civil, além de possuir em nossas fileiras a totalidade dos sindicatos da área de hotelaria, e estes três setores são o tripé das demandas de infraestrutura para a Copa”, exemplifica Denilson Pestana.
Como seu trabalho na Comissão, Denilson irá acompanhar os trabalhos das câmaras técnicas de turismo; segurança; meio ambiente e sustentabilidade; educação, cultura e ação; social; comercial e tecnologia; infra-estrutura; saúde e estádios.
A central paranaense irá levar à NCST nacional a proposta de criação de um grupo de trabalho interno para assuntos da Copa do Mundo. Atualmente a NCST integra um grupo de centrais que debate a criação de uma pauta unificada dos trabalhadores para as obras da Copa.
(mais…)
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
À Editoria da Agência Câmara
Vimos manifestar a nossa discordância com relação ao título da matéria sobre a audiência pública realizada pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, sobre a contribuição sindical. Trata-se de manipulação lamentável, tal como fez a Rede Globo na época do debate Lula e Collor, manipulando a informação.
Diz o título da Agência Câmara de Notícias e do Jornal da Câmara: “CUT e Ministério Público do Trabalho defendem fim do imposto sindical”.
De início, a expressão “imposto sindical” tem caráter pejorativo para desclassificar a grande maioria do movimento sindical de trabalhadores que defende a contribuição sindical, como ferramenta de custeio do sistema sindical. Há mais de 20 anos o termo legal, oficial e constitucional é “contribuição sindical”, sendo que a denominação de imposto é feita, justamente, para provocar e tripudiar.
Lamentável que a Agência Câmara que, com certeza conhece essa situação, utilize esse tipo de expediente para desinformar os leitores das suas mídias.
Mas, o que é mais grave, é o título em si, com absoluta manipulação do texto para favorecer a CUT. Qualquer aprendiz de jornalismo saberia que o fato principal dessa matéria, assinalado no texto, é o apoio quase unânime das entidades sindicais à manutenção da contribuição sindical, o que, inclusive foi motivo de surpresa do deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) que vai levar em consideração essa realidade para o seu relatório.
Neste sentido, o título justo poderia ter sido, por exemplo:
“Posição quase unânime das entidades sindicais de trabalhadores e patronais na CTASP é favorável à contribuição sindical.”
“CUT e Ministério Público do Trabalho são contrários à medida”
Porém, parte do texto da matéria e, principalmente, o título, têm a nítida intenção manipulatória para destacar a posição da CUT.
Não pedimos nenhum favorecimento quanto à posição defendida pela Nova Central Sindical de Trabalhadores, mas, não aceitamos esse tipo de manipulação que é um exemplo negativo de mau jornalismo.
Respeitamos as posições de todos, mesmo porque consideramos que as divergências são inerentes à democracia e à sociabilidade humana, porém, repudiamos as manipulações que visam beneficiar pontos de vista com os quais os editores se identificam.
Somos, por princípio, defensores intransigentes da liberdade de imprensa, não aceitamos controles sobre o direito de informar, mas, defendemos, também, a responsabilidade profissional de todos os meios de comunicação quanto ao mau uso dessas informações o que, lamentável e infelizmente, ocorreu com a manipulação da notícia sobre a Audiência Pública da CTASP, para favorecer a CUT.
Que essa prática seja evitada em futuras publicações.
José Calixto Ramos – Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores
Sebastião Soares – Diretor Nacional de Comunicação da NCST
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
À Editoria da Agência Câmara
Vimos manifestar a nossa discordância com relação ao título da matéria sobre a audiência pública realizada pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, sobre a contribuição sindical. Trata-se de manipulação lamentável, tal como fez a Rede Globo na época do debate Lula e Collor, manipulando a informação.
Diz o título da Agência Câmara de Notícias e do Jornal da Câmara: “CUT e Ministério Público do Trabalho defendem fim do imposto sindical”.
De início, a expressão “imposto sindical” tem caráter pejorativo para desclassificar a grande maioria do movimento sindical de trabalhadores que defende a contribuição sindical, como ferramenta de custeio do sistema sindical. Há mais de 20 anos o termo legal, oficial e constitucional é “contribuição sindical”, sendo que a denominação de imposto é feita, justamente, para provocar e tripudiar.
