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Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

A Executiva Nacional do PDT, os presidentes dos diretórios estaduais e a bancada do partido na Câmara e no Senado declararam apoio ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, em reunião realizada na noite de terça-feira (22), em Brasília.

A maioria dos presentes prestou solidariedade ao ministro e também manifestou que não há motivo para ele deixar o ministério em função das denúncias sobre irregularidades em convênios envolvendo organizações não governamentais (ONGs) e o Ministério do Trabalho. 

Lupi também é acusado de usar uma avião particular, em viagens pelo interior do Maranhão, acompanhado de Adair Meira, diretor de ONGs que têm contratos com a pasta.

De acordo com o líder do PDT na Câmara, deputado Giovanni Queiroz (PA), a maioria absoluta do partido reitera apoio ao ministro Carlos Lupi. “Não tem cogitação de substituição do ministro. Tirá-lo seria uma confissão de uma dívida que não devemos”, disse. 

Também o presidente em exercício do PDT, deputado André Figueiredo (CE), declarou que o partido manifesta total confiança no ministro. “Não cabe ao PDT dizer se Lupi fica ou não no governo”.

Carlos Lupi compareceu à reunião, mas não falou com a imprensa. A nota oficial de apoio ao ministro, que deveria ser divulgada, não chegou a ser feita. Alguns parlamentares que defendem o ministro disseram que a nota só teria sentido se constasse a assinatura de todos os pedetistas presentes à reunião.

Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

Efetivação de temporários cai

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) reduziu a previsão de efetivação de trabalhadores temporários neste fim de ano. A estimativa era que 29% dos 147 mil contratos sazonais fossem transformados em contratos por tempo indeterminado. Devido ao desaquecimento da economia e à alta nos preços dos produtos e serviços, a associação reduziu a previsão para 20%.

“Apesar da redução, quase 30 mil pessoas podem ter seus contratos transformados em efetivos, o que é bastante positivo”, ressaltou a diretora de Comunicação da Assertem, Jismália Alves. A maior parte das contratações temporárias, 70%, deverá ocorrer no comércio.

A Região Sudeste admitirá metade dos trabalhadores sazonais (51,26%), com a abertura de 75,2 mil vagas. Desses, 59,14% (44,5 mil empregados) vão trabalhar no estado de São Paulo. Os jovens entre 18 e 39 anos devem ser maioria (65%) nos postos temporários.

Ainda e acordo com os dados da Asserttem, apesar da proximidade do fim de ano, há mais de 50 mil vagas em todo o País disponíveis a quem queira trabalhar como temporário neste ano. 

Cresce rotatividade no mercado nacional

A rotatividade no mercado de trabalho brasileiro cresceu 8,7 pontos percentuais entre 2001 e 2010, de acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No ano passado, o índice de substituição de trabalhadores nas empresas brasileiras chegou a 53,8%, com 22,7 milhões de demissões. Descontando fatores alheios à vontade das empresas, como aposentadoria, morte ou demissão voluntária, a rotatividade ficou em 37,3%.

Segundo o Dieese, as empresas desligam empregados para contratar substitutos com salários menores. Em 2010, a remuneração média dos demitidos era R$ 896, enquanto a dos substitutos ficou em R$ 829. 

A maioria das dispensas, no entanto, foi feita por uma pequena parte das empresas. De acordo com o estudo, 126 mil estabelecimentos (5,8% do total) foram responsáveis por 63% das demissões ocorridas em 2010 (14,4 milhões).

Os setores com maior rotatividade de mão de obra foram agricultura, com 98,3% de demissões e 74,4% por inciativa dos empregadores, e a construção civil, com 86,2% de demitidos por vontade das empresas.

Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

Efetivação de temporários cai

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) reduziu a previsão de efetivação de trabalhadores temporários neste fim de ano. A estimativa era que 29% dos 147 mil contratos sazonais fossem transformados em contratos por tempo indeterminado. Devido ao desaquecimento da economia e à alta nos preços dos produtos e serviços, a associação reduziu a previsão para 20%.

“Apesar da redução, quase 30 mil pessoas podem ter seus contratos transformados em efetivos, o que é bastante positivo”, ressaltou a diretora de Comunicação da Assertem, Jismália Alves. A maior parte das contratações temporárias, 70%, deverá ocorrer no comércio.

A Região Sudeste admitirá metade dos trabalhadores sazonais (51,26%), com a abertura de 75,2 mil vagas. Desses, 59,14% (44,5 mil empregados) vão trabalhar no estado de São Paulo. Os jovens entre 18 e 39 anos devem ser maioria (65%) nos postos temporários.

Ainda e acordo com os dados da Asserttem, apesar da proximidade do fim de ano, há mais de 50 mil vagas em todo o País disponíveis a quem queira trabalhar como temporário neste ano. 

Cresce rotatividade no mercado nacional

A rotatividade no mercado de trabalho brasileiro cresceu 8,7 pontos percentuais entre 2001 e 2010, de acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No ano passado, o índice de substituição de trabalhadores nas empresas brasileiras chegou a 53,8%, com 22,7 milhões de demissões. Descontando fatores alheios à vontade das empresas, como aposentadoria, morte ou demissão voluntária, a rotatividade ficou em 37,3%.

Segundo o Dieese, as empresas desligam empregados para contratar substitutos com salários menores. Em 2010, a remuneração média dos demitidos era R$ 896, enquanto a dos substitutos ficou em R$ 829. 

