por master | 29/11/11 | Ultimas Notícias
O 13º salário do trabalhador equivale a um mês de salário para aqueles que foram registrados na empresa até o dia 16 de janeiro.
No caso do trabalhador que foi contratado após essa data, o benefício será proporcional, sendo 1/12 do salário para cada mês trabalhado – lembrando que o período de 15 ou mais dias, pela legislação brasileira, é considerado mês integral.
Para saber o valor correto, basta dividir o salário por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados no ano. Assim, se um trabalhador foi contratado no dia 10 de maio, ele terá direito a 8/12 do salário como 13º.
A primeira parcela corresponde à metade do 13º e não tem descontos. Esse pagamento deve ser feito, todos os anos, até o dia 30 de novembro.
Na segunda parcela, que deve ser paga até o dia 20 de dezembro, incidem os descontos previdenciário e de Imposto de Renda, se houver. Haverá isenção de IR se o valor integral do 13º salário for igual ou menor que R$ 1.566,61.
Paraná
O pagamento do 13º salário vai injetar R$ 6,3 bilhões na economia
paranaense até o final de 2011, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor a ser pago aos trabalhadores do Paraná representa 2,64% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
De acordo com o levantamento, o valor pago no Paraná neste ano teve aumento de 16,20% em relação ao ano passado. Isto ocorreu porque aumentou em 4,64% o número de pessoas que vão receber o benefício e o valor médio do salário teve uma elevação de 11,25%. Entre 2010 e 2011, o salário médio passou de R$ 1.168,68 para R$ 1.300,10.
O número de pessoas no Estado que receberão o 13º foi estimado em 4,671 milhões, correspondente a 6% do total que terá acesso ao benefício no Brasil.
No Paraná, 51% dos assalariados recebem até dois salários mínimos.
Brasil
Os R$ 118 bilhões que vão entrar na economia nacional representam 2,9% do PIB. Aproximadamente 78 milhões de pessoas serão beneficiadas, número 5,4% superior ao verificado em 2010. Por região, o maior valor médio para o 13º salário será pago em Brasília (R$ 3.193) e o menor, no Maranhão (R$ 974,00).
Cerca de 30% do total nacional, ou pouco mais de R$ 34 bilhões, irão para aposentados e pensionistas. Beneficiários do INSS ficarão com 19,4% (R$ 22,9 bilhões) do total. Aposentados e pensionistas da União ficarão com R$ 6,1 bilhões (5,2%) e aposentados e pensionistas dos Estados, com R$ 5,4 bilhões (4,5%). Mas, a maior parte, cerca de 70%, o que corresponde a R$ 84 bilhões, irá para empregados formalizados.
por master | 29/11/11 | Ultimas Notícias
O 13º salário do trabalhador equivale a um mês de salário para aqueles que foram registrados na empresa até o dia 16 de janeiro.
No caso do trabalhador que foi contratado após essa data, o benefício será proporcional, sendo 1/12 do salário para cada mês trabalhado – lembrando que o período de 15 ou mais dias, pela legislação brasileira, é considerado mês integral.
Para saber o valor correto, basta dividir o salário por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados no ano. Assim, se um trabalhador foi contratado no dia 10 de maio, ele terá direito a 8/12 do salário como 13º.
A primeira parcela corresponde à metade do 13º e não tem descontos. Esse pagamento deve ser feito, todos os anos, até o dia 30 de novembro.
Na segunda parcela, que deve ser paga até o dia 20 de dezembro, incidem os descontos previdenciário e de Imposto de Renda, se houver. Haverá isenção de IR se o valor integral do 13º salário for igual ou menor que R$ 1.566,61.
Paraná
O pagamento do 13º salário vai injetar R$ 6,3 bilhões na economia
paranaense até o final de 2011, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor a ser pago aos trabalhadores do Paraná representa 2,64% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
De acordo com o levantamento, o valor pago no Paraná neste ano teve aumento de 16,20% em relação ao ano passado. Isto ocorreu porque aumentou em 4,64% o número de pessoas que vão receber o benefício e o valor médio do salário teve uma elevação de 11,25%. Entre 2010 e 2011, o salário médio passou de R$ 1.168,68 para R$ 1.300,10.
O número de pessoas no Estado que receberão o 13º foi estimado em 4,671 milhões, correspondente a 6% do total que terá acesso ao benefício no Brasil.
No Paraná, 51% dos assalariados recebem até dois salários mínimos.
Brasil
Os R$ 118 bilhões que vão entrar na economia nacional representam 2,9% do PIB. Aproximadamente 78 milhões de pessoas serão beneficiadas, número 5,4% superior ao verificado em 2010. Por região, o maior valor médio para o 13º salário será pago em Brasília (R$ 3.193) e o menor, no Maranhão (R$ 974,00).