Lamentável que a Agência Câmara que, com certeza conhece essa situação, utilize esse tipo de expediente para desinformar os leitores das suas mídias.
Mas, o que é mais grave, é o título em si, com absoluta manipulação do texto para favorecer a CUT. Qualquer aprendiz de jornalismo saberia que o fato principal dessa matéria, assinalado no texto, é o apoio quase unânime das entidades sindicais à manutenção da contribuição sindical, o que, inclusive foi motivo de surpresa do deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) que vai levar em consideração essa realidade para o seu relatório.
Neste sentido, o título justo poderia ter sido, por exemplo:
“Posição quase unânime das entidades sindicais de trabalhadores e patronais na CTASP é favorável à contribuição sindical.”
“CUT e Ministério Público do Trabalho são contrários à medida”
Porém, parte do texto da matéria e, principalmente, o título, têm a nítida intenção manipulatória para destacar a posição da CUT.
Não pedimos nenhum favorecimento quanto à posição defendida pela Nova Central Sindical de Trabalhadores, mas, não aceitamos esse tipo de manipulação que é um exemplo negativo de mau jornalismo.
Respeitamos as posições de todos, mesmo porque consideramos que as divergências são inerentes à democracia e à sociabilidade humana, porém, repudiamos as manipulações que visam beneficiar pontos de vista com os quais os editores se identificam.
Somos, por princípio, defensores intransigentes da liberdade de imprensa, não aceitamos controles sobre o direito de informar, mas, defendemos, também, a responsabilidade profissional de todos os meios de comunicação quanto ao mau uso dessas informações o que, lamentável e infelizmente, ocorreu com a manipulação da notícia sobre a Audiência Pública da CTASP, para favorecer a CUT.
Que essa prática seja evitada em futuras publicações.
José Calixto Ramos – Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores
Sebastião Soares – Diretor Nacional de Comunicação da NCST
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O panorama da greve nos canteiros de obra de Belo Monte está confuso. Segundo informações de alguns trabalhadores, cerca de 800 operários voltaram nesta quarta (30) ao trabalho no canteiro Belo Monte, principal sítio da construção da obra. No entanto, a maioria não embarcou e permanece em greve na cidade.
A confusão é fruto de uma reunião que ocorreu na terça-feira, 29. No final da tarde, um grupo de trabalhadores organizado pelo Sindicato da Construção Pesada (Sintrapav) se reuniu com o Consórcio Construtor Belo Monte na Superintendência Regional do Trabalho, em Altamira, para negociar a pauta de reivindicações dos operários. Na reunião, que deveria ter acontecido na segunda-feira, 28, a empresa exigiu que a greve fosse suspensa para que as negociações pudessem ser feitas. Apenas a pauta foi protocolada pelo Delegado Regional do Trabalho. Um assessor da Secretaria Geral da Presidência da República participou da negociação.
A empresa garantiu que apresentaria um cronograma das negociações somente se todos voltassem ao trabalho nesta terça. Segundo alguns trabalhadores, haverá um primento encontro com a empresa hoje, 30, às 14h. Os trabalhadores não sabem o local. O sindicato da categoria, participará da rodada.
A paralisação teve início na última sexta, 25, e os operários exigem, entre outros, recesso no natal para passar as festas com a família, reajuste salarial, melhorias na alimentação e nas condições de trabalho e fim dos desvios de função nos canteiros de obra.
Confusões
A terça-feira, 29, foi de grande confusão. De acordo com informações de um diretor local do Sintrapav, a reunião de negociação seria às 14h na Delegacia Regional do Trabalho. Os trabalhadores foram liberados do canteiro, mas não foram informados do local da negociação – melhor, receberam três endereços distintos, onde nada ocorreu durante grande parte do dia.
Ainda pela manhã da terça, chegou à Altamira a informação de que os operários de outro canteiro, Pimental, também aderiram à paralisação. As negociações entre os trabalhadores e o consórcio construtor, no entanto, só ocorreram no final da tarde. No ato do protocolo da pauta de reivindicações, o Consórcio construtor afirmou que só iniciaria as negociações de fato se a greve fosse suspensa, posição aceita e reforçada pelos dirigentes sindicais. De acordo com os operários, o sindicato “costurou” o protocolo com o Consórcio e passou a tarde tentando convencer os grevistas de que a paralisação seria ilegal e ilegítima, e que deveria ser suspensa para permitir que a pauta fosse negociada.
