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Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Primeiras vítimas fora do escritório são esposas e maridos.
Efeito é menor em casamentos longos e com mais filhos.
Um chefe abusivo não causa problemas para o funcionário apenas no horário de serviço, mas pode ter impacto nos relacionamentos amorosos em casa, afirma uma pesquisa publicada nesta semana na revista “Personnel Psychology”.
 
Segundo a equipe de Dawn Carlson, da Universidade Baylor, um chefe que grita e critica publicamente seus funcionários pode fazer com que o estresse do ambiente de trabalho respingue em casa. Fora do escritório, as primeiras vítimas são esposas e maridos dos empregados. Depois, toda a família pode ser afetada.
 
Os pesquisadores acreditam que o ambiente ruim no trabalho pode fazer com que a pessoa não tenha vontade de ter atitudes positivas em casa.
 
Se não há como controlar o chefe no trabalho, o grupo diz que há antídoto em casa. De acordo com o estudo, quanto mais longo é o relacionamento amoroso, menor é o impacto do chefe. Quem tem mais filhos também parece estar mais protegido.
Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Primeiras vítimas fora do escritório são esposas e maridos.
Efeito é menor em casamentos longos e com mais filhos.
Um chefe abusivo não causa problemas para o funcionário apenas no horário de serviço, mas pode ter impacto nos relacionamentos amorosos em casa, afirma uma pesquisa publicada nesta semana na revista “Personnel Psychology”.
 
Segundo a equipe de Dawn Carlson, da Universidade Baylor, um chefe que grita e critica publicamente seus funcionários pode fazer com que o estresse do ambiente de trabalho respingue em casa. Fora do escritório, as primeiras vítimas são esposas e maridos dos empregados. Depois, toda a família pode ser afetada.
 
Os pesquisadores acreditam que o ambiente ruim no trabalho pode fazer com que a pessoa não tenha vontade de ter atitudes positivas em casa.
 
Se não há como controlar o chefe no trabalho, o grupo diz que há antídoto em casa. De acordo com o estudo, quanto mais longo é o relacionamento amoroso, menor é o impacto do chefe. Quem tem mais filhos também parece estar mais protegido.
Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Chile: vigorosa recuperação econômica levemente afetada pela crise

A economia chilena, em notável recuperação graças aos altos preços do cobre e aos esforços de reconstrução após o terremoto, se verá em 2012 levemente afetada pela crise mundial, mas recobrará todo seu vigor a partir de 2013, diz o relatório semestral da OCDE.
 
O Produto Interno Bruto (PIB) do Chile crescerá 6,6% em 2011, será ligeiramente freado em 2012 (+4,0%) e se recuperará em 2013 (+4,7%), segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 34 economias avançadas, entre elas Chile e México.
 
Em 2010, ano em que este país sofreu um terremoto de 8,8 graus, a economia chilena cresceu 5,2%.
 
“Após a robusta recuperação da produção e do emprego, impulsionados pelas favoráveis condições financeiras (…), a economia chilena perderá um pouco de seu impulso”, devido a desaceleração da atividade internacional, disse a OCDE.
Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Chile: vigorosa recuperação econômica levemente afetada pela crise

A economia chilena, em notável recuperação graças aos altos preços do cobre e aos esforços de reconstrução após o terremoto, se verá em 2012 levemente afetada pela crise mundial, mas recobrará todo seu vigor a partir de 2013, diz o relatório semestral da OCDE.
 
O Produto Interno Bruto (PIB) do Chile crescerá 6,6% em 2011, será ligeiramente freado em 2012 (+4,0%) e se recuperará em 2013 (+4,7%), segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 34 economias avançadas, entre elas Chile e México.
 
Em 2010, ano em que este país sofreu um terremoto de 8,8 graus, a economia chilena cresceu 5,2%.
 
“Após a robusta recuperação da produção e do emprego, impulsionados pelas favoráveis condições financeiras (…), a economia chilena perderá um pouco de seu impulso”, devido a desaceleração da atividade internacional, disse a OCDE.
Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta segunda-feira as condições do Brasil de reagir aos efeitos da crise econômica internacional e manter seu crescimento mesmo diante das turbulências externas.
 
‘Chegou o momento em que o Brasil amadureceu, nós amadurecemos economicamente, somos um país que sabemos crescer, manter a estabilidade’, disse Dilma durante assinatura do contrato de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
 
Dilma voltou a citar a crise internacional como momento de ‘oportunidade’ para o país e pediu novamente para que brasileiros sigam consumindo e as empresas mantenham a produção.
 
‘Diante dessa crise, o Brasil tem todas as condições de continuar crescendo, o seu povo continuar consumindo, as suas empresas produzindo’, disse.
 
A fala de Dilma reforça seus últimos discursos, nos quais tem defendido o mercado interno brasileiro e a solidez fiscal como ferramentas do Brasil para amenizar os efeitos da crise.
 
O governo também vem estimulando a economia por meio da política monetária, com reduções na taxa básica de juros.
 
Dilma reafirmou as condições do país de garantir crédito às empresas, com as reservas internacionais brasileiras e o depósito compulsório dos bancos no Banco Central.
 
Citou também uma inflação ‘progressivamente caminhando’ para o centro da meta e uma política fiscal ‘séria’.
 
O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é o primeiro terminal leiloado à iniciativa privada no Brasil.
 
O governo já anunciou que irá conceder outros três terminais – Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília – já saturados, como parte das melhorias em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014.
 
(Por Hugo Bachega, em Brasília; Edição de Eduardo Simões)