por master | 30/11/11 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego no Japão subiu para 4,5% em outubro, contra 4,1% observado no mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (29/11) pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão.
O indicador ficou abaixo das expectativas. Analistas estimavam que a taxa de desemprego ficasse em 4,2%.
por master | 30/11/11 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego no Japão subiu para 4,5% em outubro, contra 4,1% observado no mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (29/11) pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão.
O indicador ficou abaixo das expectativas. Analistas estimavam que a taxa de desemprego ficasse em 4,2%.
por master | 30/11/11 | Ultimas Notícias
Estudos apresentados nesta segunda-feira (28) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que, em caso de separação do Pará em três estados todos eles nascerão deficitários. Enquanto o Pará registra atualmente um superávit anual de aproximadamente R$ 300 milhões, subtraindo suas despesas da receita orçamentária, Carajás terá déficit de pelo menos R$ 1 bilhão anual, Tapajós, de R$ 864 milhões, e o Pará remanescente, de R$ 850 milhões.
De acordo com pesquisa semelhante feita pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), os déficits podem ser maiores, dependendo dos investimentos necessários em infraestrutura. Isso poderia levar a desequilíbrios financeiros e implicações para infraestrutura, equipamentos públicos e outros investimentos.
Para a técnica do Idesp Lúcia Andrade, mesmo que o estado não seja separado, as discussões e pesquisas realizadas recentemente indicam e poderão levar a “um novo modelo de desenvolvimento”, que possibilite uma descentralização dos investimentos e das decisões de governo.
O coordenador do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (Ufpa), Gilberto Rocha, considera que a população paraense teve pouco tempo para discutir sobre seu futuro. Além disso, ele ressalta que 66% do território do estado são compostos de terras federais, incluindo unidades de conservação, assentamentos, áreas indígenas, onde o governo estadual não tem autonomia.
Tanto Rocha quanto Lúcia Andrade disseram esperar que, apesar do tempo reduzido para as discussões e pesquisas sobre a divisão, a metodologia usada para estudar as consequências da divisão do Pará sirva para outros casos no futuro. Atualmente, existem 23 projetos de divisão de regiões tramitando no Congresso Nacional, mais do que na época da Constituinte, em 1988, quando eram 17, segundo os pesquisadores.
No plebiscito do dia 11, sobre a divisão do estado, os eleitores do Pará responderão a duas perguntas: a primeira, se eles são a favor ou contra a criação do estado do Tapajós. Em seguida, os paraenses responderão se são favoráveis ou não à criação do estado de Carajás.
A ordem das perguntas foi definida em sorteio, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto é obrigatório para quem tem título de eleitor do Pará, e os que estiverem fora do domicílio eleitoral têm o prazo de 60 dias para justificar a ausência. Caso os paraenses optem pela criação dos outros dois estados, a decisão final ainda passa pelo Congresso e pela presidente Dilma Rousseff.
por master | 30/11/11 | Ultimas Notícias
Estudos apresentados nesta segunda-feira (28) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que, em caso de separação do Pará em três estados todos eles nascerão deficitários. Enquanto o Pará registra atualmente um superávit anual de aproximadamente R$ 300 milhões, subtraindo suas despesas da receita orçamentária, Carajás terá déficit de pelo menos R$ 1 bilhão anual, Tapajós, de R$ 864 milhões, e o Pará remanescente, de R$ 850 milhões.
De acordo com pesquisa semelhante feita pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), os déficits podem ser maiores, dependendo dos investimentos necessários em infraestrutura. Isso poderia levar a desequilíbrios financeiros e implicações para infraestrutura, equipamentos públicos e outros investimentos.
Para a técnica do Idesp Lúcia Andrade, mesmo que o estado não seja separado, as discussões e pesquisas realizadas recentemente indicam e poderão levar a “um novo modelo de desenvolvimento”, que possibilite uma descentralização dos investimentos e das decisões de governo.