Ao final da reunião, da qual participaram seis trabalhadores, três dirigentes do Sintrapav, representantes do Consórcio, o delegado regional do trabalho e o assessor da Secretaria de Articulação Social da Secretaria Geral da Presidência, Avelino Ganzer, o sindicato informou que ficou acordada a suspensão da greve e que novas ações poderão surgir a partir do teor da resposta do empreendimento.
Os trabalhadores que permanecem na cidade e não tem notícia da reunião de ontem garantem que a greve está mantida e que aguardarão um posicionamento concreto do Consórcio acerca das reivindicações nesta quarta – e que, se a pauta não for aceita, “a greve pode radicalizar”.
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O panorama da greve nos canteiros de obra de Belo Monte está confuso. Segundo informações de alguns trabalhadores, cerca de 800 operários voltaram nesta quarta (30) ao trabalho no canteiro Belo Monte, principal sítio da construção da obra. No entanto, a maioria não embarcou e permanece em greve na cidade.
A confusão é fruto de uma reunião que ocorreu na terça-feira, 29. No final da tarde, um grupo de trabalhadores organizado pelo Sindicato da Construção Pesada (Sintrapav) se reuniu com o Consórcio Construtor Belo Monte na Superintendência Regional do Trabalho, em Altamira, para negociar a pauta de reivindicações dos operários. Na reunião, que deveria ter acontecido na segunda-feira, 28, a empresa exigiu que a greve fosse suspensa para que as negociações pudessem ser feitas. Apenas a pauta foi protocolada pelo Delegado Regional do Trabalho. Um assessor da Secretaria Geral da Presidência da República participou da negociação.
A empresa garantiu que apresentaria um cronograma das negociações somente se todos voltassem ao trabalho nesta terça. Segundo alguns trabalhadores, haverá um primento encontro com a empresa hoje, 30, às 14h. Os trabalhadores não sabem o local. O sindicato da categoria, participará da rodada.
A paralisação teve início na última sexta, 25, e os operários exigem, entre outros, recesso no natal para passar as festas com a família, reajuste salarial, melhorias na alimentação e nas condições de trabalho e fim dos desvios de função nos canteiros de obra.
Confusões
A terça-feira, 29, foi de grande confusão. De acordo com informações de um diretor local do Sintrapav, a reunião de negociação seria às 14h na Delegacia Regional do Trabalho. Os trabalhadores foram liberados do canteiro, mas não foram informados do local da negociação – melhor, receberam três endereços distintos, onde nada ocorreu durante grande parte do dia.
Ainda pela manhã da terça, chegou à Altamira a informação de que os operários de outro canteiro, Pimental, também aderiram à paralisação. As negociações entre os trabalhadores e o consórcio construtor, no entanto, só ocorreram no final da tarde. No ato do protocolo da pauta de reivindicações, o Consórcio construtor afirmou que só iniciaria as negociações de fato se a greve fosse suspensa, posição aceita e reforçada pelos dirigentes sindicais. De acordo com os operários, o sindicato “costurou” o protocolo com o Consórcio e passou a tarde tentando convencer os grevistas de que a paralisação seria ilegal e ilegítima, e que deveria ser suspensa para permitir que a pauta fosse negociada.
Ao final da reunião, da qual participaram seis trabalhadores, três dirigentes do Sintrapav, representantes do Consórcio, o delegado regional do trabalho e o assessor da Secretaria de Articulação Social da Secretaria Geral da Presidência, Avelino Ganzer, o sindicato informou que ficou acordada a suspensão da greve e que novas ações poderão surgir a partir do teor da resposta do empreendimento.
Os trabalhadores que permanecem na cidade e não tem notícia da reunião de ontem garantem que a greve está mantida e que aguardarão um posicionamento concreto do Consórcio acerca das reivindicações nesta quarta – e que, se a pauta não for aceita, “a greve pode radicalizar”.