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Trabalho discute substituição do imposto sindical por contribuição negocial

Trabalho discute substituição do imposto sindical por contribuição negocial

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público vai realizar audiência pública nesta terça-feira (29) para discutir com centrais sindicais e confederações a viabilidade da criação de uma contribuição negocial e a extinção do chamado imposto sindical. 
A iniciativa do debate é do deputado Augusto Coutinho (DEM-PE). De acordo com Coutinho, a alternativa mais apropriada seria entidades sindicais cobrarem contribuição definida em assembleia geral vinculada à negociação coletiva, pois os trabalhadores e empregadores também aprovariam nas respectivas assembleias o valor da contribuição. 
“É essencial o fortalecimento dos sindicatos para que a representação seja efetiva nas negociações de importância laboral e econômica para a sociedade brasileira.” De acordo com Coutinho, também será discutido o problema dos sindicatos de fachada, “que não representam efetivamente os trabalhadores, mas cobram suas contribuições veementemente”, enfatizou o deputado.
Foram convidados: 

– o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antônio de Oliveira Santos;
– o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade;
– o presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Luiz Carlos Trabuco Cappi;
– o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah;
– o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP);
– o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos;
– o presidente Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, Antônio Neto;
– o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Wagner Gomes;
– o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos;
– a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu; 
– o assessor Parlamentar da Federação de Empregados em Estabelecimentos de Serviços da Saúde do Rio de Janeiro, Jorge Barreto;
– o coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, José Augusto da Silva Filho.

A audiência será realizada às 14h30. O local ainda não foi definido.
 
Da Redação/ RCA
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Chefe abusivo atrapalha casamento do funcionário, dizem psicólogos

Primeiras vítimas fora do escritório são esposas e maridos.
Efeito é menor em casamentos longos e com mais filhos.
Um chefe abusivo não causa problemas para o funcionário apenas no horário de serviço, mas pode ter impacto nos relacionamentos amorosos em casa, afirma uma pesquisa publicada nesta semana na revista “Personnel Psychology”.
 
Segundo a equipe de Dawn Carlson, da Universidade Baylor, um chefe que grita e critica publicamente seus funcionários pode fazer com que o estresse do ambiente de trabalho respingue em casa. Fora do escritório, as primeiras vítimas são esposas e maridos dos empregados. Depois, toda a família pode ser afetada.
 
Os pesquisadores acreditam que o ambiente ruim no trabalho pode fazer com que a pessoa não tenha vontade de ter atitudes positivas em casa.
 
Se não há como controlar o chefe no trabalho, o grupo diz que há antídoto em casa. De acordo com o estudo, quanto mais longo é o relacionamento amoroso, menor é o impacto do chefe. Quem tem mais filhos também parece estar mais protegido.
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Chile: vigorosa recuperação econômica levemente afetada pela crise

A economia chilena, em notável recuperação graças aos altos preços do cobre e aos esforços de reconstrução após o terremoto, se verá em 2012 levemente afetada pela crise mundial, mas recobrará todo seu vigor a partir de 2013, diz o relatório semestral da OCDE.
 
O Produto Interno Bruto (PIB) do Chile crescerá 6,6% em 2011, será ligeiramente freado em 2012 (+4,0%) e se recuperará em 2013 (+4,7%), segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 34 economias avançadas, entre elas Chile e México.
 
Em 2010, ano em que este país sofreu um terremoto de 8,8 graus, a economia chilena cresceu 5,2%.
 
“Após a robusta recuperação da produção e do emprego, impulsionados pelas favoráveis condições financeiras (…), a economia chilena perderá um pouco de seu impulso”, devido a desaceleração da atividade internacional, disse a OCDE.
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