Cerca de 30% do total nacional, ou pouco mais de R$ 34 bilhões, irão para aposentados e pensionistas. Beneficiários do INSS ficarão com 19,4% (R$ 22,9 bilhões) do total. Aposentados e pensionistas da União ficarão com R$ 6,1 bilhões (5,2%) e aposentados e pensionistas dos Estados, com R$ 5,4 bilhões (4,5%). Mas, a maior parte, cerca de 70%, o que corresponde a R$ 84 bilhões, irá para empregados formalizados.
por master | 29/11/11 | Ultimas Notícias
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional vai realizar audiência pública, em data a definir, para debater os acidentes fatais ocorridos com eletricitários a serviço da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que solicitou o debate, afirma que foram registrados seis óbitos somente neste ano.
O deputado ressalta que já aconteceram dezenas de incidentes envolvendo trabalhadores da empresa com altíssimo potencial de provocarem acidentes fatais. Ele lembra, ainda, que ocorreram dois acidentes gravíssimos, também com trabalhadores contratados pela Cemig, que sofreram amputação de membros e ficaram incapacitados profissionalmente.
Dados da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), entidade que reúne empresas do setor elétrico, mostram que, em 2010, os trabalhadores terceirizados na Cemig chegaram a mais de 15 mil e, no mesmo ano, 8,5% dos acidentes fatais ocorridos em todo o setor elétrico brasileiro aconteceram com trabalhadores a serviço da empresa.
“O modelo de gestão escolhido pela Cemig é baseado na terceirização, principalmente das atividades-fim, com redução drástica do quadro técnico operacional”, explica Camilo.
Serão convidados para a reunião o presidente da Companhia Energética de Minas Gerais, Djalma Bastos de Morais; e o presidente do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro-MG), Jairo Nogueira.
Da Redação/PT
por master | 29/11/11 | Ultimas Notícias
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional vai realizar audiência pública, em data a definir, para debater os acidentes fatais ocorridos com eletricitários a serviço da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que solicitou o debate, afirma que foram registrados seis óbitos somente neste ano.
O deputado ressalta que já aconteceram dezenas de incidentes envolvendo trabalhadores da empresa com altíssimo potencial de provocarem acidentes fatais. Ele lembra, ainda, que ocorreram dois acidentes gravíssimos, também com trabalhadores contratados pela Cemig, que sofreram amputação de membros e ficaram incapacitados profissionalmente.
Dados da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), entidade que reúne empresas do setor elétrico, mostram que, em 2010, os trabalhadores terceirizados na Cemig chegaram a mais de 15 mil e, no mesmo ano, 8,5% dos acidentes fatais ocorridos em todo o setor elétrico brasileiro aconteceram com trabalhadores a serviço da empresa.
“O modelo de gestão escolhido pela Cemig é baseado na terceirização, principalmente das atividades-fim, com redução drástica do quadro técnico operacional”, explica Camilo.
Serão convidados para a reunião o presidente da Companhia Energética de Minas Gerais, Djalma Bastos de Morais; e o presidente do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro-MG), Jairo Nogueira.
Da Redação/PT
por master | 29/11/11 | Ultimas Notícias
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público vai realizar audiência pública nesta terça-feira (29) para discutir com centrais sindicais e confederações a viabilidade da criação de uma contribuição negocial e a extinção do chamado imposto sindical.
A iniciativa do debate é do deputado Augusto Coutinho (DEM-PE). De acordo com Coutinho, a alternativa mais apropriada seria entidades sindicais cobrarem contribuição definida em assembleia geral vinculada à negociação coletiva, pois os trabalhadores e empregadores também aprovariam nas respectivas assembleias o valor da contribuição.
“É essencial o fortalecimento dos sindicatos para que a representação seja efetiva nas negociações de importância laboral e econômica para a sociedade brasileira.” De acordo com Coutinho, também será discutido o problema dos sindicatos de fachada, “que não representam efetivamente os trabalhadores, mas cobram suas contribuições veementemente”, enfatizou o deputado.
Foram convidados:
– o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antônio de Oliveira Santos;
– o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade;
– o presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Luiz Carlos Trabuco Cappi;
– o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah;
– o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP);
– o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos;
– o presidente Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, Antônio Neto;
– o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Wagner Gomes;
– o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos;
– a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu;
– o assessor Parlamentar da Federação de Empregados em Estabelecimentos de Serviços da Saúde do Rio de Janeiro, Jorge Barreto;
– o coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, José Augusto da Silva Filho.
A audiência será realizada às 14h30. O local ainda não foi definido.
Da Redação/ RCA