por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Grupo de Trabalho avaliará projetos sobre terceirização de trabalhadores que possam ir a Plenário.
O Grupo de Trabalho da Câmara de Desenvolvimento Socioeconômico tratará do tema Terceirização em sua reunião desta terça-feira (22), às 17 horas. O grupo foi instalado no último dia 5 pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para discutir projetos de lei que interessem à classe trabalhadora e aos empresários. Quando os integrantes obtiverem acordo em relação a determinada proposta, ela será incluída na pauta do Plenário.
O colegiado é coordenado pelo 1º secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), e integrado por 12 deputados – seis ligados a entidades trabalhistas e seis ligados a entidades patronais.
Além da terceirização, outro tema considerado prioritário pelo grupo é a regulamentação de profissões.
A reunião acontecerá no Plenário 8.
Da Redação/MM
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Grupo de Trabalho avaliará projetos sobre terceirização de trabalhadores que possam ir a Plenário.
O Grupo de Trabalho da Câmara de Desenvolvimento Socioeconômico tratará do tema Terceirização em sua reunião desta terça-feira (22), às 17 horas. O grupo foi instalado no último dia 5 pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para discutir projetos de lei que interessem à classe trabalhadora e aos empresários. Quando os integrantes obtiverem acordo em relação a determinada proposta, ela será incluída na pauta do Plenário.
O colegiado é coordenado pelo 1º secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), e integrado por 12 deputados – seis ligados a entidades trabalhistas e seis ligados a entidades patronais.
Além da terceirização, outro tema considerado prioritário pelo grupo é a regulamentação de profissões.
A reunião acontecerá no Plenário 8.
Da Redação/MM
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
SÃO PAULO (Reuters) – O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira ofício ao Congresso pedindo a atualização do valor do salário mínimo no ano que vem para 622,73 reais.
Segundo informações da Agência Câmara, a diferença de 3,52 reais em relação ao valor inicialmente proposto se refere à elevação da estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o mínimo.
O aumento na projeção do índice consta do ofício enviado pelo Planejamento ao Congresso, com o objetivo de atualizar os parâmetros econômicos da peça orçamentária para o ano que vem.
Inicialmente, a projeção de inflação pelo INPC era de 5,7 por cento para este ano o que, somada a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto do ano passado, de 7,5 por cento, resultava em um reajuste do salário mínimo de 13,6 por cento, para 619,21 reais.
A estimativa do INPC foi reajustada para 6,65 por cento, com isso o reajuste do mínimo passa para 14,26 por cento em relação aos 545 reais atuais.
Ainda de acordo com as informações da Agência Câmara, com a mudança, os gastos do governo com o Regime Geral da Previdência Social subirão 6,5 bilhões de reais em relação ao projeto original, para 320,4 bilhões de reais no ano que vem.
A diferença terá de ser coberta pelo relator geral do Orçamento no Congresso, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
SÃO PAULO (Reuters) – O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira ofício ao Congresso pedindo a atualização do valor do salário mínimo no ano que vem para 622,73 reais.
Segundo informações da Agência Câmara, a diferença de 3,52 reais em relação ao valor inicialmente proposto se refere à elevação da estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o mínimo.
O aumento na projeção do índice consta do ofício enviado pelo Planejamento ao Congresso, com o objetivo de atualizar os parâmetros econômicos da peça orçamentária para o ano que vem.
Inicialmente, a projeção de inflação pelo INPC era de 5,7 por cento para este ano o que, somada a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto do ano passado, de 7,5 por cento, resultava em um reajuste do salário mínimo de 13,6 por cento, para 619,21 reais.
A estimativa do INPC foi reajustada para 6,65 por cento, com isso o reajuste do mínimo passa para 14,26 por cento em relação aos 545 reais atuais.
Ainda de acordo com as informações da Agência Câmara, com a mudança, os gastos do governo com o Regime Geral da Previdência Social subirão 6,5 bilhões de reais em relação ao projeto original, para 320,4 bilhões de reais no ano que vem.
A diferença terá de ser coberta pelo relator geral do Orçamento no Congresso, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
O diretor de regulação do sistema financeiro do Banco Central, Luiz Awazu, reconheceu, junto com outros economistas, que o País ainda carece de alguns dados sobre o novo acesso de muitos brasileiros aos serviços bancários, especificamente na chamada “nova classe média”. “Faltam alguns dados para se trabalhar com controles mais robustos sobre a sustentabilidade desse processo”, disse, ao comentar o grande aumento do acesso ao crédito dessas famílias.
Em painel sobre “Mapeamento da demanda por inclusão financeira no Brasil”, no III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, Awazu afirmou que o Brasil viveu “uma série de transformações estruturais” nos últimos anos no tema financeiro e que, por isso, novos controles são necessários. A afirmação de Awazu foi feita após o debate entre vários economistas que pontuaram os desafios do maior acesso aos serviços bancários entre as famílias de menor renda.
À mesa estavam o secretário de Ações Estratégicas da presidência da República, Ricardo Paes de Barros; o professor da PUC Rio, Juliano Assunção; o economista-chefe do centro de políticas sociais da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Neri; e o sócio-diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles. Entre os debatedores, um dos principais pontos coincidentes é o de que o Brasil precisa de mais informação para entender a chegada desses novos clientes às instituições financeiras.
Paes de Barros, da Presidência da República, ressaltou que o mercado de crédito ainda é novo no Brasil. “Há um volume de assimetria de informação gigantesco. O que precisamos agora é aproveitar muito bem a racionalidade para termos o máximo de informação possível para todos que tomam decisão”, disse.
Na mesma linha, o professor da PUC, Juliano Assunção, afirmou que bancos precisam ter cuidado com a avaliação de risco. “As pessoas também precisam ter cuidado com um evento excesso de otimismo”, disse. “Nesse sentido, de entender melhor o que está acontecendo, uma instituição absolutamente crucial é o IBGE”.