A maioria das dispensas, no entanto, foi feita por uma pequena parte das empresas. De acordo com o estudo, 126 mil estabelecimentos (5,8% do total) foram responsáveis por 63% das demissões ocorridas em 2010 (14,4 milhões).

Os setores com maior rotatividade de mão de obra foram agricultura, com 98,3% de demissões e 74,4% por inciativa dos empregadores, e a construção civil, com 86,2% de demitidos por vontade das empresas.

Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

Número de paranaenses que recebem seguro desemprego diminui 30%

O número de trabalhadores desempregados que recebem o seguro desemprego diminuiu 30% no Paraná. Em setembro, 29.315 mil trabalhadores foram assegurados; a média mensal deste ano era de 43 mil benefícios.

Os dados são de um estudo da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária (Sets), com base nos registros do Ministério do Trabalho.

Segundo o secretário Luiz Claudio Romanelli, o resultado demonstra que mais paranaenses voltaram a trabalhar logo após perder o emprego e não precisaram do auxílio. “Desde o dia 29 de agosto, todas as Agências do Trabalhador do Paraná passaram a utilizar o Sistema Mais Emprego, que prioriza a recolocação no mercado de trabalho antes da habilitação do seguro desemprego”, explicou o secretário.

Com o Mais Emprego, no ato do requerimento do benefício o trabalhador recebe opções de trabalho com registro em carteira e com condições iguais ou superiores ao posto que ocupava, como salário, carga horária e proximidade de sua residência.

Romanelli destaca que a cultura que existe em relação ao seguro desemprego está se modificando aos poucos. Os trabalhadores estão aprovando o novo sistema e aceitando as ofertas para um novo emprego, enquanto as empresas passaram a valorizar o profissional que acaba de sair do mercado.

“Em agosto, antes da implantação do Mais Emprego, foi realizado um projeto piloto na Agência do Trabalhador de Curitiba para estudar o novo funcionamento e analisar a aceitação por parte dos trabalhadores. Mesmo em experiência e sem qualquer imposição ao desempregado, oferecer um novo emprego para aquele que buscava o seguro fez o número de auxílios reduzir para 33.906, um índice 20% menor que a média”, destacou Romanelli.

De acordo com o estudo da secretaria, os números apontam também para a redução do uso indevido do benefício. Acordos entre empresas e empregados, como o de continuar trabalhando sem registro em carteira e recebendo o auxílio, já não são praticados com facilidade. Assim, o seguro desemprego pode ser utilizado exclusivamente para prover assistência ao desempregado e auxiliá-lo na busca de um novo posto, como determina a Lei nº 7.998, de 2005.

Tabela comparativa | Recebimentos do seguro desemprego no Paraná em 2011

Janeiro: 45.459

Fevereiro: 42.943

Março: 49.336

Abril: 44.360

Maio: 45.272

Junho: 41.456

Julho: 40.566

Agosto: 33.906

Setembro: 29.315

Total: 372.613

Lupi recebe apoio do PDT para continuar no Ministério do Trabalho

Número de paranaenses que recebem seguro desemprego diminui 30%

O número de trabalhadores desempregados que recebem o seguro desemprego diminuiu 30% no Paraná. Em setembro, 29.315 mil trabalhadores foram assegurados; a média mensal deste ano era de 43 mil benefícios.

Os dados são de um estudo da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária (Sets), com base nos registros do Ministério do Trabalho.

Segundo o secretário Luiz Claudio Romanelli, o resultado demonstra que mais paranaenses voltaram a trabalhar logo após perder o emprego e não precisaram do auxílio. “Desde o dia 29 de agosto, todas as Agências do Trabalhador do Paraná passaram a utilizar o Sistema Mais Emprego, que prioriza a recolocação no mercado de trabalho antes da habilitação do seguro desemprego”, explicou o secretário.

Com o Mais Emprego, no ato do requerimento do benefício o trabalhador recebe opções de trabalho com registro em carteira e com condições iguais ou superiores ao posto que ocupava, como salário, carga horária e proximidade de sua residência.

Romanelli destaca que a cultura que existe em relação ao seguro desemprego está se modificando aos poucos. Os trabalhadores estão aprovando o novo sistema e aceitando as ofertas para um novo emprego, enquanto as empresas passaram a valorizar o profissional que acaba de sair do mercado.

“Em agosto, antes da implantação do Mais Emprego, foi realizado um projeto piloto na Agência do Trabalhador de Curitiba para estudar o novo funcionamento e analisar a aceitação por parte dos trabalhadores. Mesmo em experiência e sem qualquer imposição ao desempregado, oferecer um novo emprego para aquele que buscava o seguro fez o número de auxílios reduzir para 33.906, um índice 20% menor que a média”, destacou Romanelli.

De acordo com o estudo da secretaria, os números apontam também para a redução do uso indevido do benefício. Acordos entre empresas e empregados, como o de continuar trabalhando sem registro em carteira e recebendo o auxílio, já não são praticados com facilidade. Assim, o seguro desemprego pode ser utilizado exclusivamente para prover assistência ao desempregado e auxiliá-lo na busca de um novo posto, como determina a Lei nº 7.998, de 2005.

Tabela comparativa | Recebimentos do seguro desemprego no Paraná em 2011

Janeiro: 45.459

Fevereiro: 42.943

Março: 49.336

Abril: 44.360

Maio: 45.272

Junho: 41.456

Julho: 40.566

Agosto: 33.906

Setembro: 29.315

Total: 372.613