O coordenador do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (Ufpa), Gilberto Rocha, considera que a população paraense teve pouco tempo para discutir sobre seu futuro. Além disso, ele ressalta que 66% do território do estado são compostos de terras federais, incluindo unidades de conservação, assentamentos, áreas indígenas, onde o governo estadual não tem autonomia.
Tanto Rocha quanto Lúcia Andrade disseram esperar que, apesar do tempo reduzido para as discussões e pesquisas sobre a divisão, a metodologia usada para estudar as consequências da divisão do Pará sirva para outros casos no futuro. Atualmente, existem 23 projetos de divisão de regiões tramitando no Congresso Nacional, mais do que na época da Constituinte, em 1988, quando eram 17, segundo os pesquisadores.
No plebiscito do dia 11, sobre a divisão do estado, os eleitores do Pará responderão a duas perguntas: a primeira, se eles são a favor ou contra a criação do estado do Tapajós. Em seguida, os paraenses responderão se são favoráveis ou não à criação do estado de Carajás.
A ordem das perguntas foi definida em sorteio, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto é obrigatório para quem tem título de eleitor do Pará, e os que estiverem fora do domicílio eleitoral têm o prazo de 60 dias para justificar a ausência. Caso os paraenses optem pela criação dos outros dois estados, a decisão final ainda passa pelo Congresso e pela presidente Dilma Rousseff.
por master | 30/11/11 | Ultimas Notícias
Três em cada dez mulheres da América Latina não recebem nenhum tipo de renda, o que significa que dependem de outras pessoas para subsistir, segundo resultado de levantamento da Cepal (Econômica para a América Latina e o Caribe) divulgado nesta segunda-feira (28). Segundo o mesmo estudo, apenas um em cada dez homens se encontra nessa mesma situação.
A informação foi divulgada por Alicia Bárcena, secretária executiva da Cepal, cuja sede em Santiago recebe desta segunda até a quarta-feira a 46ª Reunião da Mesa Diretiva da Conferência Regional Sobre a Mulher, um órgão subsidiário da comissão.
A reunião dá sequência ao denominado “Consenso de Brasília”, que foi adotado em julho de 2010 na capital federal e considera oito grandes desafios para a ação, entre elas conquistar uma maior autonomia econômica para as mulheres.
A dependência econômica feminina “é pior em caso de separações ou de viuvez”, destacou Alicia diante de ministras e autoridades de organismos vinculados à igualdade de 19 países da América Latina e do Caribe.
No caso das áreas urbanas da América Latina, a porcentagem de mulheres sem renda própria, ou seja, sem nenhum tipo de salário, subsídio ou pensão, está em 31,6%, enquanto a proporção de homens chega a somente 10,6%.
Por outro lado, nas zonas rurais o índice sobe para 43,9%, em comparação aos 13,6% dos homens, segundo dados de 2008 divulgados no relatório anual de 2011 do Observatório de Igualdade e Gênero da região, que foi entregue durante o encontro.
Entre os dados positivos está a alta da taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho desde 1990, o que está relacionado com uma diminuição da porcentagem de mulheres sem renda própria, que nas estatísticas são classificadas como inativas.
No caso das mulheres urbanas, essa taxa de participação alcançava 52% em 2008, dez pontos a mais do que em 1990.
Estas mulheres sem renda própria se dedicam a afazeres domésticos não remunerados cujo valor, no entanto, equivaleria a entre 25% e 30% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país da América Latina.
Segundo indicou Iriny Lopes, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Brasil e presidente da Mesa Diretiva da Conferência, no encontro também será analisado o aumento da participação política feminina.
Na reunião também participarão a ministra da Mulher da República Dominicana, Alexandrina Germán; sua colega peruana, Aída García Naranjo, a ministra do Serviço Nacional da Mulher do Chile, Carolina Schmidt, e a secretária interina de Estado de Igualdade da Espanha, Laura Seara.