NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Grupo de Trabalho avaliará projetos sobre terceirização de trabalhadores que possam ir a Plenário.

O Grupo de Trabalho da Câmara de Desenvolvimento Socioeconômico tratará do tema Terceirização em sua reunião desta terça-feira (22), às 17 horas. O grupo foi instalado no último dia 5 pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para discutir projetos de lei que interessem à classe trabalhadora e aos empresários. Quando os integrantes obtiverem acordo em relação a determinada proposta, ela será incluída na pauta do Plenário.

O colegiado é coordenado pelo 1º secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), e integrado por 12 deputados – seis ligados a entidades trabalhistas e seis ligados a entidades patronais.

Além da terceirização, outro tema considerado prioritário pelo grupo é a regulamentação de profissões.

A reunião acontecerá no Plenário 8.

Da Redação/MM

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Grupo de Trabalho avaliará projetos sobre terceirização de trabalhadores que possam ir a Plenário.

O Grupo de Trabalho da Câmara de Desenvolvimento Socioeconômico tratará do tema Terceirização em sua reunião desta terça-feira (22), às 17 horas. O grupo foi instalado no último dia 5 pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para discutir projetos de lei que interessem à classe trabalhadora e aos empresários. Quando os integrantes obtiverem acordo em relação a determinada proposta, ela será incluída na pauta do Plenário.

O colegiado é coordenado pelo 1º secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), e integrado por 12 deputados – seis ligados a entidades trabalhistas e seis ligados a entidades patronais.

Além da terceirização, outro tema considerado prioritário pelo grupo é a regulamentação de profissões.

A reunião acontecerá no Plenário 8.

Da Redação/MM

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Governo envia ofício atualizando mínimo para R$622,73 em 2012

SÃO PAULO (Reuters) – O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira ofício ao Congresso pedindo a atualização do valor do salário mínimo no ano que vem para 622,73 reais.

Segundo informações da Agência Câmara, a diferença de 3,52 reais em relação ao valor inicialmente proposto se refere à elevação da estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o mínimo.

O aumento na projeção do índice consta do ofício enviado pelo Planejamento ao Congresso, com o objetivo de atualizar os parâmetros econômicos da peça orçamentária para o ano que vem.

Inicialmente, a projeção de inflação pelo INPC era de 5,7 por cento para este ano o que, somada a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto do ano passado, de 7,5 por cento, resultava em um reajuste do salário mínimo de 13,6 por cento, para 619,21 reais.

A estimativa do INPC foi reajustada para 6,65 por cento, com isso o reajuste do mínimo passa para 14,26 por cento em relação aos 545 reais atuais.

Ainda de acordo com as informações da Agência Câmara, com a mudança, os gastos do governo com o Regime Geral da Previdência Social subirão 6,5 bilhões de reais em relação ao projeto original, para 320,4 bilhões de reais no ano que vem.

A diferença terá de ser coberta pelo relator geral do Orçamento no Congresso, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Governo envia ofício atualizando mínimo para R$622,73 em 2012

SÃO PAULO (Reuters) – O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira ofício ao Congresso pedindo a atualização do valor do salário mínimo no ano que vem para 622,73 reais.

Segundo informações da Agência Câmara, a diferença de 3,52 reais em relação ao valor inicialmente proposto se refere à elevação da estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o mínimo.

O aumento na projeção do índice consta do ofício enviado pelo Planejamento ao Congresso, com o objetivo de atualizar os parâmetros econômicos da peça orçamentária para o ano que vem.

Inicialmente, a projeção de inflação pelo INPC era de 5,7 por cento para este ano o que, somada a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto do ano passado, de 7,5 por cento, resultava em um reajuste do salário mínimo de 13,6 por cento, para 619,21 reais.

A estimativa do INPC foi reajustada para 6,65 por cento, com isso o reajuste do mínimo passa para 14,26 por cento em relação aos 545 reais atuais.

Ainda de acordo com as informações da Agência Câmara, com a mudança, os gastos do governo com o Regime Geral da Previdência Social subirão 6,5 bilhões de reais em relação ao projeto original, para 320,4 bilhões de reais no ano que vem.

A diferença terá de ser coberta pelo relator geral do Orçamento no Congresso, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Projetos sobre terceirização poderão ser votados em Plenário

Faltam dados sobre nova classe média, avalia o BC

O diretor de regulação do sistema financeiro do Banco Central, Luiz Awazu, reconheceu, junto com outros economistas, que o País ainda carece de alguns dados sobre o novo acesso de muitos brasileiros aos serviços bancários, especificamente na chamada “nova classe média”. “Faltam alguns dados para se trabalhar com controles mais robustos sobre a sustentabilidade desse processo”, disse, ao comentar o grande aumento do acesso ao crédito dessas famílias.

Em painel sobre “Mapeamento da demanda por inclusão financeira no Brasil”, no III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, Awazu afirmou que o Brasil viveu “uma série de transformações estruturais” nos últimos anos no tema financeiro e que, por isso, novos controles são necessários. A afirmação de Awazu foi feita após o debate entre vários economistas que pontuaram os desafios do maior acesso aos serviços bancários entre as famílias de menor renda.

À mesa estavam o secretário de Ações Estratégicas da presidência da República, Ricardo Paes de Barros; o professor da PUC Rio, Juliano Assunção; o economista-chefe do centro de políticas sociais da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Neri; e o sócio-diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles. Entre os debatedores, um dos principais pontos coincidentes é o de que o Brasil precisa de mais informação para entender a chegada desses novos clientes às instituições financeiras.

Paes de Barros, da Presidência da República, ressaltou que o mercado de crédito ainda é novo no Brasil. “Há um volume de assimetria de informação gigantesco. O que precisamos agora é aproveitar muito bem a racionalidade para termos o máximo de informação possível para todos que tomam decisão”, disse.

Na mesma linha, o professor da PUC, Juliano Assunção, afirmou que bancos precisam ter cuidado com a avaliação de risco. “As pessoas também precisam ter cuidado com um evento excesso de otimismo”, disse. “Nesse sentido, de entender melhor o que está acontecendo, uma instituição absolutamente crucial é o IBGE”.